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Felipe Moura Brasil

Análises irreverentes dos fatos essenciais de política e cultura no Brasil e no resto do mundo, com base na regra de Lima Barreto: "Troça e simplesmente troça, para que tudo caia pelo ridículo".

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Felipe Moura Brasil estreou este blog em 2013, após dez anos como cronista na internet. Idealizou e organizou o best seller de Olavo de Carvalho, "O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota". Autor da Editora Record, trabalha em dois livros previstos para 2016.

Faça a sua parte: estude

Por: Felipe Moura Brasil

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“Os participantes de um movimento político normalmente ignoram seu fim, seu motivo e sua origem.” (Nicolás Gómez Dávila)
 
Se os brasileiros que aderem aos atuais movimentos feministas, abortistas, gayzistas, racialistas, liberacionistas e ambientalistas estudassem ao menos um pouquinho a história e a unidade por trás de suas manifestações esquerdistas isoladas, talvez um ou dois (não, você aí da Mobilização em Ambientes Virtuais, criada pelo PT, não: você não tem salvação) pensassem duas vezes antes de continuarem sendo usados como massa de manobra revolucionária.
 
Depois de ler o resumo educativo de Linda Kimball, que reproduzo no item II, tive de sacar esta minha listinha – que segue no item I – e, também, o artigo do item III, presente no nosso best seller “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota“, para que deixem (ou não) de ignorar o fim, o motivo e a origem daquilo em que estão se metendo.
 
Em consideração aos preguiçosos, destaquei em negrito os trechos principais dos artigos.
 
[Vale a pena assistir também ao debate sobre direita e esquerda entre Bolívar Lamounier, Luiz Felipe Pondé e Reinaldo Azevedo na Globonews: parte 1 e parte 2.]
 
Preparados? Ótimo.
 
I.
 
Revolucionários de ontem e de hoje, de variadas vertentes, na luta por algo que ainda não sabem o que é (e ainda tem bocó que vai atrás):
 
“[Os estudantes revolucionários querem] uma forma de organização social radicalmente nova, da qual não sabem dizer, hoje, se é realizável ou não.”
(Daniel Cohn-Bendit, Paris – 1968)
 
“Ainda não sabemos que tipo de socialismo queremos.”
(Lula, América Libre – 2010)
 
“[O socialismo petista] é um processo de sucessivas conquistas econômicas, sociais, políticas e culturais que abrem caminho para novas conquistas. É um caminho que se renova e se amplia à medida que o percorremos. Pode contemplar momentos de rupturas, mas se faz também no dia-a-dia. Não descuida do presente, mas tem seus olhos postos no futuro. Mas esse futuro não é um porto de chegada ou uma fortaleza a ser conquistada. É antes uma construção histórica.”
(Resoluções do 3º Congresso do PT – 2007, p. 15)
 
“Só sabe construir o futuro quem está construindo o presente e quem tem novas ideias para seguir adiante… Essa é uma união da esperança de que é possível sempre fazer e avançar mais. Para essa concepção que nos une cada conquista é apenas um começo. E ela nasceu também da convicção de que é necessário continuar mudando o Brasil.”
(Dilma Rousseff, em evento do PCdoB – Partido Comunista do Brasil, em que celebrou a aliança com os comunistas brasileiros. Mais detalhes adiante.)
 
“Os exemplos da aguerrida Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Natal são também prelúdios de um novo tempo, o tempo de rua. Que venham as lutas, que venham as ruas, que venha um futuro diferente. A rua é nossa!”
(Integrante paraense do PSOL, vestindo uma camisa de Lenin – 2013 – Youtube)
 
“A lógica egoísta e destrutiva da produção, condicionada exclusivamente ao lucro, ameaça a existência de qualquer forma de vida. Assim, a defesa do socialismo com liberdade e democracia [sic] deve ser encarada como uma perspectiva estratégica e de princípios. Não podemos prever as condições e circunstâncias que efetivarão uma ruptura sistêmica.”
(Programa oficial do PSOL, item 1: ‘Socialismo com democracia, como princípio estratégico na superação da ordem capitalista’)
 
“Estamos lutando por algo que ainda não sabemos o que é, mas que pode ser o início de algo muito grande que pode acontecer mais para frente.”
(Integrante do movimento Black Bloc em entrevista à BBC Brasil – 2013)
 
“Por enquanto, a única alternativa concreta é somente uma negação.”
(Herbert Marcuse)
 
“Precisamos odiar. O ódio é a base do comunismo. As crianças devem ser ensinadas a odiar seus pais se eles não são comunistas.”
(V. I. Lenin)
 
A explicação:
 
“Karl Marx já opinava que era inútil tentar descrever como seria o socialismo, já que este iria se definindo a si mesmo no curso da ação anticapitalista. (…) Nessas condições, é óbvio que duzentos milhões de cadáveres, a miséria e os sofrimentos sem fim criados pelos regimes revolucionários não constituem objeção válida. O revolucionário faz a sua parte: destrói. Substituir o destruído por algo de melhor não é incumbência dele, mas da própria realidade. Se a realidade não chega a cumpri-la, isso só prova que ela ainda é má e merece ser destruída um pouco mais.”
(Olavo de Carvalho, ‘A promessa autoadiável‘, Diário do Comércio, 30 de agosto de 2010)
 
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Na foto, a presidente Dilma Rousseff no evento do PCdoB (o C, repito, é de Comunista mesmo), entre cartazes laudatórios de Marx e Lenin. Eis mais algumas frases singelas dos dois:
 
“Somos favoráveis ao terrorismo organizado – isto deve ser admitido francamente.”
(Lenin)
 
“A principal missão dos outros povos (exceto os alemães, os húngaros e os poloneses) é perecer no Holocausto revolucionário… Esse lixo étnico continuará sendo, até o seu completo extermínio ou desnacionalização, o mais fanático portador da contrarrevolução.”
(Karl Marx)
 
“As classes e raças, demasiado fracas para dominar as novas condições de vida, devem sucumbir.”
(Karl Marx)
 
“Não temos compaixão e não lhe pedimos compaixão alguma. Quando chegar a nossa vez, não inventaremos pretextos para o terror.”
(Karl Marx)
 
II.
 
