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10/02/2014

às 21:29 \ Brasil

Os “pensadores” que deveriam ir ao velório do cinegrafista da Band, a carta de sua filha e as declarações da viúva

Cinegrafista BAND morto

No dia em que é declarada a morte cerebral de Santiago Andrade, de 49 anos, cinegrafista da Band atingido por um rojão enquanto cobria as “manifestações”, convém lembrar o nome de alguns “pensadores” que legitimaram moralmente os atos dos “vândalos” – a rigor, terroristas – ou aliviaram a barra deles (as “vítimas do Estado”) o quanto puderam, até o ponto tragicômico de chamá-los de “presos políticos”.
 
Cada um desses, entre muitos outros que eu talvez acrescente depois (com a ajuda de vocês), deveria comparecer ao velório de Santiago e pedir desculpas à família pela irresponsabilidade intelectual, ainda que a responsabilidade criminal seja do suposto “Black Bloc” que atirou o rojão. O título do meu primeiro artigo sobre as manifestações, publicado em junho de 2013, já resumia o que a imprensa e a intelectualidade esquerdistas estavam dando desde o começo aos “manifestantes”: um “Passe Livre para a delinquência“, que só poderia resultar, “acidentalmente” ou não, no cadáver de um inocente.
 
Ricardo Boechat
Apresentador do Jornal da Band
 
No Youtube: “(…) Essa realidade vai mudar (…) se a população atacar, partir pro contra-ataque. Eu sou favorável a arranhar carro de autoridade, eu sou favorável a jogar ovo, eu sou favorável a revolta, a quebra-quebra, o c…lho. ‘Ah, isso é vandalismo!’ Vandalismo é o cacete! Vandalismo é botar as pessoas quatro horas na fila das barcas todo dia (…). Vandalismo é tu roubar feito um condenado o dinheiro público (…).”
 
Francisco Bosco
Colunista do Globo
 
“(…) quem está tentando saquear lojas está, precisamente, reivindicando um país melhor. E eles nos representam. São os únicos que realmente nos representam.” “(…) aqueles que passam ao real (os ‘vândalos’) na verdade não querem isso, não querem falar a ‘linguagem’ da PM. Esse é apenas o último recurso que resta quando os recursos da realidade são todos falseados.” “(…) é claro que eu preferiria obter transformações estruturais sem as injustiças e as confusões decorrentes dessas passagens ao real (…), mas isso não me parece possível, justamente.”
 
[Ver meu artigo: Vamos comparar Rachel Sheherazde com Francisco Bosco, em homenagem ao PSOL e ao Sindicato dos Jornalistas, inclusive para entender o artifício que Safatle usa abaixo]
 
Chico de Oliveira
Sociólogo, autodeclarado “socialista há 50 anos”
 
À Folha: “Faço uma boa avaliação [dos Black Blocs]. Se eles se constituem como novos sujeitos da ação social, é para saudar. Vamos ver se, com a ajuda deles, a gente chacoalha essa sociedade que é conformista.”
 
Vladimir Safatle
Professor de Filosofia da USP
 
Na Folha, querendo uma solução política e não policial para os vândalos que chantageiam o Estado com uma “violência genérica”: “(…) Nesse contexto de mutismo, a violência aparece como a primeira revolta contra a impotência política. A história está cheia de exemplos nos quais as populações preferem a violência genérica à impotência. Ainda mais quando se confrontam com uma brutalidade policial como a nossa. Como todo sintoma, há algo que essa violência nos diz. A resposta a ela não será policial, mas política.”
 
Bruno Torturra
Representante do Mídia Ninja, parceiro de Pablo Capilé
 
No Valor: “O Black Bloc não é um movimento. É uma estética, um código simples de reproduzir. Quando vão para a rua a sociedade identifica: o Black Bloc chegou. É um comportamento emergente. (…) A ação direta das pessoas, seja alguém de classe média que pintou a cara de verde e amarelo, seja o garoto de periferia que vai quebrar um banco. (…) Grande parte da sociedade pacata se sente representada. Não está disposta a fazer como o Black Bloc, mas se diz intimamente: ‘Pode continuar, não quero que a Rota quebre esses meninos’.” No Roda Viva: “Para a gente dizer se dá para condenar ou não uma ação do Black Bloc, a gente tem de discutir, antes, a prioridade, inclusive midiática, e o escândalo que a sociedade sente quando um vidro é quebrado, quando o patrimônio de um banco é quebrado, e a gente não tem a mesma reação, e a gente não encara da maneira escandalizada, quando o cidadão é agredido. (…) O que a gente tem de entender é que são jovens que sofrem violência há muito tempo. A maioria deles não confia no estado…”
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Caetano Veloso
Compositor e “colunista” do Globo

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Tico Santa Cruz
Vocalista da banda Detonautas
 
Nas redes sociais, conforme reportado pelo Extra: “Vamos para as ruas! Mas vamos conscientes! 7 de setembro – meu ALVO É O CONGRESSO NACIONAL! Democracia não se faz com ratos de terno e gravata e sim com gente trabalhando pelo povo! BLACK BLOCK LIVRES”

Tico Santa Cruz Black Bloc

Rafael Alcadipani Silveira
Coordenador de pesquisas organizacionais da Fundação Getúlio Vargas
 
Ao Estadão: “Muitos dos jovens que estão usando essa estratégia da violência nas manifestações vieram das periferias brasileiras. Eles já são vítimas da violência cotidiana por parte do Estado e por isso os protestos violentos passam a fazer sentido para eles.”
 
