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24/03/2011

às 20:50 \ Cinema

Sucker Punch – Mundo Surreal

Isabela Boscov fala sobre ‘Sucker Punch – Mundo Surreal’, a nova empreitada de Zach Snyder, o mesmo diretor de ’300′ e ‘Watchmen’. Com:  Emily Browning, Jena Malone, Jamie Chung, Abbie Cornish e Vanessa Hudgens.

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44 Comentários

  1. Murilo

    -

    25/06/2012 às 23:40

    Eu discordo TOTALMENTE do que a Anna disse abaixo. Primeiro que no início do filme, a narração de Sweet Pea deixa bem clara a ótica que ela tinha sobre a Babydoll e sobre o Wiseman, o velho sábio. Ela os via como anjos. Ele não levou Baby para a lobotomia, mas ele ajudou a Pea no fim do filme, por isso ela o coloca na trama fantasiando-o como um “chefe”.
    Outra coisa, em momento algum elas foram abusadas. Lembre-se do que o Blue disse para o padrasto: “-É realmente um show observá-las, elas mostram quem as tocou!”. Por isso Pea as imagina como se fossem as principais atrações de um bordel. O roteirista, Steve Shibuya, disse em uma entrevista que a ideia do final trágico de Babydoll foi uma forma em que ela mesma via de salvar a sua alma, e não uma forma de tentar apagar traumas. Ela sabia que se ela se entregasse, iriam flagrar o Blue e ele ia pagar por seus crimes, assim, todas as pacientes ameaçadas ilegalmente com a lobotomia não seriam mais fustigadas. “-Será um grande sacrifício e uma perfeita vitória”.
    Concordo com a maioria das coisas que o Ernesto disse abaixo, só que o padrasto não matou a enteada e sim a própria Baby.
    Eu achei simplesmente tola a crítica feita no vídeo. O filme foi mega inteligente com uma trama na forma de um labirinto que diz o tempo todo: Decifra-me ou devoro-te! Sucker Punch não é um filme que vc irá entender de primeira, Zack deixa isso bem claro quando diz antes mesmo de vc querer embarcar nessa jornada: “Você estará despreparado!”.

    Sucker Punch é um termo inglês que podemos definir como “Soco Inesperado”. Imagine uma briga de bar, na qual um sujeito puxa o outro, que estava distraído, da cadeira e lhe golpeia com um soco. Esse golpe é um Sucker Punch. Esse mesmo soco o filme deu em todos nós e até que um único entendesse a trama levaria outros vários golpes.

    Zack simplesmente disse: Eu não quero saber se o pato é macho, eu quero é o ovo!

    Então não há motivos para criticar tão mal um filme que na verdade ela não entendeu. Um filme tão inteligente que te dá lições a cada segundo que se passa, se vc não as captou é sinal de que vc levou outro Sucker Punch!

    É simplesmente meu filme preferido! =)

  2. Ernesto Ribeiro

    -

    11/04/2012 às 13:01

    anna : Lamento, mas você errou tudo no seu comentário abaixo.

    NINGUÉM “mata sua irma sem querer”. O filme deixa isso bem claro: no nivel real, o padrasto é que mata a esposa e a filha adotiva para ficar com a herança, e SUBORNA o gerente do hospicio (sem aspas, por favor) para a lobotomia de Baby Doll.

    ESSA é a razão da cena final, quando Blue, o gerente do hospicio, tenta estuprar Baby Doll novamente e é flagrado, para então CONFESSAR O SUBORNO E INCRIMINAR O PADRASTO em troca de uma redução de pena.

    “ficaria com o trauma de abuso sexual, então é melhor q ela nem saiba que existe” Porquê? Por acaso você prefere ter seu cérebro fatiado e virar um vegetal?

    PS: Isabela, Aproveito pra dizer que RETIRO aquele meu velho comentário horroroso sobre sua crítica contra “Sucker Punch”. Tem razão, o filme é a maior decepção abominável. Odiei o final. Infelizmente, você está certa. Como sempre.

