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28/03/2014

às 20:44 \ Cultura

A culpa do estupro não é da mulher, mas a da confusão é da pesquisa do IPEA! Essa, sim, merece ser “atacada”!

violencia-mulher-materia

[Acréscimo de 4 de abril: FIM DA FARSA DO IPEA! ATENÇÃO! VÁ PRIMEIRO PARA ESTE ARTIGO: País de estupradores, uma ova! IPEA admite que… eu estava certo! Ai, que chato! Maioria discorda de ataques às mulheres! Só falta o instituto, os jornais, a TV e os ativistas admitirem o proselitismo ideológico também]

Se eu quisesse “provar” que o Brasil é um país tão “machista” que os homens realmente acreditam que o estupro é culpa da mulher, eu teria decerto perguntado a 3.810 brasileiros se concordam ou discordam de frases tão picaretas quanto as da pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA):

“Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas.” - 65% dos entrevistados concordaram, total ou parcialmente.

“Se as mulheres soubessem se comportar haveria menos estupros.” - 58,5%, idem.

Pronto. Os portais de notícias reproduziriam em letras garrafais o resultado do “Brasil medieval“, as feminazi ficariam escandalizadas, os “especialistas” viriam em seguida comentar que “as mulheres ainda são vistas como propriedade”, o lobby para novas políticas públicas iria aumentando e os políticos apareceriam para atender ao apelo geral com propostas de leis, sem que ninguém soubesse afinal se foram eles mesmos que me encomendaram a pesquisa com este objetivo, muito menos se os métodos usados condizem com a impressão resultante.

Não: não estou acusando ninguém de encomendar nada, embora desconfie de institutos de pesquisa econômica que investigam questões comportamentais. Só estou dizendo que esta seria a ordem artificial das coisas se eu quisesse manipular a opinião pública, sobretudo se contasse com agentes do meu grupo ideológico nas redações dos órgãos de mídia.

Quem lê as manchetes dos portais e, se tanto, as duas frases do IPEA em sequência fica obviamente com a impressão – e é ela que vale em matéria de opinião pública – de que os homens são muito malvados e culpam as mulheres pelo estupro. Acontece que a primeira frase não fala de estupro, mas genericamente de ataque; e a segunda relaciona um mau comportamento também genérico das mulheres à diminuição do índice de estupro. E tem mais um “pequeno” detalhe: 66% dos entrevistados eram mulheres! Não duvido que muito mais impiedosas com as “periguetes” do que os homens… (Ficha técnica da pesquisa no fim do post.)

Em todo caso, vamos lá: é feio dizer que uma mulher “merece ser atacada”? Sem dúvida. Mas que diabos é “ser atacada” para o cidadão comum no Brasil? “Atacar” como? Quase todo o palavreado nacional relativo a abordagens, conquistas e pegações consentidas é baseado em conceitos de guerra, de “caça” ou de futebol, tanto para homens (“os guerreiros”) quanto para mulheres, e nem por isso se está falando em “encoxar”, abusar, espancar ou estuprar.

Quantas vezes homens de bem não dizem aos amigos que “partiram para o ataque” com fulana, querendo dizer que apenas a abordaram de forma mais incisiva, mostrando o quanto querem ter com elas alguma relação? Quantos não estimulam os outros a deixar de lero-lero e “partir para o ataque”? Quantas mulheres não adoram ser “atacadas” neste sentido pelos homens?

“Atacar” mulher no Brasil não é necessariamente cometer crimes contra ela. Até “criticar alguém” é “atacar”. Quase todo homem ataca mulheres neste sentido. Se a pesquisa pretendesse esclarecer alguma coisa, teria definido a que tipo de “ataque” se refere (e não teria usado a palavra “merece”, que, entre tantos significados, tem até mesmo o de “atrair sobre si”; sem contar o vazio que gírias como “ninguém merece!” e “fulano merece!” lhe emprestaram).

Se, para 65% dos entrevistados, “mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas“, como saber quantos entre eles julgaram que elas “merecem” ser criticadas, abordadas ou “cantadas” por isso? E, principalmente, quantos não exageraram o seu desapreço pelo suposto exibicionismo feminino – quiçá imaginando as filhas (ou as concorrentes, no caso das esposas) de bunda de fora – sem desejar com isso que elas fossem de fato violentadas? Em sentido literal, toda mulher no Brasil usa roupas que mostram o corpo de alguma forma, mas falar sobre o que mereceriam as “mulheres que usam roupas que mostram o corpo” induz o entrevistado a imaginar as mulheres mais vulgares e oferecidas e a repudiá-las em sua resposta. Agora: se a palavra “atacadas” fosse trocada por “espancadas” ou “estupradas”, é evidente que o resultado teria sido mais ameno.

Nada, porém, como deixar para falar de estupro na frase seguinte, mais vaga ainda, não é mesmo? Assim o efeito das duas causaria uma impressão geral de estupidez machista. Repito a dita-cuja: “Se as mulheres soubessem se comportar” (???), “haveria menos estupros.” No mesmo país em que compreender as causas sociais óbvias de um crime, como fez Rachel Sheherazade no caso dos justiceiros, é “incitação” e “apologia” a ele, como diz a comunista Jandira Feghali, do PCdoB (que nunca disse o mesmo dos comunistas), relacionar um mau comportamento vago de alguém à incidência do crime agora é o mesmo que atribuir-lhe a culpa.

Não faço ideia se o índice de estupros diminuiria se as mulheres vestissem burcas, mas é perfeitamente compreensível o raciocínio de que se elas não usassem roupas tão provocantes atrairiam menos a atenção dos estupradores, assim como, se os homens não passassem de Rolex ou de Ferrari em áreas perigosas, atrairiam menos a atenção de assaltantes. E nada disso seria culpá-los dos crimes que os demais cometeram. A frase do IPEA é vaga e induz os entrevistados a pensar na atração que mulheres desnudas despertam em potenciais estupradores e a especular que um cuidado maior diminuiria a incidência de estupros, o que em nada depõe contra o caráter desses entrevistados, muito menos comprova o seu “machismo”.

[Também pode induzir a pensar que estuprar uma mulher mais vestida, por exemplo de calça jeans, dá mais trabalho e é portanto mais difícil mesmo do que uma que já esteja de saia curta, o que leva a crer que haveria menos estupros se as mulheres "soubessem se comportar" no sentido de andarem mais cobertas.]

O uso indiscriminado da palavra responsabilidade por parte da mídia, misturando seus vários sentidos, também colabora, como de hábito, para a confusão geral. Se uma pessoa é supostamente irresponsável (no sentido de “descuidada”) por chamar a atenção de bandidos de alguma forma, isto tampouco a torna responsável (no sentido de “culpada”) pelo crime.

Manchetes como “Maioria acredita que mulher tem responsabilidade em casos de estupro, diz Ipea” estão aí apenas para confundir. Não foi com isto que a maioria concordou, e os pesquisadores do IPEA ainda têm a cara-de-pau de concluir que “O acesso dos homens aos corpos das mulheres é livre se elas não impuserem barreiras, como se comportar e se vestir ‘adequadamente’”. Nenhum homem disse que vai sair transando com as mulheres se elas não se comportarem ou se vestirem adequadamente, mas o IPEA veio com tudo para causar escândalo.

Se, em suposta compensação, 91% dos entrevistados concordaram, total ou parcialmente, que “homem que bate na esposa tem que ir para a cadeia”, não é tampouco porque os entrevistados toleram menos a “violência doméstica” do que as outras, mas porque esta é justamente a frase menos capciosa e portanto mais reveladora da pesquisa (os homens não devem ser tão malvados assim, não é mesmo?). “Bater na esposa” e “ir para cadeia” são expressões muito mais diretas e objetivas do que aquelas usadas nas frases anteriores.

