Blogs e Colunistas

30/10/2009

às 15:11 \ Cinema

Besouro

Isabela Boscov fala sobre o filme brasileiro Besouro, sobre o famoso capoeirista que viveu nos anos 20 na Bahia.

Share

Deixe o seu comentário

Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais (e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.

» Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA

Powered by WP Hashcash

15 Comentários

  1. Erik

    -

    27/04/2010 às 0:16

    Antes de mais nada estou aqui para dar minha opinião a respeito do filme.. só do filme.
    Já nos primeiros momentos não pude deixar de notar a semelhança com a série Kung-fu (anos 70) e do seu pequeno BESOU..ops!! GAFANHOTO e seu mestre chines… e achei um filme muito parado tipo aqueles que vc pede licença pra comprar mais pipoca e refrigerante no meio do filme e por fim aquela frase geral “Uaii!! já acabou??” Pra mim um filme McDonaldiano.. muita propaganda e pouco conteúdo.. mas os atores e atrizes simplesmente –> PERFEITOS..

  2. Renata Nogueira

    -

    12/12/2009 às 3:08

    Bom creio que já existe de cara um preconceito com o cinema brasileiro, pois um ótimo filme desse que aborda toda uma história que tem haver com a nossa cultura ainda é criticado, pois bem creio que se fosse um filme cheio de brancos como de costume, um cenário rico, com gastos extraordinários receberia um ótimo elógio, no entanto, é bom começar-mos a valorizar o que há de bom aqui no nosso país, pois esse filme envolve toda uma cultura brasileira e tem como exemplo um líder que libertou seu povo de todo um sofrimento… Bem como democracia existe para todos, cada um tem o direito de dizer o que acha, sendo que certas vezes é melhor calar quando não tem nada de proveitoso a dizer.

  3. elena

    -

    07/12/2009 às 16:14

    bom isabela pra começar com seu comentario foi bom pra vc mais as criticas vou te dizer nao tem nada a ver por que besouro nao tinha a intençao de machucar ninguem e sim lutar por sua liberdade e de seus companheiros e se o filme nao ta bom pra vc o que e um filme bom pra vc um filme sangrento com armas matanças e a quelas coisas que existem em outros filmes que nao vou citar nomes mas vc deve saber qual e bom e issso que tenho a diser e viva a liberdade viva besouro.

  4. Moreno Capoeira

    -

    25/11/2009 às 15:20

    Por outro lado, concordo que falta drama nos jogos que foram filmados nas rodas de capoeira. E talvez as lutas entre os capoeiristas devessem ter sido filmadas nas rodas. Até como forma de retratar uma especificidade da capoeira. Existem crônicas de capoeiristas narrando jogos em rodas de maneira a privilegiar a malícia e as “voltas do mundo” existentes no jogo. Elas poderiam ter sido aproveitadas.

    Mas continuo ressaltando: o filme não é ruim, foi uma experiência válida de filmagem da capoeira e da cultura afro-brasileira.

  5. Moreno Capoeira

    -

    25/11/2009 às 15:02

    Não achei o roteiro tão ralo assim. Aliás, ele consegue seguir muito bem os passos da “jornada do herói” do C. Vogler com várias adaptações ao tema da cultura afro-brasileira. Boscov esperava um clímax, talvez uma luta final mais marcado como nos filmes de kung fu. Mas para mim, isso não foi um defeito do filme. Realmente, as lutas poderiam ter uma dramatização melhor, mas houve tentativas: o jogo apaixonado de Dinorá e Besouro marca o surgimento do amor entre os dois personagens; a luta entre o herói e o enciumado Quero-Quero marca a inimizade entre os dois e a superioridade moral de Besouro.

    Concordo com uma das críticas acima que diz que as lutas mais curtas contra os capangas não privilegiaram a malícia e o aspecto traiçoeiro da capoeira, como em Madame Satã. No fundo, a dificuldade é encontrar uma forma de filmar a capoeira que não faça com que ela perca suas características e fique igual às lutas orientais. Nesse sentido, Besouro foi sim um exercício válido.

    E mais, o público parece estar gostando: tentei ver o filme no dia reservado ao cinema nacional no Cinemark em Brasília e não consegui devido à lotação da sala até a sessão seguinte. E nas duas vezes em que fui ver o filme, havia um bom público.