  3. anna

    -

    05/02/2012 às 20:07

    baby doll, é o anjo da Sweet Pea e o cara que ajuda elas a fugir do “hospicio”(ja q o bordel esta na mente da baby doll)é o homen que a leva para a lobotomia…Sucker Punch é bom para quem entende o filme por tras das historias, mas não se preocupe eu explico cada detalhe…
    Baby doll, mata sua irma sem querer, vai para um hospicio, elas são abusadas la, então baby doll imagina que é uma prostituta em um bordel.
    1nivel de imaginação é o bordel, segundo nivel é quando ela dança no 2 nivel(ninguem sabe o q ela faz no nivel real, mas acho que ela é abusada)vai para um mundo 2 nivel surreal que ela “luta para sobreviver”….no final de SP baby doll descobre que ela é o 5 objeto misterioso e ela é o meio q anjo da sua amiga(todo mundo tem um anjo um guardiao que cuida de nos , um dia um velho o outro uma menina)…
    no final baby doll fecha os olhos como se nunca mais fosse abrilos…
    Na mente de baby doll, é o manda-chuva mas na verdade é o homen que vai fazer sua lobotomia.

    Baby doll aceita a lobotomia por que parece q ela se ligou q mesmo se ela escapaçe ficaria com o trauma de abuso sexual, então é melhor q ela nem saiba que existe..significado de baby doll: boneca precisa de alguma coisa para se mover, no caso de baby era a musica..amoo de mais este filme. agora pense no que vc fez e veja q esta TOTALMENTE ERRADA…vc me desculpe, mas não sabe nem o que significa o filme > SUCKER PUNCH- MUNDO SURREAL.

  4. anna

    -

    05/02/2012 às 19:53

    o nome é Zack Snyder..

  5. Laís

    -

    26/12/2011 às 12:25

    Critíca fraca. Só isso, e como ela mesmo disse, foi boba e tosca. Sucker Punch não é apenas um filme com meninas com saias curtas. A atmosfera do filme é assim. Pra mim, foi o melhor filme do Zach.

  6. Filipe

    -

    05/11/2011 às 13:03

    Gosto das críticas da Isabela, mas acho que realmente essa foi fraca. Eu respeito o gosto das pessoas, mas é impossível que o filme não tenha conteúdo, já que muita gente, como eu, se fascinou com a profundidade do filme, e muita gente não entendeu. Como Snyder disse em entrevistas, ele deixaria sua mente rolar solta em Sucker Punch, e foi o que aconteceu. O que acontece são cenas de ação que acontecem dentro da mente de Babydoll, onde ele cria um mundo fantasioso, para sofrer da dura realidade que ela vive. Tanto que, como exemplo, quando ela precisa do fogo, ela prefere criar uma realidade em que ela está em um castelo medieval e precisa resgatar o fogo sagrado do dragão, do que ficar na realidade de ter que dançar sensualmente para o prefeito corrupto enquanto a colega pega o isqueiro no bolso dele. Achei extremamente amador você reclamar que a dança dela não é mostrada em nenhuma cena do filme. E o final, apesar de parecer meio piegas e clichê, dá mais profundidade ainda ao filme. Repare na fala da personagem no começo do filme: alguns anjos aparecem em nossa vida, as vezes nos vamos querer desistir da vitória, mas eles irão nos impulsionar para a mesma. A história dá uma reviravolta tremenda no final e uma bacana mensagem é presente, que fala sobre sacrifícios, amizade, etc… A trilha sonora então é magistral, e traz uma complementação fantástica da história do filme.

  7. ramon

    -

    29/09/2011 às 14:47

    o filme e lindo so nos efeitos visuais, e diferente do que o rafael disse, da pra entender a historia sim, essa e a primrira obra original do Zach Snyder, ja que 300 e watchmen ( que sao muito superiores a sucker punch) sao baseados em quadrinhos, e essa ja devia ser a primeira e unica obra original do Snyder, porque a criatividade dele é zero

  8. Leonardo

    -

    26/09/2011 às 0:07

    Acabei de ver o filme, e quis saber mais sobre as referências do diretor. Eis que encontro alguns jornalistas (como a Boscov) malhando o filme.
    Curioso é que alguns deles usam o termo “nazistas zumbis”. É triste ver que nossos jornalistas não têm conhecimento histórico suficiente para identificar 1ª e 2ª Guerra. Zeppelin e monotores = 1ª Guerra, o termo Nazismo sequer havia sido criado.