Gramsci
Marxismo cultural
 
Escrito por Linda Kimball
 
A verdade vos libertará.
João 8:32
 
Os americanos subscrevem atualmente a duas más-concepções; a primeira é a ideia de que o comunismo deixou de ser uma ameaça quando a União Soviética implodiu; a segunda é a crença de que a Nova Esquerda dos anos sessenta entrou em colapso e desapareceu também. “Os Anos Sessenta Estão Mortos,” escreveu George Will (“Slamming the Doors,” Newsweek, Mar. 25, 1991).
 
Uma vez que, como um movimento político, a Nova Esquerda não tinha coesão, ela desmoronou-se; no entanto, seus revolucionários reorganizaram-se e formaram uma multitude de grupos dedicados a um só tópico. É devido a isto que hoje temos as feministas radicais, os extremistas dos movimentos negros, os ativistas “pela paz”, os grupos dedicados aos “direitos” dos animais, os ambientalistas radicais, e os ativistas homossexuais.
 
Todos estes grupos perseguem a sua parte da agenda radical através duma complexa rede de organizações tais como a “Gay Straight Lesbian Educators Network” (GSLEN), a “American Civil Liberties Union” (ACLU), “People for the American Way”, “United for Peace and Justice”, “Planned Parenthood”, “Sexuality Information and Education Council of the United States” (SIECUS), e a “Code Pink for Peace”.
 
Tanto o comunismo como a Nova Esquerda encontram-se vivos e de boa saúde aqui na América, preferindo usar palavras de código tais como: tolerância, justiça social, justiça econômica, paz, direitos reprodutivos, educação sexual e sexo seguro, escolas seguras, inclusão, diversidade e sensibilidade. Tudo junto, isto é marxismo cultural mascarado de multiculturalismo.
 
O nascimento do multiculturalismo
Antecipando a tempestade revolucionária que iria batizar o mundo num inferno de terror vermelho, levando ao nascimento da terra prometida de justiça social e igualdade proletária, Frederich Engels escreveu

 
Todas as (…) grandes e pequenas nacionalidades estão destinadas a desaparecer (…) na tempestade revolucionária mundial (…). (Uma guerra global) limpará todas (…) as nações, até os seus nomes. A próxima guerra mundial resultará no desaparecimento da face da Terra não só das classes reacionárias (…) mas (…) também dos povos reaccionários.
(“The Magyar Struggle”, Neue Rheinische Zeitung, Jan. 13, 1849)

 
Quando a Primeira Grande Guerra terminou, os socialistas perceberam que algo não havia corrido bem, uma vez que os proletários do mundo não haviam prestado atenção ao apelo de Marx de se insurgirem em oposição ao capitalismo como forma de abraçarem, no seu lugar, o comunismo. Devido a isto, estes mesmos socialistas começaram a investigar o que havia corrido mal.
 
Separadamente, dois teóricos marxistas, Antonio Gramsci (Itália) e Georg Lukacs (Hungria), concluíram que o Ocidente cristianizado era o obstáculo que impedia a chegada da nova ordem mundial comunista.
 
Devido a isto, eles concluíram que, antes da revolução ter sucesso, o Ocidente teria que ser conquistado. Gramsci alegou que, uma vez que o Cristianismo já dominava o Ocidente há mais de 2 mil anos, não só esta ideologia estava fundida com a civilização ocidental, como ela havia corrompido a classe operária.
 
Devido a isso, afirmou Gramsci, o Ocidente teria que ser previamente descristianizado através duma “longa marcha através da cultura”.
 
Adicionalmente, uma nova classe proletária teria que ser criada. No seu livro “Cadernos do Cárcere,” Gramsci sugeriu que o novo proletariado fosse composto por criminosos, mulheres, e minorias raciais. Segundo Gramsci, a nova frente de batalha deveria ser a cultura, começando pela família tradicional e absorvendo por completo as igrejas, as escolas, a grande mídia, o entretenimento, as organizações civis, a literatura, a ciência e a história. Todas estas instituições teriam de ser transformadas radicalmente e a ordem social e cultural teria que ser gradualmente subvertida de modo a colocar o novo proletariado no topo.
 
O protótipo
Em 1919, Georg Lukacs tornou-se vice-comissário para a Cultura do regime bolschevique de curta duração de Bela Kun, na Hungria. Imediatamente ele colocou em marcha planos para descristianizar a Hungria, raciocinando que, se a ética sexual cristã pudesse ser fragilizada junto à crianças, então o odiado patriarcado bem como a Igreja sofreriam um duro golpe.

 
Lukacs instalou um programa de educação sexual radical e palestras sexuais foram organizadas; foi distribuída literatura contendo imagens que instruíam graficamente os jovens a enveredar pelo “amor livre” (promiscuidade) e pela intimidade sexual (ao mesmo tempo que a mesma literatura os encorajava a ridicularizar e a rejeitar a ética moral cristã, a monogamia e a autoridade da igreja). Tudo isso foi acompanhado por um reinado de terror cultural perpetrado contra os pais, sacerdotes e dissidentes.
 
