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05/08/2010

às 19:10 \ Cinema

A Origem

Isabela Boscov fala sobre o filme de Christopher Nolan, o mesmo de O Cavaleiro das Trevas. O longa-metragem investiga a mente das pessoas por meio dos sonhos. Com Leonardo DiCaprio, Ellen Page e Tom Hardy.

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63 Comentários

  1. fernanda

    -

    08/01/2012 às 19:05

    nossa, discordo totalmente.

    Como ja disseram nos comentários, os sonhos parecem reais pq esse é justamente o proposito dos arquitetos q os prejetaram.

  2. oscar

    -

    26/07/2011 às 18:48

    A idéia de entrar nos sonhos alheios é mais velha que o chá. Procurem o filme de 1984 “A Morte nos Sonhos” com Dannis Quaide e Max Von Sidow.

  3. gustavo

    -

    15/06/2011 às 18:13

    o filme mostra de maneira muito crua a luta do personagem do leo com muitas projeções que o diretor mostra de uma maneira diferente da maneira como o público estava acostumado a ver

  4. Gabriel

    -

    21/02/2011 às 9:37

    Otávio,muitos filmes deveriam ser vistos mais de uma vez, há muita coisa a serem descobertas. Por exemplo, Heat Ledger morreu durante as filmegens de “O … Dr. parnassus”. A primeira cena em que ele apareçe está enforcado embaixo de uma ponte, A Ponte dos Fradres Negros. Sua testa está escrita com símbolos ocultistas. Nesta mesma ponte um executivo de um banco ligado ao Vaticano foi encontrado assassinado embaixo dela há alguns anos atrás, isto é um fato verídico. E tantas outras coisas estão neste filme …

  5. Cristina Fisher

    -

    21/02/2011 às 5:36

    Tenho a honra de dizer que uma pequena parte de A Origem, foi filmado na minha (segunda) cidade: Wrightwood na California. Eheheh….

  6. Otavio

    -

    10/02/2011 às 20:30

    Pessoal, a Isabela não é a melhor crítica de cinema do país à toa!! Ela é direta. Não adianta PERDER TEMPO com uma série de “masturbações intelectuais” sobre o possivel significado do filme se este o é obscuro e ambiguo. Às vezes, um charuto…é um charuto!!!O filme é bom, prende o publico, tem um roteiro muito criativo… e é isto. Vale a pena! Mas ficar vendo-o dezenas de vezes para buscar interpretações forçadas ou cenas que as corroborem é irrelevante. Cinema não é isso.

  7. RNR

    -

    05/01/2011 às 0:41

    Apenas discordo quando você diz que não há angústia no filme. A luta de Dom contra seu subconsciente é, para mim, bastante angustiante. Achei que você poderia destacar a audácia em filmar um roteiro tão complexo e cheio de nuances. Está é a avaliação que eu fiz do filme em meu blog:
    RNR.

  8. Ana Laura

    -

    04/12/2010 às 22:19

    Isabela, você é a melhor crítica de cinema que conheço, mas infelizmente acho que errou na avaliação do filme Inception/A Origem. Ele é excelente, bem amarrado e tem propósito sim. Fiquei triste ao ver uma crítica tão ruim de uma profissional tão boa quanto você, mas continuo uma fã! Quem será que plantou essa idéia (de que o filme não merece nota 10) na sua mente?

  9. Lima

    -

    08/10/2010 às 10:18

    oscar, se você não compreendeu certos trechos do filme, o reveja antes de se precipitar. Você evidentemente não pescou algumas partes.

    *** SPOILERS ***

    “Di Caprio poderia ter falado com seu sogro Michael Caine para levar seus filhos para outro país”

    E quem disse que a sogra do DiCaprio permitiria? O filme deixa bem claro que a guarda dos filhos é dela. Na cena do flat em Kyoto, o DiCaprio pede para falar com ela, mas ela desliga, salientando que ele não tinha o seu apoio. E, pelo que compreendi, os sogros dele são divorciados.

    “O risco de morrer, sem segurança de nada e aceitando trabalhar de graça é o maior furo da história. Di Caprio faz tudo isso sem aceitar $ por que?”