[Sobre o comentário acima, Demétrio Magnoli escreveu em “Nas franjas do Black Bloc“, no mesmo Estadão: “Rafael Alcadipani da Silveira, autor do diagnóstico que equivale a uma celebração do vandalismo, não é um músico punk, mas um docente da FGV-SP. O seu (preconceituoso) raciocínio associa ‘violência’ a ‘periferia’ – como se esse sujeito abstrato (a ‘periferia’) fosse portador de uma substância inescapável (a ‘violência’). Por meio do conhecido expediente de atribuir a um sujeito abstrato (a ‘periferia’) as ideias, as vontades e os impulsos dele mesmo, Silveira oculta os sujeitos concretos que produzem um ‘sentido’ para ‘protestos violentos’. Tais sujeitos nada têm que ver com a ‘periferia’: são acadêmicos-ativistas engajados na reativação de um projeto político que arruinou a vida de uma geração de jovens na Alemanha e na Itália (…)”.]
 
Pablo Ortellado
Professor e pesquisador da USP
 
À Folha: [Por ser uma ação simbólica (o capitalismo ruindo na destruição de uma agência bancária), “a chave para entender a tática está mais na interface da política com a arte do que com o crime, porque ela não é contra pessoas, só contra coisas”. No artigo “Vidas valem mais do que vidraças“, após chamar a destruição de propriedade privada de “ação simbólica”: “Ao chamar a atenção para os bancos, para as grandes marcas e para o Estado brasileiro, o Black Bloc resgata a atenção dos meios de comunicação e a redireciona para o sistema econômico e político que está na gênese da verdadeira violência da nossa sociedade. É uma questão em aberto se essa mensagem está sendo adequadamente recebida pelo público. Mas, seja como for, essa tática não é nem violenta, nem arbitrária – e, sobretudo, ela não é tola. Nossos jovens que estão nas ruas merecem respeito e nosso apoio.”
 
Eugenio Bucci
Colunista do Estadão e da Época
 
Na Época: “Os adeptos do quebra-quebra devem ser contidos, por certo, mas não devem ser tratados como se fossem terroristas ou traficantes armados. Esses jovens não são a fonte do mal que nos espreita. Não são assassinos, não são assaltantes, não são integrantes de milícias ilegais.”
 
Andre Borges Lopes
Colaborador do blog do militante petista Luís Nassif
 
No blog do Nassif: “Não tenho nem sombra de dúvida de que prefiro esses inconformados que atrapalham o trânsito e jogam pedra na polícia. (…) Esses moleques que tomam as ruas e dão a cara para bater incomodam porque quebram vidros, depredam ônibus e paralisam o trânsito. Mas incomodam muito mais porque nos obrigam a olhar para dentro das nossas próprias vidas e, nessa hora, descobrimos que desaprendemos a sonhar.”
 
Ivana Bentes
Professora e pesquisadora da Escola de Comunicação da UFRJ
 
“(…) é inútil e simplista dividir os manifestantes entre “vândalos”, “mascarados” e os manifestantes pacíficos. Se gritam é uma dor que dói. Ou uma intensa alegria. Estamos todos juntos! É impressionante ver como os garotos da periferia do Rio estão se apropriando e emponderando da linguagem politica e estética das manifestações e vice-versa. Porque ali, de máscara ou cara lavada, com táticas lúdicas (performance, fantasias, carnaval politico) ou violência real e simbólica o que está sendo viralizado e se propaga por contagio [sic] e intensos debates é um desejo de transformação. Uma escola de ativismo em fluxo, processo político. Os Black Blocks, mas não só eles, todos os que sofrem o poder no corpo (jovens negros das favelas, população de rua e agora ativistas e midialivristas) colocam de forma muito explicita [sic] uma questão decisiva para todos nós: o monopólio da violência pelo Estado.”
 
Jean Wyllys
Deputado federal do PSOL
 
No Facebook, usando o vandalismo da extrema esquerda de 1968 para aliviar a barra do da extrema esquerda atual: “O ‘vandalismo’ e sua linguagem da violência contra ‘patrimônios’ têm algo a nos dizer sobre esses tempos vivemos. Não vamos nos esquecer de que sair assaltando, ops!, ‘expropriando’ banco e sequestrando embaixadores também era considerado ‘baderna sem sentido’ na ida década de 70; queimar sutiãs em público e defender a inserção da mulher no mundo do trabalho também já foi considerado ‘baderna sem sentido’. Ora, se quem assaltou banco e sequestrou autoridades nos anos 70 tinham motivos (não compreendidos à época), os ‘vândalos’ de hoje também têm os seus; se na incompreensão dos motivos da geração 68, seus contemporâneos defenderam repressão contra ela, algo parecido pode estar se passando hoje com os ‘vândalos’! Já pararam pra pensar nisso?!”
 
Marcelo Freixo
Deputado estadual do PSOL
 
No Youtube: “Acho que é um movimento. Vários movimentos têm vários métodos distintos. Eu não sou juiz para ficar avaliando os métodos em si. Eu tenho uma militância de muitos e muitos anos, muito antes do Parlamento. São mais de 25 anos de militância. Tem uns métodos que eu acho que são mais eficientes, tem outros que eu acho que são menos, mas eu não sou juiz pra dizer que movimento é um movimento correto ou não é. Eu acho que qualquer movimento que visa a construção de uma sociedade mais justa é válido. E os métodos representam um outro debate.”
 