Os jovens da Hungria, havendo sido alimentados com uma dieta constante de neutralidade de valores (ateísmo) e uma educação sexual radical, ao mesmo tempo que eram encorajados a revoltarem-se contra toda a autoridade, facilmente se transformaram em delinquentes que variavam de intimidadores e ladrões menores, para predadores sexuais, assassinos e sociopatas. A prescrição de Gramsci e os planos de Lukacs foram os precursores do que o marxismo cultural, mascarado de SIECUS, GSLEN, e a ACLU – agindo como executores da lei judicialmente aprovados – mais tarde trouxe às escolas americanas.
 
Construindo uma base
No ano de 1923 foi fundada na Alemanha de Weimar a Escola de Frankfurt – um grupo de reflexão marxista. Entre os fundadores encontravam-se Georg Lukacs, Herbert Marcuse, e Theodor Adorno. A escola era um esforço multidisciplinar que incluia sociólogos, sexólogos e psicólogos. O objetivo primário da Escola de Frankfurt era o de traduzir o marxismo econômico para termos culturais.

 
A escola disponibilizaria as ideias sobre as quais se fundamentaria uma nova teoria política de revolução (com base na cultura), aproveitando um novo grupo “oprimido” para o lugar do proletariado infiel. Esmagando a religião e a moralidade, a escola construiria também um eleitorado junto aos acadêmicos que construiriam carreiras profissionais estudando e escrevendo sobre a nova opressão.
 
Mais para o final, Herbert Marcuse – que favorecia a perversão polimorfa – expandiu o número do novo proletariado de Gramsci de modo a que se incluíssem os homossexuais, as lésbicas e os transsexuais. A isto juntou-se a educação sexual radical de Lukacs e as tácticas de terrorismo cultural. A “longa marcha” de Gramsci foi também adicionada à mistura, sendo ela casada à psicanálise freudiana e às técnicas de condicionamento psicológico. O produto final foi o marxismo cultural, hoje em dia conhecido no Ocidente como multiculturalismo.
 
Apesar disto tudo, era necessário mais poder de fogo intelectual, uma teoria que patologizasse o que teria que ser destruído. Nos anos 50 a Escola de Frankfurt expandiu o marxismo cultural de modo a incluir a ideia da “Personalidade Autoritária” de Theodor Adorno. O conceito tem como premissa a noção de que o Cristianismo, o capitalismo e a família tradicional geram um tipo de caráter inclinado ao racismo e ao fascismo.
 
Logo, qualquer pessoa que defenda os valores morais tradicionais da América, bem como as suas instituições, é ao mesmo tempo um racista e um fascista.
 
O conceito da “Personalidade Autoritária” defende também que as crianças criadas segundo os valores tradicionais dos pais irão tornar invariavelmente racistas e fascistas. Como conseqüência, se o fascismo e o racismo fazem parte da cultura tradicional da América, então qualquer pessoa educada segundo os conceitos de Deus, família, patriotismo, direito ao porte de armas ou mercados livres precisa de ajuda psicológica.
 
A influência perniciosa da ideia da “Personalidade Autoritária” de Adorno pode ser claramente vista no tipo de pesquisas que recebem financiamento através dos impostos dos contribuintes.
 
Em agosto de 2003, a “National Institute of Mental Health” (NIMH) e a “National Science Foundation” (NSF) anunciaram os resultados do seu estudo financiado com 1.2 milhões de dólares, dinheiro dos contribuintes. Essencialmente, esse estudo declarou que os tradicionalistas são mentalmente perturbados. Estudiosos das Universidades de Maryland, Califórnia (Berkeley), e Stanford haviam determinado que os conservadores sociais… sofrem de “rigidez mental”, “dogmatismo”, e  “aversão à incerteza”, tudo com indicadores associados à doença mental. (http://www.edwatch.org/ – ‘Social and Emotional Learning” Jan. 26, 2005)
 
O elenco orwelliano de patologias demonstra o quão longe a longa marcha de Gramsci já nos levou.
 
O politicamente correto
[Nota de FMB: Ver também o documentário “A história do politicamente correto“.]
Uma ideia correspondente e diabolicamente construída é o conceito do “politicamente correto”. A sugestão forte aqui é que, para que uma pessoa não seja considerada “racista” e/ou “fascista”, não só essa pessoa deve suspender o julgamento moral, como deve abraçar os “novos” absolutos morais: diversidade, escolha, sensibilidade, orientação sexual, e a tolerância. O “politicamente correto” é um maquiavélico engenho de “comando e controle” e o seu propósito é a imposição de uma uniformidade de pensamento, discurso e comportamento.
 
A Teoria Crítica é outro engenho psicológico de “comando e controle”. Tal como declarado por Daniel J. Flynn, “a Teoria Crítica, tal como o nome indica, só critica. O que a desconstrução faz à literatura, a Teoria Crítica faz às sociedades.” (Intellectual Morons, p. 15-16)
 
A Teoria Crítica é um permanente e brutal ataque, através da crítica viciosa, aos cristãos, ao Natal, aos Escoteiros, aos Dez Mandamentos, às nossas forças militares, e a todos os outros aspectos da sociedade e cultura americana.
 