    Se o filme é bom ou ruim, é outra questão. Mas quem se propõe a analisar algo, deve, no mínimo, se munir de algumas informações básicas a respeito do assunto, como o público a quem se dirige e às referências utilizadas.

    Dizer que o diretor sequer sabe quem é Sherazade é de uma falta de profissionalismo enormes. Isso torna a crítica ingênua, infundada e boba. Era mais fácil dizer “não gostei desse filme bobo”

  9. Rafael Gonçalves

    -

    21/08/2011 às 22:46

    To vendo uma chuva de criticas a critica da Isabela, gente dizendo q ela nao entendeu o filme e tal… quer saber? nao ha o q entender, o filme nao tem essa profundidade q muitos abaixo estao defendendo! eh um bom filme pra divertir da pra curtir as gatinhas dando tiro e uma boa açao mas… é uma enorme besteira como a Isabela disse e ponto.

  10. Cri-Critico

    -

    17/07/2011 às 20:39

    Sua objeção possui conotação pueril. Permita que eu discorde?

    Que crítica medíocre, sra. Boscov. Você cometeu erros primários. Nem prestou atenção no enredo. Algumas correções:

    1 – A história é narrada em 3 planos de realidade: a vivência no mundo real É MESMO NUM HOSPÍCIO. O plano da fantasia é o do Cabaré controlado pela Máfia nos anos 50. E o plano do sonho é o das cenas de ação como um reflexo da realidade em forma de alegoria, com arquétipos psicanalíticos junguianos, como o Velho Sábio interpretado por Scott Glenn.

    2 – É a PRIMEIRA Guerra Mundial, não a Segunda. Não há nenhuma suástica. Isso fica óbvio em todo o cenário das trincheiras e balões dirigíveis. Você passou voando batida e nem se deu conta de algo tão elementar como a ambientação histórica.

    3 – Os três samurais representam a dor, o medo e a culpa. Os soldados alemães são interpretados pelos mesmos atores que representam as autoridades opressivas do hospício — o diretor e os seguranças. Nem isso você sacou.

    4 – A influência declarada é a de Alice no País das Maravilhas, e não Sherazade. Você devia ter prestado atenção era na analogia da canção psicodélica do Jefferson Airplane “White Rabitt”, que deixa isso explícito desde o título até o tema da letra sobre lagartas em cogumelos, pílulas para crescer e encolher, expansão da mente, etc. Até uma criança percebe isso. Você não.

    5 – As músicas sempre dialogam com as situações: “Sweet Dreams” dos Eurythmics é auto-explicativa como tema da cena inicial sobre o desejo de poder dos opressores (o padrasto assassino) e de fuga para a fantasia (da menina inocente que perde tudo). “Army of Me” de Bjork mostra a descoberta do poder de auto-defesa. “Search & Destroy”, clássico punk dos Stooges, espelha a missão das garotas de roubar as pedras de fogo no castelo medieval, representando o asilo que elas vão incendiar. “Tomorrow Never Knows”, dos Beatles, anuncia a morte iminente e o fim do sonho. Nem conhecimento musical você tem?

    Avaliação da Crítica: 5 BOMBAS.

    [WORDPRESS HASHCASH] The poster sent us ’0 which is not a hashcash value.

  11. Andressa

    -

    04/07/2011 às 22:34

    O simples fato de ter resumido Sucker Punch em “Garotas de saias curtas com metralhadoras” já mostra a indisposição dela em se aprofundar na história real do filme.E por favor, não é Evan Wodd, e sim Emily Browning, reconheçam o trabalho.

  12. Edelyla

    -

    02/07/2011 às 11:28

    “… eu não tenho muita certeza de que Zack Snyder ouviu falar de Sherazade.” (!!!) Afinal, o cara é burro, a história é boba e o filme é cheio de falhas.

  13. Danielle V Cardoso

    -

    29/06/2011 às 20:54

    É… ela não entendeu o filme!!!

    Palmas para Paulo Henrique!!