De resto, a confusão em torno da “responsabilidade” pelo estupro já é muito maior no ambiente cultural do que sobre a “culpa” de um homem que bate na esposa; e o IPEA só fez confundir ainda mais – para não dizer manipular – a opinião pública em relação a primeira.

Proponho aos pesquisadores duas lindas afirmativas, com as quais concordo totalmente:

Pesquisas cujas frases induzem a determinadas respostas merecem ser atacadas.

Se as pesquisas soubessem se comportar haveria menos estupro mental no país.

Felipe Moura Brasil - http://www.veja.com/felipemourabrasil

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[Acréscimo de 4 de abril: FIM DA FARSA DO IPEA! ATENÇÃO! VÁ PRIMEIRO PARA ESTE ARTIGO: País de estupradores, uma ova! IPEA admite que… eu estava certo! Ai, que chato! Maioria discorda de ataques às mulheres! Só falta o instituto, os jornais, a TV e os ativistas admitirem o proselitismo ideológico também]

IPEA motangem oficial divulgação

Ficha técnica:

Características da população entrevistada (3810 pessoas) 

A) Residentes no Sul ou Sudeste (sse): 56,7% 
B) Residentes em áreas metropolitanas (metro): 29,1% 
C) Pessoas jovens, 16 a 29 anos (jovem): 28,5% 
D) Pessoas adultas, 30 a 59 anos: 52,4% 
E) Pessoas idosas, 60 ou mais anos (idoso): 19,1% 
F) Mulheres (fem): 66,5% 
G) Brancos (branco): 38,7% 
H) Católicos (cato): 65,7% 
I) Evangélicos (evan): 24,7% 
J) Demais religiões, ateus e sem religião: 9,6% 
K) Menos que o ensino fundamental: 41,5% 
L) Ensino fundamental (edufunda): 22,3% 
M) Ensino médio (edumedia): 30,8% 
N) Ensino superior (edusuper): 5,4% 
O) Renda domiciliar per capita média: R$ 531,26

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108 Comentários

  1. maria de lourdes

    -

    18/05/2014 às 23:21

    Certo,mas e a vulgaridade feminina? Nós mulheresbrasileiras somos vistas como prostitutas no exterior,será que os gringos também são todos machistas ou será que nós não contribuimos com essa imagem? Estou farta dessa patifaria feminista,que nos incentiva a sermos objetos sexuais,provocar os homens das maneiras mais baixas possíveis,e depois ficar nessa m* de mimimi vitimista quando o tiro sai pela culatra!E o pior que nem podemos ao menos tocarmos no assunto sem o patrulhamneto deessas desajustadas que insistem em pintar um quadro de vitimismo insano.A eficiência dessa lavagem cerebral se comprava nos comentários que aqui li.E vamos que vamos,continuando anos reduzirmos é bundas e peitos!! E viva a hipocrisia desses homens aqui: mulher pode se vestir como vagabunda,não é? Mas minha namorada não,minha esposa não,minha filha não…ao invés de nos ensinar anos vermos como seres-humanos,pesquisas como essa só agrava o quadro de vulgarização exttema que temos neste país,cultura que cria tarados e depois os condenam!

  2. Andreza

    -

    03/05/2014 às 11:18

    não se deveria atribuir a culpa dos vários casos de estrupo as mulheres,pois elas são as que sofrem mais com o abuso e perseguições. os crimes ocorrentes no brasil de estrupo e pedofilia também tem como culpados a queles que comente tal barbaridade. nesse aso a sociedade tem que prestar atenção , pois esses mal elementos estão em torda parte, e não jugar, afastar quem sofre com isso.

  3. Thiago

    -

    07/04/2014 às 17:16

    A culpa dos estupros não é das mulheres, nem dos homens, mas tão somente do estuprador. Lógico. Tão simples, mas os nossos sociólogos não concordam com a simplicidade, ou com a lógica, eles têm que inventar sempre um fenômeno social para justificar sua utilidade. Na cabeça perturbada dessa gente o estuprador, como qualquer outro algoz da sociedade, é apenas uma vítima dos impulsos. Eles não conseguem provar nada do que dizem sem antes distorcer a realidade até que esta se adeque aos seus absurdos teóricos.
    E o pior é que o povo brasileiro cai na lábia dessa gente. E não somente isso: O brasileiro começa a pensar segundo o que o sociólogo determina. “cultura do machismo”, “cultura do estupro”, isso não existe aqui, mas basta que um de seres mal intencionados inclinados à promoção da destruição radical de toda ordem social, e com o poder econômico e político nas mãos, diga ao povo que isso existe, e o povo acreditará que vivemos em um país islâmico.
    O brasileiro é mais dócil de se programar do que uma TV.

  4. Manoelli Rupolo

    -

    07/04/2014 às 10:28

    Excelente texto!
    A midia destorce o pensamento humano. O que podia ser uma pesquisa movida pelo respeito, para buscar soluções RACIONAIS para determinados comportamentos humanos, virou uma PIADA e, PRINCIPALMENTE, UM DESRESPEITO PARA NÓS MULHERES. Eu discordo totalmente que estar com roupas curtas atraem ainda mais os “estupradores”.. Até porque já vi mulheres de calça jeans e jaqueta sendo MUITO mais vulgar do que uma de saia e regata. Acredito que o comportamente se baseia em um todo, e não somente na roupa que as mulheres vestem!! NENHUMA mulher merece ser abusada/atacada! ACORDA BRASIL, NÃO É A ROUPA DE UMA PESSOA QUE DEFINE SEU CARATER E SEU COMPORTAMENTO.

  5. Valdir Severino.o

    -

    06/04/2014 às 18:52

    Filipe foi muito boa a sua observação, mas no Brasil o problema não é como a mulher se veste ou deixa de se vestir, o problema é da justiça ou falta dela, no Brasil aproximadamente 46.000 (quarenta e seis mil) querempessoas são assassinadas por ano, sem falar em diversos outros crime que se cometem diariamente, enquanto tiver Juiz que manda prender e juiz que manda soltar, não vai acabar o estupro e nenum outro crime, é preciso uma reforma no sistema judiciário brasileiro urgente, se querem que diminua o índice de criminalidade de qualquer natureza.

  6. Edvaldo

    -

    05/04/2014 às 19:42

    Parabéns, muito bom seu texto!
    Existe uma confusão entre responsável e culpado.
    Na construção do questionário, é importante manter o foco na questão a ser investigada durante a elaboração da pergunta, procurando usar palavras simples e perguntas objetivas que procure reduzir ao máximo possível a chance de interpretações diferentes da desejada. Outro ponto importante, é garantir que a aplicação do questionário seja o mais padronizado possível nas diferentes populações alvo da pesquisa.
    Não está muito claro a metodologia desta pesquisa e, devido o assunto, acredito que existam alguns problemas de metodologia na pesquisa.

  7. Eduardo

    -

    05/04/2014 às 0:14

    O petismo tem sua indústria de panfletagem, gráficos e estatísticas próprios, onde todos retratam, ou uma realidade mais fantasiosa ou mentirosa, ou muito mais pessimista e cruel, só dependendo de quem queria cooptar ou destruir!

    Enfim o Ipea foi desmoralizado, todo e qualquer dado econômico que a partir de agora esse instituto que (também) completa 50 anos de existência, sempre sério e muito respeitado, será visto com desconfiança, com incredibilidade!

    Enfim conseguiram aquilo que deram início aqui:
    http://veja.abril.com.br/211107/p_086.shtml

  8. Antonia Maria de Jesus Abreu

    -

    04/04/2014 às 20:56

    Eu não sou machista, porém acho que as jovens estão abusando do modo de se vestir, oquê aguçam a vontade dos tarados, portanto devemos alertar e observar nossos filhos e filhos a se comportarem como cavalheiros,respeitosos, pois além das vestimentas tem que haver o respeito com o próximo”, a mídia mostra o lado pobre,; os poderosos só fazem propaganda, pois tem segurança e não correm risco, andam em carros prtoegidos etcc

  9. Oziel Nascimento

    -

    04/04/2014 às 20:53

    Concordo plenamente com o seu comentário sobre a pesquisa do IPEA, cheguei até colocar para alguns amigos meu ponto de vista sobre a pesquisa que é praticamente igual ao seu comentário. Um abraço.