Tanto o “politicamente correto” como a Teoria Crítica são, na sua essência, intimidações psicológicas. Ambas são maços de calceteiros psico-políticos através dos quais os discípulos da Escola de Frankfurt – tais como a ACLU – estão a forçar os americanos a se submeterem e a obedecerem os desejos e os planos da esquerda. Estes engenhos desonestos não são mais do que versões psicológicas das táticas de “terrorismo cultural” de Georg Lukacs e Laventi Beria. Nas palavras de Beria:
 
A obediência é o resultado do uso da força (…). A força é a antítese das ações humanizantes. Na mente humana isto é tão sinônimo com a selvageria, ilegalidade, brutalidade e barbarismo, que é apenas necessário exibir uma atitude desumana em relação às pessoas para receber dessas pessoas as posses de força.
(The Russian Manual on Psychopolitics: Obedience, por Laventi Beria, chefe da Polícia Secreta Soviética e braço direito de Stalin.)

 
Pessoas com pensamento contraditório, pessoas que se encontram “sentadas em cima do muro”, também conhecidos como “moderados”, centristas e RINOs (ed: RINO = Republicans In Name Only, isto é, falsos republicanos), carregam consigo a marca destas técnicas psicológicas de “obediência”. De uma forma ou outra, estas pessoas – que em casos literais se encontram com medo de serem vítimas dos agentes de imposição de obediência – decidiram ficar em cima do muro sob pena de serem considerados culpados de terem uma opinião. 
 
Ao mínimo sinal de desagrado dos agentes de imposição de obediência (isto é, polícias do pensamento), estas pessoas içam logo a bandeira amarela de rendição onde está escrito de forma bem visível:
 
“Eu não acredito em nada e eu tolero tudo!”
 
Determinismo cultural
A cavilha da roda [inglês: “linchpin”] do marxismo cultural é o determinismo cultural, parente da política de identidade e da solidariedade de grupo. Por sua vez, o determinismo cultural foi gerado pela ideia darwiniana de que o homem não é mais que um animal sem alma e que, portanto, a sua identidade – a sua pele, as suas preferências sexuais e/ou as suas preferências eróticas – é determinada pelo exemplo. 

 
Esta proposição rejeita o conceito do espírito humano, da individualidade, do livre arbítrio e de uma consciência moralmente informada (associada à culpabilidade pessoal e à responsabilidade) uma vez que ela nega a existência do Deus da Bíblia.
 
Conseqüentemente, e por extensão, ela rejeita também os primeiros princípios da liberdade americana enumeradas na Declaração de Independência. Estes são os nossos “direitos inalienáveis, entre os quais encontram-se a vida, a liberdade e a busca pela felicidade.” O marxismo cultural deve rejeitar todos estes princípios porque eles “foram doados pelo nosso Criador” que fez o homem à Sua Imagem.
 
Para David Horowitz, o determinismo cultural é
 
… política de identidade – a política do feminismo radical, da revolução queer e do afro-centrismo – que formam a base do multiculturalismo acadêmico (…) uma forma de fascismo acadêmico e (…) de fascismo político também. (Mussolini and Neo-Fascist Tribalism: Up from Multiculturalism, by David Horowitz, Jan. 1998)
 
É dito que a coragem é a primeira das virtudes porque sem ela, o medo paralisará o homem, impedindo-o assim de agir segundo as suas convicções morais e de falar a verdade.  Assim, trazer um estado geral de medo paralisante, apatia e submissão – as correntes da tirania – é o propósito por trás do terrorismo cultural psico-político, uma vez que a agenda revolucionária da esquerda comunista deve, a qualquer preço, estar envolta em secretismo.
 
O antídoto para o terrorismo cultural é a coragem e a luz da verdade.
 
Se nós queremos vencer esta guerra cultural, reclamando e reconstruindo nosso país para que os nossos filhos e os filhos dos nossos filhos possam viver numa “Cidade Resplandescente situada na Colina”, onde a liberdade, as famílias, as oportunidades, o mercado livre e a decência florescem, temos que reunir a coragem de modo a que possamos, sem medo, expor a agenda revolucionária da esquerda comunista à Luz da Verdade. A verdade e a coragem de declará-la nos libertará.
 
Linda Kimball é autora de diversos artigos e ensaios sobre cultura e política.
 
Publicado no American Thinker – http://www.americanthinker.com
 
Tradução do Blog O Marxismo Cultural [acima revisada e grifada por Felipe Moura Brasil], publicada no site Mídia Sem Máscara
 
III.
 
Mínimo idiotes
Regra geral
 
Escrito por Olavo de Carvalho
 
Diário do Comércio, 13 de novembro de 2012 [e p. 206-208 do nosso best seller “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota“]
 
Se vocês ainda não notaram, aproveitem o festival de homicídios em São Paulo como ocasião perfeita para notar esta regra geral nunca desmentida: com a mesma constância com que em qualquer nação agrária e atrasada as revoluções socialistas resultam imediatamente na instauração de ditaduras genocidas, em todo país mais ou menos próspero e democrático onde a esquerda se torne hegemônica as taxas de criminalidade sobem e não param mais de subir.
 
O primeiro desses fenômenos observou-se na Rússia, na China, na Coreia do Norte, no Camboja, em Cuba etc. O segundo, na França, na Inglaterra, na Argentina, na Venezuela, nos EUA, no Brasil e um pouco por toda parte no Ocidente.
 
Por quê? E existe  alguma relação entre essas duas séries de fatos?
 
Todo o esquema socialista baseia-se na ideia de Karl Marx de que o proletariado industrial é a classe revolucionária por excelência, separada da burguesia por uma contradição inconciliável entre seus interesses respectivos.
 
Quando um partido revolucionário toma o poder numa nação atrasada, predominantemente agrária, como a Rússia de 1917 e a China de 1949, não encontra ali uma classe proletária suficientemente numerosa para poder servir de base à transformação da sociedade.
 
