Os “pensadores” que deveriam ir ao velório do cinegrafista da Band, a carta de sua filha e as declarações da viúva

Cinegrafista BAND morto

No dia em que é declarada a morte cerebral de Santiago Andrade, de 49 anos, cinegrafista da Band atingido por um rojão enquanto cobria as “manifestações”, convém lembrar o nome de alguns “pensadores” que legitimaram moralmente os atos dos “vândalos” – a rigor, terroristas – ou aliviaram a barra deles (as “vítimas do Estado”) o quanto puderam, até o ponto tragicômico de chamá-los de “presos políticos”.
 
Cada um desses, entre muitos outros que eu talvez acrescente depois (com a ajuda de vocês), deveria comparecer ao velório de Santiago e pedir desculpas à família pela irresponsabilidade intelectual, ainda que a responsabilidade criminal seja do suposto “Black Bloc” que atirou o rojão. O título do meu primeiro artigo sobre as manifestações, publicado em junho de 2013, já resumia o que a imprensa e a intelectualidade esquerdistas estavam dando desde o começo aos “manifestantes”: um “Passe Livre para a delinquência“, que só poderia resultar, “acidentalmente” ou não, no cadáver de um inocente.
 
Ricardo Boechat
Apresentador do Jornal da Band
 
No Youtube: “(…) Essa realidade vai mudar (…) se a população atacar, partir pro contra-ataque. Eu sou favorável a arranhar carro de autoridade, eu sou favorável a jogar ovo, eu sou favorável a revolta, a quebra-quebra, o c…lho. ‘Ah, isso é vandalismo!’ Vandalismo é o cacete! Vandalismo é botar as pessoas quatro horas na fila das barcas todo dia (…). Vandalismo é tu roubar feito um condenado o dinheiro público (…).”
 
Francisco Bosco
Colunista do Globo
 
“(…) quem está tentando saquear lojas está, precisamente, reivindicando um país melhor. E eles nos representam. São os únicos que realmente nos representam.” “(…) aqueles que passam ao real (os ‘vândalos’) na verdade não querem isso, não querem falar a ‘linguagem’ da PM. Esse é apenas o último recurso que resta quando os recursos da realidade são todos falseados.” “(…) é claro que eu preferiria obter transformações estruturais sem as injustiças e as confusões decorrentes dessas passagens ao real (…), mas isso não me parece possível, justamente.”
 
[Ver meu artigo: Vamos comparar Rachel Sheherazde com Francisco Bosco, em homenagem ao PSOL e ao Sindicato dos Jornalistas, inclusive para entender o artifício que Safatle usa abaixo]
 
Chico de Oliveira
Sociólogo, autodeclarado “socialista há 50 anos”
 
À Folha: “Faço uma boa avaliação [dos Black Blocs]. Se eles se constituem como novos sujeitos da ação social, é para saudar. Vamos ver se, com a ajuda deles, a gente chacoalha essa sociedade que é conformista.”
 
Vladimir Safatle
Professor de Filosofia da USP
 
Na Folha, querendo uma solução política e não policial para os vândalos que chantageiam o Estado com uma “violência genérica”: “(…) Nesse contexto de mutismo, a violência aparece como a primeira revolta contra a impotência política. A história está cheia de exemplos nos quais as populações preferem a violência genérica à impotência. Ainda mais quando se confrontam com uma brutalidade policial como a nossa. Como todo sintoma, há algo que essa violência nos diz. A resposta a ela não será policial, mas política.”
 
Bruno Torturra
Representante do Mídia Ninja, parceiro de Pablo Capilé
 
No Valor: “O Black Bloc não é um movimento. É uma estética, um código simples de reproduzir. Quando vão para a rua a sociedade identifica: o Black Bloc chegou. É um comportamento emergente. (…) A ação direta das pessoas, seja alguém de classe média que pintou a cara de verde e amarelo, seja o garoto de periferia que vai quebrar um banco. (…) Grande parte da sociedade pacata se sente representada. Não está disposta a fazer como o Black Bloc, mas se diz intimamente: ‘Pode continuar, não quero que a Rota quebre esses meninos’.” No Roda Viva: “Para a gente dizer se dá para condenar ou não uma ação do Black Bloc, a gente tem de discutir, antes, a prioridade, inclusive midiática, e o escândalo que a sociedade sente quando um vidro é quebrado, quando o patrimônio de um banco é quebrado, e a gente não tem a mesma reação, e a gente não encara da maneira escandalizada, quando o cidadão é agredido. (…) O que a gente tem de entender é que são jovens que sofrem violência há muito tempo. A maioria deles não confia no estado…”
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Caetano Veloso
Compositor e “colunista” do Globo