  10. Antonia Maria de Jesus Abreu

    -

    04/04/2014 às 20:40

    Eu não não sou machista, porém acho que as jovens de hoje se vestem para se mostrar(aparcer), isso não siginifica

  11. Nxforte

    -

    03/04/2014 às 23:28

    Felipe, quando saiu a divulgação da pesquisa, achei meio estranho o IPEA tratar de comportamento. /// Vocês SÉRIOS aí do IPEA: como deixaram “colegas” fazerem esse estrago com a credibilidade de vocês desse jeito???

    Ah, é claro que mulher nenhuma merece ser estrupada. É um crime safado.

  12. Suellem Souza

    -

    03/04/2014 às 13:53

    Ninguém deve ser estuprada por conta de um short, porém, nós mulheres devemos ter o mínimo de decência e o pior de tudo é que as mesmas que se “vestem” quase nuas ainda reclamam quando “pessoas” olham para a mesma. Como o Rodrigo disse, o homem olhar para uma mulher atraente e com roupas curtas o fazem ficar excitado, afinal, ele é homem e os hormônios existem e isso é natural do ser humano, assim como mulheres também se excitam quando olham um homem que possuem o padrão de beleza que elas gostam ou até mesmo o carro que gostam… O problema mesmo consiste em que muitas querem andar nua e não querem que ninguém diga um “A” para tais atitudes.Sem falar que estupradores não atacam somente mulheres, mas também crianças e idosos e cá entre nós, quem faz uma coisa desse tipo, é alguém que não é 100% saudável mentalmente.

  13. marcela llerena

    -

    03/04/2014 às 8:34

    Concordo plenamente com os fatos e muito me abalo ao saber o quanto somos burros aqui nesse país.
    Somos faceis de manipular feito pessoas que moram no meio do mato e recebem a visita do primo da cidade. O primo do campo nunca saiu do campo e nao entende nada sobre o mundo do primo da cidade. Entao, tudo que lhe for contado o caipira só ira concordar.

  14. Rodrigo

    -

    02/04/2014 às 22:56

    Putz, vejo uma mulher de saia curta e shortinho e já fico todo excitado, n sou estuprador mas a mulherada tem q entender q é difícil o cara ver e ficar quieto, é hormônio. Por favor, ajuda o sexo masculino, usa vestido maior e calça.

  15. Thays

    -

    02/04/2014 às 17:28

    Minha dúvida é porque querem que a gente pense q o povo pensa a culpa dos estupros é, em última instância, das mulheres… xiii, ficou meio confuso, mas é isso…

  16. Lena Casas Novas

    -

    02/04/2014 às 11:24

    No primeiro dia que foi publicada a pesquisa, eu fiz uma análise técnica e percebi que todos estavam passando por idiota. Eu já estava desistindo de acreditar que alguém iria se prestar ao trabalho como eu de fazer uma análise na metodologia.

    http://www.lenacasasnovas.com.br

  17. Débora

    -

    02/04/2014 às 8:02

    Eu li no site Revolta Brasil que o Lula afirmou que a imprensa estava pegando pesado com a Dilma pelo fato dela ser mulher. Sem dúvida a pesquisa fajuta e essa campanha tem a finalidade de dizer sublinarmente que quem não vota na Dilma é machista. E outra, apareceu uma propaganda na televisão muito suspeita, do TSE. O link: https://www.youtube.com/watch?v=hF0VFyOoV6o

  18. Milena

    -

    01/04/2014 às 22:41

    Quando eu ouvi sobre esta pesquisa, logo criei desconfiança intelectual. Não é isso o que eu ouço das pessoas, nunca ouvi de ninguém de nenhum homem que a culpa do estupro é da vítima. Mas fazem tanto alarde no facebook com graficozinhos, desenhinhos, frases de impacto e etc… Enfim, não conheço o IPEA e por isso não há razão pessoal minha para confiar num instituto só porque ele é público. Coisas públicas vivem fazendo porcarias.

  19. Bruno

    -

    01/04/2014 às 18:07

    Enfim, bom senso!
    Eu cansei de levar pedrada ao dizer que o estopim da revolução se deu por motivos míopes (rs). O número 65% não era representativo e que a pergunta era mal formulada.

    Compartilharei aos 4 cantos.

  20. Rafael

    -

    01/04/2014 às 16:10

    Excelente!
    Isso sim deveria virar manchete e capa de jornais…

  21. vanny marques

    -

    01/04/2014 às 15:14

    Parabéns… seu parecer está absolutamente correto!!!

  22. Ijar

    -

    01/04/2014 às 15:10

    Pronto. Levei um tempinho mas lí a reportagem. Isso mesmo. Perguntas mal feitas que induzem respostas, inclusão de conceitos imprecisos como mulher saber se comportar e vai por aí. A pesquisa não foi séria.

  23. Ijar

    -

    01/04/2014 às 14:34

    Correto: Pesquisa Estatística qualitativa como esta tem que seguir padrões técnicos que vão desde o universo, coleta dos dados, tratamento dos dados e, finalmente resultados. Quando se trata de perguntas, perguntas não podem induzir respostas. Questões tem que ser feitas dentro de um padrão rigoroso para evitar que o pesquisado responda o que você quer. Não verifiquei toda a pesquisa, mesmo porque não vi todas as questões. Mas há pelo menos uma contradição séria no que li. 65% seriam a favor de ataques. Garanto que se a pergunta fosse do tipo “mulher com roupa curta fica mais sensual?”, a resposta teria sido similar: mulher que usa roupa curta fica mais sensual. Por que não peguntaram o que você acha de mulher que usa roupa curta: a) fica mais sensual; b) chama mais a atenção; c) merece ser atacada; d)merece ser discriminada…. e daí por diante, o resultado teria sido outro. Virou uma síndrome hoje: estupro (merece toda a atenção, mas atenção séria, sobre aspectos de segurança e aplicação da lei) e racismo (muito mal colocado no Brasil). Seguinte: a violência e o desrespeito tem que ser coibido, venha de mulher para mulher, de homem para homem, de homo para homo etc. O estupro é um desrespeito, e mais, é crime. Ponto. No Brasil as autoridades teem mania de sair pelas portas do fundo. Viram aquela proposta de um vagão só para mulheres por causa dos acochadores? Qual é o problema real? Na hora do pico todo mundo acocha todo mundo. Nunca vi tamanha falta de respeito para com o cidadão. Um vagão não resolve o problema. O verdadeiro problema é quantidade e qualidade no nosso transporte público! Mas este cura caro, requer investimentos, novos coletivos, bastante o suficiente para todos poderem viajar sentados, uma nova logística de horários entre 7 e 9 horas, 11 e 14 horas e 17 e 20 horas para começar o trabalho diário, almoço e fim de expediente, respectivamente. Ora… isto é problema! Aí as “otoridades” veem a público com soluções tipo “vagão só para mulheres”. O Brasil precisa urgentemente se tornar um país sério e que mostre respeito pelo cidadão brasileiro que enfim é quem paga as contas.

  24. Ricardo Sigwalt

    -

    01/04/2014 às 13:35

    parabéns pelo artigo… fazia tempo que não lia um comentário tão bacana e construtivo vindo desta revista/website.

