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	<title>Imperdível - VEJA.com</title>
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		<title>As Entrevistas da Paris Review</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 21:23:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marizylberkan</dc:creator>
				<category><![CDATA[25 a 31 de maio de 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Companhia das Letras]]></category>
		<category><![CDATA[Paris Review]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Lançamento <strong>18</strong> maio</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/parisgde.jpg"><img class="alignleft  wp-image-58861" src="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/parisgde.jpg" alt="" width="128" height="193" /></a>(Tradução de Paulo Schiller, Companhia das Letras, 456 páginas, 58 reais) Desde 1953, a revista nova-iorquina Paris Review compila em suas edições entrevistas dos principais artistas contemporâneos. A editora Companhia das Letras lança neste mês o segundo volume da antologia, que reúne conversas dos editores com Vladimir Nabokov, Elizabeth Bishop, Hunter S. Thompson, Tennessee Williams, Julio Cortázar, Milan Kundera, entre outros representantes do pensamento do século XX. Neste lançamento, o leitor tem a opção de escolher entre as 4.000 variações de capas, impressas com dados variáveis, que permite a alternância de cores e posicionamento dos nomes dos entrevistados.</p>
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		<title>500º Episódio de &#8216;Os Simpsons&#8217;</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 21:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marizylberkan</dc:creator>
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		<category><![CDATA[TV]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Exibição <strong>27</strong> maio</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/simpsonsgde.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-58951" src="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/simpsonsgde.jpg" alt="" width="620" height="349" /></a>No ar desde 1989, <em>Os Simpsons</em>, o seriado de animação mais longevo da televisão, chegou, em fevereiro, ao 500º episódio nos Estados Unidos, exibido neste 27 de maio à audiência brasileira. Depois de 23 anos, o sitcom de Matt Groening especializou-se em tirar sarro do modo de vida do americano comum. Homer Simpson e sua família recebem, no episódio comemorativo, um convidado ilustre, que também é perito em questionar e escancarar o <em>way of life</em> nos Estados Unidos. Julian Assange, o fundador da WikiLeaks (organização sueca que publica informações confidenciais de empresas e governos) contracena com Homer e Marge durante a fuga do casal de Springfield. Os pais de Lisa, Bart e Maggie descobrem que vão ser vítimas de um levante popular para expulsá-los da cidade, depois de moradores se revoltarem com as inúmeras confusões armadas pelos Simpsons ao longo dos anos. O 500º episódio da série está programado para ir ao ar no fim da maratona de <em>Os Simpsons</em> organizada pela Fox. A partir das 20h, o canal vai exibir os 100º, 200º, 300º e 400º episódios da série.</p>
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		<title>A Delicadeza do Amor</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 21:22:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marizylberkan</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[a delicadeza do amor]]></category>
		<category><![CDATA[Audrey Tautou]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Estreia <strong>25</strong> maio</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/delicadezagde.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-58801" src="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/delicadezagde.jpg" alt="" width="620" height="349" /></a>(<em>La Délicatesse, França, 2011, 108 minutos</em>). O filme <em>A Delicadeza do Amor</em> pode deixar uma sensação de déjà vu nos adeptos de comédias românticas filmadas na Europa. O longa dos irmãos David e Stéphane Foenkinos mostra a atriz francesa Audrey Tautou na pele de uma mulher delicada, que sofre por amor em meio a um cenário tipicamente parisiense, romântico e melancólico. Qualquer semelhança com <em>O Fabuloso Destino de Amélie Poulain</em> (2001), que alçoou Audrey Tautou ao posto de namoradinha do cinema europeu, porém, é mera coincidência.  Nesta comédia romântica, a personagem de Audrey, Nathalie, tem uma razão concreta para sustentar o ar de sofredora: ela tenta superar a ausência do marido, que morreu atropelado há três anos e deu um fim trágico à relação típica de contos de fada nutrida pelo casal. Para estancar o sofrimento, Nathalie se enfia de cabeça no trabalho, onde torna-se alvo das investidas de um colega sueco. É quando a heroína romântica decide entre dar mais uma chance ao amor ou se entregar definitivamente ao sofrimento. <em>A Delicadeza do Amor</em> tem estreia prevista nos cinemas em 25 de maio.</p>
<p><a href="http://youtu.be/Syyf9JDrmw4">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Syyf9JDrmw4">www.youtube.com/watch?v=Syyf9JDrmw4</a></p>
<p></a></p>
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		<title>Boys &amp; Girls</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 21:14:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carolnogueira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Discos]]></category>
		<category><![CDATA[alabama shakes]]></category>
		<category><![CDATA[americana]]></category>