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Tico Santa Cruz
Vocalista da banda Detonautas
 
Nas redes sociais, conforme reportado pelo Extra: “Vamos para as ruas! Mas vamos conscientes! 7 de setembro – meu ALVO É O CONGRESSO NACIONAL! Democracia não se faz com ratos de terno e gravata e sim com gente trabalhando pelo povo! BLACK BLOCK LIVRES”

Tico Santa Cruz Black Bloc

Rafael Alcadipani Silveira
Coordenador de pesquisas organizacionais da Fundação Getúlio Vargas
 
Ao Estadão: “Muitos dos jovens que estão usando essa estratégia da violência nas manifestações vieram das periferias brasileiras. Eles já são vítimas da violência cotidiana por parte do Estado e por isso os protestos violentos passam a fazer sentido para eles.”
 
[Sobre o comentário acima, Demétrio Magnoli escreveu em “Nas franjas do Black Bloc“, no mesmo Estadão: “Rafael Alcadipani da Silveira, autor do diagnóstico que equivale a uma celebração do vandalismo, não é um músico punk, mas um docente da FGV-SP. O seu (preconceituoso) raciocínio associa ‘violência’ a ‘periferia’ – como se esse sujeito abstrato (a ‘periferia’) fosse portador de uma substância inescapável (a ‘violência’). Por meio do conhecido expediente de atribuir a um sujeito abstrato (a ‘periferia’) as ideias, as vontades e os impulsos dele mesmo, Silveira oculta os sujeitos concretos que produzem um ‘sentido’ para ‘protestos violentos’. Tais sujeitos nada têm que ver com a ‘periferia’: são acadêmicos-ativistas engajados na reativação de um projeto político que arruinou a vida de uma geração de jovens na Alemanha e na Itália (…)”.]
 
Pablo Ortellado
Professor e pesquisador da USP
 
À Folha: [Por ser uma ação simbólica (o capitalismo ruindo na destruição de uma agência bancária), “a chave para entender a tática está mais na interface da política com a arte do que com o crime, porque ela não é contra pessoas, só contra coisas”. No artigo “Vidas valem mais do que vidraças“, após chamar a destruição de propriedade privada de “ação simbólica”: “Ao chamar a atenção para os bancos, para as grandes marcas e para o Estado brasileiro, o Black Bloc resgata a atenção dos meios de comunicação e a redireciona para o sistema econômico e político que está na gênese da verdadeira violência da nossa sociedade. É uma questão em aberto se essa mensagem está sendo adequadamente recebida pelo público. Mas, seja como for, essa tática não é nem violenta, nem arbitrária – e, sobretudo, ela não é tola. Nossos jovens que estão nas ruas merecem respeito e nosso apoio.”
 
Eugenio Bucci
Colunista do Estadão e da Época
 
Na Época: “Os adeptos do quebra-quebra devem ser contidos, por certo, mas não devem ser tratados como se fossem terroristas ou traficantes armados. Esses jovens não são a fonte do mal que nos espreita. Não são assassinos, não são assaltantes, não são integrantes de milícias ilegais.”
 
Andre Borges Lopes
Colaborador do blog do militante petista Luís Nassif
 
No blog do Nassif: “Não tenho nem sombra de dúvida de que prefiro esses inconformados que atrapalham o trânsito e jogam pedra na polícia. (…) Esses moleques que tomam as ruas e dão a cara para bater incomodam porque quebram vidros, depredam ônibus e paralisam o trânsito. Mas incomodam muito mais porque nos obrigam a olhar para dentro das nossas próprias vidas e, nessa hora, descobrimos que desaprendemos a sonhar.”
 