  25. Dimas

    -

    01/04/2014 às 9:13

    Este tipo de matéria serve para abafar outros temas que estavam em evidencia como o caso da Petrobras…

  26. Ronaldo Ferreira Machado

    -

    01/04/2014 às 9:05

    O que é mais preocupante nessa pesquisa e que a mídia não divulgou, foram que 41,5% não têm nem o ensino fundamental completo e que a renda per capta dos entrevistados é de R$ 531,26, ou seja, uma parcela específica da população de pouca formação e baixa renda. É claro que o certo mesmo seria extratificar a amostra (o perfil dos entrevistados) com as características do universo (população). É como como se determinado “gueto social” (sem nenhuma conatação pejorativa), independente de classe social, religiosidade, preferência sexual, enfim, uma série de ‘randcaps’, representasse a opinião de uma pais tão diversificado. O mais preocupante é que a mídia internacional já trata dessas questões como REALMENTE O QUE PENSA O BRASILEIRO. Aí cabe a pergunta: como fica a imagem do país no exterior? não poderá comprometer a indústria brasileira do turismo num futuro próximo? Como resolver esse estrago? Imaginemos uma outra pesquisa; entrevistáriamos alguns ‘endinheirados’ do país e se chegaria a conclusão que o brasileiro adora tomar champanhe… essa informação reflete a realidade da maioria da população brasileira? imagina o que aconteceria se os maiores fabricantes dessa bebida no mundo instalassem suas fábricas por aqui? Acredito que o IPEA, como órgão do governo federal deveria vir a público e se desculpar primeiramente e depois ratificar tamanha insensatez… Foi um tremendo tiro no próprio pé…

  27. Elisa Alecrim

    -

    01/04/2014 às 2:28

    O resultado da pesquisa seria muito diferente se perguntassem : ” o que você faria com o estuprador da sua filha ? ”
    Seria a opinião sincera da sociedade a respeito de tanta violência no Brasil.
    A manipulação da pesquisa é idêntica à das eleições e intenções de votos. O Brasil não tem jeito. Na minha opinião é irreversível.

  28. sérgio

    -

    01/04/2014 às 1:43

    Esse artigo é um dos mais bem escritos, e os opositores dizem que foi feito um “contorcionismo”, só que não mostram os pontos “ludibriados”. E essa pesquisa está errada mesmo, pois a grande maioria não concordou em vários sites de notícia!

  29. Cristiano

    -

    31/03/2014 às 20:35

    Claro que a pesquisa foi feita pra gerar um escândalo, aproveitando o gancho que as redes sociais estão dando pra tudo. Quem tem uma bagagem de conhecimento percebe isso facilmente. Parabéns pelo texto.

  30. maria josé pinto

    -

    31/03/2014 às 20:29

    Em minha casa usamos muito a expressão” atacar”, quando na verdade estamos muito a fim de fazer alguma coisa. “Atacar um doce, um prato de comida, uma cerveja, um churrasco…” E OBSERVEM BEM: NÃO ACHAMOS QUE ELES MEREÇAM SER ESTUPRADOS! FUI CLARA?

  31. Valmir Gonçalves Garcia

    -

    31/03/2014 às 20:28

    Continuando… 3810 entrevistados não representam de formal alguma a opinião do povo brasileiro que está indignado com todo o tipo de violência cada vez mais crescente na sociedade. Pesquisa muito, mas muito mal direcionada mesmo!!!

  32. Romell

    -

    31/03/2014 às 20:24

    O Ministério Público deveria investigar os coordenadores dessa pesquisa, pois é uma falta de responsabilidade tamanha, gente de miolo mole, gente perversa, gente irresponsável.

  33. Valmir Gonçalves Garcia

    -

    31/03/2014 às 20:18

    INFELIZMENTE TEMOS QUE CONVIVER COM O AMADORISMO EXISTENTE EM TODOS OS SETORES DO GOVERNO MUNICIPAL, ESTADUAL, FEDERAL, E AGORA COM ESTES INSTITUTOS QUE MAL SABEM CONSTRUIR UM QUESTIONÁRIO PARA EXTRAIR A OPINIÃO DA POPULAÇÃO.

  34. Fábio Veras

    -

    31/03/2014 às 17:04

    Excelente texto! Muito esclarecedor!

  35. VonGratz

    -

    31/03/2014 às 16:57

    Uma coisa a ser pensada é: Sessenta por cento dos entrevistados/as não tinham NEM o nivel fundamental completo.
    Ou seja, basicamente poderiam não ter a condição de encadeamento de pensamento para responder a pergunta sem misturar as coisas!
    Donde podemos concluir que:
    Imaginem que 65 % das mulheres, provavelmente as com menos instrução, responderam sobre as roupas “indecentes” , como uma tentativa de punição às “piriguetes sem vergonha” demonificadas pela péssima mídia que faz parte do dia a dia do brasileiro, e “arqui-rivais” delas no que diz respeito aos seus homens… Em minha humilde opinião, foi por aí quer a coisa rolou, ninguem quando respondeu a esta pergunta pensou em filhas, irmãs e mães sendo estupradas, a coisa foi um “gatilho” infeliz!Frases mal feitas…e o pensamento foi para as “ladras de homens” criadas pelas brilhantes novelas achatadoras de consciência.Foram perguntas erradas dirigidas a uma faixa de pesquisados sem a inteira noção da coisa, e notem, nesta mesma pesquisa, 91% (de memoria) são a favor de CADEIA para homens usando de violência com mulheres.Ou seja, a sociedade não é tão tola assim .. estou errado? Notaram que alguma coisa fedeu ?

    Felipe Moura Brasil comenta:

    Tratei desses assuntos, repito, no meu outro artigo: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/03/29/estupro-machismo-culpa-levante-a-plaquinha-eu-nao-mereco-ser-enganada-pelo-ipea-e-mais-maioria-defende-pena-de-morte-ou-prisao-perpetua-a-estupradores/.

  36. Heidy Luci

    -

    31/03/2014 às 15:24

    Sou mulher e amei sua análise sobre a pesquisa, com certeza foi totalmente tendenciosa, e como sempre no Brasil causou bastante alvoroço, nunca levei a sério estes institutos de pesquisa.

  37. Marcio

    -

    31/03/2014 às 12:41

    NÃO ACHO que mulher de roupa curta deve ser atacada, e NÃO ACHO que ninguém merece ser estuprado! mas, mulher que anda de roupa curta não tem como levar á sério!da mesma maneira que ninguém leva a sério um cara que bebe. só porque ele bebe, tem o prazer de tomar sua cerveja não merece respeito?

  38. Deyvson

    -

    31/03/2014 às 11:47

    Excelente matéria! Palavras que eu queria expressar e não sabia fazer de uma forma tão boa. Parabéns!

  39. LEONARDO MARCEL

    -

    31/03/2014 às 11:11

    Meus parabéns, matéria espetacular !

  40. Adail Sobral

    -

    31/03/2014 às 10:10

    E como explicar que 66% dos 65% são mulheres? As mulheres também querem “atacar” as outras?

  41. Aldemi Coelho Lima

    -

    31/03/2014 às 9:20

    Parabéns pela análise Felipe! Não acredito que um pesquisador sério ou um Instituto de Pesquisa sério realizariam uma pesquisa com critérios tão espúrios. O pior são as conclusões forçadas a partir das respostas às perguntas… É CLARO QUE É TENDENCIOSA!!! Não ajuda em nada nas questões de gênero; atrapalha as relações homem/mulher ou mulher/homem ou mulher/mulher ou …; Uma coisa é certa e não é preciso “pesquisa” para concluir isso: No Brasil, excetuando-se os estupradores, TODO MUNDO (HOMENS E MULHERES) SÃO CONTRA O ESTUPRO, INCLUSIVE OS BANDIDOS QUE ESTÃO PRESOS (OU NÃO). ATÉ ESSES ÚLTIMOS TÊM AÇÕES IMPERDOÁVEIS CONTRA OS ESTUPRADORES, pois também tem esposas, mães, filhas, etc. Entendo que que qualquer pessoa que não quer ser violentada (roubada, assaltada, agredida, estuprada, etc.) tem que tomar precauções para evitar a cobiça dos marginais. E ESTUPRADOR É BANDIDO, SEJA O MARIDO, PAI, PARENTE OU O MONSTRO DA ESCURIDÃO! É importante evitar a ostentação de riquezas para evitar assaltos; é preciso que a mulher não se vista excessivamente provocante ou insinuante na presença de potenciais estupradores. E onde eles estão?? A mulher (ou homem) que atrai a cobiça de eventuais agressores é vítima potencial. É verdade que a agressão de estupro e assalto são muito diferentes e que as mulheres são as principais vítimas de estupro (homens também são), mas do ponto de vista dos cuidados a serem tomados para evitar as agressões podemos fazer a comparação acima. Por fim não se pode comparar a atitude das mulheres, mães, trabalhadoras, etc. com as “periguetes” insinuantes de plantão, apenas para rotular os homens de machistas ou a sociedade de machista, como se o “machismo” andasse por aí pregando o estupro de mulheres. Aliás, nenhuma periguete ou prostituta merece ser estuprada também, viu? Me revolto com a questão do estupro e entristeço-me com as conclusões aligeiradas e tendenciosas dessa “pesquisinha”.