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		<category><![CDATA[folk]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Lançamento <strong>25</strong> maio</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/alabama.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-58671" src="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/alabama.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>(LAB344) Alabama Shakes. O nome é um bom indicativo do tipo de som que essa banda faz. Mas, se você ainda não falar do grupo, que é a mais nova sensação da música americana, ouça hoje mesmo. Formada em 2009 em Atenas, Alabama, a banda tem na vocalista Brittany Howard uma espécie de Janis Joplin dos dias atuais &#8212; a comparação foi feita pelo crítico Jon Pareles, do jornal <em>The New York Times</em>. E ele não foi o único a elogiar o grupo, que já foi apadrinhado por Jack White (White Stripes, Raconteurs, Dead Weather) em sua gravadora Third Man Records. Após anos sendo dominado por grupos que desfiguravam a Americana, música tradicional de raiz dos Estados Unidos, que mistura country, folk, entre outros gêneros, o rock tipicamente sulista ganha viço com essa banda. Em um momento em que o rock não é mais exatamente a música mais popular entre a juventude, o Alabama Shakes traz um sopro de novidade &#8212; e esperança.</p>
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		<title>Homens de Preto 3</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 20:49:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carolnogueira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Estreia <strong>25</strong> maio</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/mib.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-58551" src="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/mib.jpg" alt="" width="620" height="349" /></a></p>
<p>(<em>Men in Black 3</em>, EUA, 2012) Há dez anos o mundo não ouvia falar nos Homens de Preto. Mas eles continuavam protegendo a Terra contra os alienígenas em sua sede em Nova York. Neste terceiro filme, o agente K (Tommy Lee Jones) é morto por um criminoso alienígena que faz uma viagem no tempo para se vingar. Agora, o agente J (Will Smith) terá de voltar quatro décadas para salvar seu parceiro. Toda a história se desenrola com o humor quase pastelão e as cenas de ação que eram comuns no primeiro e segundo filmes, mas com um fim surpreendente e emocionante como desfecho da trilogia. Destaque para a atuação de Josh Brolin como a versão mais nova de K, menos ranzinza e frio do que a versão mais velha, já conhecida do público e interpretada por Tommy Lee Jones. O personagem Griffin (Michael Stuhlbarg), à esquerda na foto acima, ajuda J em sua missão e é também responsável por algumas das cenas mais divertidas.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=q0uy_8l-TqE">www.youtube.com/watch?v=q0uy_8l-TqE</a></p>
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		<title>…Little Broken Hearts</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 18:33:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>raissaalmeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Discos]]></category>
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		<category><![CDATA[Norah Jones]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Lançamento <strong>25</strong> maio</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/Norah-Jones-Little-Broken-Hearts.jpg"><img class="alignleft  wp-image-58381" src="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/Norah-Jones-Little-Broken-Hearts.jpg" alt="" width="238" height="238" /></a>(EMI) Notavelmente diferente dos outros álbuns de sua carreira, <em>&#8230;Little Broken Hearts</em>, quinto CD da cantora americana Norah Jones, tem produção de Danger Mouse, vencedor do Grammy de 2011 na categoria Produtor do Ano e metade do duo Gnarls Barkley. A primeira parceria entre Norah e Mouse aconteceu nas gravações do disco <em>Rome</em>, no qual a cantora interpretou algumas canções ao lado de Jack White. Em <em>&#8230;Little Broken Hearts</em>, eles dividem a autoria das letras, que falam sobre amores e corações partidos, como o nome do álbum denuncia. A melodia das 12 canções, por outro lado, ficou ainda mais sombria, com riffs simples de guitarra, piano e distorções na voz da cantora.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Tposx9_DNgo">www.youtube.com/watch?v=Tposx9_DNgo</a></p>
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		<title>Tempo É Dinheiro</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 14:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>raissaalmeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Intrínseca]]></category>
		<category><![CDATA[lionel shriver]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Lançamento <strong>21</strong> maio</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/capa_tempoedinheiro.jpg"><img class="alignleft  wp-image-58491" src="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/capa_tempoedinheiro-431x620.jpg" alt="" width="207" height="298" /></a>(Tradução Vera Ribeiro, Intrínseca, 448 páginas, 39,90 reais/impresso e 24,90 reais/e-book) Shep Knacker economizou a vida inteira para se mudar para uma ilha da Tanzânia. No entanto, na hora de deixar a loucura da vida em Nova York, ela recebe a notícia de que sua mulher, Glynis, está doente e precisa do dinheiro para pagar os custos altos do tratamento. O livro <em>Tempo é Dinheiro</em>, escrito pela americana Lionel Shriver, une os questionamentos e transformações na relação de um casal à críticas ao caríssimo sistema de saúde americano. Shriver já foi premiada com um Orange, prêmio britânico concedido a autoras da língua inglesa, pelo livro <em>Precisamos Falar Sobre Kevin</em>, no qual ela critica a ausência dos pais na criação dos filhos. No ano passado, a obra ganhou adaptação sombria &#8212; quase macabra &#8212; para o cinema, da britânica Lynne Ramsay. O filme foi indicado à Palma de Ouro.</p>
