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Arquivo da categoria Cinema

21/06/2013

às 15:25 \ Cinema, Gente Famosa, GPS/ Rio

Fãs, lamentai: Brad Pitt cancela vinda ao Rio por causa de protestos

Fãs, lamentai. A Paramount não confirma, mas a onda de protestos que se intensificou ontem no Rio fará com que Brad Pitt, galã eterno de Hollywood, cancele sua vinda ao Brasil. Pitt chegaria neste sábado acompanhado de duas de suas filhas e participaria da première do longa Guerra Mundial Z na segunda-feira. Convenhamos: não parece mesmo apropriado, em um momento como este, que um dos atores mais engajados do cinema faça festa para lançar um filme que tem a guerra como tema. A pré-estreia será mantida, mas sem muito alarde.

Paula Neiva

19/06/2013

às 20:34 \ Cinema, Gente Famosa, GPS/ Rio

Brad Pitt: no Rio, com protesto, mas sem Angelina

Pitt: Rio é última parada de lançamento de Guerra Mundial Z. Imagem: divulgação

Quem esperava que Angelina Jolie, a mais engajada estrela de Hollywood fizesse coro pessoalmente aos protestos que se espalham pelo país, não terá essa satisfação. A estrela cancelou sua vinda ao Rio no início desta semana e apenas duas das filhas do casal, Zahara e Shiloh, virão com o pai. O único pedido mantido da pequena lista de exigências anterior é para que os quartos de pai e filhas sejam interligados. A família Jolie-Pitt se hospeda no Copacabana Palace entre o sábado, 22, e a segunda, 24, quando Pitt participa da première de seu filme, Guerra Mundial Z. O evento acontecerá em um complexo de cinemas na zona sul da cidade, longe, portanto, dos locais que concentraram as manifestações na cidade até agora.

Paula Neiva

11/06/2013

às 16:29 \ Cinema, Gente Famosa, GPS/ Rio

Erin Brockovich detida no EUA

Erin: fichada. Imagem: reprodução TMZ

Quem não se lembra de Erin Brockovich, a mãe solteira que conseguiu uma megaindenização para famílias contaminadas por uma fábrica de pesticidas, cuja interpretação, no cinema, rendeu um Oscar a Julia Roberts? Pois bem… agora, a ambientalista ganhou as páginas de um tipo de noticiário menos prestigioso: o policial. Aos 52 anos, Erin foi presa enquanto pilotava um barco alccolizada, na companhia do marido, em um lago perto de Las Vegas. Um belo exemplo… Ela ainda foi flagrada desferindo um sopapo no acompanhante, que, até onde consta, não reagiu. O marido, segundo o site americano de fofocas TMZ, havia pedido a separação no ano passado. No site da Erin real, num exercício de modéstia (#nãoexatamente), ela define a si mesma da seguinte forma: “Ela é uma rebelde. Ela é uma guerreira. Ela é uma mãe. Ela é uma mulher. Ela é como você e eu.” Agora, Erin tem mais um adjetivo para chamar de seu: ficha-suja na polícia.

Paula Neiva

05/06/2013

às 19:04 \ Cinema, Gente Famosa

Brad Pitt: presente obsceno para Jolie

Brad e Angelina: só love. Imagem: Getty

Na semana em que Angelina Jolie completa 38 anos, a bela, que recentemente contou ter feito uma mastectomia radical para prevenção de tumores, foi vista em jantar romântico, em jantar em família e até em première do novo filme do maridão Brad Pitt, World War Z (ele, aliás, virá ao Brasil em breve para promover o longa). E parece que as comemorações se estenderam. Em entrevista, Brad quis provocar: “Isso é particular. Um pouquinho para a mulher globalizada, um poquinho para a mãe. E, algo, algo bastante obsceno, como sempre”.

Paula Neiva

04/06/2013

às 19:29 \ Cinema, Gente Famosa, GPS/ Rio

Dani Winits e outros falam sobre seu pior Dia dos Namorados

Aconteceu na noite desta terça-feira, no Rio, a pré-estreia de Odeio o Dia dos Namorados, novo filme de Roberto Santucci (de De Pernas Pro Ar e Até que a Sorte nos Separe– longas com bilheterias de respeito para os padrões nacionais). Na trama, que chega aos cinemas no dia 7, Heloísa Perissé interpreta uma publicitária durona fica encarregada da criação de uma campanha especial para a data mais romântica do ano (#ou não), encomendada por um ex-namorado. A comédia conta com uma espirituosa participação de Marcelo Saback, que interpreta um fantasma camarada, cuja função é fazer com que a protagonista amoleça o jeito durão e nada sentimental que incorporou nos últimos tempos. O elenco tem ainda nomes como Danielle Winits e o rapper MV Bill. Acima, um trecho do filme e, a seguir, algumas confissões do elenco e dos criadores sobre a pior ideia para o Dia dos Namorados que já tiveram.