Edilson Silva
Militante do PSOL e membro da Executiva Nacional do partido
 
No site do PSOL, estabelecendo em teoria o manual de conduta que Freixo segue na prática no vídeo do comentário acima: “(…) não nos parece que o conceito da tática Black Bloc seja algo retrógrado ou mesmo indesejável em essência e propósitos originais. É algo progressivo, politicamente moderno, trazido pelas mãos da dialética na história. Se este fenômeno é mesmo a síntese de um processo histórico e do desenvolvimento das forças produtivas, creio estar descartada a hipótese da não convivência com ele. (…) Por outro lado, não parece o mais correto o aplauso fácil e irresponsável à tática, tratando as suas fragilidades e portas abertas a todo tipo de oportunismo e infiltrações fascistas e policiais como um mero efeito colateral. Não perceber e não buscar evitar estas fragilidades é permitir que um fenômeno progressivo seja capturado pelo regime político que em essência busca combater, dando matéria-prima para justificar a ampliação da repressão estatal ao conjunto das forças e movimentos que questionam a ordem. Para quem pretende mudar o mundo de verdade, não deve parecer utópico ou ingênuo demais querer ver os movimentos e partidos da esquerda coerentes, como o PSOL, dialogando com a tática Black Bloc, respeitando todas as táticas e o máximo possível as sensibilidades mais positivas da opinião pública e da consciência das massas, respeitando-a e sem capitular a ela, como defendia Lênin; ou disputando a hegemonia, como teorizava Gramsci, fazendo desta consciência social mais um aliado na construção de uma sociedade mais próxima da que precisamos. Talvez esteja aí o nosso desafio nesta questão da tática Black Bloc.”
 
[PÓS-ESCRITO DE TERÇA-FEIRA: O artigo de Edilson Silva – oh, coincidência! – foi retirado do site do PSOL um dia após a morte de Santiago. O endereço original era este: http://www.psol50.org.br/site/artigos-e-entrevistas/583/tatica-black-bloc-condenar-conviver-ou-se-aliar, mas ele ainda pode ser lido aqui. Será que o PSOL quer apagar os vestígios de parceria com os Black Blocs? Puxa vida, ficavam tão bem juntinhos!…]
 
No vídeo Grito da liberdade:
 
João Damasceno
Juiz
 
“A criminalização dos manifestantes, dos movimentos sociais, é expressão da violência ilegítima do Estado, da truculência contra a democracia.”
 
Bianca Comparato
Atriz
 
“[Órgãos de imprensa] só reportam o que é que foi quebrado, o que foi destruído. E eu também acho que tem de parar para pensar o que é que está sendo destruído. São casas de pessoas, como (sic) a polícia joga uma bomba de gás dentro de um apartamento? Não! São lugares simbólicos”.
 
Marcos Palmeira
Ator
 
“Essa violência absurda da polícia contra a população, botando todo mundo no mesmo balaio, quer dizer, são duzentas pessoas presas politicamente… Isso é uma loucura em 2013. (…) Vamos anistiar esses presos políticos.”
Marcos Palmeira Pim Beagles
Participaram também:
 
- Wagner Moura
- Mariana Ximenes
- Leandra Leal
- Chacal
- Teresa Seiblitz
- Luís Henrique Nogueira
- Adriano Pilatti
- Camila Pitanga, que aliás questionou:
 
“A violência vai chegar até que ponto? Vão precisar terem mortes? Porque porrada já tá rolando. Pessoas sendo machucadas já está rolando. Agora, prisões. Daí vai pra onde?” Como bem observou um leitor, ela só não esperava que a morte ia ser de um cinegrafista; e os responsáveis, aqueles que ela julgava serem as vítimas.
 
Nenhum dos participantes do vídeo, diga-se, repudiou nele o linchamento deste PM, que acontecera dias antes, em 17 de junho de 2013:


 
Quando o PSOL – aquele partido que também recrutava punks para as manifestações, conforme denunciei na época – comandou a greve dos professores do Rio, em parceria com os Black Blocs, os “pensadores” abaixo também assinaram um manifesto de apoio aos tais “professores” (que você pode chamar de “black bloc teachers”):
 
– Caetano Veloso
– Wagner Moura
– Marisa Monte
– Leandra Leal
– Fernanda Abreu
– Thayla Ayala
 
Que tal ao menos mandar umas flores para a família Andrade, hein?
 
2.
 
Carta aberta da filha de Santiago:
 
“Meu nome é Vanessa Andrade, tenho 29 anos e acabo de perder meu pai.
 
Quando decidi ser jornalista, aos 16, ele quase caiu duro. Disse que era profissão ingrata, salário baixo e muita ralação. Mas eu expliquei: vou usar seu sobrenome. Ele riu e disse: então pode!
 
Quando fiz minha primeira tatuagem, aos 15, achei que ele ia surtar. Mas ele olhou e disse: caramba, filha. Quero fazer também. E me deu de presente meu nome no antebraço.
 
Quando casei, ele ficou tão bêbado, que na hora de eu me despedir pra seguir em lua de mel, ele vomitava e me abraçava ao mesmo tempo.
 
Me ensinou muitos valores. A gente que vem de família humilde precisa provar duas vezes a que veio. Me deixou a vida toda em escola pública porque preferiu trabalhar mais para me pagar a faculdade. Ali o sonho dele se realizava. E o meu começava.
 