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		<title>Visions</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carolnogueira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Lançamento <strong>21</strong> maio</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/grimes.png"><img class="alignleft size-full wp-image-57921" src="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/grimes.png" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>(LAB344) A voz frágil de menina cantando por cima de bases eletrônicas minimalistas não é exatamente novidade para a música. Mas, de alguma forma, a canadense Grimes &#8212; ou melhor, Claire Boucher &#8212; conseguiu atrair a atenção da dispersa crítica musical americana. Já foi elogiada por todo mundo desde a &#8220;bíblia indie&#8221; <em>Pitchfork</em> ao sisudo jornal <em>The New York Times</em>, que chamaram <em>Visions</em> de um dos discos mais impressionantes de 2012 até agora, mas tomou alguns coices da revista <em>Rolling Stone</em>, para a qual a música de Grimes não é substancial o suficiente para chamar atenção. Desculpe, <em>Rolling Stone</em>, mas a avaliação está errada. Grimes não só já chamou atenção como tornou-se a grande aposta da música indie em 2012. Ela, hoje, é até mais hype que Lana Del Rey. E mais estranha. Claire, de 24 anos, afirma já ter tentado cruzar os Estados Unidos num barco cheio de galinhas construído por ela e seu namorado na época, mas a aventura acabou quando eles foram pegos pela polícia. Atualmente, ela diz morar dentro de um carro. E acaba de lançar uma linha de anéis inspirados na vagina. Alguém pensou na excêntrica Lady Gaga? Mais esquisitices: os nomes das músicas de <em>Visions </em>são todos construídos com símbolos, coraçõezinhos, sinais matemáticos, ideogramas japoneses e mitologia. Alguns exemplos: <em>Infinite ♡ Without Fulfillment (intro)</em>, <em>Vowels = Space and Time</em>, <em>Be A Body (侘寂)</em> e <em>Colour of Moonlight (Antiochus)</em>. Ainda assim, confie, vale a pena ouvir.</p>
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		<title>Getúlio</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 12:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marizylberkan</dc:creator>
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		<category><![CDATA[lira neto]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Lançamento <strong>19</strong> maio</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/getuliogde.jpg"><img class="alignleft  wp-image-57761" src="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/getuliogde.jpg" alt="" width="144" height="211" /></a>(Companhia das Letras, 664 páginas, 52,50 reais) A agitada vida de Getúlio Vargas e os dois anos e meio dedicados à pesquisa sobre sua trajetória política e pessoal convenceram o jornalista Lira Neto a dividir sua biografia numa trilogia. O primeiro volume, <em>Dos Anos de Formação à Conquista do Poder,</em> aborda o período entre 1882, nascimento do político, e 1930, ano em que assumiu o Governo Provisório da República e foi instaurada a chamada Era Vargas. O segundo volume, que tem lançamento previsto para 2013, vai compreender os quinze anos subsequentes, até 1945. O último volume, previsto para 2014, relata o período após ter sido derrubado do poder pelos militares e a volta à presidência pelo voto popular.</p>
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		<title>Ficção Completa de Bruno Schulz</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 12:06:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mmaia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Schulz]]></category>
		<category><![CDATA[Cosac Naify]]></category>
		<category><![CDATA[Henryk Siewierski]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Lançamento <strong>17</strong> maio</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/bruno-schulz-capa.jpg"><img class="alignleft  wp-image-58161" src="http://veja.abril.com.br/blog/imperdivel/files/2012/05/bruno-schulz-capa.jpg" alt="" width="216" height="290" /></a>(Tradução de Henryk Siewierski, Cosac Naify, 416 páginas, 89 reais) São apenas dois romances curtos e quatro contos &#8212; o resto da produção, incluindo pinturas e um romance, <em>Messias</em>, se perdeu &#8212; e o mesmo cenário: uma cidadezinha onde um narrador entre a infância e a adolescência enfrenta os delírios do pai comerciante e a violenta chegada da modernidade. Isso é tudo o que sobreviveu da produção do pintor e escritor judeu Bruno Schulz (1892 &#8211; 1942), assassinado por um dos oficiais alemães que ocuparam a Polônia durante o avanço do nazismo na Europa. Mas é o suficiente para erigir uma obra original &#8212; as metamorfoses de seus personagens nada devem a Kafka &#8212; e instigante. Agora, esses dois romances, <em>Lojas de Canela</em> e <em>Sanatório sob o Signo da Clepsidra</em>, e os quatro contos, ainda inéditos em português, chegam juntos às livrarias do país, acompanhados de 11 ilustrações de Schulz e de trechos dos diários do amigo Witold Gombrowicz sobre ele. Para ler e viajar. Sem se prender a rótulos.</p>
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