O remédio é apelar à industrialização forçada, para criar um proletariado da noite para o dia e “desenvolver as forças produtivas” até o ponto de ruptura em que a burguesia se torne desnecessária e possa ser substituída por administradores proletários.
 
Para isso é preciso instaurar uma ditadura totalitária que possa controlar e remanejar a força de trabalho a seu bel-prazer (Trotski chamava isso de “militarização do trabalho”). Daí a semelhança de métodos entre os regimes revolucionários socialistas e fascistas: ambos têm como prioridade a industrialização forçada, com a única diferença de que os fascistas a desejam por motivos nacionalistas e os socialistas pelo anseio da revolução mundial.
 
quando a esquerda revolucionária sobe ao poder por via eleitoral numa nação mais ou menos democrática e desenvolvida, ela encontra um proletariado numeroso e às vezes até organizado. Mas é um proletariado que já não serve como classe revolucionária, porque a evolução do capitalismo, em vez de empobrecê-lo e marginalizá-lo como previa Marx, elevou seu padrão de vida formidavelmente e o integrou na sociedade como uma nova classe média, indiferente ou hostil à proposta de revoluções.
 
Para não ficar socialmente isolados e politicamente ineficazes, os revolucionários têm de encontrar algum outro grupo social cujo conflito de interesses com o resto da sociedade possa ser explorado. Mas não existe nenhum que tenha com a burguesia um antagonismo econômico tão direto e claro, um potencial revolucionário tão patente quanto aquele que Karl Marx imaginou enxergar no proletariado.
 
Não havendo nenhuma “classe revolucionária” pura e pronta, o remédio é tentar formar uma juntando grupos heterogêneos, movidos por insatisfações diversas. Daí por diante, quaisquer motivos de queixa, por mais subjetivos, doidos ou conflitantes entre si, passarão a ser aproveitados como fermentos do espírito revolucionário.
 
O preço é a dissolução completa da unidade teórica do movimento, obrigado a acolher em seu seio os interesses mais variados e mutuamente incompatíveis. Narcotraficantes sedentos de riqueza e poder, ladrões, assassinos e estelionatários revoltados contra o sistema penal, milionários ávidos de um prestígio político (ou até intelectual) à altura da sua conta bancária, professores medíocres ansiosos para tornar-se guias morais da multidão, donas de casa pequeno-burguesas insatisfeitas com a rotina doméstica, estudantes e pequenos intelectuais indignados com a sociedade que não recompensa os seus méritos imaginários, imigrantes recém-chegados que exigem seu quinhão de uma riqueza que não ajudaram a construir, pessoas inconformadas com o sexo em que nasceram – todos agora marcham lado a lado com lavradores expulsos de suas terras, pais de família desempregados e minorias raciais discriminadas, misturando numa pasta confusa e explosiva os danos reais e supostos, objetivos e subjetivos, que todos acreditam ter sofrido, e lançando as culpas num alvo tão onipresente quanto impalpável: o “sistema” ou “a sociedade injusta”.
 
Sendo obviamente impossível unificar todos esses interesses numa construção ideológica coerente e elegante como o marxismo clássico, a solução é apelar a algo como a “teoria crítica” da Escola de Frankfurt, que atribui ao intelectual revolucionário a missão única de tudo criticar, denunciar, corroer e destruir, concentrando-se no “trabalho do negativo”, como o chamava Hegel, sem nunca se preocupar com o que vai ser posto no lugar dos males presentes.
 
O sr. Lula nunca estudou a teoria crítica, mas fez eco ao falatório dos intelectuais ao seu redor quando, após vários anos na Presidência da República e duas décadas como líder absoluto do Foro de São Paulo, confessou: “Ainda não sabemos qual o tipo de socialismo que queremos.” Não sabemos nem precisamos saber: só o que interessa é seguir em frente – forward, como no lema de campanha de Barack Hussein Obama –, acusando, inculpando e gerando cada vez mais confusão que em seguida será debitada, invariavelmente, na conta da “sociedade injusta”.
 
Se na esfera intelectual essa atitude chegou a produzir até a negação radical da lógica e da objetividade da linguagem e a condenar como autoritária a simples exigência de veracidade, como não poderia suscitar, no campo da moral social, o florescimento sem precedentes da amoralidade cínica e da criminalidade galopante?
 
****
 
Felipe Moura Brasil – http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/
 
[PS: Quando um esquerdista pede a fonte de uma frase canalha de um pensador ou ditador esquerdista, ele apenas mostra que não leu nem pretende ler a obra daqueles sujeitos que ele segue.]

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Comentários

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  1. PAULO RICARDO FERREIRA

    PREZADO FELIPE! PARABÉNS E DE MINHA PARTE ACRESCENTE QUE O PT ESTÁ EM BUSCA: Escravos Voluntários, O livro de Aldous Huxley “Admirável Mundo Novo” – um clássico estudo do totalitarismo moderno – contém uma frase que simboliza o conceito que Gramsci tentou passar aos seus camaradas de partido:O estado totalitário realmente eficiente seria aquele onde o todo-poderoso executivo dos chefes políticos e o seu exército de gestores controlariam uma população de escravos que não precisariam de ser coagidos porque eles amariam a sua ervidão.

  2. Fabio Reis

    Felipe retrata bem o q a esquerda faz : manobra massas p chegar ao seu proposito.

    Depois do intento conquistado , extermina-as , como fez Stalin na URSS.

    Por isso , a unica coisa a se fazer é : estudar , estudar e estudar.

  3. Vinícius

    Bom texto,

    Gostaria de saber de qual livro ou publicação saiu essa frase, não achei referência a ela em lugar nenhum:

    “Não temos compaixão e não lhe pedimos compaixão alguma. Quando chegar a nossa vez, não inventaremos pretextos para o terror.”