Ivana Bentes
Professora e pesquisadora da Escola de Comunicação da UFRJ
 
“(…) é inútil e simplista dividir os manifestantes entre “vândalos”, “mascarados” e os manifestantes pacíficos. Se gritam é uma dor que dói. Ou uma intensa alegria. Estamos todos juntos! É impressionante ver como os garotos da periferia do Rio estão se apropriando e emponderando da linguagem politica e estética das manifestações e vice-versa. Porque ali, de máscara ou cara lavada, com táticas lúdicas (performance, fantasias, carnaval politico) ou violência real e simbólica o que está sendo viralizado e se propaga por contagio [sic] e intensos debates é um desejo de transformação. Uma escola de ativismo em fluxo, processo político. Os Black Blocks, mas não só eles, todos os que sofrem o poder no corpo (jovens negros das favelas, população de rua e agora ativistas e midialivristas) colocam de forma muito explicita [sic] uma questão decisiva para todos nós: o monopólio da violência pelo Estado.”
 
Jean Wyllys
Deputado federal do PSOL
 
No Facebook, usando o vandalismo da extrema esquerda de 1968 para aliviar a barra do da extrema esquerda atual: “O ‘vandalismo’ e sua linguagem da violência contra ‘patrimônios’ têm algo a nos dizer sobre esses tempos vivemos. Não vamos nos esquecer de que sair assaltando, ops!, ‘expropriando’ banco e sequestrando embaixadores também era considerado ‘baderna sem sentido’ na ida década de 70; queimar sutiãs em público e defender a inserção da mulher no mundo do trabalho também já foi considerado ‘baderna sem sentido’. Ora, se quem assaltou banco e sequestrou autoridades nos anos 70 tinham motivos (não compreendidos à época), os ‘vândalos’ de hoje também têm os seus; se na incompreensão dos motivos da geração 68, seus contemporâneos defenderam repressão contra ela, algo parecido pode estar se passando hoje com os ‘vândalos’! Já pararam pra pensar nisso?!”
 
Marcelo Freixo
Deputado estadual do PSOL
 
No Youtube: “Acho que é um movimento. Vários movimentos têm vários métodos distintos. Eu não sou juiz para ficar avaliando os métodos em si. Eu tenho uma militância de muitos e muitos anos, muito antes do Parlamento. São mais de 25 anos de militância. Tem uns métodos que eu acho que são mais eficientes, tem outros que eu acho que são menos, mas eu não sou juiz pra dizer que movimento é um movimento correto ou não é. Eu acho que qualquer movimento que visa a construção de uma sociedade mais justa é válido. E os métodos representam um outro debate.”
 
Edilson Silva
Militante do PSOL e membro da Executiva Nacional do partido
 
No site do PSOL, estabelecendo em teoria o manual de conduta que Freixo segue na prática no vídeo do comentário acima: “(…) não nos parece que o conceito da tática Black Bloc seja algo retrógrado ou mesmo indesejável em essência e propósitos originais. É algo progressivo, politicamente moderno, trazido pelas mãos da dialética na história. Se este fenômeno é mesmo a síntese de um processo histórico e do desenvolvimento das forças produtivas, creio estar descartada a hipótese da não convivência com ele. (…) Por outro lado, não parece o mais correto o aplauso fácil e irresponsável à tática, tratando as suas fragilidades e portas abertas a todo tipo de oportunismo e infiltrações fascistas e policiais como um mero efeito colateral. Não perceber e não buscar evitar estas fragilidades é permitir que um fenômeno progressivo seja capturado pelo regime político que em essência busca combater, dando matéria-prima para justificar a ampliação da repressão estatal ao conjunto das forças e movimentos que questionam a ordem. Para quem pretende mudar o mundo de verdade, não deve parecer utópico ou ingênuo demais querer ver os movimentos e partidos da esquerda coerentes, como o PSOL, dialogando com a tática Black Bloc, respeitando todas as táticas e o máximo possível as sensibilidades mais positivas da opinião pública e da consciência das massas, respeitando-a e sem capitular a ela, como defendia Lênin; ou disputando a hegemonia, como teorizava Gramsci, fazendo desta consciência social mais um aliado na construção de uma sociedade mais próxima da que precisamos. Talvez esteja aí o nosso desafio nesta questão da tática Black Bloc.”
 
[PÓS-ESCRITO DE TERÇA-FEIRA: O artigo de Edilson Silva – oh, coincidência! – foi retirado do site do PSOL um dia após a morte de Santiago. O endereço original era este: http://www.psol50.org.br/site/artigos-e-entrevistas/583/tatica-black-bloc-condenar-conviver-ou-se-aliar, mas ele ainda pode ser lido aqui. Será que o PSOL quer apagar os vestígios de parceria com os Black Blocs? Puxa vida, ficavam tão bem juntinhos!…]
 
No vídeo Grito da liberdade:
 
João Damasceno
Juiz
 
“A criminalização dos manifestantes, dos movimentos sociais, é expressão da violência ilegítima do Estado, da truculência contra a democracia.”
 
Bianca Comparato
Atriz
 
“[Órgãos de imprensa] só reportam o que é que foi quebrado, o que foi destruído. E eu também acho que tem de parar para pensar o que é que está sendo destruído. São casas de pessoas, como (sic) a polícia joga uma bomba de gás dentro de um apartamento? Não! São lugares simbólicos”.
 
Marcos Palmeira
Ator
 
“Essa violência absurda da polícia contra a população, botando todo mundo no mesmo balaio, quer dizer, são duzentas pessoas presas politicamente… Isso é uma loucura em 2013. (…) Vamos anistiar esses presos políticos.”
Marcos Palmeira Pim Beagles
Participaram também:
 
– Wagner Moura
– Mariana Ximenes
– Leandra Leal
– Chacal
– Teresa Seiblitz
– Luís Henrique Nogueira
– Adriano Pilatti
– Camila Pitanga, que aliás questionou:
 
“A violência vai chegar até que ponto? Vão precisar terem mortes? Porque porrada já tá rolando. Pessoas sendo machucadas já está rolando. Agora, prisões. Daí vai pra onde?” Como bem observou um leitor, ela só não esperava que a morte ia ser de um cinegrafista; e os responsáveis, aqueles que ela julgava serem as vítimas.
 
Nenhum dos participantes do vídeo, diga-se, repudiou nele o linchamento deste PM, que acontecera dias antes, em 17 de junho de 2013:


 
Quando o PSOL – aquele partido que também recrutava punks para as manifestações, conforme denunciei na época – comandou a greve dos professores do Rio, em parceria com os Black Blocs, os “pensadores” abaixo também assinaram um manifesto de apoio aos tais “professores” (que você pode chamar de “black bloc teachers”):
 
– Caetano Veloso
– Wagner Moura
– Marisa Monte
– Leandra Leal
– Fernanda Abreu
– Thayla Ayala
 
Que tal ao menos mandar umas flores para a família Andrade, hein?
 
2.
 
Carta aberta da filha de Santiago:
 
“Meu nome é Vanessa Andrade, tenho 29 anos e acabo de perder meu pai.
 
Quando decidi ser jornalista, aos 16, ele quase caiu duro. Disse que era profissão ingrata, salário baixo e muita ralação. Mas eu expliquei: vou usar seu sobrenome. Ele riu e disse: então pode!
 
Quando fiz minha primeira tatuagem, aos 15, achei que ele ia surtar. Mas ele olhou e disse: caramba, filha. Quero fazer também. E me deu de presente meu nome no antebraço.
 
Quando casei, ele ficou tão bêbado, que na hora de eu me despedir pra seguir em lua de mel, ele vomitava e me abraçava ao mesmo tempo.
 
Me ensinou muitos valores. A gente que vem de família humilde precisa provar duas vezes a que veio. Me deixou a vida toda em escola pública porque preferiu trabalhar mais para me pagar a faculdade. Ali o sonho dele se realizava. E o meu começava.
 
Esta noite eu passei no hospital me despedindo. Só eu e ele. Deitada em seu ombro, tivemos tempo de conversar sobre muitos assuntos, pedi perdão pelas minhas falhas e prometi seguir de cabeça erguida e cuidar da minha mãe e meus avós. Ele estava quentinho e sereno. Éramos só nós dois, pai e filha, na despedida mais linda que eu poderia ter. E ele também se despediu.
 
Sei que ele está bem. Claro que está. E eu sou a continuação da vida dele. Um dia meus futuros filhos saberão quem foi Santiago Andrade, o avô deles. Mas eu, somente eu, saberei o orgulho de ter o nome dele na minha identidade.
 
Obrigada, meu Deus. Porque tive a chance de amar e ser amada. Tive todas as alegrias e tristezas de pai e filha. Eu tive um pai. E ele teve uma filha.
 
Obrigada a todos. Ele também agradece.
 
Eu sou Vanessa Andrade, tenho 29 anos e os anjinhos do céu acabam de ganhar um pai.”

 
3.
 
No Globo Online: Mulher de cinegrafista pede que manifestações sejam pacíficas
 
(…) Arlita Andrade pediu que as manifestações não sejam violentas. Ela acredita que a violência não é o caminho para a mudança:
 
— Espero que as manifestações não sejam violentas. O Brasil vai ser mal visto. Ninguém vai querer olhar pra gente. Meu marido está indo embora, mas outras famílias podem ser destruídas.
 
Sobre os jovens que dispararam o rojão que atingiu seu marido, Arlita disse que faltou educação:
 
— Eu acho que esses rapazes que fizeram isso não tiveram os ensinamentos que eu dei para os meus filhos. O que falta é o amor pelas pessoas. Meu marido estava ali trabalhando. Ele estava ali mostrando uma manifestação.
 
Arlita também contou como soube que o marido tinha sido ferido:
 
— Deu 20h45m e eu liguei. Não foi ele que atendeu. Falei: ‘Santiago’. Disseram: ‘Não, aqui é’, falou o nome do cinegrafista. Falei: ‘Cadê meu marido?’. Ele falou: ‘Está no Souza Aguiar. Estourou uma bomba na cabeça dele e está em estado grave’. Levei susto e achei que não entendi e falei: ‘Ele foi fazer matéria de alguém que levou bomba?’. E a pessoa disse: ‘Não, foi ele mesmo’ — contou.

 
4.
 
Como escrevi no Facebook quando Santiago ainda estava em coma:
Captura de Tela 2014-02-10 às 21.25.16
Felipe Moura Brasil – http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
 
Siga no Facebook e no Twitter.
 
[PS: Sei que há muitos nomes a acrescentar à lista, mas peço por favor que só sugiram outros se trouxerem também o trecho – não só o link – em que eles legitimam as ações dos vândalos ou aliviam a barra deles, ok? Grato.]

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  1. Comentado por:

    Elaine liboreiro albuquerque

    Neste momento estou chorando …… porque sua carta tocou meu coração Também por uma tristeza que abate a todos nós cidadãos brasileiros onde, para obtermos nossos direitos temos que perder pessoas que lutam por nós pra conquista-los,Obrigado Santigo descanse em Paz…

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  2. Comentado por:

    Xavi

    Arthur Xexeo disse que não criticou os black blocs por ser isso uma postura de direita. O mesmo está acontecendo em relação aos rolezinhos. Sabem que tem coisa errada, mas apoiam para não passar recibo de serem de direita. Afinal ser de esquerda é ser do bem, é ser chique. A esquerda tem o monopólio da virtude. Lembra aquela música do Erasmo “Minha fama de mau”. O cara não vê problema no fato de sua garota ir ao cinema, mas diz não para manter a sua fama de mau. Assim acontece com os artistas, jornalistas e outros formadores de opinião, mas com o sinal trocado. Tá na cara que tem coisa errada nos rolezinhos e black blocs. Mas dizem sim, para manterem suas famas de esquerdistas, do bem. Enquanto a esquerda tiver o monopólio da virtude, vai ser assim. Acho que é uma boa sugestão para uma paródia.
    http://letras.mus.br/erasmo-carlos/45778/

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  3. Comentado por:

    Félix Maier

    Caro Felipe,
    Eu considero este seu post como o melhor da internet na última semana sobre a morte do cinegrafista da Band. É isso aí, Felipe! Pau na comunalha! (comunistada canalha)
    Olha o que saiu no Alerta Total sobre a fadinha Sininho:
    Militares já sabem que Sininho tem cursos de ativismo político e agitação em Cuba e na Rússia
    Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
    Por Jorge Serrão – serrao@alertatotal.net
    Não há mais dúvidas da relação entre os protestos violentos nos grandes centros urbanos e as intenções de agitação profissional para preparação revolucionária, financiadas por esquemas transnacionais de extrema esquerda. A inteligência das Forças Armadas acaba de descobrir que a ativista conhecida no facebook pelo codinome de “Sininho” (alusão indevida a uma das fadinhas da Disney) tem formação em ações de guerrilha e terror urbano em Cuba, e provavelmente na Rússia.
    Militares já sabem que Elisa de Quadros Pinto Sanzi, de 28 anos, que posa como a patricinha “Sininho” nas redes sociais e já foi detida em várias manifestações, fez pelo menos quatro viagens a Cuba. Uma delas teve duração de seis meses (em geral, o tempo dos cursos de formação revolucionária da juventude na pobre Ilha Perdida dos milionários Irmãos Castro). Também foi registrada pelo menos uma passagem da jovem agitadora pela Rússia – onde ONGs promovem treinamentos de ações de guerrilha urbana e terrorismo.
    “Sininho” já é investigada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, depois de repetidas detenções em manifestações violentas. No dia 19 de janeiro, chegou a ser levada para a delegacia por ter chamado um PM de “macaco”. Ela já responde a dois inquéritos por formação de quadrilha. Natural de Porto Alegre, Sininho deve ser investigada também pela Polícia Federal. A jovem possui duas carteiras de identidade, com números diferentes.
    Mesmo assim, continua livre, leve e solta… E posando de mocinha radical chic nas fotos, como na segunda-feira, quando compareceu a uma delegacia, no Rio de Janeiro, para prestar depoimento sobre uma eventual colaboração aos suspeitos de envolvimento no tiro de rojão que matou o cinegrafista da Band Santiago Andrade.

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  4. Comentado por:

    Jonathas

    É muito difícil decidir qual desses “progressistas” é o mais louco. Estou em dúvida entre Wyllys e Bosco. Mas poderia ser qualquer outro.

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  5. Comentado por:

    Luiz Armando S Reis

    O incentivo aos Black Blocks por quem quer que seja auxilia a chocar o Ovo da Serpente. Estamos começando a sentir seus efeitos. Os prejuízos financeiros e os feridos anteriores não chegaram a incomodar.Agora sim.
    O Nazismo na Alemanha Nazista foi implantado com táticas semelhantes.Na Alemanha o movimento fascista foi chamado de nazismo.
    Após a Primeira Grande Guerra, a Alemanha passou por uma crise. Além da derrota, os alemães tiveram que pagar uma dívida de guerra aos ingleses e franceses e a crise de 29 prejudicou ainda mais a situação, levando milhares de alemães ao desemprego e ao desespero. Tudo isso contribuiu para fortalecer ainda mais os movimentos radicais, sobretudo o nazismo.
    O sentimento de vingança crescia cada vez mais entre os alemães. O partido nazista, chefiado por Adolf Hitler, ganhava muitos votos. Eles acusavam comunistas, liberais e judeus da desordem e prometiam restaurar o orgulho de ser alemão.
    Formavam grupos de jovens que iam às ruas perseguir seus inimigos. As propagandas enganosas ajudaram Hitler a ser transformado no “Salvador da Alemanha”.
    Hitler nasceu na Áustria em abril de 1889 e se alistou no exército alemão aos 25 anos de idade. Em 1919, ingressou no Partido Operário Alemão do qual foi presidente, mais tarde este partido foi rebatizado com o nome de Partido Operário Nacional-Socialista Alemão.
    O enfraquecimento dos demais partidos políticos e um golpe de estado contribuíram muito para que os nazistas tomassem o poder.Este é o caminho que está sendo seguido no Brasil.
    Fiquem atentos.

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  6. Comentado por:

    sergio mendes

    Infelizmente,
    nossa esquerda é oportunista e facista, querem o poder a força, não aceitam as ecolhas populares atraves do voto, e o pior, aliciam estudandes nas universidades jogando toda a culpa do mundo no governo e na globo.
    A lei tem que ser cumprida, prisão para os criminosos e para quem financiou a violencia, formação de quadrilha e etc… Chega de politizar a violência

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  7. Comentado por:

    Obervador

    Seria muito esclarecedor para mim (e acredito para os demais leitores) se tentasse investigar que razões levam esses jornais a publicarem esse lixo (não vale dizer que há leitores para isso pois, há também para contos pornográficos defensores da pena de pena e eles não publicam). Quero saber se esses jornais fazem parte do cinturão marxista e se fazem com que motivações. É até desnecessário mostrar que eles mente mas, porque? Vc sabe?

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  8. Comentado por:

    julio

    eu acho que ta tudo misturado, uns são implantados pelos PT para tocar o terror e o governo consegui leis que reprimam manifestações, e tem outros que sao anarquistas que querem o fim da corrupção que seja de qualquer partido. os deputados esquerdistas já estão com papeis prontos para reprimir qualquer ato.

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  9. Comentado por:

    Gabriel Simas

    Felipe, a viúva do falecido tem uma creche chamada Cruzada do Menor da Baibilônia e faz um trabalho excelente com as crianças, elas são muito bem cuidadas e vive de doações. Por que que estes marginais não são punidos com 30 anos de serviços comunitários nesta creche? ia ser ótimo. Acho que eles deveriam ver o filme chamado A Outra História Americana é algo parecido.

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