  14. Paulo Henrique

    -

    07/05/2011 às 2:29

    Nossa, em minha opinião, ela como entendedora de cinema deveria calar a boca e assistir mais uma vez o filme por que quem viu e prestou atenção, sabe que o filme foi feito de detalhes, detalhes que poucas pessoas conseguiram enchergar, e esses detalhes foram expostos em dialogos das meninas. Há um momento do filme, em que Baby Doll conversa com as outras meninas sobre o plano delas, e Sweet Pea diz “três meninas tentaram sair morreram”, posteriormente no filme a Rocket,Blondie e Amber morrem. Em outro momento do longa,a Baby Doll diz a Sweet Pea ” A historia não é sobre mim, é sobre você” ou seja, tudo o que Baby Doll imaginava tambem fazia parte da imaginação de Sweet Pea tambem. E em relação a parte da dança de Baby Doll, foi algo que assim, ela via os espetaculos como uma batalha, caso você não percebeu cada um daqueles samurais representavam algo para Baby Doll, um deles era a dor,o medo e a culpa dela. A Dor lançava-a longe, e o medo a afastava e quando ela sai, para de se esconder, ela derrota o medo dela e a culpa que foi o mais forte e aterrorizador. Eu acredito que por tanto, a Baby Doll e a Sweet Pea, vivenciavam a mesma imaginação, pois se no final Baby Doll diz ” Essa historia não é sobre mim, é sobre você”. Faltou a critica , assistir o filme de verdade e entendê-lo, pois não são simplesmente fetiches,precisa-se de um conhecimento de verdade para conseguir entender o filme de verdade.

  15. Zix

    -

    05/05/2011 às 20:59

    Por que será que só homens se deram ao trabalho de comentar esse filme? kkkkkkkkkkkkkk

  16. Victor

    -

    01/05/2011 às 22:29

    Péssima comentarista. FATO! Isso me lembra o tipão comum de jornalista que se julga conhecedor de muitas áreas e tenta expressar isso em algum trabalho, mas fica visível a falta de conhecimento aprofundado.

  17. Marcos

    -

    01/05/2011 às 22:11

    Caramba, que critica ruim.
    Tem certeza que essa mulher é especializada em critica mesmo?

  18. Guedes

    -

    01/05/2011 às 18:11

    Bem Isabela, creio que você não tentou se ater a que público o filme era dirigido, mas depois de ver suas criticas totalmente pessoais e unilaterais sobre este filme só tenho uma coisa a dizer: Continue a assistir e ler Crepusculom, esse é seu tipo de “cultura”.

  19. Renato Paula

    -

    19/04/2011 às 21:32

    filme bom é aquele que entretem, se o publico alvo esta satisfeito acho que ele foi bem sucedido

  20. Renan Mello Magalhães

    -

    11/04/2011 às 19:33

    imaginação provém da inteligência… a maioria das pessoas busca histórias lineares e de fácil entendimento… sendo que o grande papel da ficção é fugir da realidade… Quando Lewis Carrol escreveu Alice no País das Maravilhas certamente ele foi criticado… mas alguém sabe o nome de alguem que o críticou??? Obviamente não… enfim… agradou muitas pessoas eu tenho certeza… e a crítica precisa pisar para subir… já que sozinha ela não existiria…

  21. Everton

    -

    10/04/2011 às 23:01

    simplesmente não entendeu o filme :)

  22. Marcelo

    -

    10/04/2011 às 12:41

    Bom, falar que o filme não tem enredo e que é bobo é pra quem não entendeu a real história do filme.
    Eu não vou ficar detalhando aqui todo o filme.
    Mas no final das contas as fantasias das batalhas não são da Babydoll e sim da Sweet Pea, assim como o cabaré tb é fantasia dela (ela está no manicômio, ela é louca e fantasia tudo o que acontece) a dança é a representação dos espetáculos, o método polonês usada pela doutora Gorski.
    Há vários sinais que comprovam isso.
    No final, ela sofre a lobotomia pois era a maneira de fazer a Dr. Gorski descobrir a verdade sobre seu pai e o enfermeiro chefe/blue.
    Poderia escrever muitas coisas, mas se alguém estiver realmente interessado é só pesquisar um pouco mais a fundo que descobre do que realmente se trata o filme. E como é um filme diria, genial.
    Mas tb cabe a cada um entender o filme como consegue, isso foi o que eu achei..
    Sem dizer que ele é realmente lindo de se ver.