  4. Henrique

    Muito bom
    Interessante que lendo o artigo da Linda Kimball, onde ela cita o pensamento de Gramsci sobre o novo proletariado, que é necessário reunir as mulheres, negros e criminosos, lembrei do discurso final da Dilma nos últimos debates, principalmente na Globo onde ela disse que precisamos de um pais melhor para todos, mas principalmente para as mulheres,negros e os jovens¨, no caso,com exceção dos jovens, é um discurso claramente voltado ao proletariado segundo Gramsci.
    Lamentável explorar as mulheres e os negros, que já sofrem tanta injustiça para alcançar finalidade política.
    Interessante que Dilma segue as regras de Gramsci e alguns ficam fascinados porque ela nomeou Joaquim Levi pra fazenda, e dizem que ela se ¨rendeu¨!
    Lamentável também que a CNBB compra estas bandeiras esquerdistas, nesse discurso de diversidade, tolerência,etc…sendo que a própria CNBB será uma futura vítima se este mundo diabólico que a esquerda quer para o mundo vir a ser uma realidade.
    FMB, parabéns pelo blog.

  5. jo oliveira

    Mais uma vez me rendo à avalanche soberba desse texto do Felipe.
    Fácil, lúcido e muito bem esplícito para os jovens que não estão
    familiarizados com os filósofos e intelectuais modernos. (Olavão
    um resistente))Parabéns e grata, muito grata. Posso espalhar?.

  6. Juizforano

    Excelente!
    No aguardo quanto à análise do texto que lhe enviei sobre a resolução política do PT.
    Abraço

  7. Isaac

    Nossa. Estou boqueaberto. Meu voto nunca irá para Dilma. Jesus tenha misericórdia desse mundo.

  8. Guilherme Lacerda

    O jeito é antagonizar e esudar, estudar e estudar. A luz dissipa as trevas!

  9. Carlos Gil

    > O esquerdismo é a corrente de pensamento mais destruidora de todos os tempos.

  10. Marcos

    “O processo é trabalhoso, mas simples: cumprir as tarefas tradicionais do estudo acadêmico, dominar o trivium , aprender a escrever lendo e imitando os clássicos de três idiomas pelo menos, estudar muito Aristóteles, muito Platão, muito Tomás de Aquino, muito Leibniz, Schelling e Husserl, absorver o quanto possível o legado da universidade alemã e austríaca da primeira metade do século XX, conhecer muito bem a história comparada de duas ou três civilizações, absorver os clássicos da teologia e da mística de pelo menos três religiões, e então, só então, ler Marx, Nietzsche, Foucault. Se depois desse regime você ainda se impressionar com esses três, é porque é burro mesmo e eu nada posso fazer por você.” – Olavo de Carvalho

    http://www.olavodecarvalho.org/semana/060213dc.htm

  11. Delônix Costa Vasconcelos

    meu amigo, eu não sabia disso não, velho!

  12. Alexandre

    “todos agora marcham lado a lado com lavradores expulsos de suas terras, pais de família desempregados e minorias raciais discriminadas, misturando numa pasta confusa e explosiva os danos reais e supostos, objetivos e subjetivos, que todos acreditam ter sofrido, e lançando as culpas num alvo tão onipresente quanto impalpável: o “sistema” ou “a sociedade injusta”

    Todos nós devemos conhecer alguém que vive mencionando tais abstrações.

  13. Sérgio Martins

    Mais VON MISES e menos marx!

  14. Diogo

    Simplesmente espetacular Felipe! Parabéns e muito obrigado!

  15. TL

    É isso gente: Estudar! Estudar! Estudar! Virtude e conhecimento nunca são demais. Quanto mais melhor! Infelizmente o brasileiro, em geral, parece odiar as duas coisas.

  16. João Paulo

    Somente hoje que li esse artigo e fiquei impressionado com a qualidade do conteúdo! Simplesmente genial!

  17. Gilberto de Moura Lima Filho

    Felipe Moura, esse texto é uma verdadeira aula e explica tudo que vem acontecendo no mundo ocidental. Marcha das vadias, da maconha, rolezinhos, pesquisas mal intencionadas contra o homem, taxando-o de estuprado, dando mais motivos para que grupelhos da esquerda e mídia soquem goela abaixo sua moral torta. Temos que ter muito cuidado com esquerda perigosa, pois, como disse Olavo de Carvalho, o banditismo está ao lado deles.

  18. EBittencourt

    Brilhante. Instrutivo. Rico!

  19. Fabrício

    ” socialismo com liberdade e democracia ” ahhahahahha, onde ? Na China de Mao, URSS de Stalin ou no Camboja de Pol Pot ?

    Há 50 anos, um cara chamado Nelson Rodrigues já apontava que a esquerda fazia patrulha ideológica e que as universidades e a mídia eram tomadas por comunistas. Isso em pleno governo militar.

    Nelson era uma voz sozinha, acredito.

    Só piorou de lá pra cá. Nossos canais de tv, mídia impressa, etc., são dominados por esquerdistas, alguns mais doentes que os outros. E nós engulimos esse besteirol diário sem nos darmos conta que estamos sendo tratados como ovelhas.

    Parei de ler um certo jornal, o de maior circulação, aqui do Rio Grande do Sul, que é marxismo cultural na veia.

    Os jovens pacíficos, da jornada de junho, tentaram invadir esse tal jornal, pra colocar fogo.Inclusive seus jornalistas publicaram um carta relatando o ocorrido. Se não fosse a Polícia, os pacifistas teriam conseguido colocar fogo lá.

