Renan e filho de Lula: questão de tempo para a queda

Medo de ser cassada leva Dilma a atacar Toffoli

Renan Luleco Dilma

1) Filho de Lula

Tuitei em outubro de 2015:

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Nesta segunda-feira, 11 de janeiro de 2016, mais de dois meses depois, o Ministério da Justiça informou que o ministro José Eduardo Cardozo decidiu arquivar a apuração sobre o procedimento de intimação de Luís Cláudio Lula da Silva, alegando que não houve irregularidade. Pois é.

Segundo a Globonews, pareceres da Polícia Federal mostram que é “comportamento frequente” intimar à noite ou no fim de semana, quando a diligência estiver perto do prazo, como era o caso do filho caçula de Lula, cuja oitiva estava marcada para os dias seguintes. A PF também disse que não existe norma específica sobre isso.

Só faltou dizer que irregularidade é embolsar propina, sobretudo em venda de medidas provisórias assinadas pelo papai.

2) Renan

Folha: “Investigadores da Lava Jato afirmam que o calvário de Renan Calheiros (PMDB-AL) não tarda a começar. ‘É só uma questão de tempo’, assegura um deles.”

O acordo de proteção mútua entre Dilma e Renan pode estar com os dias contados.

3) Dilma x Toffoli

Após a notícia de que a campanha de Dilma recebeu R$ 20 milhões da Andrade Gutierrez nos meses seguintes à manobra do seu governo de afrouxar regras para favorecer a empreiteira com financiamento do BNDES, Dilma ficou com tanto medo de ser cassada pelo TSE que partiu para o ataque contra o ministro Dias Toffoli.

O Palácio do Planalto está incomodado com a “dobradinha” entre Toffoli e Gilmar Mendes, segundo o Estadão.

Nos bastidores do governo, “o comentário é que Toffoli não gosta de Dilma desde que teve de deixar a Casa Civil, em 2005. Ele era subchefe de Assuntos Jurídicos quando a petista assumiu a pasta no lugar de José Dirceu – abatido no escândalo do mensalão – e o exonerou”.

Insinua-se, portanto, que Toffoli está associado à banda mais podre da podridão petista, enquanto o ministro reafirma que “sempre” teve “posição de total independência” em relação ao governo.

O recado é claro: se Toffoli não parar de perseguir Dilma, o governo tentará arrastá-lo para a lama.

Este blog deseja que o ministro compre a briga e repita no TSE a dobradinha que fez com Mendes na sessão plenária do STF sobre o rito do impeachment – desta vez, no entanto, com o devido sucesso.

Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil

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