  42. Marco Antonio Colagrossi

    -

    31/03/2014 às 8:31

    AUMENTE A PENA DE ESTUPRO PARA 15 ANOS DE RECLUSÃO, SEM PROGRESSÃO DE PENA, QUERO VER QUEM SE HABILITA A ESTUPRAR. O GRANDE PROBLEMA DOS CRIMES NO BRASIL É A CERTEZA DA IMPUNIDADE. AUMENTE A PENA QUERO VER SE ESSES VALENTES CONTINUAM A PRATICAR CRIMES.

  43. Bottanelles

    -

    31/03/2014 às 5:39

    Caro Felipe, ao menos tal pesquisa não é totalmente inútil: REVELA O CARÁTER DO IPEA! (Tudo bem!, pra isso não precisava de pesquisa, né!?)
    .
    PS.: Será que foi ENCOMENDA DAS BARANGAS MARXISTAS?

  44. Marcio

    -

    31/03/2014 às 1:47

    quando as pesquisas mostram que a mulher que mostra o útero na rua, é mais inteligente, tem mai chance de arrumar emprego, ninguém contesta!ma, agora que a pesquisa mostrou que ninguém, nem homens e nem mulheres, respeitam ou levam a sério uma mulher que anda com o útero à mostra, está todo mundo revoltadinho!

  45. fátima oliveira

    -

    31/03/2014 às 0:55

    Alguém ainda acredita nesses institutos de pesquisa?

  46. Paula Ferreira

    -

    30/03/2014 às 22:32

    Não sei de onde eles tiraram esse resultado absurdo. É óbvio que isso não representa a opinião da maioria. Devem ter entrevistado apenas pessoas sem caráter e tarados. Alias, quem aí já respondeu a esse tipo de pesquisa? Tirando o Censo, que realmente já bateu na minha porta, nunca fui ou conheci alguém que tenho sido entrevistado.

  47. christina

    -

    30/03/2014 às 22:27

    Não acredito nas pesquisas. Qdo. se referem ao número de entrevistados, deveriam deveriam falar sobre o grau de escolaridade. Eu nunca tive o prazer de ser entrevistada.

  48. Vinícius

    -

    30/03/2014 às 15:06

    Interessante também que na ficha técnica fizeram questão de destacar a religião dos entrevistados, totalizando aí por baixo uns 90% de cristãos.

    Acho provável que forcem a barra na cara de pau pra criar uma relação entre o cristianismo, o machismo e a apologia à violência contra a mulher.

  49. VICTOR

    -

    30/03/2014 às 14:44

    EU QUERO SABER DA CRISE DA PETROBRÁS, IMPEACHMENT DA PRESIDENTE E CPI DA PETROBRÁS, ISSO SIM É DE SUMA IMPORTÂNCIA! NÃO QUERO SABER DE PESQUISAS MANIPULADAS SÓ PARA DESVIAR A REAL SITUAÇÃO DO PAÍS!

  50. Renato Luis Azevedo

    -

    30/03/2014 às 13:49

    Felipe,
    Veja o interessante post do Procurador Federal e pesquisador da Unifesp, Douglas Marin. As críticas são parecidas com as suas, quase complementares:

    http://direitoeafins.com/2014/03/28/ipea-e-seu-estudo-sobre-percepcoes-sobre-a-violencia-contra-a-mulher-uma-critica-a-metodologia-utilizada/

    Abs

    Renato

  51. FELIPE MOURA BRASIL

    -

    30/03/2014 às 13:27

    ATENÇÃO! VEJAM O OUTRO ARTIGO ANTES DE COMENTAR: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/03/29/estupro-machismo-culpa-levante-a-plaquinha-eu-nao-mereco-ser-enganada-pelo-ipea-e-mais-maioria-defende-pena-de-morte-ou-prisao-perpetua-a-estupradores/.

    MUITOS ATIVISTAS ESTÃO DEIXANDO MENSAGENS BOCÓS QUE JÁ ESTÃO RESPONDIDAS NO POST SEGUINTE – INCLUSIVE PELO PRÓPRIO RELATÓRIO DA PESQUISA (QUE ELES NÃO LERAM)!

  52. Pedro

    -

    30/03/2014 às 12:51

    Meu caro, a palavra “atacar” como sinônimo para “partir para cima” é coisa de garotada de 20 e poucos anos e não é uma expressão nacional. Duvido que a maioria dos entrevistados tenha pensado no sentido que você mencionou, especialmente se 66% dos respondentes são mulheres.

    Felipe Moura Brasil comenta:

    Pessoas jovens, 16 a 29 anos: 28,5% dos entrevistados. Veja o outro artigo também: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/03/29/estupro-machismo-culpa-levante-a-plaquinha-eu-nao-mereco-ser-enganada-pelo-ipea-e-mais-maioria-defende-pena-de-morte-ou-prisao-perpetua-a-estupradores/.

  53. lilis

    -

    30/03/2014 às 12:25

    E ainda bem q há pessoas com mais informações pra abrir os nossos olhos…vi a pesquisa e choquei!!! agora por esse angulo percebi a importância de como se da tais resultados….como os homens podem ser tão machistas,se mais da metade dos entrevistados foram mulheres??? aahh vlw por abrir minha mente..

  54. Maxwell

    -

    30/03/2014 às 12:18

    “homem que bate na esposa tem que ir para a cadeia”

    O mais engraçado é que estatisticamente o número de mulheres que bate em homens é igual ao de homens que bate em mulheres. Ocorre que os homens possuem mais vergonha de denunciarem e passarem como vítima. Por que não fazer uma campanha para que o homem que foi vítima de violência não se sinta envergonhado em denunciar a sua companheira?
    E mais! As lesões causadas pelas mulheres geralmente são piores que as causadas pelos homens, já que elas pegam objetos na hora da agressão.

  55. caroline paiva

    -

    30/03/2014 às 11:35

    A mulher ser responsavel pelo estupro é tão lógico quanto uma crianca ser responsavel por ser violentada por um adulto. E extremamente repulsivo, uma manipulacao de palavras como essa, n devemos ensinar nossas meninas a n serem estupradas, e sim nossos meninos a n estuprar. Estuprador quando pego deveria ser jogado na prisao algemado no meio de todos os.outros presos com um letreiro na testa escrito oq fez

  56. Moa

    -

    30/03/2014 às 9:48

    Excelente análise. Porém gostaria de considerar ainda, que além do fato de que 66% dos entrevistados são mulheres, 41,5% deste universo tem grau de escolaridade menor que o ensino fundamental e, somente 5,4% tem ensino superior. Isso a meu ver desqualifica totalmente e referida pesquisa, uma vez que devido ao baixo grau de escolaridade, um percentual muito baixo de entrevistados percebeu a capciosidade das questões propostas.
    Moa.