    Mas não adianta,quanto mais apanham mais se apaixonam. Fico pensando se os donos desses jornais acham que num eventual governo socialista eles seriam anistiados pelos bons serviços prestados.

  20. db

    E só li isso agora, o que caiu como uma luva de clareza diante dos rolezinhos..tteoria crítica…acúmulo de pequenos danos estruturais até a fratura macroscópica do corpo

  21. db

    Felipe, sou um velho agradecendo a um jovem. Também, anonimamente, não,vou deixar que o medo me dome. Difícil, mas vamos em frente.

  22. João da Silva

    Felipe,parabéns pelo excelente trabalho de esclarecimento e conscientização que tem feito à população brasileira, que, enganada e iludida por discursos fraudulentos da esquerda, não tem a mínima noção da enganação a que vem sendo submetida e nem tampouco da exploração e opressão que lhe estão sendo impostas. Ensinamentos, esclarecimentos e alertas como os seus são tão imprescindíveis ao povo brasileiro, especialmente os jovens, como o ar que respiramos. Parabéns e continue firme nessa brilhante empreitada que faz um bem muito maior do que o que você pode imaginar!!!

  23. Val

    Excelente! Textos didáticos e muitíssimo esclarecedores. Realmente, estudar é o caminho para deixarmos de ser um “idiota útil”. Meus sinceros agradecimentos, Felipe.

  24. sem noção

    Tem mais essa na próspera cidade do super coxinha faixista:
    http://noticias.r7.com/sao-paulo/fotos/favela-da-cracolandia-se-expande-e-ganha-novas-areas-do-centro-de-sao-paulo-21122013#!/foto/1

  25. sem noção

    enquanto isso, na república(???) bolivariana de banânia:
    http://noticias.r7.com/sao-paulo/artistas-ocupam-predio-abandonado-do-governo-em-sp-07012014

  26. Eduardo

    “[PS: Quando um esquerdista pede a fonte de uma frase canalha de um pensador ou ditador esquerdista, ele apenas mostra que não leu nem pretende ler a obra daqueles sujeitos que ele segue.]”

    E, não raro, vai te perguntar em que contexto ele [o autor] falou ou escreveu tal coisa, sugerindo que a citação está fora de contexto somente para alguém poder falar mal dele. Como ele não vai ler e nem pretende, ele só quer pagar de “intelequitualzinho” mesmo, usando esse joguinho bobo de perguntar em qual contexto.

  27. Cesar Silva

    Muito Bom! É esse o caminho.

  28. José Paulo

    Dado à atrofia de tempo para leituras, preciso dividir o escasso que me resta, no momento, entre os bons autores. Nem a sua obra de textos do Olavo consegui terminar – isso que comprei ainda em pré-venda… Enfim, como o meu 2014 inicia hoje e não apenas após os “Festejos de Momo” (é isso mesmo?), somente agora pude ler seu texto.
    Como sempre, além do post em si, as referências serão salutares, não duvido, para expandir ainda mais a gama de leituras. Tomara que este ano passe mais devagar!
    Texto muito bom, assim como dos posts anteriores, aos quais, de forma conjunta, reverencio com este comentário. Um grande abraço e desejo de novas e contínuas conquistas. Sempre que possível, passarei por aqui para me atualizar.

  29. John Locke

    Obrigado, Felipe ! Que presente !!!
    Este texto veio para fechar com “chave-de-ouro” o ano.
    Vai ser o primeiro texto de 2014 que irei divulgar nas listas que participo, com certeza.
    Vai rolar muito fel socialista…

    Pra aumentar as pérolas já ditas pelos mártires do “novo homem”, incluo esta:

    “Nosotros tenemos que decir aquí lo que es una verdad conocida, que la hemos expresado siempre ante el mundo: fusilamientos, sí, hemos fusilado; fusilamos y seguiremos fusilando mientras sea necesario. Nuestra lucha es una lucha a muerte”

    Nem precisa dizer quem é o grande libertador da humanidade que disse tal monstruosidade, né ?

    Valeu,

  30. Luiz Cunha

    Felipe, muito obrigado por esses dois textos (de Kimball e do Olavo). Muito didaticos, objetivos, esclarecedores. Confesso que eu, apesar de ser anti-esquerdista ha 20 anos, ainda desconhecia essa historia do Marxismo Cultural e suas relacoes com o Multiculturalismo de hoje. Agora segui seu conselho e estudei os textos. Li e reli, analisando e memorizando os conceitos e interconexões entre as ideias. Foi o melhor presente de fim de ano que voce poderia ter dado a nos, seus leitores. Continue nesse caminho, que não deixa de ser uma demonstração de caridade cristã: sair da zona de conforto e prestar auxilio aos aos que precisam. Precisamos mesmo de armas (intelectuais) para realizarmos o Bom Combate contra essa obra do Mal que é o movimento comunista. Obrigado! Feliz Ano Novo e que Deus o abençoe, hoje e sempre.

  31. Ricardo Ribeiro do Nascimento

    “Há uma humanidade por vir, e não temos o direito de temê-la.”(Vladimir Safatle)

    Faltou essa pérola.

  32. Brenner

    Felipe parabéns, que post sensacional.Realmente se todos os brasileiros tivessem acesso a este texto, certamente iriam mudar suas posturas e procurar compreender a que rumo anda nossa sociedade hoje doente á beira de um abismo sem fim. Deus abençoe seu trabalho cara e apesar de tudo ainda tenho esperança de um Brasil melhor.E FORA PT ! PARTIDO MALDITO !