  23. Rafael Vilha Brazoloto

    -

    10/04/2011 às 0:07

    creio que uma pessoa para ser crítica de cinema tenha que conheçer ao mínimo sobre o que fala. Isabela fez uma critica totalmente infundada, que desmerece um trabalho excelente. Zach Snyder quando criou Sucker Punch sabia exatamente que público deseja atingir, e atingiu com um exito fantástico! e esse público concerteza não é o da Isabela Boscov. Sucker Punch traz um roteiro extremamente intrigante, que exige do público uma atenção redobrada, pois permeia alucinações dentro de alucinações, entretanto, todas acerca de fatos reais, os quais se passam com a personagem principal. Zach agregou ao filme pontos importantes da cultura “nerd”, como “colegiais”, armas, robos, dragões, samurais, etc.. Tornando assim o filme um prato cheio para esse público. E para aqueles que dizem que o filme nao tem historia, ou tem uma historia boba, não capturaram a essência do filme, a mensagem que este traz em seus dialogos e narrações. Sucker Punch definitivamente é o melhor filme do século!

  24. FAbricio

    -

    09/04/2011 às 22:35

    Eu fui ver o filme ontem e achei o filme criativo, inteligente, sexy e lindo! Acho que quando a critica fala que 300 e watchmen são bobos, já entrega que o que está em questão é gosto pessoal. “Garotas de biquini com metralhadoras” e qual o problema com isso? Pense numa garota transtornada, num manicômio, buscando uma fuga da realidade, ela inventa o que ela quiser! A critica quer mandar até na mente da garota. Sai do cinema me sentindo até um pouco mal pela Babydoll ter sido lobotomizada (já viram no youtube?). Enfim, Jach snyder tem sim uma forma sensacional de contar suas histórias, forma essa que está atrelada ao visual, mas acredito que isso só enrriquece a obra. Mas convenhamos, assim como estilos musicais não são pra todo mundo, nem todos os filmes são pra todo mundo.

  25. Carlos

    -

    05/04/2011 às 2:23

    Psicologia barata é o escambal, o arquétipo jungiano do herói, a crítica à ideia da falta de objetivo no que se deseja, o não comprometimento, o uso do sexo como algo consumista são os destaques desse filme. Um adolescente verá o filme apenas como um emaranhado de psocologia barata, assim como vi matrix pela 1ª vez(faz 15 anos), que na verdade remonta uma verdadeira crítica aristotélica.

  26. Saulo André

    -

    04/04/2011 às 0:42

    Fico bastante intrigado com o fato de, na maioria das vezes, minha opinião ser contrária às críticas de cinema da Veja, um dos poucos meios de mídia com algum conceito para mim (e claro, q falando isso, corro um grande risco de não ser imparcial e parecer preconceituoso para com os outros meios, fazendo a mesmíssima coisa q a digníssima crítica Isabela Boscov fez, do início ao fim, ao dar uma opinião tão idiossincrática a respeito de Sucker Punch). O filme é simplesmente SENSACIONAL. Tem tudo que um bom filme precisa ter (com a exceção da atuação da protagonista q, a meu ver, deixou um pouquinho a desejar, mas como não sou nenhum crítico de cinema, né…)para ser visto e revisto várias e várias vezes, como eu fiz! Bem… 1.º De bobo, tal como a Isabela fala, Sucker Punch não tem nada, a não ser claro, q pra ela bobo seja o mundo surreal imaginado pela protagonista, fato este totalmente subjetivo e que fica, por isso mesmo, totalmente fora de opiniões alheias, ou seja, eu posso imaginar meu mundo todo cor-de-rosa e nem por isso, ele é ou parecerá bobo para mim ou para outras pessoas (sei q não é um bom exemplo, mas vcs entenderam o q eu quis dizer). 2.º O filme tem um enredo contagiante, afinal de contas, estar confinado num ambiente asfixiante como aquele e conquistar a liberdade tão somente pela imaginação é, senão emocionante, no mínimo inspirador. 3.º O q, a já tão citada crítica diz ser “GRAVE FALHA” do filme, eu só consigo ver como um dos pontos-chave, pq é uma ferramenta importantíssima q mexe com a imaginação do espectador e 4.º Concordo em absoluto, com o q ela diz sobre o filme ser LINDÍSSIMO… cenário, figurino, personagens entre outras coisinhas a mais, é claro. Por essas e outras, façam como eu: antes de ter uma opinião pré-formada (e isso vale pra tudo na vida, galera!), tente experimentar e sentir a atmosfera e o impacto do filme vc mesmo. Vc pode até concordar com a crítica acima, mas tenho certeza de q dará seus toques pessoais no assunto. Abraços!!!!