  57. Reinaldo Soares de Souza

    -

    30/03/2014 às 9:03

    Quando vi os dados dessa” pesquisa” fiquei em duvida,mas novato na internet e com dificuldade de acesso a mais informações deixei de manifestar.Acho o texto esclarecedor e observo que o contra ataque que as mulheres fazem e tão agressivo quanto a” pesquisa”.Parabéns.Mas onde o IPEA quer chegar com esses dados.

  58. Rafael Cilys

    -

    30/03/2014 às 8:39

    Vejam só o percentual de entrevistados com “menos que o ensino fundamental” e “ensino fundamental”, somados chegam a quase 64%. Em que tipo de ambiente foram entrevistar? Mais de 41% de analfabetos ou semianalfabeto? Ambiente perfeito para se obter as respostas que se pretende com perguntas dúbias, toscas e induzidas.

  59. Lia

    -

    30/03/2014 às 2:43

    Perplexa! Vamos usar burca, para não chamar a atenção dos monstros, conhecidos como estupradores! Que vergonha dessa ” pesquisa”. Parabéns pelo texto, Felipe.

  60. N. Claudio

    -

    30/03/2014 às 0:17

    A tal pesquisa do IPEA sobre o “estupro” veio a público muito oportunamente para jogar os brasileiros uns contra os outros e desviar nossa atenção momentaneamente da CPI da Petrobras. Como não há simplesmente NADA que se possa dizer em defesa da lambança na Petrobras, tentam desviar as mentes para outro assunto.

    Foi um sucesso, viu? O número de menções ao caso da Petrobras caiu assustadoramente hoje. Só se fala na tal “pesquisa”! ” – Alexei Gonçalves de Oliveira

  61. caracoles

    -

    29/03/2014 às 22:47

    Fico feliz que no meio de tanta ignorância e injustiça há alguém lúcido o suficiente para chegar nessa conclusão.

  62. leonardo

    -

    29/03/2014 às 22:15

    Bom, se a pesquisa não foi bem o que se publicou, ótimo. Porque realmente seria lamentável se o brasil fosse um país tão machista assim.

  63. Claudio

    -

    29/03/2014 às 19:29

    Felipe, a pergunta de um milhão de dólares é: A quem interessa despertar a ira feminazi?? Será publicidade apenas ou algo mais sórdido?

  64. DPalma

    -

    29/03/2014 às 19:17

    Com mais umas duas enxadadas as minhocas saltarão. Lulla há umas três semanas mais ou menos, já cabo eleitoral da soberana, se manifestou assim: “olha, toda essa crítica que estão fazendo a dilma é por puro preconceito contra a mulher, por ser o governante uma mulher … e blá, blá, blá…”. Captou? Começou o processo para desqualificar as críticas à candidata. Esse pessoal não brinca em serviço.

  65. Juliana

    -

    29/03/2014 às 18:44

    Adorei a observação feita! Homem que tem a capacidade de cometer um estupro pouco se interessa por mulheres que se vestem como putas, eles preferem vítimas fáceis de induzir como “as crianças e adolescentes”.

  66. Aristides Carvalho

    -

    29/03/2014 às 18:12

    Excelente análise.

  67. Simone Struminski

    -

    29/03/2014 às 17:45

    Concordo em 100% com seu texto. Manipular a opiniao publica é extremamente simples, especialmente em tempos de midia de redes sociais que se espalham com uma grande facilidade. Ler mais e se aprofundar em um assunto da trabalho e nao é valorizado. A noticia facil é assimilada e passada pra frente, sem grandes reflexoes.

  68. Samuel

    -

    29/03/2014 às 17:32

    Primeiro quero pontuar que a manchete serve para impactar e com isso vender, lucrar.
    Por outro lado é uma pesquisa sem pé nem cabeca! Ora, todos são unãnimes, induvidoso, em reafirmar que um erro não conserta o outro, e perguntas como essa.quiçá, deveriam serem concebidas. É óbvio que alguns incautos, ignóbeis podem ter esse tipo de pensamento, no entanto trata-se de um distúrbio comportamental. Não é o fato de uma mulher apresentar-se nua que justificaria um invasão de privacidade, embora haja a evasão da privacidade.

  69. jonas klein

    -

    29/03/2014 às 15:29

    Bem colocado Felipe, eu desde a primeira vez que coloquei os olhos nessa pesquisa já vi que ela tinha alguma coisa de errada, e agora eu vi que esta quase tudo errado nessa pesquisa. Pois eu sei que o brasil e um pais que não tem por onde ser mais atrasado, mas também não e pra tanto né, na verdade essa pesquisa mexeu tanto comigo que eu nesses últimos dois dias too só de site em site expondo a minha opinião sobre isso, e reparei que as pessoas na parte que fala de ataque e aquela que “Se as mulheres soubessem se comportar haveria menos estupros.” a primeira coisa que as pessoas erroneamente pensam e que a mulher deve se vestir de forma bem discreta como se isso fosso de termina se ela vai ou não ser abusada sexualmente.

    Na verdade quanto a isso eu sou radical, eu pra min a mulher ela deve ser respeitada independente da forma que ela se veste.

  70. Helio Alves

    -

    29/03/2014 às 15:02

    Esse tipo de pesquisa tendenciosa pode fazer com que o povão crie uma empatia com a presidenta, por ser mulher, poderia ser algo ‘articulado’?

  71. Pedro Teixeira Baptista

    -

    29/03/2014 às 14:35

    As mulheres ao contrário dos homens devem sim tomar mais cuidado com a violência nas cidades, e isso não é culpa de nenhum machismo, é a realidade como ela é, a de que esses vagabundos que estão por aí preferem atacar mulheres, ou seja, isso é um problema de violência urbana e não de ódio as mulheres em nossa sociedade. Sem mencionar que todos nós temos que tomar cuidado com a violência, seguindo as dicas que a P.M. e outras polícias nos dão, como ao ir ao banco e não sacar ou depositar muito dinheiro, tomar cuidado para que ninguém veja a nossa senha e etc, mas no caos das mulheres, estas tem que tomar mais cuidado sim do que os homens, não saio de casa pensando se minha roupa pode atrair algum estuprador, me preocupo se posso vir a ser assaltado ou não, então as mulheres tem que sim tomar mais cuidado, temos que chamar a atenção na rua o mínimo possível, pois é como aqueles exemplos que dou para quem pouco entende desse assunto que são:

    1º) Se você é uma mulher a vai ter que andar numa rua sozinha, de madrugada num local cheio de moradores de rua e usuários de drogas e ainda vai ficar num ponto de ônibus sabe-se lá por quanto tempo, pergunto: Como você mulher prefere estar vestida? Com uma mini saia e uma camisa bem decotada ou com uma calça e uma camisa de manga comprida?
    Nenhum estupro se justifica, estes ocorrem independentemente do tipo de roupa que se usa, mas este pode ser minimamente evitado tomando certos cuidados.

    2º) Ninguém em sã consciência andaria na mesma rua do exemplo anterior usado jóias, roupas caras, um relógio rolex e etc, pois a chance de ser assaltado é consideravelmente multiplicada. Ou seja, todos nós temos que tomar cuidados todos os dias, não só para sair de casa, como mesmo dentro de casa, pois nunca se sabe.

    Então, quem anda por aí dando chance para que o azar possa acontecer, tem que mudar seu modo de vida. Em especial as mulheres, pois esses vagabundos que estão por aí, não tem dó de ninguém e os defensores do direitos humanos não são conhecidos por irem as delegacias para ajudar as vitimas de estupros, mas sim para ajudar os coitadinhos dos estupradores, pior ainda quando o estuprador é “de menor”. Nem a atual política se preocupa em dar qualquer tipo de ajuda a qualquer tipo de cidadão acometido por um ato de violência. a máquina estatal esta mais preocupada em sim ajudar aqueles que cometem atos de violência. Pois bem e você mulher ainda quer sair na rua sozinha e vestida de maneira provocante? Boa sorte!