    Enganado. Ele ACEITOU dinheiro. Todos do grupo foram remunerados. Uma quantia provavelmente milionária. Só que ele se dispôs a repassar a sua fatia inteira para o Yusuf (o químico) afim de convencê-lo. Só rever a cena do armazém no primeiro nível.

    Se recorde que o grupo não tinha conhecimento que o sub consciente do Fischer filho havia sido treinado contra invasões. Falha do Arthur (JGL), responsável em levantar os detalhes sobre a vítima. Se a mente não estivesse militarizada, a missão seria supostamente bem mais fácil. O Saito, por exemplo, não seria baleado.

    Sobre o “DiCaprio trabalhar de graça”… O cara queria os filhos de volta; tem propósito maior que esse? A intenção não é simplesmente entrar nos Estados Unidos… ele precisava limpar as falsas acusações para ter os filhos de volta. Só o Saito tinha a influência necessária para cuidar disso.

    Esse é definitivamente o melhor filme do ano, e de longe. Pra ralar com ele, só talvez o “Hereafter”, que ainda tá pra sair.

  10. Geraldo

    -

    27/09/2010 às 21:26

    Isabela Boscov, com todo respeito (e, acredite, creio que é uma das melhores críticas de cinema do país – por isso acompanho os seus comentários), reveja o filme. Eu precisei de cinco vezes, admito sem constrangimentos, para compreendê-lo satisfatoriamente. Assista mais algumas vezes. Verá que trata-se de uma obra de arte única, fruto de uma mente seguramente sublime. O filme é o melhor do ano. E, cá entre nós, é um dos melhores filmes do gênero já produzido em toda a história do cinema… O Nolan é MUITO bom e foi MUITO feliz em “Inception”. OBS.: Aposentei a minha coleção MATRIX…

  11. Felipe

    -

    27/09/2010 às 1:28

    Pela Primeira vez vejo uma crítica da Isabela que não concordo com nada!
    A origem é o melhor filme dsse ano!

  12. vitória

    -

    21/09/2010 às 16:28

    Oscar sem querer te rebater novamente e respeito muito sua opinião,mas acho que “o risco de morrer sem segurança de nada,e aceitando trabalhar de graça”embora sua analise seja boa,não é o furo do filme,o “risco” teve seu preço.O filme ñ é perfeito acho sim que deve ter furos mas acredite não é ESSE.
    A historia é hipotética assim como criar o mundo dos sonhos,tornando-os quase reais também é(FICÇÃO).Oscar pena vc não ter apreciado o filme,aliás um grande filme.

  13. oscar

    -

    19/09/2010 às 9:05

    Vitória, pode ter certeza que o personagem do DiCaprio TINHA inúmeros recursos e conhecia muitas pessoas que poderiam ajudar-lo a fazer melhor do que milhares de mexicanos fazem para entrar nos Estados Unidos como ilegais. Os filhos poderiam viajar para qualquer outro país assim como ele mesmo podia entrar em outros países. O risco de morrer, sem segurança de nada e aceitando trabalhar de graça é o maior furo da história e é realmente surpreendente que nem os críticos nativos nem ols americanos falaram uma palavra só disto. Isso prova que mesmo conhecendo de cinema eles não prestam atenção real ao roteiro e podem ser enganados.

  14. cadu

    -

    18/09/2010 às 4:13

    Percebe-se que você não entendeu o filme Isabela. Falar que o sonho é organizado e blá blá blá. Você não entendeu o porque de cada integrante da equipe, e principalmente o porque do Arquiteto! Já ouvi gente falando a mesma coisa. Não é Lynch. É Nolan, e é a visão dele. Não gostar tudo bem, mas não gostar porque não entendeu, bom, tá na hora de rever sua crítica e rever o filme.

  15. vitória

    -

    11/09/2010 às 12:55

    Oscar,acho que entendi o que vc quis dizer,mas no filme quando o personagem do DiCaprio vai procurar o Caine ele mesmo fala que não estaria ali se soubesse de outra maneira para ver os filhos a ñ ser fazer este último trabalho,bom eu assistir dublado talvez tenha alguma diferença,eu pensei que Caine fosse pai do DiCaprio ñ das crianças.

  16. Arthur Toledo

    -

    07/09/2010 às 17:01

    Isabela, admiro seu trabalho. Mas sinto-me invariavelmente limitado à visão do crítico, preso ao seu rigor analítico que, de alguma forma, nos impõe uma perspectiva de “comando e controle” sobre a arte, sugerindo com o rigor sistemático de atributos da arte que interessa somente a vocês. Pelo menos parece-me assim. Prefiro divertir-me. Pouco me importa se os “sonhos” devem ser assim ou assado. Quero sentir-me relaxado, eximido de culpas e pecados, de opiniões rigorosas de qualquer perspectiva estética ou de engajamento, seja do tipo que for. Divirto-me e isto me basta. Sigo-a insistentemente, mas não na cumplicidade da dureza analítica. Mesmo que interesse ao seu contratante e à si, te gosto. Relaxe e divirta-se, como nós, cidadãos comuns, às vezes críticos sim, mas em busca de momentos de paz e fluidez. Nem sempre de reflexão e análise existencialista. Simplesmente em busca de paz e diversão. Beijos.

  17. danilo

    -

    04/09/2010 às 1:43

    sou fã das críticas de Isabela Boscov, as quais acompanho há anos na revista veja. Porém, ela dá um fora tremendo aqui, quando pergunta se o filme quer dizer alguma coisa, e responde que não. O filme trata, de forma excepcional e também criativa, de um assunto extremamente em voga, que é a neuroplasticidade, a capacidade que o homem tem de reescrever seus pensamentos e literalmente modificar a sua mente, independentemente da idade. As questões ligadas à idéia, ao consciente e ao subsconsciente, são incrivelmente científicas e, quem tem um minimo de conhecimento dessas questões todas, sabe que o filme tem muito a dizer. Por eu ter esse conhecimento, para mim o filme é muito mais do que uma brincadeira, é ciência, e nos passa mensagens que estão inscritas de forma indireta em inúmeros livros de auto-ajuda, que dizem o óbvio para aquelas pessoas (a maioria de nós) que têm dificuldade para enxergar a realidade. Excelente!

  18. oscar

    -

    03/09/2010 às 16:47

    Vitória, ainda na ficção não tudo é válido. Há regras. Dentro do sonho sim porque os sonhos são bizarros como tentei explicar. Mas neste caso eu estou falando da motivação FORA dos sonhos (no mundo “real”) que motivam ao personagem assumir os riscos de ficar submerso nos sonhos. Caine não é o pai das crianças.

  19. Luc Anderssen

    -

    03/09/2010 às 3:45

    Olá Isabela

    1 – 2 minutos e 30 segundos para comentar sobre os outros filmes do Chris Nolan. Até quando fará referência ao passado para definir, e sobretudo não querer distanciar um filme do outro?

    2 – Os sonhos… particularmente, há muitos anos atrás, sonhei com um caminhão com uma turbina literalmente voando, sonhei com aviões que, anulando todas as leis da física, faziam manobras irreais, e consegui, uma única vez em minha vida, sonhar dentro de um sonho. Logo, um trem no meio da cidade, pessoas flutuando, explosões sem atingir quem está no sonho, me faz algum sentido.

    3 – Um sonho é algo aonde a gente se perde, como você bem disse, mas é porque sonhamos sozinhos! Mas o que dirá de um dispositivo hipotético onde os outros ‘poderíam’ construir sonhos para você? Logo, o seu comentário é egoísta, pois você sonha sozinha! Igual a mim e igual a todos! Você não consegue imaginar-se neste dispositivo que criaria sonhos que parecessem reais para você? Se é um filme de ficção, porque se ater à realidade do que VOCÊ sonha enquanto dorme?

    4 – Me fez mais sentido sair da sala sem eu saber se o mundo onde vivo era real, do que ver a sua resenha…

  20. vitória

    -

    31/08/2010 às 17:27

    achei o filme excelente mais um ponto pro NOLAN,acho que a Isabela não estava tão inspirada quando assistiu o filme e só conseguiu observar seus efeitos visuais maravilhosos, como Oscar o amigo abaixo,é ficção vale tudo, inclusive sonhar como única maneira de voltar pra casa, não precisa levar tão a sério é entreterimento de qualidade seu comentário Oscar é bizarro,só me deixou com uma dúvida Michael Caine era sogro pensei que fosse o pai.

  21. oscar

    -

    30/08/2010 às 20:12

    Como já comentei, há que saber como são os sonhos e há pelo menos 2 exemplos do bizarro do mundo onírico. Esqueci, no entanto, de falar do furo do filme maior que um buraco cósmico: Di Caprio faz tudo isso sem aceitar $ por que? Ah, sim! Para poder entrar nos Estados Unidos e ver seus filhos!!!! Ora, ora, tem centos de mexicanos que fazem isso todos os dias pela fronteira sem precisar de sonhar e Di Caprio poderia ter falado com seu sogro Michael Caine para levar seus filhos para outro país!!!!

  22. Thays

    -

    28/08/2010 às 19:50

    Como algumas pessoas citaram, também vi semelhanças com Matrix – não só pelas imagens, pelo conceito em si.

    Discordo em um ponto da crítica, no sentido de que desperta angústia sim. O papel da mulher de Copp em seus sonhos é muito semelhante ao que Jung descreve como ‘sombra’: se não estamos conscientes, não a ‘iluminamos’, ela pode nos possuir. Neste sentido, Copp não tinha controle algum. Isto não é angustiante?

    E assim, tudo o que eles se referem como ‘projeções’, são conteúdos inconscientes que, muitas vezes vêm contra a gente, sabotar nossas ações e colocar em risco. Se isto não é angustiante, não sei mais o que seria…

  23. Márlon Jatahy

    -

    28/08/2010 às 17:25

    O filme não ambiciona “mais parecer um sonho” como a Sra. Boscov comentou. É um comentário bem comum entre os críticos, mas está totalmente equivocado. Há absoluta necessidade do sonho parecer o mais real possível para se conseguir implantar a idéia na mente do herdeiro. Isso é crucial. Haja vista que a tarefa em si de implantar é difícil de fazer funcionar.
    .
    Não foi comentado o drama terrível que rasga a consciência do protagonista. Cobb é o responsável pela morte da esposa. Na tentativa de fazer a esposa sair junto com ele do limbo para a realidade, o personagem do DiCaprio experimentou implantar a idéia na esposa. E funcionou. Mas a idéia virou algo macabro…
    .
    Cada aparição de Mal no filme enche a tela de suspense e de um perigo aterrador iminente, pois é a personificação da culpa de Cobb, com toda monumental carga de conhecimento dele sobre os sonhos…

  24. oscar

    -

    27/08/2010 às 18:54

    Para opinar sobre sonhos há que lembrar os sonhos primeiro o ter lido Joseph Campbell e Gustav Jung. Quando vc tem costume de fazer meditações tipo Método Control Mental Silva, ioga, etc, vc pode ser consciente, no entanto nas camadas internas dos sonhos o que vc observa são imagens bizarras tipo A CELA e DUBLE DE ANJO ambos do diretor indiano Tarsem Singh. Na minha opinião melhor que a mala mágica para fazer sonhos foi a receita para enxergar memórias alheias do filme Unforgettable (Inesquecível) com Ray Liotta na qual usam norepinefrina e líquido cerebro espinal para formar um soro que é injetado pelas veias. Música desse filme é do mesmo nome e aqui com Nolan é uma francesa que é alterada na velocidade. Sabe-se que música permite emoções e lembranças e que os monges tibetanos que sabem de sonhos usam influencias externas como soprar, música, gotinhas de água na pele de quem sonha para “criar” imagens específicas.

    Neste filme usa-se os desenhos famosos de Escher (Echer?)com escadas e espelhos e o fato que micro-sonhos unidos fazem um total de 2 horas de sonhos por noite geralmente. O tempo “externo” medido com olhos movimentando-se sob pálpebras é totalmente diferente da experiência DENTRO do sonho.

  25. sergio

    -

    25/08/2010 às 5:10

    nao vou comentar so sobre este magnifico filme nem sobre outro, mas gostava de saber kuantas veze3s no mininmo precisamos de ver um filme pra melhor entender a sua historia e dimensao k o autor/director kerem nos dar da historia? gostava k um critico me desse a dica. pork vejo k muitos levam a coisa pra o lado pessoal… mas vou mesmo comentar sobre a origem: o filme e confuso, tal como axei primeira vez kuando vi Matrix 1. reassisti matrix tantas vezes ate k entendi akela extraordinaria trama.. FACAM O MESMO kom os filmes de De Caprio: ele nao facilita nos filmes, como foi com Ilha de Shuterland.. sempre algo subjectivo por se ler nos filmes. se fosse simples…

  26. Alison Marczewski

    -

    22/08/2010 às 1:16

    Gostei muito da análise. Você falou que nos sonhos não temos o controle sobre o mesmo… ai faço a seguinte pergunta: e quanto aos sonhos conscientes?
    Sei que o filme não chega a falar sobre os mesmos(nem cita o termo), mas os sonhos apresentados no filme nos leva a idéia do sonho consciente.

  27. Fernanda

    -

    21/08/2010 às 22:58

    Correção: Oscar 2011.

  28. Fernanda

    -

    21/08/2010 às 22:54

    Achei o filme sensacional. Percebi, na saída do cinema, muitas pessoas criticando, porque não entenderam a essência do filme. O filme é uma ficção, mas embasado em fatos reais. Como Matheus aqui comentou, há uma certa analogia com as teorias catárticas de Freud e também com teorias da segunda guerra mundial, onde teria sido utilizado este método de “invadir” o subconsciente dos inimigos para saber aonde pretediam atacar no dia seguinte. O filme me fascinou, conseguiu me prender do início ao fim, sempre com mistérios sendo revelados ao longo da trama. E as cenas de ação são impressionantes. Vale a dica que Isabela deixou: quanto maior a tela que assistir, melhor serão os efeitos. Para mim é forte candidato ao Oscar 2010. E Leonardo DiCaprio está magnífico, como sempre, diga-se de passagem. Vale muito a pena assistir!

  29. Frank

    -

    21/08/2010 às 21:47

    Diria que A Origem, na verdade, é a inserção de uma idéia na mente do espectador, diferente do que o filme realmente mostra.

  30. Frank

    -

    21/08/2010 às 21:42

    Isabela. As vezes vc erra feio na crítica, como desta vez. Dependendo da maneira que vc entendeu o filme, realmente não faz sentido o pq eles invadem os sonhos.
    A incerteza, que nos leva os sonhos, fica para o espectador. O próprio final do filme evidencia isso, a incerteza total. Quanto à perfeição dos sonhos, ela se deve aos arquitetos, que são os responsáveis por isso mesmo, deixar os sonhos mais parecidos com a realidade, para que seja mais fácil extrair um segredo, ou no caso, implantar uma idéia.
    Se há significados? Diria que sim, e muitos. Não vou citar quais, pois seriam spoils do filme. Posso dizer: a cena final deixa a cruel dúvida e fomenta significados.

  31. Melyssa

    -

    21/08/2010 às 21:35

    Na minha opinião o único objetivo do filme é entreter. Puro entretenimento. E isso ele faz, e MUITO bem.
    Excelentes atores e direçao, historia criativa e efeitos especiais impecáveis. Não é documantário, não é filme de amor, não tenta passar mensagem de lição de vida. Assista e se divirta, simples como parece.

  32. Adriana Cruz

    -

    21/08/2010 às 21:18

    O filme é uma viagem, muito bem feito, lembrou um pouquinho Matrix, mas Nolan a cada filme se supera, vale cada cena.

  33. MARCIO RÉGIS

    -

    21/08/2010 às 21:18

    Gentem !!! È um filme … tão somente um filme ! Pra divertir as pessoas e não pra “encucar” cabeças sem necessidade alguma !! É ficção!

  34. Aline Santos

    -

    21/08/2010 às 21:14

    “A Origem” foi um dos melhores filmes que já assisti.
    Fascinante!

  35. anna

    -

    21/08/2010 às 15:19

    O filme é realmente muito bom, o confuso do começo se esclarece a partir do climax da trama.o filme fala sim sobre os sonhos. Ele procura nos mostrar uma relaçao que existe ate hoje: o mundo virtual e a realidade. Com a internet, muitas pessoas optam em ter uma vida virtual, a qual é uma escolha tentadora, já que ela nçao nos apresenta as emoçoes, como a tristeza, por exemplo. O totem girando no final foi uma otima ideia do autor, ao qual quis nos mostrar que talvez aquilo seja realidade; ou talvez, meramente um sonho.

  36. Henrique

    -

    14/08/2010 às 13:22

    Oi, Isabela, acho que vc apontou muito bem os méritos e os limites do filme. Socos, tiros, explosões, pieguice… Já não bastava um cinema reduzido a isso, agora o Nolan propõe reduzir os sonhos a isso? Tá mais pra Hora do Pesadelo.

  37. Ana

    -

    14/08/2010 às 7:15

    Até a metade o filme é cansativo e confuso. No final melhora com ótimos efeitos e ação. Não é engenhoso e psicologicamente fascinante como Amnésia.

  38. Vitor Elias Luiz

    -

    13/08/2010 às 20:55

    me deixou ainda mais interessado em assistir o filme, isabela! mas, pegando os meus sonhos como referência, se o filme de fato tentasse ser verossímel, não passaria de um monte de cenas embaçadas e sem o menor sentido. mas sim, teria pessoas flutuando =P

  39. Rudi

    -

    13/08/2010 às 20:19

    Desculpe Isabela, mas pelo visto vc não é mto chegada à ficções científicas: o filme não FALA de sonhos e sim de como vc pode USÁ-LOS para extrair ou impor idéias nos seres humanos. Os sonhos tem arquitetos justamente para parecerem o mais verossímel possível! E é óbvio que o filme diz não só uma coisa mas várias. A maior delas pra mim é exatamente sobre isso: o que você acredita com convicção ser verdade é MTO difícil de alguém contrariar. Então se fosse possível ‘plantar’ verdades? E isso explica também pq plantar idéias no filme é um trabalho mto mais difícil: elas devem ser bem plantadas. Outro pto é o q já foi abordado em vários filmes sobre o q é ou não realidade e no q isso importa… Enfim, várias pessoas aí embaixo já disseram coisas parecidas. Dica: vê o filme de novo (umas 4x)

  40. André Luiz Machado

    -

    12/08/2010 às 22:45

    Não lembra mais ou menos o Matrix??
    …..???

  41. Abelardo

    -

    10/08/2010 às 11:51

    A temática dos sonhos é o contexto e não o objetivo principal da trama. Há a necessidade primordial do sonho ser o mais realista possível para que consigam cumprir a meta de implantar a idéia. Não vemos o filme caminhar para ficar explicando o mundo dos sonhos, mas sim um mergulho na trama de como o Cobb vai conseguir sua vida de volta junto com seus filhos, conseguindo implantar uma idéia na mente do herdeiro.

  42. Olavo

    -

    09/08/2010 às 21:05

    Ótima critica.. sempre otimos comentarios. Estou muito satisfeito com o blog os melhores filmes comentados e videos novinhos toda semana…
    Parabéns mais uma vez pelo trabalho. Vou conferir o filme no final de semana. Adorei o comentario de que dá rolando nas redes sociais. Não esta por dentro. Abraços

  43. berto oliveira

    -

    09/08/2010 às 6:39

    A ideia não é nova e já foi desenvolvida em A Morte nos Sonhos com Dennis Quaid e Max von Sidow. O falso tom de novidade fica por conta da exuberância dos feitos visuais. Ainda assim, um bom motivo para comer pipoca.