  6. Tatiane

    -

    13/11/2009 às 20:52

    Besouro é um resgate e valorização da cultura belissimo. As fotografias são perfeitas, as sensações que ele proporciona é de arrepiar… Saí da sala maravilhada com o que foi relato pela película. Obrigada pelo presente proporcionado ao povo brasileiro. Se poderia ser melhor? Só vendo um melhor para concluir… por hora o atual sacia minha necessidade de conhecimento e capacidade de emocionar-me com minha cultura afrobrasileira.

  7. ieda dias

    -

    05/11/2009 às 22:06

    Meu Deus essa foi uma volta no tempo. Besouro, primeira vez que ouvi falar dele foi na musica do Baden e Paulo Cesar Pinheiro, Lapinha, com a Elis cantando. 1968. Uiii…Agora o filme. Claro que to afim de ver.
    bjo
    ieda
    http://www.oquevivipelomundo.blogspot.com

  8. Junior Delduque

    -

    04/11/2009 às 15:51

    Essas leis de incentivo ao cinema nacional são péssimas, mal elaboradas e sempre se destinam à obra errada. O caso mais recente foi o belíssimo À Deriva. Orçamento particular, mas o público ignorou totalmente o filme. Já no caso dessas obras que usam o incentivo, são quase sempre filmes medíocres, mas por conta do forte merchandising governamental, atrái milhares aos cinemas.

  9. Luiz Nascimento

    -

    04/11/2009 às 11:04

    Oi Isabela!!!!
    De belo, só o seu nome.
    Sua crítica mercadológica está longe de uma análise do que realmente a cultura afro-brasileira é.O negro e sua história merece sim debates, pena que a visão dos jornalistas especializados é miope.
    O mais importante é a exposição de filmes ou temas ligados ao negros brasileiros renegados pelos coroneis como José Sarney.
    Luiz – Campinas/SP

  10. Vergonha alheia

    -

    03/11/2009 às 18:41

    Carolina, Carolina… melhor ficar calada do que escrever bobagem.

  11. Juliana

    -

    03/11/2009 às 18:39

    Dá-lhe Isabela Boscov!
    Excelente crítica.

  12. Marc

    -

    03/11/2009 às 3:32

    E parece que “chatô – o rei do Brasil” ainda não está pronto, hehehe…

  13. Carolina

    -

    02/11/2009 às 15:20

    Bom.. Fui à estréia, acompanhei as filmagens pelo blog do filme… Antes de qualquer coisa, o que deve ser dito é que para a capoeira, para a cultura brasileira, esse filme é um marco. Pois as pessoas não costumam dar valor a nada que seja nacional.. O cinema nacional está mudando, e isso é fato (depois de Tropa de Elite, algumas coisas mudaram).
    Podem haver pessoas que não gostem, mas para todos nós capoeiristas, foi um importante passo em busca do reconhecimento.Quantos filmes de Karatê, Kung-Fu e etc.. Já existem ?
    É muito fácil, para a pessoa que não conhece, não vive a capoeira criticar. Para nós, Besouro é um herói pois ele tentou libertar o povo dele daquela vida sofrida, assim como Zumbi. Não foi assim também com Tiradentes? Nesses três casos houve o mesmo desfecho: Traição e morte.

    Muita gente que está indo assistir ao filme não liga para as críticas. Resultado: as salas estão cheias!
    Gostei do filme, dos atores novos (e negros !) é uma história rica, muito emocionate.. Enfim, é uma história nossa.

    ‘ Avoa Besouro ‘

  14. Carolina

    -

    01/11/2009 às 17:26

    Não concordo em nada com o que você escreveu e falou Isabela. Desculpe não sou crítica de filmes, mas sou uma grande espectadora e gostei desse filme. Acho que o público também gostou, porque a sessão que fui estava lotada. Achei as cenas de luta muito boa e se os jogadores (quem joga capoeira não luta, joga) não demonstravam ódio é porque não é a filosofia da capoeira. Capoeira é uma dança e jogo de muita habilidade. Besouro não demonstrava ódio ao lutar com seus oponentes e nem deveria, capoeira é dança e ele é herói. Lutou pelos ex-escravos e não queria matar ninguém.

    Outra coisa, essa blusa esta apertada em você.

  15. Lindaura Santana

    -

    31/10/2009 às 22:25

    O que há de oculto em:

    “… mas oferece uma encenação de teatro amador, muito inferior a qualquer novela NORDESTINA da Globo (inclusive em profundidade).”

    ????????????????????????????????????????????????????

    As novelas ruins da Globo são geradas em concordancia com a região do País? É o solo que determina a qualidade?


 

Serviços

 

Assinaturas

Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados