O perigo e a falácia da desmilitarização da polícia

[AVISO: Sim, o post ficou grande, mas se divide em Introdução, Vídeo e Artigo. Julguei necessário reunir tudo num link só, para facilitar a vida dos interessados.]

Morrem cerca de 50 mil pessoas assassinadas por ano no Brasil, resultado evidente de um governo que fomenta a criminalidade, de legisladores que protegem os bandidos e da hegemonia cultural esquerdista que alçou ambos ao poder, com seus “pensadores” que legitimam moralmente os crimes e atacam as forças policiais, sobretudo se militares, projetando contra as instituições os erros, excessos e, sim, crimes que eventualmente cometem, como em qualquer outra instituição humana, alguns de seus homens.

Isto sem que esses pensadores – e os políticos que os macaqueiam – jamais se pronunciem quando morre um policial, como acontece a cada 32 horas no país.

É preciso expor os nossos problemas de segurança pública.

artigo_jose maria e silva.qxdDelegados e agentes estão se engalfinhando até agora na seção de comentários deste blog, porque escrevi aqui sobre a crise da Polícia Federal e as manifestações dos EPAS (escrivães, papiloscopistas e agentes), cuja pauta – a despeito de pontos aparentemente justos – inclui a PEC 51, de autoria de Lindbergh Farias (PT), que ora tramita no Senado e que – também a despeito de pontos aparentemente justos – propõe a desmilitarização da PM.

Minha questão é: como pode boa parte dos EPAs lutar ao mesmo tempo contra a instrumentalização da PF pelo PT e a favor do projeto de um petista que, seguindo a cartilha da ONU, centraliza ainda mais o poder federal, como aconteceu na Venezuela de Chávez e Maduro? Em nome da reestruturação da carreira, os agentes estão dispostos a fornecer este imenso poder ao adversário que agora denunciam? Ou eles não o teriam?

Não me venham com a conversa mole de que a proposta deve ser discutida sem partidarismos, ao mesmo tempo em que condenam a “ideologia militar” e o “legado ditatorial” da PM, com um discurso inteiramente contaminado de ideologia esquerdista em seu sentido mais embusteiro, ou seja, psolista. Eu quero saber é qual a proteção que a população brasileira teria contra o controle do governo federal sobre as polícias, inclusive no que concerne à inoculação de uma ideologia infinitamente mais perniciosa que os valores militares na formação dos novos policiais.

Seguem abaixo duas críticas fundamentais à desmilitarização da PM que reforçam esses pontos:

Item I – No programa “Tratamento de Choque” da Rádio Vox, que transcrevo de forma resumida, Diogo Fontana mostra o perigo de entregar 500 mil homens armados nas mãos do PT;

Item II – O sociólogo e jornalista José Maria e Silva contextualiza a polêmica em artigo, com todas as suas questões acadêmicas, culturais, vocacionais, institucionais e prisionais que a propaganda das partes interessadas sempre encobre.

Por fim, um vídeo de Paulo Eduardo Martins, só para colocar a ONU no seu devido lugar.

O blog está aberto para este debate complexo, o que não quer dizer que vai aprovar as infâmias de militantes histéricos.

I.

O perigo da desmilitarização da polícia: 500 mil homens armados nas mãos do PT

DIOGO FONTANA: (…) O fim da PM é uma bandeira que foi lançada de forma publicitária no filme “Tropa de Elite 2″, que foi feito por psolistas para o PSOL e para a esquerda.

Na cena final, o Capitão Nascimento fala: “A PM do Rio tem que acabar.”

…Então soltaram esta ideia, que vem crescendo. Ela ganhou as ruas com os Black Blocs e outros apadrinhados do PT e já virou Proposta de Emenda Constitucional.

É a PEC-51 criada pelo senador Lindbergh Farias, do PT. Essa PEC visa a desmilitarização da Polícia Militar.

Antes disso, eu quero explicar como funcionam as Forças Armadas no Brasil.

O efetivo atual é o seguinte:

Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) – 370 mil homens (servindo agora);
Forças de Reserva – 1 milhão de homens.

Desse 1 milhão, mais ou menos metade são pessoas que já serviram o Exército – desde o sujeito de 45 anos que serviu quando tinha 18 até o cara que serviu no ano passado.

São pessoas que tiveram pelo menos um ano de treinamento militar, mas que estão em casa, fora de forma etc. Custa dinheiro e muito esforço mobilizar e treinar esse pessoal e provavelmente nem existe arma disponível para todos eles.

Os outros 500 mil das Forças de Reserva são justamente os policiais militares de todos os estados do Brasil. Ou seja: metade da Reserva é a PM.

O que é que o PT está propondo, através de Lindbergh Farias?

Acabar com metade das Forças de Reserva das Forças Armadas.

Eles querem amputar quase 40% do tamanho das Forças Armadas. É isto que eles estão fazendo. Quando você ouvir alguém falando em fim da PM, entenda: eles querem cortar quase pela metade o tamanho das Forças Armadas brasileiras.

Se tirar essa polícia, vão colocar outra: uma polícia civil unificada, estadual.

A lei prevê organização municipal da polícia, organização metropolitana, setorial, isto até seria interessante, se não fosse uma artimanha…

As polícias civis unificadas vão ser estaduais, sob o comando do estado, mas a armadilha é a seguinte: mesmo havendo uma multiplicidade de forças policiais neste novo modelo, todas elas serão submetidas a diretrizes federais.

Ou seja: o Governo Federal vai ditar as regras. Vai ter a polícia metropolitana de São Paulo, do Rio, de Sergipe, em cada estado, mas todas elas vão obedecer no fim das contas a um Ministério em Brasília. Ou seja: centraliza o poder ainda mais.

Querem substituir cerca de 500 mil homens sob o comando das Forças Armadas por 500 mil homens dirigidos de Brasília, em última instância pelo Poder Executivo.

Com mais um detalhe:

As instituições de formação dessas novas forças policiais serão também deferais, ou seja: vai ser a oportunidade perfeita de inocular também ideologia na cabeça dos oficiais.

De uma hora para outra, com muita rapidez, o PT vai ter 500 mil homens armados.

Por isto que eu falei: fujam! Se isto acontecer, é “game over” mesmo.

As Forças Armadas estão estado de penúria, sucateadas, os 370 mil homens têm hoje poucos recursos e equipamentos, enquanto que os novos vão certamente receber muito mais investimentos e vão estar praticamente sob o comando de Brasília. O PT vai garantir para si o comando bélico do Brasil.

Vai quebrar a espinha das Forças Armadas, cuja resistência se não for inócua, estará muito fragilizada.

De largada, já vai haver uma desvantagem númerica dos homens da ativa. São 370 mil das três Forças Armadas contra o efetivo inicial de 500 mil na ativa sob o comando do Executivo.

É o controle militar do país. É o golpe final nas Forças Armadas. Isso aí é muito importante e muito perigoso.

Os governadores nominalmente vão ter o poder sobre os seus efetivos policiais, mas as diretrizes vão ser federais e quem vai estar inoculando ideologia serão as escolas federais também. Os policiais vão obedecer a Brasília, isto é lógico.

II.

A falácia da desmilitarização da polícia
José Maria e Silva (nov/2013)

Criar um “SUS” da segurança pública, unificar as polícias e despir a PM de sua farda – eis as propostas que prometem revolucionar a segurança pública no País. Praticamente unânimes entre os acadêmicos especializados na área, essas ideias conquistam cada vez mais adeptos em Brasília. É o que se percebe nas discussões da Comissão Especial de Segurança Pública do Senado, instalada em 2 de outubro deste ano com o objetivo de debater e propor soluções para o financiamento da segurança pública no Brasil. Criada por iniciativa do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a comissão é presidida pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) e tem como relator o senador Pedro Taques (PDT-MT).

“O sistema de segurança pública no Brasil está absolutamente falido” – com essa declaração, proferida numa audiência pública realizada no dia 13 de novembro último, o senador Pedro Taques resumiu um sentimento das ruas que hoje encontra guarida até nos quartéis. Cada vez mais estão surgindo depoimentos de policiais militares colocando em descrédito a própria corporação a que pertencem. É o caso do livro O Guardião da Cidade (Editora Escrituras, 2013, 256 páginas), do tenente-coronel Adilson Paes de Souza, fruto de sua dissertação de mestrado “A Educação em Direitos Humanos na Polícia Militar”, defendida na Faculdade de Direito da USP em 2012, sob a orientação do cientista político Celso Lafer.

Nesse trabalho acadêmico, festejado por toda a imprensa, o tenente-coronel da PM paulista defende a ampliação da carga horária do estudo de direitos humanos na formação dos oficiais da Polícia Militar, como forma de combater a tortura. Em artigo anterior, procurei demonstrar que se trata de uma falácia. O Curso de Formação de Oficiais é praticamente um curso completo de Direito e, como se sabe, é impossível estudar qualquer disciplina do Direito sem tratar dos direitos humanos, uma vez que a Constituição de 88, base legal de todas as disciplinas jurídicas, é alicerçada, de ponta a ponta, nos direitos da pessoa humana.

Sobrevivendo na Gestapo brasileira
Em vários momentos do livro, influenciado por pensadores de esquerda, que vêm na polícia um braço armado do sistema capitalista, Paes de Souza, de modo quase indisfarçável, compara a Polícia Militar brasileira com a Gestapo de Adolf Hitler. Chega a descrever o produto das ações da PM como um novo campo de concentração nazista. Com base em artigo da psicóloga e psicanalista Maria Auxiliadora de Almeida Cunha Arantes, sintomaticamente intitulado “Violência, Massacre, Execuções Sumárias e Tortura”, o tenente-coronel cita como exemplo desses casos, os 111 mortos do Carandiru, em 1992, os 493 mortos quando dos ataques do PCC em 2006 e a Operação Castelinho em 2002, “que constituiu uma emboscada”, com 12 mortos – todos bandidos do PCC, acrescente-se, já que o coronel não o faz em sua tese.

Para a psicóloga Maria Auxiliadora Arantes, citada no livro O Guardião da Cidade, tais acontecimentos “são crimes filhotes de um Estado que deixou intacto um aparelho de matar e que não puniu os que o montaram”. O tenente-coronel Adilson Paes de Souza corrobora literalmente suas palavras, tanto que acrescenta a elas a seguinte frase: “De fato, Auschwitz faz-se presente”. Reparem: Paes de Souza está comparando o trabalho da Polícia Militar – instituição em que atuou durante 28 anos, chegando a tenente-coronel – com a violência das forças nazistas nos campos de concentração de Hitler. Justamente num momento em que a PM está sob o fogo cerrado dos formadores de opinião.

O cientista político Celso Lafer, responsável pela dissertação de mestrado de Adilson Paes de Souza na USP, deveria ter-lhe feito uma pergunta singela antes de aceitar a orientação de seu trabalho: “Onde o senhor estava, na condição de tenente-coronel da Polícia Militar, quando seus subordinados de farda se tornaram exemplos atuais da Gestapo de Hitler, torturando e executando pessoas?” Antes de pontificar sobre os problemas da Polícia Militar, apresentando soluções mirabolantes do conforto de uma cátedra universitária, o tenente-coronel deveria ter respondido para si mesmo essa pergunta. Na condição de tenente-coronel da Gestapo brasileira (a se crer nos seus próprios conceitos), ou Paes de Souza foi cúmplice do holocausto que denuncia ou foi omisso diante dessa carnificina que imputa à PM. Em qualquer dos casos, deveria refletir com mais profundidade sobre o assunto, antes de se arvorar a defender tese, escrever livro e contribuir, ainda que involuntariamente, para a difamação sistemática de que a PM é vítima na imprensa e nas universidades.

Não é possível sobreviver durante 28 anos num aterro sanitário moral e dele sair com a alma cheirando a talco, como canta Gilberto Gil. Em seu livro, citando o economista Albert Hirschman, Paes de Souza fala que os membros de uma instituição podem abandoná-la ou criticá-la quando se sentem descontentes. O autor não diz, mas, no caso da Polícia Militar, a via mais frequente é a omissão: o policial se esconde numa carreira burocrática, evitando o confronto das ruas e, com isso, pode pontificar sobre direitos humanos sem correr riscos. O tenente-coronel sobreviveu ao horror que denuncia foi por essa terceira via? Sem essa explicação, suas reflexões e denúncias sobre a PM perdem muito da autoridade que poderiam ter.

Depoimentos de PM homicidas
Para exemplificar as críticas que faz à polícia, Adilson Paes de Souza colheu o depoimento de dois policiais militares condenados por homicídio e se valeu também de dois depoimentos colhidos pelo jornalista Bruno Paes Manso, do jornal O Estado de S. Paulo. Em junho de 2012, Manso defendeu no Departamento de Ciências Políticas da USP a tese de doutorado “Crescimento e Queda dos Homicídios em São Paulo entre 1960 e 2010”, em que faz uma “análise dos mecanismos da escolha homicida e das carreiras no crime”. Essa tese de Manso já havia lhe rendido o livro O Homem X: Uma Reportagem sobre a Alma do Assassino em São Paulo (Editora Record, 2005), no qual o tenente-coronel buscou os dois depoimentos.

Os policiais ouvidos por Paes de Souza ganharam os apelidos de “Steve” e “Mike”, geralmente dados aos policiais que trabalham nas ruas. O policial Steve foi condenado a mais de 20 anos de reclusão por um homicídio a tiros e facadas. “No auge da prática do ato, senti que estava cheio de ódio e acabei descarregando tudo sobre o corpo da vítima. Tinha um sentimento de ódio generalizado de tudo”, afirma o policial. De origem nordestina, ele contou que seu pai era PM aposentado e costumava conversar com toda a família na hora do jantar sobre o sentimento de honra que envolvia a profissão. Inspirando-se no pai, Steve, ao completar 18 anos, ingressou na polícia, por meio de concurso público.

“Fui designado para trabalhar numa unidade da Polícia Militar na periferia da cidade de São Paulo. Comecei a ver uma realidade que não conhecia: favelas, meninas estupradas, pessoas pobres vítimas de roubo, o que causou revolta”, conta Steve. Movido por essa revolta, diz que começou a trabalhar além do horário normal, prendendo o máximo possível de bandidos, na esperança de acabar com a criminalidade na região. O PM conta que, numa ocasião, prendeu em flagrante dois ladrões que tinham roubado um supermercado, mas na noite do mesmo dia viu os dois na rua. Quando os abordou, soube que fizeram um acordo com o delegado, inclusive deixando na delegacia uma parte da propina para o policial.

“Nesse momento, percebi que a corrupção existente nos distritos policiais da área onde trabalhava gerava a impunidade dos delinquentes”, afirma Steve, que passou a frequentar velórios de policiais mortos em serviço, alimentando ainda mais sua revolta com a impunidade dos bandidos. Foi aí que decidiu fazer justiça com a própria farda: “Eu era juiz, promotor e advogado. Levava a vítima para um matagal, concedia-lhe um minuto para oração e a sentenciava a morte”. Essa vida de justiceiro fardado destruiu sua família. Sua mulher chegou a tentar o suicídio. E, na cadeia, sofreu maus-tratos e não teve a solidariedade dos colegas: os policiais que o visitavam estavam mais preocupados em sondá-lo para saber se não seriam delatados, em virtude de outras ocorrências.

Um dos entrevistados pelo repórter Bruno Paes Manso, citado na dissertação do tenente-coronel Paes de Souza, também relata que se via em guerra contra os criminosos e, movido pelo ideal de resolver o problema da criminalidade, trabalhava praticamente o dobro: as oito horas regulamentares pagas pelo Estado somadas às oito em que combatia o crime de graça, por sua própria conta e risco. Esse policial contou ter deparado com vários casos graves, que só via em filmes. Certa vez, atendeu a uma ocorrência em que uma criança de quatro anos foi estuprada e ele, junto com outros policiais militares, evitou o linchamento do estuprador. “Nesse momento, achou um contrassenso ter que proteger quem havia praticado uma monstruosidade contra uma menina. Sentiu revolta”, relata Paes de Souza.

Mais confrontos, mais mortes
Esse é praticamente o padrão dos depoimentos de policiais militares condenados por homicídio: 1) imersão idealista do policial no combate ao crime; 2) revolta com a impunidade dos criminosos; 3) justiça com a própria farda; 4) prisão, arrependimento e transferência da culpa para a corporação militar. O livro Sangue Azul (Editora Geração Editorial, 2009), baseado no depoimento de um soldado da PM do Rio de Janeiro ao documentarista Leonardo Gudel, também segue esse padrão. E, de acordo com as entrevistas concedidas pelo autor, parece que o recém-lançado Como Nascem os Monstros (Editora Topbooks, 2013, 606 páginas), romance do policial carioca Rodrigo Nogueira, condenado e preso por homicídio, também não foge à regra.

Um sargento preso por homicídio e ouvido por Bruno Paes Manso explica que o “assassinato é uma importante ferramenta no cotidiano perigoso do policial militar que trabalha na rua”, e acrescenta que “se os policiais fossem proibidos de matar seria melhor que parassem de trabalhar”. Esse mesmo policial diz ainda: “Sem contar que a bandidagem está cada vez ficando mais ousada, mais armada e respeita cada vez menos a polícia. Isso é explicado dessa forma, isso não foi a polícia que motivou. Hoje tem muito mais reação, o pessoal enfrenta, por isso tem mais morte”. O tenente-coronel Paes de Souza, do alto de sua tese da USP, classifica essa fala do sargento como simplista, por afirmar que mais criminalidade significa mais confronto e, consequentemente, mais mortes.

Ora, simplista é o modo como o tenente-coronel, desprezando seus 28 anos de experiência como policial, deixa-se seduzir pela inútil retórica da academia e utiliza esses depoimentos para corroborar teses injuriosas a respeito da Polícia Militar, que a acusam de ser uma máquina assassina, nazista, semelhante a Auschwitz. Quando atribuem à Polícia Militar o suposto “genocídio da juventude negra”, calúnia que já foi corroborada até por membros do Poder Judiciário, os acadêmicos escondem dois detalhes cruciais: primeiro, muitos jovens negros das periferias são recrutados pelo narcotráfico e matar ou morrer são verbos que conjugam diariamente; segundo, a Polícia Militar emprega muito mais negros do que as universidades que a criticam. Então, a ser verdade o que diz a academia, esses policiais não seriam genocidas, mas suicidas: estariam matando deliberadamente seus próprios familiares.

O tenente-coronel e os demais acadêmicos que escrevem teses sobre segurança pública acreditam que basta perorar sobre direitos humanos no ouvido de um soldado para que ele saia à rua com flores na boca do fuzil, ajudando velhinhas no semáforo e pegando crianças no colo, até que surja um marginal armado e esse policial, consciente de seus deveres, saque da farda um exemplar da Constituição e atire no rosto do bandido seus direitos humanos, para que o criminoso estenda os pulsos com cidadania e seja algemado com dignidade. É óbvio que a terrível complexidade da segurança pública não se rende a golpes de retórica sobre direitos humanos.

Policial só se equipara a médico
Uma análise verdadeiramente profunda dos depoimentos dos homicidas da PM revela a complexa natureza do trabalho policial, que, em qualquer tempo e lugar, é inevitavelmente insalubre para a alma. O policial é como o médico: sem uma dose sobre-humana de frieza, ele não será capaz de proteger vida nenhuma, pois o medo do sangue, da mutilação, do cadáver, irá acovardá-lo diante do dever a ser cumprido. Por isso, ser policial não é para qualquer um. Os policiais homicidas tentam enganar a própria consciência quando dizem que a corporação os transformou em violentos. O potencial de violência já estava presente neles ou não teriam sonhado em ser policial, uma profissão que, em algum momento, há de exigir violência para que as leis sejam cumpridas. Afinal, se bandido ouvisse conselho, não entraria no crime.

Polícia não é assistência – é contenção. Ela é chamada justamente quando as normas da cultura e os mandamentos da lei já não são suficientes para manter o indivíduo no bom caminho e alguém precisa contê-lo. Por isso, a polícia tem de ser viril. A testosterona que faz o bandido violento é a mesma que faz o policial corajoso. Daí a importância de se separar ontologicamente o policial do criminoso. Ao contrário do que acreditam os acadêmicos, o policial tem que tratar o bandido como inimigo, sim. O soldo sozinho – por maior que seja – não é capaz de separar o policial do criminoso, pois a natureza mais profunda de ambos e o ambiente em que vivem se alimentam da mesma virilidade masculina, responsável por mais de 90% dos crimes violentos em qualquer cultura humana em todos os tempos.

O policial de rua, obrigado a enfrentar o crime de arma em punho e não de uma sala refrigerada da USP, é como um médico num campo de refugiados ou em meio a uma epidemia letal: se trabalhar só pelo dinheiro, ele voltará para casa na hora, pois não há salário que pague sua própria vida, permanentemente em risco. Para compensar os riscos da profissão, o policial precisa ser tratado como herói. Especialmente num país como o Brasil em que a criminalidade soma cerca de 63 mil homicídios por ano (de acordo com estudos do Ipea). O policial precisa ter a certeza de que, ao tombar no campo de batalha, sua morte não será em vão: a sociedade irá cultuá-lo como herói diante de sua família enlutada e o bandido que o matou será severamente punido.

No Brasil, ocorre justamente o contrário: enquanto a morte de bandidos é cercada de atenção pelas ONGs dos direitos humanos e gera violentos protestos de rua em São Paulo e Rio, a morte de um policial não passa de uma efêmera nota de rodapé no noticiário e, em muitos casos, sua família não recebe nem mesmo a visita das autoridades da própria segurança pública, temerosas do que possam pensar os formadores de opinião. Já em países como os Estados Unidos, um bandido reluta em matar um policial, pois sabe que o assassinato será motivo de comoção pública e a pena que o aguarda será à altura dessa indignação cívica com a morte de um agente da lei.

Completa inversão de valores
Mas não basta tratar como herói o policial – também é preciso tratar o bandido como bandido. O ser humano é um ser relativo e não consegue julgar em absoluto, mas somente por meio de comparação. Por isso, ao mesmo tempo em que se enaltece o policial corajoso e honesto, é preciso punir verdadeiramente o criminoso, para marcar a diferença entre ambos. O policial se revolta ao proteger de linchamento o estuprador de uma criança ou ao levar para o hospital o bandido ferido que tentou matá-lo porque sabe que seu trabalho heroico e humanitário foi inútil: logo, esses bandidos serão postos na rua para cometer novos homicídios e estupros.

Mesmo o estuprador de uma criança ou o homicida que queima viva sua vítima têm direito a todas as regalias da legislação penal, travestidas de direitos humanos. Até criminosos que matam ou estupram mulheres gozam de benefícios absurdos, como a famigerada visita íntima. A Resolução CNPCP Nº 4, de 29 de junho de 2011, do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, instituiu de vez a visita íntima como um direito do preso qualquer que seja a gravidade do seu crime. No seu artigo 4º, a resolução deixa claro que “a visita íntima não deve ser proibida ou suspensa a título de sanção disciplinar”; ou seja, mesmo se o preso promover rebeliões e mortes na cadeia, a visita íntima continuará sendo assegurada a ele como um direito sagrado, à custa da segurança da sociedade. É óbvio que a mulher que se presta a lhe servir de repasto sexual também há de lhe fazer outros favores associados diretamente ao crime, como passar recados para seus comparsas que estão fora das grades.

É por isso que quando uma patrulha da PM leva um criminoso ferido para o hospital, muitas vezes junto com um policial também ferido na troca de tiros, os policias que assim agem precisam ser tratados como heróis. É sua única recompensa. Não há salário que pague esse gesto. Não é fácil para nenhum ser humano salvar a vida de seu próprio algoz sabendo que aquele criminoso que tentou matá-lo não será punido como merece, pois, na cadeia, continuará comandando o crime, com direito a saídas temporárias, visitas íntimas e outras regalias. A legislação penal é tão moralmente hedionda que um dos assassinos do jornalista Tim Lopes, depois de preso, jogou água quente em sua companheira dentro da própria cela. E esse novo crime bárbaro só foi possível porque o Estado brasileiro – cúmplice contumaz de bandidos – garante a famigerada visita íntima até para um monstro dessa espécie.

Feministas contra a polícia
Mas, por incrível que pareça, até as feministas – que criticam violentamente a polícia – defendem as visitas íntimas para presos, consideradas uma extensão dos direitos humanos e classificadas como “direitos sexuais”. Ora, direito sexual é como o direito de expressão: toda pessoa tem o direito de falar, mas não tem o direito de obrigar o outro a ouvi-la. O preso não pode ser impedido de sonhar com uma mulher ou até de satisfazer solitariamente sua libido. Mas isso não significa que ele tem o direito de manter relações sexuais dentro da cadeia, mesmo que seja com sua esposa. E a razão é simples: seu desejo sexual não pode ser posto acima da segurança da sociedade. É óbvio que, durante a visita íntima, não há meio de controlar o preso. Ele pode usar a visita – e sempre usa – para transmitir recados aos comparsas fora da cadeia, daí o comando que o cárcere continua tendo sobre o crime organizado. Praticamente todas as centrais telefônicas do PCC são administradas por mulheres de presidiários. E mulher de preso inevitavelmente o obedece, sob pena de ser morta.

O mesmo se dá com a alimentação do preso. Não deixar um latrocida morrer de fome e sede na cadeia é garantir-lhe um direito humano básico, mas permitir que ele escolha o cardápio, por meio de rebeliões, como ocorre com muita frequência nos presídios brasileiros, não passa de um abuso com o dinheiro de suas vítimas. Hoje, até o criminoso que queima sua vítima viva tem direito a remissão de pena não por dias trabalhados, por horas de estudo e, pasmem, até pela simples leitura de romances na cadeia. Ou seja, o que os acadêmicos chamam de “direitos humanos” são, na verdade, privilégios civis, que deveriam ser privativos do cidadão que respeita as leis e não do bandido que fere o contrato social e, por isso, tem de ser excluído da esfera da cidadania enquanto cumpre sua pena.

Hoje, a inversão de valores é tanta que, oficialmente, por meio das políticas públicas do governo federal, o policial militar se tornou o inimigo público número um, enquanto se concede ao criminoso o monopólio dos direitos humanos. A Resolução nº 8, de 21 de dezembro de 2012, da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, sob o comando da ministra Maria do Rosário, estabelece em seu artigo 1º que, quando um bandido morre em confronto com a polícia, na descrição de sua morte nos registros oficiais não deve mais ser usada a expressão “resistência seguida de morte” e, sim, “homicídio decorrente de intervenção policial”.

A alegação é que os policiais utilizam o chamado “auto de resistência” para esconder execuções. Ora, nos casos em que isso ocorre, não vai ser mudando as palavras que o crime deixará de ser praticado. Mais do que a nomenclatura, o que importa em qualquer crime é a investigação. E essa não deixará de ser feita caso um auto de resistência levante suspeitas, a não ser que as autoridades responsáveis pelo controle externo da polícia se omitam. Prova disso é que dezenas de policiais militares são expulsos da corporação em todo o País. Classificar esse tipo de ocorrência como “resistência seguida de morte” é uma questão de respeito com o policial. É um absurdo que, após uma troca de tiros com assaltantes de bancos armados de fuzil, o policial tenha de descrever a morte de um dos bandidos como “homicídio decorrente de intervenção policial”.

Criminoso é “reeducando”, policial é “homicida”
A sociedade honesta e trabalhadora, que não se acumplicia com bandidos, não pode aceitar essa calúnia legalizada contra a polícia, tachando previamente de “homicida” o policial que mata para proteger a sociedade, cumprindo seu dever constitucional. Se numa investigação sobre um auto de resistência ficar provado que não houve confronto, mas execução, então que o policial seja punido. O que não se pode aceitar é que o policial seja antecipadamente tachado de homicida mesmo quando é obrigado a matar para proteger vidas. Na prática, é essa a mancha que o policial terá de carregar em sua imagem, caso seja obrigado a registrar a morte de um bandido em confronto como “homicídio”. Isso é ainda mais grave quando se compara o tratamento de “homicida” que querem dar ao policial com o tratamento de “reeducando” que a Justiça dá a latrocidas e estupradores nas cadeias.

Atentem para esta fórmula de inversão dos valores: policial que mata um sequestrador é “homicida”, até que prove o contrário; já o sequestrador que mata o refém vira “reeducando” quando é preso e condenado pela Justiça. Como se pode notar, há uma completa inversão dos valores morais: o policial é culpado até que prove sua inocência; já o bandido é inocente como uma criança de escola (“reeducando”), justamente quando sua culpa foi provada e sentenciada nos tribunais. Esses fatos mostram que os acadêmicos que criticam a Polícia Militar não estão preocupados com a segurança da população honesta e trabalhadora – querem é atacar a sociedade capitalista, como se não fossem justamente os mais pobres os que mais perdem com o enfraquecimento da polícia? Os ricos podem contratar segurança privada. E os pobres? E a classe média? O que será deles sem a polícia?

A grande verdade é que a Polícia Militar não é necessariamente pior do que as demais instituições humanas. Convém relembrar uma máxima do economista Albert Hirschman não aproveitada na tese do tenente-coronel Paes de Souza: “Sob qualquer sistema econômico, social ou político, indivíduos, firmas e organizações, em geral estão sujeitas a falhas de eficiência, racionalidade, legalidade, ética ou outros tipos de comportamento funcional. Não importa quão bem estabelecidas as instituições básicas de uma sociedade; alguns agentes, ao tentarem assumir o comportamento que deles se espera, estão fadados ao fracasso, ainda que por razões acidentais de quaisquer tipos”.

Ou seja, todas as demais instituições indispensáveis à Justiça, como o Judiciário, o Ministério Público, a OAB, a Polícia Federal e a Polícia Civil, para citar as principais, estão sujeitas a gravíssimas falhas por parte de seus membros. Um juiz que mata um inofensivo e desarmado vigilante de supermercado, como já ocorreu no Brasil, é infinitamente mais criminoso do que um policial desesperado, que, depois de escapar por pouco das balas de um assaltante, resolve terminar de matá-lo ao se dar conta de que ele está ferido. É errada essa atitude do policial? Sem dúvida. Mas é compreensível, tanto que a maioria da população, equivocadamente, a aprova. E a única forma de inibir essa justiça vicária feita com a própria farda é dar ao policial a certeza de que ele pode entregar o bandido aos tribunais, que a sociedade será vingada mesmo assim – sem visitas íntimas, sem saídas temporárias, sem indultos de Natal, sem celulares na prisão, sem regime semiaberto, sem remissão de pena e sem as demais regalias dadas ao criminoso.

É bom lembrar que leis mais duras serviriam inclusive para punir os maus policiais, que também existem, mas, hoje, acabam ingressando no crime organizado ao serem expulsos da corporação. Se os maus elementos de cada instituição humana fossem enforcados nas tripas dos maus elementos das outras, não sobrariam condenados nem tripas. A maldade humana está relativamente bem distribuída em todas as instituições. Por isso, é tolice creditar os problemas da segurança pública à Polícia Militar, como insistem em fazer os acadêmicos e até policiais influenciados por eles. Tortura, corrupção e truculência não são privativas da PM. E a injustiça com a PM é ainda mais grave quando se leva em conta o contexto em que a corporação atua – a miséria moral dos mais ferozes criminosos, que não têm o menor respeito pela vida humana. Por isso, é tolice achar que, desmilitarizando a PM, se resolvem todos os problemas da segurança pública. Mesmo se isso fosse verdade, seria um desatino desmilitarizar a polícia justamente quando os bandidos andam com fuzis nas ruas e transformaram até as cadeias em quartéis crime.

Texto publicado no Jornal Opção e reproduzido no Mídia Sem Máscara e neste blog da Veja.com.

III.

* Ver também: Depreciar, desmerecer, desmilitarizar, de Alvaro Batista Camilo, ex-comandante geral da PM de São Paulo.

Felipe Moura Brasil – http://www.veja.com/felipemourabrasil

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Matéria do Jornal Opção [abril/2014]:

– Proposta no Congresso muda radicalmente a polícia brasileira

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  1. Comentado por:

    Nilton dos Santos de Assis

    Podemos entender o que este partido de comunista esta querendo acabar com o Brasil criando essa PEC 51 idiota solicitadas por intelectuais da PUC e PT aliados. Esses canalhas não sabem nem o que é segurança publica e querem acabar com o único órgão honesto no Brasil já que eles não são.

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  2. Comentado por:

    Aparecido Galhardi

    coisas do pt;estamos correndo um risco com
    PC 51.

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  3. Comentado por:

    fabio de souza

    Ao Sandro às 12:20:
    Hierarquia e disciplina não é exclusividade militar.Os representantes e guerrilheiros que queriam um “governo do povo”e que tentaram e tentam emplaca-lo no Brasil, é baseado em regimes totalitários e de inspiração militar , como Cuba (el Comandante está no comando ha mais de 50 anos no poder), Coréia do Norte( país cercado de arame farpado, governado por uma dinastia), Rússia mesmo depois da URSS, continua imperialista e militarista, como vemos agora na Ucrania)e a China de Mao.Nos chamados governos “populares” a hierarquia tambem existe onde a indicação politica cria uma classe de notáveis do partido(partido unico)que tomam medidas pelo povo, e escolhem o que esse povo pode reivindicar.Se tirarmos o Coronelismo como base e usa-lo como alicerce diverso de um discurso democratizante, estaremos sempre tomando medidas baseadas no passado sem levar em conta que estamos num regime democrático ha 30 anos, ou até mais se levarmos em conta a Lei de anistia e eleições, que elegeram muito dos que fazem politica ainda hj e que já estariam no ostracismo não fosse a sanha totalitária do PT.Devemos corrigir os erros cometidos hj porque eles pertencem ao presente, seja por parte do Governo , dos políticos, da policia, do Estado , e não ficar culpando gerações passadas no poder(e elas tinham sim culpa em seu tempo), de nossa incompetencia e venalidade, incapaz de admitir que temos leis fracas em um país paternalista , que prende um matador de passarinho e solta um esquartejador.Isso não é culpa de D. João VI e nem dos Militares.

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  4. Comentado por:

    José da Silva

    O mais inconfessável na proposta de desmilitarização da PM é uma autêntica Manobra Militar, em que 500 mil soldados “desmilitarizados” ficariam sob o comando estratégico de Brasília, ou seja, dos Comunistas (ou PT, ou PSDB, ou PSB, etc…), porém sem a denominação “militar”, já que o nome “militar” pouco importa para os comunas, mas sim o fato de que são 500 mil soldados fiéis e armados. Assim, os comunas teriam a sua tão almejada Força Nacional, a qual poderia vir a ser, num futuro próximo, até mais forte do que as Forças Armadas, o que permitiria chegar ao ponto de ruptura da democracia no Brasil, ou seja, a tomada completa e irreversível do poder pelos Comunistas no Brasil.
    Ob.: Não se enganem com partidos ecologistas, pois são iguais às melancias: verdes por fora, mas vermelhos por dentro. São apenas mais alguns partidos de fachada dos comunistas, haja vista que Marina Silva era Ministra do governo Lula, que é presidente do Foro de São Paulo, que é o centro de inteligência comunista na América Latina.
    Quanto ao PSDB, veja este vídeo no youtube:


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  5. Comentado por:

    Carmelito Smiguel

    Para saber o que esta por trás do interesse de desmilitarizar a PM é assistam este pequeno vídeo de (7)sete minutos e terão todas as informações necessárias para fazermos o combate a nível de informação junto a população, veja:

    — Acho interessante traduzir para o idioma português e facilitar para entendimento da população.

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  6. Comentado por:

    Carmelito Smiguel

    Nação Brasileira, este vídeo é muito esclarecedor, o caos em Cuba, na Venezuela, Argentina e no Brasil não só a tentativa de desmilitarização da policia para enfraquece-la, como todos os outros problemas que o governo do PT não quer resolver como a saúde, educação, criminalidade, rodovias e enfim a falta de investimentos é estratégica para tentar criar revoltas entre o povo e assim se aproveitarem para tentar aprovar seus projetos comunistas e oprimir o povo, veja este que eu acho ser um dos mais importantes para esclarecer tudo isso:

    — deixo como sugestão que, façam a tradução para o idioma português para facilitar para todas as classes sociais entenderem mais rapidamente o conteúdo desta Carta do Fidel Castro, pois ele chama os pobres de ignorantes

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  7. Comentado por:

    Carmelito Smiguel

    Nação brasileira, esse vídeo de apenas (7) sete minutos É MUITO ESCLARECEDOR, explica não só a questão da tentativa de desmilitarização da PM, conforme relato,o satanás Fidel Castro está por trás de tudo isso de ruim que esta acontecendo com os povos dos países da America Latina, assistam o vídeo e tirem suas conclusões:

    — acho interessante traduzir para o idioma português para poder esclarecer melhor os pobres que o satanás Fidel Castro

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  8. Comentado por:

    Carmelito Smiguel

    Nação brasileira, esse vídeo de apenas (7) sete minutos É MUITO ESCLARECEDOR, explica não só a questão da tentativa de desmilitarização da PM, conforme relato,o satanás Fidel Castro está por trás de tudo isso de ruim que esta acontecendo com os povos dos países da America Latina, assistam o vídeo e tirem suas conclusões:

    —— AQUI TEM MUITO MAIS COISAS DESSA TURMA E QUE VOCÊ PRECISA SABER, AGORA É REFERENTE O BRASIL. ABRA O OLHO, VEJA:















    Além de todas as outras bandidagens feitas e confessadas por essa turma, a própria Dilma Rousseff disse que além de outras participações, ela teve até participação armada e não se arrepende e nem renega nenhum dos atos, tem orgulho da sua militância no Brasil, preste atenção nesse vídeo:

    — Tem gente tão imprestável que diz, o que consta na ficha da Dilma não é verdade, veja a verdadeira ficha da Dilma:

    — Alguém de sã consciência acha que os militares fizeram errado em combater esse tipo de gente que praticava de organizações criminosas, praticavam assassinatos, assaltos em bancos, planejavam assassinatos, assaltos a casas de armas, assalto a casas de munição, assalto a casa do então governador Ademar de Barros e vários outros tipos de crime conforme confessou o ex-marido da Dilma, roubo de cargas porque achavam isso romântico e tantos outros, ou acha que, os militares deviam ter deixado esse tipo de gente fazer todas essas bandidagens e ter transformado o Brasil numa Cuba sem serem combatidos. Viu, o governo militar foi necessário para que o Brasil não virasse uma ditadura igual Cuba, era isso que a Dilma Rousseff, José Dirceu, José Genoino e os seus parceiros guerrilheiros queriam implantar no Brasil em 1964, inclusive Fidel Castro e a antiga União Soviética estavam por trás dos guerrilheiros apoiando para tentarem implantar o comunismo no Brasil, viu, até Hugo Chavez se vangloriava dos maus feitos da Dilma Rousseff: Observou a diferença entre os ex – guerrilheiros, tem os que reconhecem que estavam fazendo errado e isso era ruim para o Brasil e há os que não reconhecem que estavam fazendo errado e para tentar esconder os erros que cometeram contra o Brasil mentem que estavam lutando pela democracia e contra a ditadura, depois disso tudo adianta mais mentir?

    — acho interessante traduzir para o idioma português para poder esclarecer melhor os pobres que o satanás Fidel Castro

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  9. Comentado por:

    Carmelito Smiguel

    HUGO CHAVES SEGUIU AS ORIENTAÇÕES DO SATANAS E LEVO A VENEZUELA AO CAOS, VEJA:

    — Viu porque o comunismo é do satanás. Conforme a tradição comunista assim como Fidel castro, Hugo Chavez fez o mesmo, mentiu e engano o povo, veja:

    — Essa é incrível, veja:

    — Viu lula disse que o povo Venezuelano teve conquistas extraordinárias e Hugo chaves podia contar com o apoio do PT e de cada militante de esquerda, Hummm então vamos ver as conquistas, que o Lula disse que ele, o PT e os militantes de esquerda apoiam, veja:







    — Com a morte do bandido comunista Hugo Chavez, Lula apoio o comunista Nicolas Maduro:

    — veja o caos em que o Lula ajudou meter o povo da Venezuela:











    —-



    —-



    — Com este vídeo a seguir, você vai entender melhor tudo o que vimos acontecer com Cuba e a Venezuela, veja:

    — Hugo Chavez e Nícolas Maduro, seguiram a carta de recomendações do satanás Fidel Castro QUE ESTA LÁ NO PRIMEIRO VÍDEO, além de tudo o que foi dito referente a corrupção feita por Hugo Chavez e sua família, também o caos que o governo de Hugo Chavez e Nicolas Maduro colocaram o povo venezuelano, inflação de mais de 50% chegando a faltar de tudo que é tipo de produto nos mercados, inclusive papel higiênico e até alimentos esta faltando e com isso fazendo com que os nossos irmãos venezuelanos passem fome e miséria, além disso, como reclama o povo, o governo contrata milícias para provocar brigas e ódio, a policia nacional comunista do governo Hugo Chavez e Nicolas Maduro atira bomba de gás lacrimogêneo, usa spray de pimenta, bate, atira e mata manifestantes que se opõe a esse governo que os faz passar fome, miséria e opressão, governo satânico pondo em pratica a doutrina de roubar, matar e destruir. Para imaginar (imaginar) o que passam os cubanos e venezuelanos por falta de alimentação e tantas outras dificuldades, veja este primeiro vídeo.

    —-

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  10. Comentado por:

    Carmelito Smiguel

    SE VOCÊ É CRISTÃO, VOCÊ É UM TRABALHADOR, PRINCIPALMENTE O CONTEUDO ESCRITO DESSE VÍDEO É O MINIMO QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA NÃO SER FEITO DE IDIOTA PELOS COMUNISTAS, VEJA:

    — Agora veja os próximos vídeos com o resultado real na pratica, para você ver o que Fidel Castro, Raul Castro, Hugo Chaves, Nicolas Maduro, Lula e Dilma querem implantar no Brasil.
    Aqui mostra a realidade, a miséria que passa essa nação por causa de um homem que enganou o seu povo, não deixa o povo votar, implantou a ditadura e mata quem não obedece as suas ordens, veja como vivi quem calou para não ser cruelmente assassinado por ele:





    —-








    Além da miséria veja a terrível opressão que vive o povo cubano pelos ditadores Fidel Castro e Raul Castro e a policia da força nacional revolucionaria cubana criada pelo ditador Fidel Castro, incrível:





    —-

    https://www.youtube.com/watch?v=QBfC2OXAteg




    fugindo de Cuba a nado:

    — Balseiros fugindo de Cuba:

    —- Balseiros que são pegos fugindo, vão para a terrível prisão de Guantánamo, veja:



    — Luxurias de Fidel Castro:

    — O povo cubano tem que viver na miséria e na opressão, já os amigos de Fidel e Raul Castro podem ser milionários, veja:



    Essas poucas linhas e esses vídeos, com certeza mostraram cenas muito fortes que você ainda não tinha observado DESTA FORMA e vão fazer você entender o real valor e importância do seu voto e da democracia para melhorar a sua vida, de sua família e de todos. Devido aos militares terem assumido o poder e matado um alguns comunistas bandidos e prendido outros, hoje no Brasil não precisamos passar por isso, podemos votar e escolher os candidatos que queremos que governe nosso país e se não tivemos contentes na próxima eleição é só eleger outros, em Cuba não é assim embora o povo esteja vivendo na miséria e o satanás Fidel Castro na luxuria o povo não consegue muda-lo, seu irmão testa de ferro ocupa o cargo e ele governa. Viu, o caos e horror que é as condições de vida do povo cubano, muito pior do que nas favelas do Brasil, onde todo mundo tem liberdade e pode ter celular, internet em casa, roupas melhores e se alimentar melhor que o povo cubano. Sabe qual foi á arma que o ditador comunista Fidel Castro usou para chegar ao poder e fazer essas coisas horríveis contra seu próprio povo, a arma dele foi á mentira, escondeu do povo que, queria implantar o comunismo, veja:

    – Como sempre o comunismo vive da mentira, o dia que os comunistas não mentirem ou, o povo não acreditar mais nas mentiras deles, o comunismo acaba. Viu como é o paraíso comunista que os comunistas falam tanto, é por isso que os comunistas sempre tentam implantar ditadura, para esconder o caos que é o comunismo, tirar a liberdade para escondem á verdade, assim como é na ditadura cubana.

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  11. Comentado por:

    Carmelito Smiguel

    Aqui mostra a realidade, a miséria que passa essa nação por causa de um homem que enganou o seu povo, não deixa o povo votar, implantou a ditadura e mata quem não obedece as suas ordens, veja como vivi quem calou para não ser cruelmente assassinado por ele:





    —-








    Além da miséria veja a terrível opressão que vive o povo cubano pelos ditadores Fidel Castro e Raul Castro e a policia da força nacional revolucionaria cubana criada pelo ditador Fidel Castro, incrível:





    —-

    https://www.youtube.com/watch?v=QBfC2OXAteg




    fugindo de Cuba a nado:

    — Balseiros fugindo de Cuba:

    —- Balseiros que são pegos fugindo, vão para a terrível prisão de Guantánamo, veja:



    — Luxurias de Fidel Castro:

    — O povo cubano tem que viver na miséria e na opressão, já os amigos de Fidel e Raul Castro podem ser milionários, veja:



    Essas poucas linhas e esses vídeos, com certeza mostraram cenas muito fortes que você ainda não tinha observado DESTA FORMA e vão fazer você entender o real valor e importância do seu voto e da democracia para melhorar a sua vida, de sua família e de todos. Devido aos militares terem assumido o poder e matado um alguns comunistas bandidos e prendido outros, hoje no Brasil não precisamos passar por isso, podemos votar e escolher os candidatos que queremos que governe nosso país e se não tivemos contentes na próxima eleição é só eleger outros, em Cuba não é assim embora o povo esteja vivendo na miséria e o satanás Fidel Castro na luxuria o povo não consegue muda-lo, seu irmão testa de ferro ocupa o cargo e ele governa. Viu, o caos e horror que é as condições de vida do povo cubano, muito pior do que nas favelas do Brasil, onde todo mundo tem liberdade e pode ter celular, internet em casa, roupas melhores e se alimentar melhor que o povo cubano. Sabe qual foi á arma que o ditador comunista Fidel Castro usou para chegar ao poder e fazer essas coisas horríveis contra seu próprio povo, a arma dele foi á mentira, escondeu do povo que, queria implantar o comunismo, veja:

    – Como sempre o comunismo vive da mentira, o dia que os comunistas não mentirem ou, o povo não acreditar mais nas mentiras deles, o comunismo acaba. Viu como é o paraíso comunista que os comunistas falam tanto, é por isso que os comunistas sempre tentam implantar ditadura, para esconder o caos que é o comunismo, tirar a liberdade para escondem á verdade, assim como é na ditadura cubana.

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  12. Comentado por:

    Carmelito Smiguel

    Aos 3:55 segundos desta carta do Fidel Castro, explica bem o interesse do comunismo mundial que a policia brasileira seja desmilitarizar. A arma do satanás é a mentira, veja:

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  13. Comentado por:

    Carmelito Smiguel

    Veja entre os minutos fica 6: 12 ate 9:11 o que o Pablo Escobar ( um dos maiores traficantes do mundo dizia do Fidel Castro

    Neste outro lingue veja entre 21:52 a 23:23 minutos qual era a ligação do Pablo Escobar com o marxismo. Isso já lá em 1972.

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  14. Comentado por:

    Felipe Vieira

    Minha única discordância é quanto a OAB, de indispensável à sociedade ela não tem NADA, pois não passa de garantia de reserva de mercado e limite mínimo de preço de serviço de advogado.

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  15. Comentado por:

    Cil

    Descobri seu texto hoje, já que por obrigação de ofício, sou obrigada a conviver com esquerdóides que insistem com essa conversa pra boi dormir de desmilitarização das policiais… das duas. Para eles, polícia não é solução para lidar com “os pretos e pobres”, como se as pessoas de minha raça fossem criminosos em potencial.
    O que revolta é que elles v em com esse discursinho, mas não dizem EXATAMENTE o que seria essa polícia desmilitarizada que “defenderia o cidadão”. Na minha cabeça, só me lembro de um Robocop educado, pedindo gentilmente ao criminosos para se comportarem (não lembro se 2 ou 3).

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  16. Comentado por:

    Franco

    A situação é feia, o PT certamente irá utilizar o caos atual para ter todo controle das polícias, o Brasil de fato aos poucos está se tornando uma Venezuela. Existe uma força muito forte que são os “movimentos sociais” essa gente recebe dinheiro do governo, boa parte dos eventos culturais brasileiras estão sendo financiados pelo governo e indiretamente estão doutrinando praticamente todos artistas brasileiros que já tendem para a esquerda. O futuro é bizarro.

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  17. Comentado por:

    José antonio da rocha victoriano

    Sou contra a desmilitarização,qu piem perde e opovo.se dependermos desses politicos o Brasil vai de mal a pior.Os bandidos têm mais direitos do que qualquer cidadão ,e o povo sofre com a má formação de alguns policiais não vamos generaliza.A policia militar e a mais antiga e as pessoas mal informadas acabam indo contra a instituição e esse não e o caminho.Vamos mudar essa idéia,a policia militar ela e muito util para sociedade têm que ser respeitada .Sem ela nós estamos ferrados:Os coronéis e os oficiais têm que impor respeito e cobrar diguinamente dos seus subordinados,mais tem que se da o respeito parain ser respeitado diguinamente.

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  18. Comentado por:

    Elias Balieiro

    Resumidamente
    O problema do caos social brasileiro são as más administrações dos poderes executivos (federal, estadual e municipal), pois boas leis temos, contudo não são executadas.
    São quatro fatores que adoecem nosso país:
    1- A falta de boa educação-Com baixa escolaridade e consequentemente mão de obra não qualificada, dificilmente consegue-se um emprego. 85% dos presidiários são analfabetos (ninguém quer um funcionário analfabeto).
    2- Má distribuição de renda- Fica difícil de sobreviver com um salário mínimo de 700 reais, embora nada justifique o crime. 99% dos presidiários são pobres (os grandes empresários tem que abdicar um pouco de seus lucros).
    3- Tráfico de Drogas- 80% dos presidiários foram presos por crimes relacionados direto ou indiretamente por narcotráfico.
    4- A corrupção histórico cultural do nosso povo- Se as verbas não fossem desviadas as leis seriam executadas e os problemas morreriam na raiz;
    Por fim, o problema não esta na polícia, que é o marisco entre o mar e a rocha, e sim no poder executivo (os políticos) que se eximem de culpa por todo o descontrole de nossa sociedade.
    GERAÇÃO DE EMPREGO, EDUCAÇÃO E COMBATE AO NARCOTRÁFICO- Esse é o escopo de um bom governo.

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  19. Comentado por:

    Alvandira Alves

    Por onde anda o gigante que despertou? Adormeceu de novo? O povo brasileiro precisa sair da inércia e ir a luta, antes que seja tarde de mais… se é que ainda há tempo.

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  20. Comentado por:

    @MauroVS

    Sim, a desmilitarização da polícia origina na ONU, ao meu ver a estupidez é maior que parece. É daquelas idéias de neutralidade do quebra-quebra. Neutralidade está na modinha, coisa fofa.
    Recentemente polemizaram o equipamento da polícia de Ferguson, MI, USA, segundo a teoria anã, coisa desproporcional contra o povo oprimido se utilizando de conflito assimétrico com rojões, coqueteis molotov, se protegendo com folhas de compensado e capacetes de moto.
    Não querem a polícia muito equipada e nem tanto semi nua.
    Querem uma polícia mais galinha, mais saco de pancada.

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  21. Comentado por:

    @MauroVS

    Desmilitarizar para quê.
    Pelo que tenho visto a tropa de choque anti distúrbio nem aprende mais as táticas romanas de confronto. Formação em tartaruga, avanço em cunha.
    Pois é, quando era moço, mais bonitão, aprendi essas coisas romanas no meu querido EB. O que aconteceu ao longo do tempo foi que foram inovando para o esquisito até o horroroso.
    Se eu pusesse o fucinho da arma para baixo ou para o lado era um tapão no capacete, atualmente preferem incidente de tiro no mais próximo.
    Está tudo mais moderninho.

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  22. Comentado por:

    Marcos Freitas Cabral

    Temos que nos interar sobre o assunto, que no mínimo é preoculpante!!!!!

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  23. Comentado por:

    Luana – Rio de Janeiro

    E obvio, claro e evidente o que o Governo (PT) quer com isso, centralizar todo o poder militar nas mãos de políticos.
    Eles nao conseguem tomar conta nem de seus municípios, estados e a própria Nação, querem tomar conta de um poder desta magnitude? E ainda existem militares que concordam com isto, ser exonerados a qualquer momento porque o Senador Fulano não foi com a tua cara?!
    Senhores, com tanta coisa a ser feita, vão fazer algo que preste!
    (Desculpem os erros de acentuação, meu teclado esta com defeito)

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  24. Comentado por:

    areobaldo teruel

    Sempre que vejo os noticiarios policiais, na Band e Record, as tardes, vejo sempre uma leve tendencia a aceitar a policia como muito violenta.- Vejo 63 mil mortes por assassinatos ao ano noBrasil…a maioria por menores….a mando de maiores.- Lembro o caso daquele menor preso pelo povo com cadeado de bicicleta.- Dois dias depois, foi preso novamente, e gritou sou “dimenor”, aquele da bicicleta, então não rele a mão em mim…..Coitada da policia…por isso sou a favor da justiça do povo, com as propias mão, ja que fomos todos proibidos de ter arma em casa pelo Governo, mesmo as estatistica gritando que 63% éra contra o desamamento…….Então se conclui, que o Governo queria éra desarmar a população, e agora quer demilitar a policia…..naturalmente deve haver algo por traz dessas intenções….e sigo a premissa, bandido bom é bom bandido morto…..aqui em minha casa de aposentado, com 35 anos de contribuição pagas ao INPS, não se come carne 3 vezes por semana como nos presidios, não tem regalias de ficar na vida boa, que nem precisa de liberdade….praque??? La tem de tudo….inclusive sexo….salarios para familia dele aqui fora….e ainda querem falar mal da policia……

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  25. Comentado por:

    Cimento Duro

    Isso é estratégia GRANSCIANA E REVOLUCIONÁRIA.
    E infelizmente tem muito candidato defendendo essa atrocidade Brasil afora…

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  26. Comentado por:

    PAULO

    Os esquerdistas podem até tentar, mas que preparem-se pra luta!!!!

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  27. Comentado por:

    Marília Menegassi Velloso

    Muito bom o texto. Limpo. Claro.Direto. Vai ser um prazer seguir o blog.
    Importante ter cidadãos ou cidadãs que não tenham receio de expressar suas ideias e enfrentam o contraditório sem medo do debate ou de pressões dos que hoje estão no comando desse País que está a crescer como rabo de cavalo nas áreas da educação, segurança e saúde.
    Parabéns e espero que de forma democrática possamos ainda esse ano fazer as devidas mudanças de qualidade.

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  28. Comentado por:

    miranda

    O problema do Brasil não é termos uma polícia militar, e sim, a falta de compromisso dos nossos legisladores em aprovar reformas políticas, como por exemplo abaixar a carga tributária, reformar o código penal, processual penal, civil, o sistema prisional, o ECA, enfim, a solução do nosso País está ligado na implementação de políticas públicas voltada a criação de leis mais rígidas, o meliante não tem medo da justiça, faz o quer arraigado na certeza da impunidade. esse discurso que a desmilitarização da polícia é a solução para todos os males, conforme prega a PEC 51, é uma falácia, militar ou não, a policia continuará enxugando gelo. o que precisamos é de mudança urgente em nossas leis.

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  29. Comentado por:

    Gilberto

    As instituições militares são as poucas reservas moral ainda restantes nesse país. Mudança vindo da esquerda pode saber que acaba e funk e BBB.

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  30. Comentado por:

    ariovaldo saul

    podem até acabar com a PM, agora seguir ordens do PT, e em caso de revolta militar, combater contra o exercito, nunca, eu nunca iria combater contra o certo, para beneficiar o duvidoso, eu quero mais é que o PT se lasque sozinho

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  31. Comentado por:

    JOEL CARVALHO

    O pior é que as praças das PMs que compõem a maioria das PMs, infelizmente e com toda razão revoltados pelo trato arbitrário que recebem dos oficiais na maioria esmagadora das PMs, vêem a desmilitarização das PMs como sua libertação. Um terrível engano.

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  32. Comentado por:

    Povo Tenso

    Ainda bem que parei a minha noite pra ler esse texto, eu não tinha percebido a pegadinha do PT com a desmilitarização.

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  33. Comentado por:

    Miguel

    Em uma República Federativa de Verdade, com autonomia nos Municípios e Estados, estes iriam decidir e adotar o sistema mais conveniente para as suas localidades!

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  34. Comentado por:

    marcos antonio borges da silva

    até que enfim alguém falou a verdade sobre o policial militar……..

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  35. Comentado por:

    Emmannuel

    É golpe ….
    De fato, não de hoje os governos estão tentando acabar com as polícias militares; no entanto, nada se compara à Força Nacional que, só os cegos não percebem, se transformará, em breve, no braço armado dos governos petistas.
    É preciso acabar com isso, e bem rápido, porque o desastre cada vez mais nos aproxima de uma grande Venezuela!

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  36. Comentado por:

    danilo rodrigues

    Dizer que a ideia de desmilitarizar a policia vem do filme tropa de elite é subestimar a inteligência do leitor, basta olhar no mundo quantos países tem uma policia militar, para ver como nos estamos há décadas estagnados no tempo, ter duas policias independentes é não só um absurdo como um incentivo a ineficiência da policia no Brasil e consequentemente sua falta de credibilidade….
    Com relação a inversão de valores que este pais enfrenta o texto é extremamente feliz, e só faltou ser dito claramente a verdade, que é que a politica deste pais foi totalmente dominado por criminosos, e o crime organizado tem vários integrantes eleitos em todas as esferas politicas(um exemplo gritante é o vereador NEY SANTOS, eleito presidente da câmara de Embu das artes), uma vez que tem grande influência sobre as comunidades que controlam, é visto por políticos como uma fonte de renda para campanhas e um aliado, isso mesmo!, temos um governo que negocia com o crime ao invés de combate-lo, e essas negociações resultam em todas essas regalias que os criminosos recebem em nosso pais…
    Felipe Moura Brasil comenta:
    Ninguém disse que a ideia da desmilitarização veio do filme, apenas que ele a lançou de forma publicitária. O filme, obviamente, propagandeou uma ideia pré-existente.

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  37. Comentado por:

    EDUARDO NUNES

    IGNORANTES OS QUE DIZEM QUE SÓ EXISTE POLÍCIA MILITAR NO BRASIL. A MAIORIA DAS POLÍCIAS DOS PAÍSES DESENVOLVIDOS SÃO MILITARIZADAS. BASTA VER QUE TODAS USAM UNIFORMES, TÊM UMA HIERARQUIA E UMA DISCIPLINA ALÉM DE GRADUAÇÕES FUNCIONAIS DE ASCENSÃO NA CARREIRA. EXEMPLOS: CHILE, ITÁLIA, FRANÇA, EUA, ESPANHA, PORTUGAL, VATICANO, SUIÇA, ALEMANHA, JAPÃO, RUSSIA, ETC. A ÚNICA DIFERENÇA DESSAS POLÍCIAS MILITARES E A NOSSA É QUE AQUI A PM NÃO REALIZA O CICLO COMPLETO DE POLÍCIA. AS PM NO BRASIL SÃO TÃO EFICIENTES QUE OS PRESÍDIOS ESTÃO SUPERLOTADOS E O GOVERNO PTISTA FAZ LEIS PARA LIBERTAR OS CRIMINOSOS COMUNS E DE SEU PARTIDO. QUANTO A POLÍCIA CIVIL TÃO IDOLATRADA PELA ESQUERDA BRASILEIRA, NÃO SOLUCIONA NEM 1% DOS CRIMES DE HOMICÍDIOS NO PAÍS E OS QUE SOLUCIONA, FOI O PM QUE PRENDEU EM FLAGRANTE OU COLHEU DADOS SOBRE O AUTOR NO LOCAL DO CRIME. PARABÉNS PELA MATÉRIA!!!

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  38. Comentado por:

    Cristina

    Concordo plenamente com o ponto de vista do autor. A única coisa em que esse governo mentiroso não pensa é o bem estar do povo. Por isso não mede “e$forço$” e mais “e$forço$” para que a imprensa e mercenários “intelectuais”, muito bem pagos, divulguem como necessária a medida que deixará o cidadão ainda mais refém dos bandidos…empossados. É necessário, sim, melhorar o padrão de trabalho das polícias, mas nem de longe isso significa desmantelar a única instituição que socorre a população quando tudo o mais, inclusive o Judiciário, está falido. Ninguém sabe que, quando a polícia não está, o número de ocorrências de roubo, estupro, homicídio, tráfico e outros crimes aumenta muito e o povo fica sem nenhuma defesa, já que está desarmado pelo governo? E o que vai acontecer se a pretendida polícia “da Dilma”, isto é, dominada pelo governo federal, resolver entrar em greve? E o pior: o que é que o cidadão de bem poderá fazer quando o governo der ordem para a polícia impedir ao cidadão de bem de usufruir dos bens que ele trabalhou para conseguir?

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  39. Comentado por:

    Cristina

    E o pior: o que é que o cidadão de bem poderá fazer quando o governo der ordem para a polícia impedir o cidadão de bem de usufruir dos bens que ele trabalhou honestamente para conseguir?

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  40. Comentado por:

    Solivan

    O que eles querem é realmente atender as demandas da ONU na agenda global, na implantação da nova ordem mundial. No início aquela polícia toda frágil usando armas não letais, sendo liderada pelo poder político(PT), dessa forma as pessoas não seriam contra a desmilitarização, mas depois de uma certa estabilidade e de conseguirem o tal feito(desmilitarização), vocês veriam a mais bem equipada polícia da face da terra, contra qualquer ideia contrária as do governo. Simples assim, bye bye…

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  41. Comentado por:

    Jose Gomes Ruiz

    Felipe, peço-lhe que se possível, consulte o canal 20 da NET de ainda hoje e colha as palavras do Sr. Sidnei – Empresário da ULTRAFARMA- que terá o prazer de ouvir as palavras do mesmo; contra a pessoa que ao tomar posse; escorrega na “casca de banana” que havia comido a horas atrás e não tinha onde jogar!

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  42. Comentado por:

    eduardo h fonseca

    Este artigo deveria ser materia de estudo p/ todos os policiais. Parabens!

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  43. Comentado por:

    Fabio Reis

    É tudo o q o PT quer p q o Brasil Esteja de Joelhos.
    Ou Seja , implodindo a democracia pelas proprias leis e pelo toma la da ca no Legislativo.
    Depois disso , é so mudar a lei p permitir matar sem do , sem motivos e ai viramos outra CUBA ou Venezuela.
    A q ponto chegamos !!!!
    A Lava Jato tem q trazer a tona , rapido , os verdadeiros atores do Petrolao e assim acabar com essa Sujeira no Pais.

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  44. Comentado por:

    Roni

    Os “genios” que falam em desmilitarizaçao das PMs, não sabem o que é hierarquia e disciplina e sua importancia no bom funcionamento de uma instituiçao. alegam que temos que nos igualar a outras policias no mundo. pois bem , saibam que todas as policias do mundo sao militares, inclusive a do canadá, que segundo a onu é a melhor policia do mundo(https://www.google.com.br/search?q=canadian+police+militaire+pics&espv=2&biw=1920&bih=979&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=TsEaVaHGEYeeyATx0oHQCw&ved=0CB8QsAQ)

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  45. Comentado por:

    Joao

    a policia hoje ja é comandada por políticos nunca foi pelas forças armadas tanto é que os cargos de comando é indicação politica os partidos ja estão no comando veja em manifestações as policias obedecem cegamente o governo o militarismo só é bom para os oficiais os praças que sofrem com seus abusos desejam muito a desmilitarização,vou lhe dar um exemplo pelo simples fato de um praça responder a um oficial que não ficaria depois da hora ficou preso por 15 dias imagina se recusar a cumprir ordem do governador

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  46. Comentado por:

    lucas marques

    Sou policial militar a 05 anos,estudante de direito e servi no Estado de Minas Gerais. Por mais pouco tempo de serviço que eu tenha, já sinto a cansaço de carregar uma farda. Sagrada farda alias. A instituição a que pertenço está longe de ser perfeita.Contudo, é uma grande instituição, que preserva valores e princípios, composta por homens e mulheres dispostos a se sacrificar em nome de um ideal chamado Paz Social. E para isso, sobem morros onde ninguém nem deveria morar. Prendem pessoas que a maioria evita até mesmo de lhe olhar. Pessoas violentas, que matam, estupram, queimam vivo seus pares, esfaqueiam seu companheiro, roubam o próximo, destroem aquilo que o outro levou anos para construir.No final das contas , somos taxados como um “mal necessário”. Mal?. Cometer erros é um desafio para toda e qualquer instituição. Qual nesse país não comete?. Qual orgão não possui em suas fileiras a banda pobre da maçã?. Todos, todos e todos. O que há de errado então com a PM?. Simples e óbvio. O combate ao crime. Já reparam que policial bom , camarada , gente fina, é justamente aquele que fecha os olhos para o ilícito?. Não se importa com seu documento irregular do veiculo, com os “usuários” das esquinas, com a sua falta do uso de cinto de segurança, o transporte irregular,…. e tudo mais. Logo somos visto como o mal que combate o mal. Correção,o mal que combate o pobre menino da periferia, o negro, o menos favorecido, o miserável e incauto da roça , o cidadão de bem ( policia para quem precisa de polícia ). No fim, aqueles que deveriam ser de fato reprimidos pela sociedade, estão gozando de vastos privilégios do direito penal e dos direitos humanos. E quando digo reprimidos pela sociedade, não vão imaginando cadeias superlotas, castigos físicos, tortura, morte, choque elétrico e etc. Quando digo repressão, começo pela moral. Sim , moral. O criminoso deve ser visto como criminoso. Sua pena deve ser cumprida integralmente em uma cela individual, deve trabalhar para se manter e custear sua estadia na prisão, deve receber orientação pedagógica, psicológica, e até mesmo religiosa. Contudo, deve sentir o temor e o peso da lei.Sem essa de visita íntima,saidinha temporária, indultos, regime aberto e semi aberto, e direito a rebeliões amplamente defendida pela mídia esquerdista.Por que na atualidade, o crime no Brasil não so compensa como também é cultuado.

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  47. Comentado por:

    ALEX GUERSON GONCALVES

    Você acha realmente que a orientação política já não investou as fileiras militares, federais e estaduais?
    A perspectiva pressupõe que o Exército tem autonomia, por ter uma cultura militar, frente as interferências e imposições politicas, se isso fosse verdade a Governo Venezualeno estaria lutando contra um exército regular independente e não usado esta força armada como meio de repressão da população civil.
    Ora meu caro, não sei tudo, mas posso trazer para discussão que a esquerda, sob a doutrina de Gramsci, primeiro incute a ideologia esquerdista para depois dominar outros campos e esta dominação ocorre nas fileiras militares através de venda de cargos e promoções técnica largamente conhecida e empregada pelo PT. A ideologia da esquerda não enfranquece o poder militar constituido, ela o seduz e isso se faz com venda de indulgências. Este cenário só é possivel num modelo extratificado com a meritocracia não é premiada.
    Quem indica generais é a presidente da república, você acha que ela indica pela sua capacidade profissional ou pelo seu aliamento político.
    O que se propõe é uma policia civil de interesses da sociedade, a PEC 51 não representa este modelo, não sei, mas rompe com este modelo arcaico e falido.
    As cúpulas policiais hoje só buscam poder e indulgências, pouco se preocupam com a eficiência dos órgãos que dirigem.
    Pode ser que o interesse do PT com a PEC 51 seja a centralização do poder, porque hoje as policiais estaduais estão aparelhadas pelos governadores, que nem sempre são da situação, mas é um caminho para reforma da segurança pública.
    Felipe Moura Brasil comenta:
    O caminho do PT nunca é caminho de segurança alguma.

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  48. Comentado por:

    Marcelo Gomes Manoel

    Prezado Felipe: Sou militar da reserva e faço parte de um grupo de gestores e possuímos um Blog: http://www.gestoresdobem.com.br, onde tenho artigo publicado sobre a desmilitarização das polícias militares, sua leitura seria muito importante. Quanto ao seu artigo, quero parabenizá-lo pela coragem e coerência. Vamos, sempre, continuar acompanhando seus importantes artigos, pois têm o mesmo objeto que os nossos, melhorar a qualidade de vida do cidadão brasileiro. sempre à disposição!

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  49. Comentado por:

    luiz

    boa noite Flipe Moura e leitores.façam de gentileza de espalharem o máximo estes postes e videos.para os Brasileiros tomarem conhecimento.excelente,já tinha escutado na rádio vox.seria muito melhor se enviar todos estes documentos para as quatro forças militares,e sejam divulgadas para todos os militares.tudo que é nocivo paro o Brasil temos que noticiar e espalhar igual a rastro de pólvora.fora todos os quadrilheiros do poder.

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