Esta noite eu passei no hospital me despedindo. Só eu e ele. Deitada em seu ombro, tivemos tempo de conversar sobre muitos assuntos, pedi perdão pelas minhas falhas e prometi seguir de cabeça erguida e cuidar da minha mãe e meus avós. Ele estava quentinho e sereno. Éramos só nós dois, pai e filha, na despedida mais linda que eu poderia ter. E ele também se despediu.
 
Sei que ele está bem. Claro que está. E eu sou a continuação da vida dele. Um dia meus futuros filhos saberão quem foi Santiago Andrade, o avô deles. Mas eu, somente eu, saberei o orgulho de ter o nome dele na minha identidade.
 
Obrigada, meu Deus. Porque tive a chance de amar e ser amada. Tive todas as alegrias e tristezas de pai e filha. Eu tive um pai. E ele teve uma filha.
 
Obrigada a todos. Ele também agradece.
 
Eu sou Vanessa Andrade, tenho 29 anos e os anjinhos do céu acabam de ganhar um pai.”

 
3.
 
No Globo Online: Mulher de cinegrafista pede que manifestações sejam pacíficas
 
(…) Arlita Andrade pediu que as manifestações não sejam violentas. Ela acredita que a violência não é o caminho para a mudança:
 
— Espero que as manifestações não sejam violentas. O Brasil vai ser mal visto. Ninguém vai querer olhar pra gente. Meu marido está indo embora, mas outras famílias podem ser destruídas.
 
Sobre os jovens que dispararam o rojão que atingiu seu marido, Arlita disse que faltou educação:
 
— Eu acho que esses rapazes que fizeram isso não tiveram os ensinamentos que eu dei para os meus filhos. O que falta é o amor pelas pessoas. Meu marido estava ali trabalhando. Ele estava ali mostrando uma manifestação.
 
Arlita também contou como soube que o marido tinha sido ferido:
 
— Deu 20h45m e eu liguei. Não foi ele que atendeu. Falei: ‘Santiago’. Disseram: ‘Não, aqui é’, falou o nome do cinegrafista. Falei: ‘Cadê meu marido?’. Ele falou: ‘Está no Souza Aguiar. Estourou uma bomba na cabeça dele e está em estado grave’. Levei susto e achei que não entendi e falei: ‘Ele foi fazer matéria de alguém que levou bomba?’. E a pessoa disse: ‘Não, foi ele mesmo’ — contou.

 
4.
 
Como escrevi no Facebook quando Santiago ainda estava em coma:
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Felipe Moura Brasil – http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
 
Siga no Facebook e no Twitter.
 
[PS: Sei que há muitos nomes a acrescentar à lista, mas peço por favor que só sugiram outros se trouxerem também o trecho - não só o link - em que eles legitimam as ações dos vândalos ou aliviam a barra deles, ok? Grato.]

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135 Comentários

  • Suzy

    -

    11/2/2014 às 21:13

    Muitos apoiaram apenas para posar de moderninhos ou se promover.

  • Suzy

    -

    11/2/2014 às 21:31

    Eu parei de assistir Jô Soares depois que o vi, juntamente com suas meninas (quase todas), delirarem com as manifestações. Que eu me lembre, somente a Ana Maria Tahan foi veemente contra a violência. Perderam pelo menos um dos poucos telespectadores.

  • Orlando Macedo

    -

    11/2/2014 às 21:47

    e eu fiquei 3 meses pra contratar alguém…durante as entrevistas ouvi até: estou saindo do outro emprego porque trabalho muito! Mas não vou fazer comentários mais ácidos. O Brasil é corrupto vagabundo e preguiçoso, não vou mudar isso.

  • João cansado

    -

    11/2/2014 às 21:47

    O que eu quero saber é quem financia os black blocs. Isso é que eu quero saber. Eles vivem de quê? De brisa? Tem partido político por trás disso? Qual ou quais?

  • IVALDO

    -

    11/2/2014 às 21:52

    É PROFUNDAMENTE LAMENTÁVEL ! TODOS AQUELES QUE APOIARAM E APOIAM ESSE BANDO DE TERRORISTA DO BLACK BLOC ,QUE POR SINAL esTÃO A MANDO DO GoverNo fEDERAL ,são cumplices morais do assassinato desse rapaz !

  • Paula Costa

    -

    11/2/2014 às 22:48

    Não, os petralhas de todos os tons de vermelho não se responsabilizam pelas consequências práticas das ideias q defendem, assim como nunca associaram essas ideias às suas consequências históricas. O comunismo está no futuro. Sempre.

  • Carlos

    -

    11/2/2014 às 22:50

    Vc se esqueceu da tentativa de linchamento daquele coronel que foi salvo por um policial à paisana, lembra? Ainda teve a dignidade e a maturidade o suficiente para não sacar uma arma e fazer uma vítima. E ordenou que os subordinados que estavam acuados não o fizessem.
    Pode-se dizer que foi ali que os black blocs perderam a chance de produzir a vítima deles.

    Felipe Moura Brasil comenta:

    Esqueci nada. Só não dá pra colocar tudo aqui. O coronel está no meu clipe: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2013/12/03/e-black-e-bloc-e-o-pt-no-caminho-um-videoclipe-da-parodia-aguas-de-junho-criada-pelo-autor-deste-blog/

  • Ana cristiana

    -

    11/2/2014 às 23:06

    Eu Tambem quero ver eles terem coragem de ir ao enterro e olhar nos olhos da familia da vitima….doi ver meu idolo Caetano Veloso….com essas mascaras de assassinos….quem cobre a cara e porque e covarde….