  27. claudio

    -

    01/04/2011 às 12:23

    valeu pela citação dos cramps !!!!! como sempre ótima critica,mas esse não é um filme pra voce isabela,é um filme de adolescentes,ou adultos de 31 anos que na hora de ver um filme como esse deixam florecer seu lado adolescente !

  28. Márcio

    -

    01/04/2011 às 9:11

    Concordo com a crítica, mas atenção com a fala “tão sem cultura”. Corra para estudar o conceito de CULTURA e saberá, que este termo: “sem cultura” NÃO EXISTE.

  29. Leonardo

    -

    31/03/2011 às 18:05

    Concordo com tudo dito sobre o filme, muito ruim, gostei de 300 e Watchman que ja tinham screenplay prontos. Mas esse foi um fracasso. Tenho odio de mim por não ter visto a resenha do filme antes de sair de casa.

  30. Luiz Aguiar

    -

    31/03/2011 às 11:08

    Isabel você não gostou e a crítica americana também não ( 26% no Rotten Tomatoes) mas o filme se concentra naquilo que o cinema deveria ser: duas horas de fantasia. Não se trata de discutir a realidade, apesar dos 3 níveis de ação (1 hospital, 2 cabaré e 3 aventuras) o que o aproxima de A origem do Cristopher Nolan. Houve também pressão dos produtores para aliviar a censura e por isso as versões dos números de dança ficaram para os créditos ( a versão em DVD terá 18 minutos a mais sem cortes), com certeza vou comprá-lo.
    Veja este filme como um banquete onde só temos sobremesa, é uma overdose de açúcar para os olhos com as imagens e referencias de cultura pop bem como uma trilha sonora muito forte ( em parte cantada pela Emily Browning). Numa época de pressão por resultados e os filmes se tornam cada vez mais iguais é um prazer ver um diretor ensandecido trabalhar. Seus movimentos de camara lenta e acelerada deixariam o Sam Peckimpah com agua na boca. Mas se você quer ver “bikini girls with machine guns” assita jackie Brown do Tarantino, é o programa de televisão preferido do personagem do Samuel L. Jackson.

  31. Fernando Aureliano

    -

    30/03/2011 às 13:13

    Eu acho que vc dizer que Watchmen é bobo é um preconceito com o gênero, e não uma analise cinematográfica. “Bobo” pra mim não é argumento. Quanto ao lance de o público não ver ela dançando, eu achei umas das ideias mais interessantes do filme, pois trabalha a imaginação. Acho ainda que a crítica que conta o filme, é porque não tem nada a dizer tecnicamente. Ou seja, não soube analisar a obra, “entao vamos spoilar….” O cara que assistir essa critica nao precisa mais ir no cinema não. Achei que o que ela fez aqui foi dar a opinião pessoal dela, o que não é o trabalho do critico.

  32. Newman

    -

    27/03/2011 às 2:37

    Zack Snyder é o Franco Zefirelli dos nerds. Sendo Superman o próximo filme dele, os executivos da Warner devem ter perdido o sono depois do fiasco que foi a estréia de Sucker Punch nos EUA.

  33. carlos magno

    -

    26/03/2011 às 21:59

    Discutir o valor de um filme voltado para a culura pop e ao publico jovem talvez não seja relevante. O que vale neste caso é a diversão, é claro que um amante do cinema quer peliculas mais dinamicas e inteligentes, mas o mercado americano no geral visa os lucros atualmente, se analizar bem não podemos condenar muito os caras afinal lançar um filme é arriscado por diversos fatores, vou citar um bem banal que seria a sorte.

  34. DCSF

    -

    26/03/2011 às 16:15

    Existe um erro factual no texto em 5:05. Evan Wood não está neste filme. Acho que o correto seria Emily Browning.