  44. Renan Santos

    -

    08/08/2010 às 22:56

    Adorei a crítica, as comparações, concordo que o filme tem um grande visual e merece ser visto em Imax,
    Eu acho que nesse filme o Chris Nolan, pra mim um dos melhores diretos hoje em dia(senão o melhor), resolveu arriscar mais, se soltar mais, por estar mais confiante. O filme é incrível, me apaixonei por ele, quanto aos sonhos que você se refere serem muito organizados concordo também, mais há um “porém” que é explicado dentro do sonho e pode ser percebido em algumas cenas, ele é um sonho organizado para parecer real pois “o alvo” do objetivo não poderia saber que estava sonhando.
    Fora isso só não entendi uma coisa ao fim do filme, o pião quer dizer sonho ou realidade?
    Ótima crítica Isabela, conheci hoje mais à partir de já irei acompanhar!

  45. Douglas

    -

    08/08/2010 às 19:46

    Só uma correção!! A cena em que tudo explode ocorre no sonho da personagem da Ellen Page e não no do Leonardo! A razão para tudo começar a explodir é exatamente pela estranheza e nervosismo da personagem da Ellen descobrir que tudo aquilo era vivido dentro de um sonho dela.

  46. J.P

    -

    08/08/2010 às 16:27

    grande grande filme, meu deus!!!

  47. V for Velour

    -

    08/08/2010 às 12:46

    Isabela, os sonos são assim tão perfeitos e exatos por que são elaborados pelos arquitetos justamente para que se pareçam com a realidade e confundam a pessoa que está sonhando.

  48. Mateus Barbassa

    -

    08/08/2010 às 5:11

    Parabéns Isabela.
    Excelente crítica!
    Nolan pegou um conceito (Catarse) escrito entre os anos 334 A.C e 330 A.C misturou com uma ideia pseudo-revolucionária e o povo está comprando essa verdade como se fosse algo espetacular.
    Escrevi duas críticas em meu blog sobre esse filme.
    Se possível gostaria de um feedback teu:

    http://www.barbassa.zip.net

  49. Priscilla

    -

    08/08/2010 às 3:45

    Isabela, existe alguma intenção de referência na escolha das músicas da trilha sonora? Vide a escolha de Non, je ne regrette nien como “música principal” e o fato de a Marion Cotillard ter feito o filme Piaf e a música de quando o Leonardo de Caprio “acorda” na praia e a do começo do filme Shutter Island (em que ele também atuou).

  50. Thiago Santos

    -

    08/08/2010 às 2:13

    Comentário excelente. Muito diferente dos seus elogios ao fraquíssimo Salt que foram incompreensíveis.

  51. berto oliveira

    -

    07/08/2010 às 16:32

    A idéia não é tão original assim. Ela já foi desenvolvida por Joseph Ruben em A Morte nos Sonhos (Dreamscape/1984), com Dennis Quaid no papel do fuçador de sonhos.

  52. Leo Freire

    -

    07/08/2010 às 15:02

    Não acho que o filme queira passar algum significado (também acho que essa não foi a intenção do Nolan). É somente uma história e ponto.
    A única coisa que eu não concordo na crítica (e já vi outras que remetem à mesma questão) é o questionamento se os sonhos do filme não estariam “reais demais”, “muito bem orquestrados”. Mas ora, se a intenção do grupo é plantar uma idéia de forma mais REAL possível, é muito plausível que os sonhos sejam quase idênticos à realidade. Tanto que há a essencial figura do “arquiteto” que visa tornar o sonho o mais perto da realidade (claro, dentro da proposta fantasiosa da obra).

  53. Matheus

    -

    07/08/2010 às 13:12

    Isabela, gosto muito das suas críticas, e as acho verdadeiras, mesmo discosrdando de poucas, eu ainda nao vi A Origem mais estou super ansioso, pensei que voce a iria palpitar como uma indicada ao oscar 2011 mas nao foi bem isso que assisti. Mas voce como uma excelente crítica do cinema gostaria de um palpite seu: Toy Story 3, já está quase certa a ser um dos dez filmes que estarao no oscar 2011 como de melhor filme, mas, quais a que voce acha que também estarão encabeçadas?