  • Ademir Pereira

    -

    11/2/2014 às 23:14

    É lamentavel ver estas pessoas “cultas” “intelectuais” famosos, terem uma atitude dessas.Esses jovens que se dizem preocupados com o sofrimento alheio, agridem, destroem o patrimônio público ou privado e ferem pessoas inocentes,a maioria estudantes não são da periferia, nem pobres coitados desempregados, nem jovens oprimidos pelo poder público, são sim classe média, pessoas que não sabem o que é passar dificuldades,são pessoas que estão sendo manipuladas por este poder opressor, não importa se é de esquerda ou direita, mas que todos eles ajudaram a colocar no poder. Políticos que só pensam em se manterem no poder e assim usufruir do que esse poder lhes proporciona, meus caros, o que vocês fazem para construir um País decente, onde as oportunidades sejam dadas a todos? Porque não protestam contra aqueles que exercem o poder político. Acordem moçada, vocês só estão sendo bonecos nas mãos destas pessoas.

  • Gabriel

    -

    11/2/2014 às 23:17

    A nata da esquerda caviar. Proponho uma coisa, pega todo esse pessoal coloca em aviões com destino a Beijing, Vientiane, Hanoi, Havana e Pyongyang, e pronto vamos deixá-los viver este comunismo lixo que estes babacas defendem. Hipócritas da pior espécie.

  • Pedro

    -

    11/2/2014 às 23:51

    Duvido que peçam desculpas! Duvido que deixem de lado a hipocrisia de seus atos! Duvido que parem de fumar maconha e financiar o pode paralelo do tráfico, duvido que façam alguma coisa de útil e de peito aberto pelo próximo!
    Finalmente duvido que ajudem o Rio a ser uma cidade ainda melhor!

  • degencalves

    -

    12/2/2014 às 0:22

    pensadores nada, sao a escoria, pensadores esquerdistas isso sim!!

  • leo

    -

    12/2/2014 às 0:56

    Espanto: de ontem para hoje o PSOL retirou de sua página o artigo de 15/10/2013, que avalizava a atuação dos black blocs, cujo link eu havia postado abaixo…

  • Bruno Sampaio

    -

    12/2/2014 às 1:49

    O nome do filme? 15 Vigaristas e um Funeral!

  • Léo

    -

    12/2/2014 às 1:58

    Aí vai o texto do artigo retirado hoje davpagina oficial do PSOL : https://docs.google.com/a/acad.pucrs.br/file/d/0B3Vb-LkJo-B_UjFtNmQxV1QzNlE/edit

    Felipe Moura Brasil comenta:

    Mostrei no Face: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10152342160311874&set=a.60437611873.86883.713956873&type=1&theater&notif_t=like.

  • Didi Iashin

    -

    12/2/2014 às 7:51

    ” Eles já são vítimas da violência cotidiana por parte do Estado”. Tá. E atacam Mc Donalds, bancos … Por que não atacar o Estado, Brasília, o Congresso, o Senado, a presidente …? É pedir muito que esses caras tenham coerência?

  • Fernanda

    -

    12/2/2014 às 8:36

    Eles estavam loucos pour uma vítima, e aí veio… um trabalhador “mulato” morto por um branco de classe média (acho que sim pois parece que o fulano não trabalha, vive do que?). Pena que veio do lado errado, né? E onde estão os valentes não hora da “manifestação”? Ao lado do black bloc? Ou atrás das suas telinhas (que BTW chegavam a eles graças ao trabalhador que filmava)? Tem que ir ao enterro sim, tem que pelo menos uma vez dar a cara a bater…

  • Fernando Zeca Corinthiano

    -

    12/2/2014 às 9:46

    Faltou o Paulo Henrique Amorim q agora é back bo$t@ assumido

  • Souwell Memo

    -

    12/2/2014 às 9:57

    Amigo, excelente artigo. Só senti falta da fotinho do Chico BOOOO-Arque fantasiadinho de Black Bloc, e do Marceleo D(mente)2, idem.

  • reinaldo

    -

    12/2/2014 às 10:04

    esses Pensadores não representam a população brasileira. Não representa um agricultor do nordeste que ve os poucos animais morrendo de fome e de sede no sertão nordestino. Eles podem representar os vagabundos que empesteia as faculdades federais e que fumão maconha financiando o trafico. Brasileiros vamos acordar. Em outubro vamos votar direito. Chega de demagogia e hipocrisia.

  • juan hernandes lins da costa

    -

    12/2/2014 às 10:35

    Atinado as contradições Felipe ótimo recado!!

  • Fabrício

    -

    12/2/2014 às 11:16

    Felipe, excelente trabalho.

    VAMOS DEIXAR DE SER BURROS, O QUE ESSES BANDIDOS BLACK BLOCS, PSOL, PSTU, PCO E SIMPATIZANTES ACÉFALOS DA MÍDIA QUEREM É INSTITUIR UMA DITADURA À LA POL POT.

    NUNCA VISITARAM UMA PERIFERIA, MAS FALAM EM NOME DELA.