Danielle Winits, atriz (que namora o jogador de futebol Amaury Nunes, desde março de 2012): “O pior foi passar o dia falando apenas através do Skype. Amaury estava jogando nos Estados Unidos e o jeito foi ficar conversando virtualmente. A tecnologia é genial, mas numa data como essa é o terror para as românticas como eu!”

Marcelo Saback, ator: “A pior ideia que tive, foi há muitos anos atrás. Eu, interessado em uma garota de Brasília, aproveitei a data e a convidei pra ir ao cinema. Depois do cinema, preparei o apartamento de um amigo pra recebê-la, o clima romântico. Só que ela ficou com meu amigo! E eu acabei bêbado de vinho que tinha comprado para o encontro e chupando dedo. Agora, só dou presente de Dia dos Namorados se já estiver namorando há pelo menos um ano.”

Roberto Santucci, diretor: “A pior ideia que já tive na data foi convidar minha namorada para jantar num rodízio de pizza e depois ir ao cinema assistir a um drama. Terminamos a noite com dor de barriga e deprimidos…”

Paulo Cursino, roteirista: “Liguei para uma ex-namorada só para rirmos juntos de estarmos sem ninguém. Mas o pior aconteceu: reatamos”.

 

Paula Neiva

29/05/2013

às 21:15 \ Cinema, GPS/ Rio

O final ‘à brasileira’ da trilogia ‘Se Beber não Case’

Nesta quinta-feira, chega aos cinemas brasileiros a terceira (e última parte, jura o diretor) da franquia Se Beber não Case, uma das mais divertidas séries no estilo ‘marmanjos-tomam-todas-e-aprontam-demais’ dos últimos tempos. E o Rio, parada final no roteiro de divulgação mundial do filme, recebeu uma homenagem especial. “Trazer todo o elenco principal do longa para cá foi a forma que encontramos de agradecer ao público brasileiro por sua generosidade. O Brasil está entre os quatro principais mercados do filme no mundo. Só não me pergunte o porquê de todo esse sucesso aqui, pois não saberia responder”, disse Todd Phillips, diretor e co-criador dos filmes, em entrevista à coluna. O encontro, que teve Phillips e o elenco, aconteceu na tarde desta quarta-feira, no Hotel Fasano, em Ipanema, onde o diretor e sua equipe estão hospedados. “Quando acabar aqui, vamos todos sair para comemorar”, prometeu Phillips.

O clima de despedida foi grifado também pelos grandes nomes do elenco, como o bonitão Bradley Cooper, o divertidíssimo intérprete do vilão Chow, Ken Jeong, e Zach Galifianikis, o figuraça Alan. “Considero-me um sortudo. Sei que as oportunidades que tive recentemente não teriam surgido, se não fosse por ‘Se Beber não Case”, diz Cooper, que tem pelo menos três grandes produções alinhavadas, entre elas um filme de Steven Spielberg, sobre um atirador de elite. O bonitão, por sinal, ao contrário da impressão que deu na noite de terça-feira, no Odeon, parecia introspectivo e cansado. O que pareceu despertar o interesse genuíno de Cooper foi a visita inesperada de alguns pequenos macaquinhos nos galhos de árvores próximas ao local da entrevista.

A carreira de todos eles, diga-se, mudou de patamar depois do sucesso arrebatador do primeiro longa, quatro anos atrás. “Era impossível prever todo esse sucesso, quando começamos. Às vezes, até me surpreendo ao constatar como o filme ficou grande. Em Vegas, por exemplo, se você andar na rua, verá atores vestidos como o Alan, pessoas usando camisetas com o nome do filme.”

Alan é o personagem central da última parte da trilogia, que começa quando ‘O Bando de Lobos’– apelido do grupo de amigos formado pelos personagens de Bradley Cooper, Ed Helms e Justin Batha (Phil, Stu e Doug, respectivamente)– é convocado para convencer o esquisitão a se internar em um sanatório. E Zach, seu intérprete, protagonizou uma das maiores saias-justas na programação carioca da trupe. O ator, que tem medo de altura, não conseguiu subir no bondinho do Pão de Açúcar, onde uma entrevista coletiva foi realizada no final da manhã. Disse, bem-humorado: “A cena em que apareço pendurado no letreiro do Caesar’s Palace, neste último filme, está mais para documentário do que para ficção. Eu estava realmente apavorado, nem precisei interpretar”, disse.