  54. Tancredo

    -

    07/08/2010 às 2:49

    Olá Isabela, primeiro voltem o player do youtube, este é horrível! Gosto muito de suas resenhas, mas às vezes discordo delas. Você acha que a Origem falta angústia? Mais do que o Dicaprio para cumprir sua missão e superar seus traumas? Falta Alegria? Mais alegria que as boas recordações através dos sonhos da memória de do personagem do Dicaprio? Agora é um filme que não quer dizer nada? Poxa, é um cara buscando com todas as suas forças a redenção, o perdão, e a restauração daquilo que perdeu. É a busca de um sonho dentro de um sonho. A busca do sonho da paz, do amor, e da dignidade que foi perdida mesmo fazendo algo errado e ílegal. Eu chamaria “A Origem”, de “Redenção” ou “Catarse”. A Origem com certeza o melhor filme “comercial” do ano até agora.

    Obrigado.

    Tancredo

  55. joão moreira

    -

    06/08/2010 às 12:20

    Isabela, sua critica é esplêndida, completa, rica em detalhes, de profundo entendimento, faz sempre que eu a ouço, ficar todas as semanas visitando o site de veja,pra te ouvir de novo. Obrigado por compartilhar esse seu dom, e visão sobre o brilhante universo da 7ª arte que faz parte da nossa experiência humana.Fico deslumbrado com sua EXCELÊNCIA e seriedade, e paixão pelo que você faz. Valeu!!!!!!!!!!!!!!!

  56. anderson

    -

    06/08/2010 às 11:55

    por favor pessoal que edita o site
    voltem com o player do you tube .
    esse formato é muito ruim pra quem (como eu) não tem uma internet de alta velocidade. alem disso com o player do you tube a gente consegue visualizar o quanto do video ja carregou e com esse não.
    por favor pense a respeito. acho q com o player do you tube todos podem assistir sem preocupaçoes.
    Pensem a respeito !!
    P.s. : Isabela como sempre : IMPECAVEL.

  57. Valentina

    -

    06/08/2010 às 7:10

    Cara Isabela,

    Concordo em gênero, número e grau com vc, somente acrescentaria que o filme tem um quê de Matrix, para quem perde feio. Por isso, no quesito entrar em outra realidade e não se saber se está no mundo real ou não, “A Origem”, não tem nada de original. Pontos para Matrix.

    Abraço,

    Valentina

  58. Elton Jr.

    -

    06/08/2010 às 7:09

    Isabela adoro seus comentários.
    Admiro o Chris Nolan desde o extraordinário Amnésia que foi um filme pouco apreciado pelas pessoas que conheço e, até hoje, tento entender o porquê?
    Aguardo a estréia de A Origem desde o início do ano. Tenho um grande problema em criar grandes expectativas em torno de um filme e, na hora, acabo me decepcionando. Um caso que me lembro agora foi o do Homem-Aranha 3 em que fiquei tão entendiado na sala que tive vontade de sair antes do filme acabar. Simplesmente terrível em comparação ao primeiro e ao segundo!
    Pelos seus comentários, não tenho dúvida de que A Origem valerá a pena ser visto, seja pelo espetáculo visual que ele nos proporcionará seja pelo enredo original (apesar de não ter sido aquilo tudo que você esperava)que, hoje em dia, faz muita falta em Hollywood.
    E espero não ficar decepcionado rsrsrs!
    Abraço!

  59. Marcos de Oliveira

    -

    05/08/2010 às 21:18

    Voltem para o youtube, por favor! A qualidade do video(imagem, resolução, não as criticas, que só melhoram) esta piorando…

  60. Joana

    -

    05/08/2010 às 21:07

    Concordo com a crítica. Falta uma razão de ser, um questionamento, uma reflexão maior… Agora, o making of desse filme é maravilhoso. Uma aula de efeitos especiais. Vale a pena procurar.

  61. Renann

    -

    05/08/2010 às 20:21

    Bom todo mundo que não entendeu o filme ta falando mal, a maioria dos críticos tão falando super bem, eu achei sensacional.


 

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