    O SONHO DESSES JOVENS É POR EM PRÁTICA TODO SEU ÓDIO CONTRA A SOCIEDADE MODERNA, E FAZER A GENTE VOLTAR A IDADE DA PEDRA, TAL COMO O NOBRE HUMANISTA POL POT.

  • Orestes de Queiroz Cançado Junior

    -

    12/2/2014 às 12:14

    Estamos vivendo uma situação parecida com a que antecedeu a reação das Forças Armadas em 1.964. Total desrespeito à Ordem Legal. Aos Poderes Constituídos. Estamos enfrentando uma “GUERRILHA URBANA” ,onde as Autoridades estão em desvantagem, pois devem obediência à Presidenta Dilma. Assim reza a Constituição Federal. Um General já se manifestou contra os desmandos do PT e afirmou que o Exército não se submete a ele. Está patente que esse movimento Black Block está apoiado por partido político e só agora tomei conhecimento que é o PSOL. Nem bem ocorreu o fato da explosão no Jornalista, a Ativista(Sic) Sininho liga para um Advogado e oferece ajuda na defesa dos agressores e fala o nome do Deputado FREIXO. Depois e agora negam. Acima, ha um texto extraído do Site do PSOL e que foi retirado ontem.Por quê? Faço meus os textos de Sanni Torres Gama e Rômulo Alcântara, pois expressaram exatamente o que eu penso. Isso não pode continuar.

  • Elio

    -

    12/2/2014 às 12:29

    Brasil….tem uma forma eficaz, de alto impacto civil e financeiro, sem violência e que seria sentido por todas as esferas!!!
    PARAR a grande massa trabalhadora….Utopia??? Talvez…

  • André

    -

    12/2/2014 às 15:14

    A esquerda primitiva do PSOL , `´sininho`´ atacando as emissoras bandeirantes, globo e sbt. segue o vídeo:
    http://www.youtube.com/watch?v=iffqQjIygvM

  • André

    -

    12/2/2014 às 15:18

    http://www.youtube.com/watch?v=NXr_U3AEpDE

  • André

    -

    12/2/2014 às 15:20

    http://www.youtube.com/watch?v=94L0DHHPHE4

  • Daniel

    -

    12/2/2014 às 15:26

    Agora que o “Vladimir Herzog” da nossa geração foi morto por mãos esquerdistas, se vê uma condenação da vítima e um enaltecimento do criminoso. O problema do Brasil é o povo que se considera compadecido, mas na prática só compra a historinha vitimista contada pelo primeiro bandido que aparecer. Milhões de alienados que só valorizam o que não presta, tentam a sorte sempre que podem praticar um dos pequenos atos de corrupção do dia-a-dia e, inebriados pela própria incompetência, gostam de ver a desgraça de quem ainda tenta viver com alguma decência.

  • Marici Fernandes

    -

    12/2/2014 às 15:44

    Infelizmente esses garotos não pensam , são manipulados por partidos e políticos sórdidos , paternalistas, que não oferecem o essencial a eles , mas sim os estimulam contra toda a sociedade, ja fui a Audiências Públicas onde deputado estadual do PSOL aqui em SP dizia em alto e bom som aos participantes que a classe média e os policiais não gostavam nem de negro e nem de pobre ! Como assim ? Ah! Mas que eles estavam lá pra ajudar e que podiam contar com eles , e que sim, a população precisava se movimentar, interromper transito, fazer o que fosse necessário pra chamar a atenção da mídia. Pois é eles chamaram tanto a atenção da mídia que até ajudaram a matar um trabalhador da classe com seu discurso hipócrita

  • Jacqueline

    -

    12/2/2014 às 18:27

    Vixe! O mundo artístico é coalhado de imbecis rematados. Até eu (uma pacata cidadã) pesquisei pra ver se as manifestações eram legítimas e descobri que eram manipuladas. É só ter internet, pesquisar e ter olhos e ouvidos atentos. Bando de ridículos.

  • Augusto Schmidt

    -

    12/2/2014 às 19:13

    Parabéns pela opinião sincera, dissonante da esquerda burra que controla nossa política e se alastra por todos o cantos. E olha que já fui bancário nas décadas de 80 e 90, o que consequentemente me levou à beber na mesma fonte que muitas das atuais estrelas do sindicalismo que se tornaram mandatários. Com uma diferença: me atualizei. Hoje sinto vergonha de um dia ter acreditado em pessoas como Genoíno e Zé Dirceu, mas é vivendo que se aprende. O Poder realmente corrompe, cheguei a esta conclusão. Mais vergonha ainda sinto quando vejo que estes criminosos intitulados Black Blocks são um bando sem alma e sem ideologia, verdadeiro gado na mão de políticos oportunistas. Turma de estúpidos que ainda vai arrumar um problema para todos aqueles que um dia pensam em sair sair às ruas para algum manisfesto justo e pacífico: a tal lei do terrorismo que não define sequer o que é ato terrorista, ou seja, todo e qualquer cidadão, de bem ou não, que resolva se manifestar publicamente nas ruas deste País poderá ser enquadrado nesta nova capitulação penal subjetiva e genérica, abrindo uma brecha perigosa para o seu mal uso, já que o Estado pode enquadrar (vale dizer trancar e jogar a chave fora, pois seria hediondo) qualquer pessoa que se manifeste contra seus interesses. Sentiu o perigo??? Vamos agradecer aos acéfalos Black Blocks!!!!

  • Mauri F. Guimara

    -

    12/2/2014 às 19:24

    Arnaldo Jabor quase de convenceu do efeitos positivos da quebradeira. Vamos lá, ele pode ser um candidato.