Paula Neiva

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No tapete vermelho, o padrão de qualidade tem nome: Bradley Cooper

28/05/2013

às 22:02 \ Cinema, GPS/ Rio

O ‘padrão de qualidade Bradley Cooper’, no tapete vermelho

Acontece, na noite desta terça-feira, a pré-estreia brasileira de Se Beber não Case 3, no Cinema Odeon, centro do Rio. A sala é uma das mais tradicionais da cidade e, hoje, acolhe um tapete vermelho digno de qualquer teatro hollywoodiano. Melhor: com Bradley Cooper e o primeiro time de atores, produtores e diretores da produção. Para recebê-los, o público não arredou pé, mesmo embaixo de chuva fina. A histeria– especialmente do público feminino, claro– foi proporcional à simpatia que o elenco exibia. Todos os atores mostraram-se acessíveis e Bradley, o überlindo intérprete de Phil (por quem até Alan parece ter uma simpatia especial no filme), fez questão de tirar fotos com as fãs que conseguiam chegar perto da grade. Elegantérrimo em um terno claro, ele próprio fazia alguns cliques e, acredite, ainda verificava se a imagem estava dentro do seu padrão de qualidade.

Protagonista máximo do terceiro filme da franquia, Zach Galifianakis, o esquisitão Alan, recebeu uma homenagem extra no Odeon: um dos humoristas do Pânico, acompanhado de Sabrina Sato, foi fantasiado como personagem. Com direito a bebê e tudo, para reproduzir uma das cenas dos episódios anteriores. Para que os presentes não perdessem a movimentação do disputado tapete vermelho, os organizadores fizeram um link, com transmissão simultânea para o interior do cinema. Funcionou como um trailler especial antes do filme.

Paula Neiva

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Leia também: Se beber… não use sunga. A farra de ‘Alan’ na praia e as fotos do elenco

Bradley Cooper: o bonitão é o novo garoto de Ipanema

28/05/2013

às 16:41 \ Cinema, Foto, Gente Famosa, GPS/ Rio

Se beber… não use sunga. Veja as fotos do elenco do filme na praia

Com a crise no mercado estrangeiro, o Brasil foi incluído na rota das turnês de divulgação das principais produções de Hollywood. E, depois de Tom Cruise, Halle Berry e Colin Farrell, apenas para citar algumas das estrelas do cinema americano que visitaram o Rio recentemente, chegou a vez do elenco de Se Beber não Case 3. A franquia, muito bem-sucedida no mundo inteiro, tem fãs fieis no país. E a Warner não deixou por menos: trouxe o elenco todo, praticamente fechou o hotel mais luxuoso da cidade e pensou em um dos nossos principais cartões-postais, o Pão-de-Açúcar, para servir como cenário de uma das etapas de divulgação do longa. A trupe chegou à cidade no início da tarde desta terça-feira e já mostrou que está na área para aproveitar. Mal desarrumaram as malas e Justin Bartha (Doug), Zach Galifianakis (Alan) e Bradley Cooper (Phil) já desceram para a praia de Ipanema. Enquanto Bartha dava beijos sem-fim na namorada e Cooper fazia a linha ‘sou discreto, mas estou curtindo’, Galifianakis caprichou no modelito. Sem medo de mostrar a barriguinha (nada sarada), pegou jacaré de sunga chamativa. Um sinal de que passear em Ipanema pode ser mais desconcertante do que casar depois de uma bebedeira.

Paula Neiva

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13/05/2013

às 17:13 \ Cinema, Gente Famosa, GPS/ Rio, Sem categoria, Teatro

Entrevista com Letícia Colin, a nova ‘Bonitinha mas Ordinária’

Letícia Colin, 23 anos, é uma das atrizes mais carismáticas da nova geração. Com o sorriso aberto que é sua marca registrada, ela está nos palcos com o musical Como Vencer na Vida sem Fazer Força, que, com Luiz Fernando Guimarães e Gregório Duvivier no elenco, faz temporada de casa lotada no Rio. Além da peça, outro sucesso certeiro a aguarda em breve. Letícia é a protagonista de Bonitinha mas Ordinária filme inspirado na obra de Nelson Rodrigues, rodado em 2010, mas que só será lançado agora, em 24 de maio. O papel inclui a cena forte do estupro de sua personagem por vários homens que, em versão anterior (encenada por Lucélia Santos), tornou-se um clássico do cinema nacional. Na entrevista à coluna, a atriz falou sobre a tal cena, filmada quando tinha apenas 18 anos, sobre o teatro e outros temas. Confira.

Paula Neiva

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Bonitinha, mas Ordinária foi filmado cinco anos atrás, quando você tinha 18 anos de idade. Qual a sensação de assistir ao longa tanto tempo depois? O tempo ajudou a criar um distanciamento que faz com que assistir à cena seja confortável para mim. Não tenho aquela cobrança sobre o meu desempenho. Nesse tempo aconteceu muita coisa e fiz vários outros trabalhos que ajudaram a tirar um pouco o meu foco do filme. Quando assisti, eu o fiz sem julgar a minha atuação, mas com curiosidade sobre como eu pensava, naquele tempo, que seria esse personagem, a Maria Cecília.

Há cenas fortes no filme, como aquela em que sua personagem sofre uma curra. Qual foi a maior dificuldade ao fazer a cena? Era a primeira vez que fazia cinema. A câmera fica bem perto dos atores e as duas pessoas que a manipulam, o fotógrafo e o foquista, ficam bem dentro das cenas.  Isso era diferente para mim. Mas havia muito respeito dentro do set, eu me senti segura. Todos eram profissionais e levaram aquilo com seriedade. Mas era um cena que demandava preparo e muito energia. É uma sequência que pede força física e vocal. 

Outra personagem sua foi vítima de pedofilia. Temas muito fortes apareceram no seu currículo cedo. De qual maneira essas atuações marcaram o seu amadurecimento? Fazer personagens que vivem situações reais, traumas ou eventos tristes  me ensinou que o trabalho do ator é realmente especial, diferente de tudo e muito poderoso. Esses papéis vão além de entretenimento ou de apenas fazer cenas curiosas ou polêmicas. É uma forma de entender a alma humana e de mostrar que é preciso respeitar a vida e as pessoas.

Imagens de suas cenas de nudez vazaram antes mesmo de o filme chegar aos cinemas. Como lidou com isso? Esse episódio me mostrou que a integração das pessoas com as novas mídias exige uma reestruturação de tudo. É preciso mais responsabilidade, comprometimento e senso de coletividade. A verdade é que muitas pessoas ainda não estão bem ajustadas a essa nova realidade. Ainda falta inteligência e amor ao próximo.

Em Como Vencer na Vida sem Fazer Força, sua personagem é uma mocinha romântica e ingênua. Ainda há espaço para o romantismo nos tempos atuais? Muito. Afirmo veementemente que sim. Ao menos as pessoas que convivem comigo, que eu encontro, têm muita fé, muito amor, muita delicadeza. Ainda bem.

Esse é o terceiro musical de sua carreira. E, no palco, fica evidente que você está à vontade e tem ótima voz para esse tipo de espetáculo. Pensa em investir na carreira de cantora? Tenho vontade de fazer algo como cantora, sim. Quem sabe, um grupo com amigos talentosos e especiais que conheci nos musicais. Eu imagino a gente tocando, no palco sem ser através de um personagem. Falta tempo, mas um dia vai rolar.

NA LATA… Jogo rápido com Letícia Colin

-A melhor leitura da minha vida: “Os Anos de Aprendizado de Willem Master”, de Goethe

-O filme a que não me canso de assistir: “Coração de cavaleiro”

-Para onde vou quando o tédio bate à porta: Cinema!

-Para onde gostaria de ir para me entediar à vontade: Destinos que tenham cachoeira. E onde o celular não pegue!

-A melhor mentira que já contei por amor: Mentiras pra fazer surpresa! Já disse que não ia a um lugar e apareci sem avisar

-A herança mais preciosa: Meu pai e minha mãe me ensinaram a sorrir pra vida, ser gentil, confiar

-Eu me sinto poderosa quando: Não tento dizer ou fazer coisas pra agradar os outros

-O app em que me viciei: What’s up

-O que mais toca no meu ipod: Arnaldo Antunes

-Comprei e me arrependi: Um colar de metal em forma de asa. É lindo, mas fashion demais para mim

-Usei e me arrependi: Sapato que dói o pé

-A melhor cena que ainda não fiz: Queria fazer um musical dramático, com cenas densas, doídas, desenroladas em formas de canção

-Ícone de estilo: Gosto dos figurinos de seriados Gossip Girl e Mad Man

-Cafona é: Falar palavrão demais, se exibir. E ser preconceituoso ou omisso.

24/04/2013

às 20:52 \ Cinema, GPS/ Rio, Pessoas Interessantes

Cinema francês no Brasil: muito além dos ‘filmes-cabeça’

Pelo quarto ano consecutivo, uma versão ampliada do Festival Varilux de Cinema Francês chega ao Brasil. Entre os dias e 1° e 16 de maio, uma dúzia de filmes serão exibidos em 66 salas espalhadas por 40 cidades. A expectativa é de que o público chegue a 100.000 pessoas– um crescimento de quase 50% em relação ao ano passado. Mais do que um sinal de que a indústria cinematográfica francesa quer ampliar seu público no país, existe a intenção de mudar a percepção que predominante por aqui, de que todo filme francês é ‘filme-cabeça’. “O cinema autoral é um nicho muito forte na França, mas queremos mostrar que também há filmes comerciais, mais acessíveis e leves”, diz Christian Boudier, diretor do festival. Na relação de longas da mostra que devem agradar esse público, estão a comédia Aconteceu em Saint-Tropez, com Monica Belucci (foto) e a animação O Menino da Floresta, que terá cópias dubladas.

Paula Neiva

 

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