  35. Marcel

    -

    26/03/2011 às 16:08

    Eu vejo gente fazendo aqui declaraçoes equivocadas a respeito da critica Nao foi o primeiro filme que ele dirigiu, mas ele só “apareceu” mesmo depois de 300, antes disso ele nao existia pro publico

  36. Hudson

    -

    26/03/2011 às 14:32

    o sarcasmo da Isabela é sempre muito interessante,e pelo jeito esse Sucker Punch APENAS mais um filme de ação,

  37. ricardo

    -

    25/03/2011 às 20:08

    Cadê a crítica de “Não em abandone Jamais” e de “Cópia Fiel”. Nada? Não vai ter? …

  38. Lucas Neumann

    -

    25/03/2011 às 19:52

    Olha, eu concordo com que o filme é ruim, eu também detestei. Mas a resenha se mostrou bem fora do contexto do público alvo.

    Antes de mais nada não é só uma referência sexualizada de “garotas de biquinis com metralhadoras” e sim a tentativa de fazer um burlesque de ação, misturando diversas influências do Steampunk (a propósito, não são nazistas que elas lutam no cenário da guerra, e sim alemães zumbis da primeira Guerra mundial) anime e videogame. Perceba que a busca dos objetos é premissa de jogos famosos como “Legend of Zelda”. E o motivo de não vermos as danças de Babydool não é para não mostrar o quão fantástica daçarina ela é e sim para reforçar a metáfora que a dança é a sua arma e sua forma de combate, que toma a forma de uma fantasia diferente.

    A resenhista veio cheio de sarcasmo presunsoço para cima de Snyder por não “conhecer” a história por de trás das mil e uma noites, quando ela mesmo não compreendeu o tipo de identidade visual e narrativa que o diretor tentou imprimir no filme.

    Sim, no final Sucker Punch é uma bobagem que ainda por cima tenta se levar a sério, filosofando sobre anjos, destinos e iscambau, mas não é apenas “Garotas de Biquini com metrahadoras”. Vejam e descubram o que vocês acham da visão de Snyder.

    E poxa… chamar Watchman de bobagem… tá certo que não chega perto da graphic novel original, mas bah, simplesmente escantear o filme dessa maneira me faz pensar que eu deveria fazer o mesmo com as resenhas da Isabel.

  39. Ronald

    -

    25/03/2011 às 14:11

    “O filme é de uma psicologia tão barata, mas tão, tão tosca, tão sem imaginação, tão sem cultura…” Com tanto “tãos” eu fiquei com o pé atrás haha. O enredo é meio maluco, sim, entretanto acho que o público alvo é exatamente esse, pessoas que gostam de filmes vazios, sem sentido e com cenas e personagens bonitos – por sinal as meninas foram muito bem escolhidas. Mesmo assim vou esperar sair em DVD.

  40. Thiago Meirelles

    -

    25/03/2011 às 11:43

    Há anos acompanho as críticas da Isabela, gosto muito e após ela iniciar por meio dos vídeos ficou mais interessente ainda, didático e ilustrativo. Parabêns, continue assim!

  41. Bruno Linhares

    -

    25/03/2011 às 11:38

    1º: Pq ta de pé? Fkou parecendo telejornal de esporte, prefiro sentadinha
    2º: Esqueceu de falar da animação Lenda dos guardiões que ele dirigiu e que visualmente um arraso mas a história é inssonsa
    3º Acertou em cheio, os filmes dele é sempre de um visual estupendo, mas de histórias medianas, não vou ser tão drástico pq achei Madrugada dos Mortos e 300 bem bakanas, agora fkei curioso pr ver Sucker Punch de pois que tu disse que o roteiro é original e naum inspirado em HQ’s
    mais uma vez vez, parabéns pela crítica, objetiva, divertida e ativa
    =D

  42. Elson Barbosa da Silva

    -

    25/03/2011 às 9:22

    Olá Isabela.Gostei do seu cenário novo e mais ainda da crítica.Não vi Sucker Punch ainda mas não vejo a hora de ve-lo,o Zach Snyder gosta de umas coisas meio doidas mas é um bom diretor quando o assunto e filmes de ação.Só espero que ele faça um bom trabalho com o novo filme do Super-Homem e conte uma estória não tão delirante assim.

  43. Jonathan Rodrigues

    -

    25/03/2011 às 8:15

    só achie meio reducionista dizer que o Zack Snyder apareceu com 300 sendo que antes ele já tinha feito o Madrugada dos Mortos, seu melhor filme.

  44. Junior Delduque

    -

    24/03/2011 às 21:39

    hum, Isabela está de pé em toda a sua glória!!!

 

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