  • luana

    -

    12/2/2014 às 20:43

    O que esses atores falam NÃO deve ser levado a serio! quais deles foram para as ruas?? Apoiar assalto,invasão de propriedade privada,vandalismo nos locais públicos é um absurdo!apoiam por que nenhum deles andam nestes locais , ou não são os donos! queria saber se fosse uma LOJA do MARCOS PALMEIRA que fosse destruída os Marginais ainda seriam presos políticos agora! Me perguntava se esses Black Bloc não trabalhavam por que te que ter muito tempo livre para estar todas as manifestações quebrando tudo. Ai hoje descobro por que eles tem tanto tempo livre não trabalham recebem AUXILIO FINANCEIRO! assim fica fácil ser MANIFESTANTE PROFISSIONAL!

  • Nivaldo Tavares da silva

    -

    12/2/2014 às 21:27

    Perfeito , Felipe Moura , esses são os INTELECTUAIS de “MIERDA” que temos no Brasil . Vou acrescentar sua matéria em uma postagem no meu blog . ABRAÇOS

  • Ary dos Santos

    -

    12/2/2014 às 22:14

    Parabens! Brilhante, principalmente por estar escrito com ENERGIA SERENA, com DADIOS CONCRETOS (mesmo que apagados depóis…) e, principalmente, pela oPORTUNIDADE. Um pais que, a rigor, não possui intelectuais, qq um mais difundido na midia, toma o lugar. Triste, mas verdadeiro.
    PROSSIGA !!!

  • Antônio

    -

    13/2/2014 às 10:04

    “Em época de paz, os filhos enterram os pais, enquanto em época de guerra são os pais que enterram os filhos.” Esta frase de Heródoto, filósofo grego, apesar de ser anterior a Cristo, continua atual. Jovens mortos na guerra do tráfico, na guerra de torcidas, na guerra dos protestos, na guerra do trânsito, guerras, guerras e mais guerras, fatídicas guerras brasileiras em tempo de fictícia paz. Infelizmente enquanto as vítimas forem soldados anônimos, viúvas anônimas, filhos anônimos, esta guerra covarde perdurará porque os que realmente podem finalizá-la, estão encastelados em seus gabinetes preocupados com eventos esportivos, eleições, viagens internacionais, aumento de seus próprio salários e tantos outros problemas que atingem a vasta e enlutada população brasileira. Lembrem-se que o velório é de anônimos mas, o luto envergonha e sangra toda a nação.

  • luiz

    -

    13/2/2014 às 10:28

    Muito bom! Enquanto isso os “telequitual brasileru” sofrem de uma esquerdopatia tão grave que já não têm mais contato nenhum com a realidade. Bando de histérico!

  • Vanessa Virginia

    -

    13/2/2014 às 11:58

    Mais um pra lista, Felipe: hoje o Xico Sá no seu blog da Uol, chorando pelo assassino e não pelo assassinado. De doer o coração tamanha hipocrisia.
    segue link se tiver coragem http://xicosa.blogfolha.uol.com.br/2014/02/13/carta-ao-raskolnikov-brasileiro/

  • Fred Lopes

    -

    13/2/2014 às 12:28

    O pior de todos aí é o boechat.

  • Fernanda Gambogi

    -

    13/2/2014 às 13:19

    Perfeito!!!! Eh isso ai!!! Tem que dar nome aos bois que por tanto tempo incentivaram esses absurdos!!!

  • Elaine liboreiro albuquerque

    -

    13/2/2014 às 13:55

    Neste momento estou chorando …… porque sua carta tocou meu coração Também por uma tristeza que abate a todos nós cidadãos brasileiros onde, para obtermos nossos direitos temos que perder pessoas que lutam por nós pra conquista-los,Obrigado Santigo descanse em Paz…

  • Xavi

    -

    13/2/2014 às 23:29

    Arthur Xexeo disse que não criticou os black blocs por ser isso uma postura de direita. O mesmo está acontecendo em relação aos rolezinhos. Sabem que tem coisa errada, mas apoiam para não passar recibo de serem de direita. Afinal ser de esquerda é ser do bem, é ser chique. A esquerda tem o monopólio da virtude. Lembra aquela música do Erasmo “Minha fama de mau”. O cara não vê problema no fato de sua garota ir ao cinema, mas diz não para manter a sua fama de mau. Assim acontece com os artistas, jornalistas e outros formadores de opinião, mas com o sinal trocado. Tá na cara que tem coisa errada nos rolezinhos e black blocs. Mas dizem sim, para manterem suas famas de esquerdistas, do bem. Enquanto a esquerda tiver o monopólio da virtude, vai ser assim. Acho que é uma boa sugestão para uma paródia.
    http://letras.mus.br/erasmo-carlos/45778/