  33. Mauro

    Sensacional. Fechando o ano com chave de ouro. Feliz 2014.

  34. Paulo

    Caro Felipe,
    Pra variar, um post excepcional. Mais uma vez, parabéns pelo excelente trabalho!

  35. Alberto Barros do Nascimento

    Em quanto mais estudo, mais deslocado me sinto. Por que este desprezo pelo conhecimento,cultura, e principalmente à realidade? Sera que ter um diploma em uma universidade é o suficiente? Ler quatro livro ao ano, ou então ter mais de 300 “amigos” em redes sociais são suficientes para preencher o vazio de suas existências…A alienação tornou-se um conforto para os preguiçosos?

  36. Fabrício

    O vídeo desse cara aqui: http://www.youtube.com/watch?v=rnQpuQihnRI , tem 30 anos e continua muito atual.

    No lado direito tem outros vídeos desse ex agente da KGB.

  37. Fabrício

    Como discordar ? É a descrição perfeita da realidade em que vivemos. Como disse o Villa, “nunca nos odiamos tanto”.

    Isso explica, também, pq a esquerda, o PT, direitos humanos,Sakamoto e etc. amam tanto os bandidos, estupradores e querem o fim da família tradicional.

  38. ivana

    Felipe esse texto merece ser lido todos os dias logo pela manhã para que nunca nos esqueçamos com quem estamos lidando. Obrigada!!!!!!

  39. Vicente

    Maravilha de post. Como disse Marie Simone(1:55), tudo mastigadinho.
    Belo trabalho, Felipe. Vá em frente!

  40. Leonardo

    Bom dia Felipe.

    O dano causado à lógica e à sanidade mental humana é incomensurável. O que Gramsci, Lukacs, Marcuse e toda a Escola de Frankfurt realizaram, no fim, foi um crime ao intelecto humano.

    Obrigado.

  41. Fernanda

    Interessantissimo seu texto, ainda mais com referências e analises pertinentes. Têm que estudar muito. Eu sempre pensei que essa ditudura do PC era um mal da nossa sociedada, agora entendi que há muito mais por trás disso. O que me chama a atenção é que esses filósofos do fim do século XIX ainda possam ser referência. Eles querem “involuir” por decreto, o que é contra a própria natureza humana, ou ao menos deveria ser. Sou fã desses articulistas (você, Rodrigo Constantino, Reinaldo Azevedo etc) que têm a coragem que sair da ditadura do PC! Parabéns e obrigada por dar tudo mastigado… Feliz Ano Novo!

  42. Fábio

    Felipe, parabéns. Esse pode ser o mínimo do mínimo para começar a falar da monstruosidade dos movimentos revolucionários. Só um palpite: nunca se esqueça de citar Mao quando se referir a tudo o que o Comunismo representou e representa. O nome “comunismo” deveria ser banido de qualquer meio social possível. E as reflexões do grande Olávo…sempre riquíssimas.

  43. Marie Simone Sandy

    Poxa, tudo mastigadinho, agora não tem mais desculpa.

  44. Jose Claudio de Paiva Reis

    Quem pode discordar deste texto?

  45. Emanoel

    Grande Felipe sempre nos proporcionando informações preciosas e necessárias para podermos combater esse mal chamado marxismo cultural. Abraço

  46. Octávio

    O livro “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota” é magnífico. Acabei a primeira leitura, agora vou estudar cada capítulo mais devagar. O Olavo prova o que o Pondé disse no recente programa “Globo News Painel”: para resistir a esta esquerda, o sujeito tem que estudar muito. Temos que dar os nomes corretos às coisas. Entender que esta aparente imbecilidade esquerdopata que assola o país não é um acaso, faz parte sim de uma estratégia comunista para tomada do poder. Quem agita pode ser imbecil mas quem o manipula não é.

  47. Carlos

    O Gramscismo, que dominou o Brasil mais do que qualquer outro lugar ainda livre no mundo, é a forma mais traiçoeira de totalitarismo. Porque se disfarça e vai comendo pelas beiradas. O Foro de SP é a instituição mais importante da AL, comandando o Brasil e mais um monte de países e fazendo-os caminhar devagar e sempre rumo a uma grande ditadura de esquerda e quase ninguém fala nada do Foro de SP por aí. Por décadas os grandes jornais o ignoraram. Eu sei onde isso começa. Fiz faculdade de jornalismo e meus colegas nunca tinham lido nada, não liam nem revista, e então foram cercados por professores esquerdistas que só nos davam autores de esquerda pra ler. Foram literalmente abduzidos. Eu escapei graças ao Mídia sem Máscara. Mas sou exceção.

  48. Caio Frascino Cassaro

    Prezado Felipe:
    Li o texto da Linda Kimbal no “Mídia Sem Máscara” hoje de manhã. É um texto digno do prof. Olavo de Carvalho. A esquerda tem sido submetida a um massacre intelectual e está reagindo da forma que sabe – histericamente.
    Você é um grande reforço para, juntamente com nomes como Reinaldo Azevedo, Augusto Nunes, Marco Antonio Villa, Rodrigo Constantino, Lobão, Ricardo Setti e o Grande Olavo de Carvalho, ajudar a apontar a insignificância moral dessa gente asquerosa.
    Abs

  49. Aurea

    Acho que esse texto merece ser republicado no primeiro dia do ano para que possamos escolher com sabedoria nossas promessas de ano novo. É o mínimo para 2014!

  50. Victor

    Posso estar enganado, mas me parece que foi ao ar na programação normal da globo um curta sobre a biografia deste Herbert Marcuse. Alguém confirma?