  72. Juliana Tajra

    -

    29/03/2014 às 14:22

    Uma pesquisa encomendada qualquer , pelos mesmos orgãos de pesquisa que aumentam o Ibope da Dilma Rousseff está acusando 65% dos homens do nosso País de serem estupradores (e a maioria em vez de QUESTIONAR parte para o ATAQUE e os ‘mimimi’ do ‘não mereço ser estuprada’). Desde o início dessa palhaçada toda eu falava “Quero que dilvulguem ONDE foi feita essa porcaria de pesquisa, a classe social dos entrevistados, ou em qual presídio eles estão.” Por que pra mim 65% é IRREAL

  73. Jair Cani

    -

    29/03/2014 às 12:52

    Pesquisa de idiotas de tontos e de ignorantes! Lugar de estuprador é no cemitério ou na cadeia! As mulheres tem o direito de andar vestida como elas querem, não estamos nos Emirados Árabes, estamos vivendo em um país tropical, sem proibições de como devemos nos vestir. A única solução para evitar o estrupo é só liberar o porte de armas para os cidadãos de bem, pronto, resolvido o problema, nenhum estuprador vai estuprar, ele sabe que vem chumbo do lado contrario, com as leis que não pune ele deita e rola e não é punido, e quando preso é solto, para cometer o mesmo crime.

  74. Marilene

    -

    29/03/2014 às 12:50

    Pesquisa que induz a resposta desejada, para culpar a sociedade de tanta violência. Governo assim tira sua culpa de permitir o caos na segurança pública. Será que o caos na saúde é culpa dos doentes ou dos médicos, já que importaram médicos cubanos?

  75. Reginaldo Cavalcante

    -

    29/03/2014 às 12:34

    Nota 10. Perfeitas as colocações. Infelizmente a maior parte da imprensa de maneira negligente, ou comprometida, não analisa com frieza e imparcialidade dados de pesquisas e divulgam como a maior verdade do mundo. O Brasil está virando um país de autômatos idiotas.

  76. Reginaldo Cavalcante

    -

    29/03/2014 às 12:31

    Nota 10. P

  77. Cleberton

    -

    29/03/2014 às 12:28

    até que enfim uma matéria, da Veja, que me fez, tirar o chapéu.

  78. Alexei Gonçalves de Oliveira

    -

    29/03/2014 às 11:50

    Há ainda que se levar em conta o seguinte, Felipe: ninguém pode culpar um pessoa por responder equivocada ou preconceituosamente a uma pergunta em um assunto em que ela não é especialista, sobre assunto que ela não estudou, investigou ou pesquisou! Ora, quem pergunta espera uma resposta. Ninguém pode culpar o respondente por não se fazer de rogado!

    Assim, se perguntarem a você se você acha que as oscilações na tessitura do espaço-tempo são a causa da agitação nos prótons do brocólis que você comeu no almoço, ninguém pode culpá-lo se disser que acha que é isso mesmo, vai fundo que é por aí!

  79. André Flandres

    -

    29/03/2014 às 11:37

    Puxa, sinto-me honrado pelo aproveitamento da minha sugestão. Abração e continue combatendo os estupros mentais tão recorrentes nesse pais e cuja relação com uma maior ocorrência de estupros físicos é mais direta e menos remota do que a de quaisquer motivos que as feminazi e outros grupos que se notabilizam por praticar o primeiro tipo de estupro alardeiam, no momento mesmo em que o praticam, como as principais causas do segundo.

  80. Rafael

    -

    29/03/2014 às 11:37

    Que tal um post (ou serie de posts) sobre como pesquisas mal formuladas levam a conclusoes erradas. Nao falta fonte pra pesquisa rsrs

  81. juspuniendi

    -

    29/03/2014 às 10:58

    Quem encomendou a pesquisa foi o Jean wyllys.

  82. juspuniendi

    -

    29/03/2014 às 10:54

    Por que não fazem pesquisa perguntando se o brasileiros são a favor do casamento gay ou aborto?

  83. Alex Ríbolli

    -

    29/03/2014 às 10:50

    Lúcido, Felipe! Uma das suas melhores análises, sem dúvida.

  84. Celso Daniel

    -

    29/03/2014 às 8:57

    Parabéns grande Felipe! Perfeito a sua abordagem. Para variar, tudo que esse maldito Lula toca vira esgoto. Rigorosamente tudo! Até o outrora respeitado IPEA, depois que essa besta humana colocou seus igualmente malditos cavaleiros do inferno no IPEA, com a nomeação do tal Márcio Pochmann o instituto acabou, virou um antro de manipulação de tudo menos um centro de pesquisas.

  85. Lula: últimos dias

    -

    29/03/2014 às 8:41

    Perfeita imagem do Brasil de hoje. Saiba o porque… o segredo que o PT usa para dominar você.
    Recomendo mais uma vez: vejam o vídeo e compartilhem nas redes sociais. Ignorar essa dramática realidade é o caminho mais curto para perder os últimos vestígios de liberdade individual!
    https://www.youtube.com/watch?v=SeWvv2ZLww0

  86. João

    -

    29/03/2014 às 8:38

    A próxima que vão encomendar pro IPEA vai ser sobre índios, e logo depois virão políticas públicas pra acirrar a luta de classes. Acho engraçado que ninguém fala nada sobre a putaria em que viro a sala de aula. Tem trocentos vídeos de alunas de 12 anos tirando roupa em sala de aula e simulando atos sexuais. Nenhum esquerdista fala disso porque faz parte do plano a degradação moral.

    Já cansei desse analfabetismo funcional nosso. Tem gente que acredita em tudo que vê no facebook, que não sabe julgar nada por si próprio. Outro dia tava vendo uma postagem de muito sucesso que dizia, mais ou menos, o seguinte : ” se vc estiver sendo vítima de assalto em algum caixa eletrônico, digite sua senha ao contrário, que a polícia será acionada”.

    Nem preciso dizer que esse tipo de postagem faz enorme sucesso com os filhos do MEC.

  87. ulysses freire da paz jr

    -

    29/03/2014 às 8:36

    Vox Populi, vox Dei – Expor doces a insetos e jóias a rapinantes tem o mesmo efeito que riscar o fósforo ao combustível em um ambiente altamente oxigenado.

    Libidos exacerbadas são irracionais.em ambos os gêneros – vide por ex. o filme Atração Fatal.

  88. Joana

    -

    29/03/2014 às 8:32

    Ostentar riqueza atrai ladrões, ostentar corpo atrai estupradores, é óbvio. Mas a esquerda com concorda com a parte que lhe interessa. Outra coisa: 3810 pessoas é uma miséria em comparação com a população brasileira. Além disso, com 66,5% de entrevistados sendo mulheres, qualquer frase ‘machista’ não deveria ter no máximo 33.5% de aprovação? Ah, esqueci: as malignas mulheres machistas.

  89. Carlos Eduardo

    -

    29/03/2014 às 8:21

    Parabens pelo post!

    E pelo trabalho de pesquisa inserido nesse artigo!

    É bom ver que as pessoas que pensam do Brasil estão ativas!

    Muito obrigado pelo artigo, estava querendo rebater essa bobagem porem não tenho tido tempo!

  90. FCNeto

    -

    29/03/2014 às 8:00

    Na verdade, a pesquisa (http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/SIPS/140327_sips_violencia_mulheres.pdf)
    inverte a lógica, parece que os responsáveis já tem os seus “pré- conceitos” e através de perguntas capciosas e tendenciosas, chega-se às conclusões pretendidas. Note também que o percentual de pessoas com nível educacional baixo (fundamental e menos) é grande, e como normalmente estas pessoas são de camadas sociais mais baixas, que é aonde a violência contra mulher é mais sentida, ou pelo menos mais visível, somado ao maior nível de conservadorismo deste extrato social, faz, a meu ver, que as conclusões desta pesquisa estejam (propositadamente) deturpadas.

  91. Mauro

    -

    29/03/2014 às 5:48

    Evidente que a pesquisa é feita para enganar, eu falei isso na matéria da VICE SÓ faltaram me crucificar ….. Fujam do Brasil….