  • Félix Maier

    -

    14/2/2014 às 12:03

    Caro Felipe,
    Eu considero este seu post como o melhor da internet na última semana sobre a morte do cinegrafista da Band. É isso aí, Felipe! Pau na comunalha! (comunistada canalha)
    Olha o que saiu no Alerta Total sobre a fadinha Sininho:
    Militares já sabem que Sininho tem cursos de ativismo político e agitação em Cuba e na Rússia
    Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
    Por Jorge Serrão – serrao@alertatotal.net
    Não há mais dúvidas da relação entre os protestos violentos nos grandes centros urbanos e as intenções de agitação profissional para preparação revolucionária, financiadas por esquemas transnacionais de extrema esquerda. A inteligência das Forças Armadas acaba de descobrir que a ativista conhecida no facebook pelo codinome de “Sininho” (alusão indevida a uma das fadinhas da Disney) tem formação em ações de guerrilha e terror urbano em Cuba, e provavelmente na Rússia.
    Militares já sabem que Elisa de Quadros Pinto Sanzi, de 28 anos, que posa como a patricinha “Sininho” nas redes sociais e já foi detida em várias manifestações, fez pelo menos quatro viagens a Cuba. Uma delas teve duração de seis meses (em geral, o tempo dos cursos de formação revolucionária da juventude na pobre Ilha Perdida dos milionários Irmãos Castro). Também foi registrada pelo menos uma passagem da jovem agitadora pela Rússia – onde ONGs promovem treinamentos de ações de guerrilha urbana e terrorismo.
    “Sininho” já é investigada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, depois de repetidas detenções em manifestações violentas. No dia 19 de janeiro, chegou a ser levada para a delegacia por ter chamado um PM de “macaco”. Ela já responde a dois inquéritos por formação de quadrilha. Natural de Porto Alegre, Sininho deve ser investigada também pela Polícia Federal. A jovem possui duas carteiras de identidade, com números diferentes.
    Mesmo assim, continua livre, leve e solta… E posando de mocinha radical chic nas fotos, como na segunda-feira, quando compareceu a uma delegacia, no Rio de Janeiro, para prestar depoimento sobre uma eventual colaboração aos suspeitos de envolvimento no tiro de rojão que matou o cinegrafista da Band Santiago Andrade.

  • Jonathas

    -

    14/2/2014 às 21:40

    É muito difícil decidir qual desses “progressistas” é o mais louco. Estou em dúvida entre Wyllys e Bosco. Mas poderia ser qualquer outro.

  • Luiz Armando S Reis

    -

    16/2/2014 às 13:58

    O incentivo aos Black Blocks por quem quer que seja auxilia a chocar o Ovo da Serpente. Estamos começando a sentir seus efeitos. Os prejuízos financeiros e os feridos anteriores não chegaram a incomodar.Agora sim.
    O Nazismo na Alemanha Nazista foi implantado com táticas semelhantes.Na Alemanha o movimento fascista foi chamado de nazismo.
    Após a Primeira Grande Guerra, a Alemanha passou por uma crise. Além da derrota, os alemães tiveram que pagar uma dívida de guerra aos ingleses e franceses e a crise de 29 prejudicou ainda mais a situação, levando milhares de alemães ao desemprego e ao desespero. Tudo isso contribuiu para fortalecer ainda mais os movimentos radicais, sobretudo o nazismo.

    O sentimento de vingança crescia cada vez mais entre os alemães. O partido nazista, chefiado por Adolf Hitler, ganhava muitos votos. Eles acusavam comunistas, liberais e judeus da desordem e prometiam restaurar o orgulho de ser alemão.
    Formavam grupos de jovens que iam às ruas perseguir seus inimigos. As propagandas enganosas ajudaram Hitler a ser transformado no “Salvador da Alemanha”.

    Hitler nasceu na Áustria em abril de 1889 e se alistou no exército alemão aos 25 anos de idade. Em 1919, ingressou no Partido Operário Alemão do qual foi presidente, mais tarde este partido foi rebatizado com o nome de Partido Operário Nacional-Socialista Alemão.

    O enfraquecimento dos demais partidos políticos e um golpe de estado contribuíram muito para que os nazistas tomassem o poder.Este é o caminho que está sendo seguido no Brasil.
    Fiquem atentos.

  • sergio mendes

    -

    19/2/2014 às 16:20

    Infelizmente,
    nossa esquerda é oportunista e facista, querem o poder a força, não aceitam as ecolhas populares atraves do voto, e o pior, aliciam estudandes nas universidades jogando toda a culpa do mundo no governo e na globo.

    A lei tem que ser cumprida, prisão para os criminosos e para quem financiou a violencia, formação de quadrilha e etc… Chega de politizar a violência

  • Obervador

    -

    20/2/2014 às 2:44

    Seria muito esclarecedor para mim (e acredito para os demais leitores) se tentasse investigar que razões levam esses jornais a publicarem esse lixo (não vale dizer que há leitores para isso pois, há também para contos pornográficos defensores da pena de pena e eles não publicam). Quero saber se esses jornais fazem parte do cinturão marxista e se fazem com que motivações. É até desnecessário mostrar que eles mente mas, porque? Vc sabe?

  • julio

    -

    1/3/2014 às 12:51

    eu acho que ta tudo misturado, uns são implantados pelos PT para tocar o terror e o governo consegui leis que reprimam manifestações, e tem outros que sao anarquistas que querem o fim da corrupção que seja de qualquer partido. os deputados esquerdistas já estão com papeis prontos para reprimir qualquer ato.

  • Gabriel Simas

    -

    29/4/2014 às 16:03

    Felipe, a viúva do falecido tem uma creche chamada Cruzada do Menor da Baibilônia e faz um trabalho excelente com as crianças, elas são muito bem cuidadas e vive de doações. Por que que estes marginais não são punidos com 30 anos de serviços comunitários nesta creche? ia ser ótimo. Acho que eles deveriam ver o filme chamado A Outra História Americana é algo parecido.

 

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