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Arquivo da categoria Oscar

20/09/2011

às 15:14 \ Cinema, Oscar, Pessoas Interessantes

Rodrigo Pimentel, de ‘Tropa de Elite’: nas ruas, contra a corrupção

Rodrigo Pimentel e Marcos Prado, respectivamente o co-autor do livro que inspirou Tropa de Elite e o produtor do filme (que, aliás, disputará vaga para o Oscar), combinaram de ir à passeata contra a corrupção, no final da tarde desta terça-feira, no Rio.

A dupla e alguns amigos, incluindo o ator Sérgio Marone, vão sair de Ipanema em direção ao centro da cidade. Essa tropa de elite vai levar cartazes do Movimento Gota D’Água, criado por eles para divulgar o engajamento em causas polêmicas, como o cancelamento da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte.

Por Paula Neiva

Twitter: @gpsveja

Leia a coluna completa em veja.com/GPS

28/02/2011

às 18:49 \ Cinema, Gente Famosa, Oscar, Televisão

Marcello Novaes: um gago no Oscar e outro na novela

O ator Marcello Novaes prepara-se para interpretar um personagem gago na próxima novela das seis, Cordel Encantado. Ele falou hoje à coluna sobre o vencedor do Oscar de melhor ator deste ano, o inglês Colin Firth, que deu vida ao monarca George VI, que sofria de gagueira.

- Colin Firth era o seu favorito ao Oscar?

Sim. A interpretação foi muito sutil e verdadeira. Ele conseguiu viver com naturalidade a superação de alguém que tinha um grande problema. Essa é uma história de superação e o ator fez um ótimo trabalho. A naturalidade que ele conseguiu incorporar ao personagem me chamou muita atenção.

- Você interpretará um personagem gago. O que mais o impressionou no trabalho de Colin Firth em O Discurso do Rei?

Foi ele ter mostrado claramente o incômodo que o personagem vivia. O filme é interessante porque a trama do gago não fica baseada na comédia, mas na insegurança de uma pessoa com esse problema. No meu papel em ‘Cordel Encantado’, estou me preocupando bastante com isso. Quero dar um tom de incômodo e verdade ao Quiquiqui.

- Qual a maior dificuldade na composição de seu personagem em Cordel Encantado?

O meu personagem, além de ser gago, é nordestino. Ou seja, tem sotaque. Essa mistura é o maior desafio, mas como sempre tive o desejo de interpretar um gago, estou me dedicando para fazer o meu melhor.

Para ler a coluna completa, acesse: www.veja.com/gps

Twitter: @gpsveja

25/01/2011

às 18:14 \ Arte, Oscar, Pessoas Interessantes

Vik Muniz: em entrevista a GPS, ele se diz confiante no Oscar para o Brasil

Em entrevista à coluna na tarde desta terça-feira, o artista plástico brasileiro Vik Muniz comentou a indicação ao Oscar do documentário Lixo Extraordinário (veja nota anterior em www.veja.com/gps).

Menos de seis horas depois da divulgação dos indicados pela ‘Academia’, Muniz já havia recebido mais de uma centena de ligações— com pedidos de entrevistas e parabéns– de várias partes do mundo.

Ser indicado ao Oscar foi uma surpresa?

Honestamente, não. O filme é bom e já recebeu vários prêmios. Foi o documentário mais premiado no ano passado. Eu sabia que tinha uma chance  grande de estar entre os indicados e acho que temos chances de ganhar. Ainda assim, é como um sonho. A indicação já é um prêmio. Minha surpresa mesmo foram os concorrentes.

Por quê?

Dos pré-selecionados, eu pensava que Waiting for Superman e Client 9: The Rise and Fall of Eliot Spitzer estariam na disputa final e seriam concorrentes de peso. Mas ambos ficaram de fora. Não imaginava que outro filme sobre arte (Exit Through The Gift Shop), além do nosso, estaria na lista.

O senhor certamente irá à cerimônia, em Los Angeles…

Agora, estou empenhado em reorganizar a minha agenda, pois tenho um projeto de arte pública em andamento no Rio. Vou usar um smoking que já tenho do Francisco Costa (o brasileiro que é estilista da Calvin Klein). Vai ser um smoking reutilizado (risos).

Já pensou que sair da cerimônia com uma estatueta em mãos é uma possibilidade?

Pois é. E, caso aconteça, já estou fazendo uma campanha para que o Tião, um dos catadores que atuaram no filme, seja a pessoa a subir ao palco, se for necessário escolher um de nós. Para mim, seria o desfecho mais emocionante possível ver um rapaz que saiu do lixão de Gramacho ganhar um Oscar em frente a 1 bilhão de pessoas.

O que o senhor achou de Lula, o Filho do Brasil ter ficado fora da disputa de melhor filme estrangeiro?

Ouvi opiniões de pessoas que assistiram ao filme, mas eu não vi. Então, não posso comentar.

Para ler a coluna completa, acesse: www.veja.com/gps

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