  92. Meester Marcelo

    -

    29/03/2014 às 5:44

    Essas estatísticas parecem aquelas de que os homens ganham mais que as mulheres. O que a mídia não diz é que, mesmo que a mão-de-obra feminina tenha maior nível de escolaridades, as profissões de maior risco à vida humana são feitas por homens, que possuem o direito de adicionais de insalubridade e periculosidade, por exemplo.

  93. Clarissa

    -

    29/03/2014 às 4:40

    Simplesmente, parabéns!

  94. sérgio

    -

    29/03/2014 às 3:28

    Parabéns! Os alunos do Prof. Olavo estão começando a dar frutos! Até o Sakamoto fez uma confusão ao ler essa pesquisa. Ele disse que tem vergonha de ser homem, insinuando que eles são machistas, sendo que a maioria pesquisada era de mulheres. Rs. Quando começou a aparecer pessoas nos comentários do blog dele, pessoas observando isso, rapidinho o UOL tirou o artigo dele da manchete. Eu parabenizo também o Adolfo Sachsida, que postou um vídeo abaixo. Ele esclarece de forma técnica a leitura errada que os meios de comunicação fizeram nessa pesquisa. Agora entendo porque o Prof. Olavo manda os intelectuais e jornalistas “que cale a boca burro”. Rs… Parabéns! Sou seu fã!

  95. Rolland T. Flackphayser

    -

    29/03/2014 às 3:13

    Mais um plano de manobra “social” do desgoverno. Depois do “ricos” vs “pobres”, “reacionários” vs “progressistas” e o “nós” vs “eles”, aí vêm o novo hit do PTralha, homens vs mulheres.

  96. Alex

    -

    29/03/2014 às 3:10

    O engraçado que por “coincidência” na tv está em exibição exaustivamente um comercial do TSE, sobre a importância da mulher no poder e que os homens não podem representá-las,e que aquela “tribufú” dos infernos a ministra dos Direitos Humanos, pregadora do coitadismo das minorias, saiu do governo para se candidatar a uma vaga na Câmara como deputada, essa vai ter prato cheio para manobrar a massa a favor dela, já que o governo não dá argumentação nenhuma na área da economia, só sobra isso como ferramenta de manobra,e lembrando, nossa presidente é uma mulher e vai tentar a reeleição, tudo isso já prepara o terreno pra ela. Essas pesquisas de inocentes não tem nada.

  97. Adolfo Sachsida

    -

    29/03/2014 às 2:08

    Caro Felipe,

    Acabo de ler seu excelente post, parabéns. De maneira independente, eu fiz um vídeo (antes de ler seu post). Note que estamos pensando parecido. Segue meu vídeo.
    https://www.youtube.com/watch?v=Eai83tWBFVU&feature=youtu.be
    Adolfo

  98. Tomé

    -

    29/03/2014 às 1:02

    O IPEA não é aquele outrora sério órgão que foi devidamente aparelhado com o afastamento de quadros técnicos (Fabio Giambiagi, Otávio Tourinho Gervásio Rezende e Régis Bonelli) de alto gabarito, porém considerados hostis ao petismo, com a entrada do comunista radical Marcio Pochmann (abriu uma filial do instituto na Venezuela para ajudar as justificar as barbaridades do chavismo) e cuja linha tem sido seguida pelo atual presidente Marcelo Neri? Tá explicado.

  99. Gilx

    -

    29/03/2014 às 0:50

    Quando vi essa pesquisa no Jornal Hoje da Globo, tive a mesma sensação: minha inteligência foi ATACADA (mais uma vez).

  100. DANIEL

    -

    28/03/2014 às 23:49

    A FICHA TECNICA, ALEM DA LEVIANDADE DAS PERGUNTAS, DIZ TUDO. VAMOS ESPERAR O QUE VEM POR AE PARA JUSTIFICAR ESSA ONDA MACHISTA PROVOCADA PELO GOVERNO…

  101. André Flandres

    -

    28/03/2014 às 23:09

    Aliás, sugiro outra formulação para a segunda pergunta: se as pesquisas soubessem se comportar haveria menos estupros mentais no país.

    Felipe Moura Brasil comenta:

    Sugestão acatada. Eu quase falei de estupro mental no título, mas, na hora de postar, troquei. Só que encaixa mesmo bem no final, em lugar de “confusão mental”. Obrigado por lembrar, meu caro André. Já editei lá. Abraço.

  102. André Flandres

    -

    28/03/2014 às 23:03

    A tua sugestão de pesquisa é muito boa. Não sou adivinho, mas creio que o resultado para as duas perguntas ficaria muito próximo daqueles 91% da única pergunta decente do IPEA.

  103. R Scopel

    -

    28/03/2014 às 22:35

    A pesquisa do IPEA queria embasar a premissa feminista de que há uma “cultura do estupro” disseminada no Brasil. Contudo, o esquerdista Núcleo de Estudos da Violência da USP em pesquisa de 2010 (realizada em 11 capitais de todas as regiões do país) perguntou que tipo de pena um estuprador merecia. Resultados: 39% dos pesquisados acham que estupradores merecem pena de morte,34% defendem prisão perpétua e 11% apoiam prisão com trabalhos forçados. Só 13% defenderam a prisão dentro dos limites atuais, pena apoiada pelos juristas de esquerda. Esses números mostram que a assunção feminista sobre cultura do estupro é completamente falsa – a população quer mesmo é que os estupradores sejam punidos de forma muito mais severa do que atualmente. Se os analistas progressistas da imprensa confrontassem os resultados das duas pesquisas teriam que refazer suas conclusões. Mas ninguém lembrou ou quis lembrar da pesquisa da USP.
    (link para a pesquisa do NEV-USP: http://www.nevusp.org/portugues/index.php?option=com_content&task=view&id=2857&Itemid=1 )

  104. Tati/

    -

    28/03/2014 às 22:09

    Melhor análise sobre a pesquisa até agora. Artigo irretocável!

  105. eduardo

    -

    28/03/2014 às 21:59

    Excelente, parabéns pelo raciocínio. Sobre a segunda frase, já havia pensado a mesma coisa, sobre a primeira não. Mas quando vi os resultados, logo percebi que, pela interpretação das frases empurrada pelas notícias, os resultados eram muito contraditórios.

  106. nil

    -

    28/03/2014 às 21:24

    Adorei o seu comentario, concordo plenamente. O exemplo do rolex e ferrari foi excelente.
    Sobre pesquisas elas deveriam ser passadas por um controle de qualidade para evitar manipulação e proporcionar dados claros e instrutivos.
    Nao deve existir abusar do poder.

  107. Alex

    -

    28/03/2014 às 21:20

    Quando eu vi esta “pergunta” – e as respostas – a primeira coisa que pensei foi que a questão original apresentada teria sido outra, sendo reformulada depois na apresentação do relatório para dar o sentido visado pelos pesquisadores. O que você falou agora só deixou ainda mais forte esta impressão, de que foi algo fabricado para que desse o resultado que esperavam. Com certeza quem formulou as perguntas conhecia os vários usos e sentidos da palavra “atacar”, que agora já foi traduzida somente como “estuprar”. Sendo de um órgão do governo, com certeza tem algum interesse político por trás desta manipulação evidente. Seria bom se as pessoas entrevistadas viessem à público para dizer o que elas entenderam como “atacar” e se os pesquisadores falaram abertamente que era no sentido estrito de “estuprar”. Mas a gente sabe que isto não vai acontecer…

  108. jair sergio de moraes

    -

    28/03/2014 às 20:58

    Me assustei com a pesquisa, como é que pode um cidadão culpar a mulher por estrupá-la?, só uma pesquisa tendenciosa e a serviço de alguma causa poderia ter causado todo esse auê, nunca antes na história deste país a vigarice esteve tão em evidência.

 

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