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09/01/2014

às 5:13 \ Comportamento

Case e seja submissa

Costanza-Miriano

Da jornalista italiana Costanza Miriano, autora do best seller, ainda sem tradução no Brasil, “Case e seja submissa” (Sposati e sii sottomessa), que despertou a ira das feminazi e cuja tradução espanhola (Cásate y sé sumisa) levou o Partido Socialista (PSOE) e a Esquerda Unida (EU) a exigir no Congresso aquela censura básica que os esquerdistas adoram:
 
“Não escrevi um tratado de sociologia. Olhei para a minha realidade e a de meus amigos, e nossos problemas são como ser feliz com nossos maridos, como amar melhor, como cuidar deles e como pedir que cuidem de nós, como manter unidos todos os papéis que tem uma mulher moderna: mulher, mãe, trabalhadora, mulher de fé que cultiva o espírito, mas que também aprecia cuidar de seu corpo. Quem imaginaria que meus escritos seriam lidos por 50.000 pessoas na Itália e no Exterior?”
http://ipco.org.br/ipco/noticias/palavra-submissa-incomoda-queimai-biblia#.Us2CePZD_Or
 
Quem imaginaria: qualquer editor que se preze, é claro. Qualquer um que saiba aquilo que interessa às pessoas comuns e que seja capaz de reconhecer uma obra que faça o mesmo, com um título provocador na medida certa para gerar o “mimimi” das histéricas que não a leram.
 
cover
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Comentário de Rodrigo Gurgel [o melhor crítico literário do Brasil]: Hoje mesmo recomendei os livros de Costanza Miriano para uma amiga do Facebook, Nina Viana, que deseja estudar, sob uma perspectiva cristã, temas como a dignidade da mulher, seu papel social, etc.
 
Felipe Moura Brasil – http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/

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20 Comentários

  1. Fabrizio Leone Barbosa

    -

    17/01/2014 às 21:26

    como dizia o Ponde; ” A feminista nao sabe ser mulher” por isso que as esquerdistas nao sabem pensar e muito menos refletir.eu vi o artigo no Midia sem mascara. e pelo jeito essas espanholas nao tem nada alem de um tico e teco, mal souberam do conteudo do livro e ja estao provocando uma ira geral equivalente a uma terceira guerra mundial. ate hoje elas confundem os versiculos de Paulo de tarso com violencia. por isso que a cada dia que as feministas vao piorando mais ainda,pelo jeito queimar sutias ja nao é o bastante.

  2. Horacio

    -

    11/01/2014 às 11:25

    Excelente post. Acredito ser muito importante que as pessoas reflitam mais sobre questões como essa.
    A palavra submissão tornou-se muito pejorativa e pesada, apesar de ser recomendada na Bíblia, devido a décadas de feminismo, e, em sendo assim, mesmo pessoas religiosas e conservadoras a evitam.
    Daí, esse livro é valioso por lembrar que essa palavra pode ter uma interpretação positiva.
    E foi bem pertinente o comentário da Sofia, lembrando o livro “50 Tons de Cinza”. Lá a personagem principal gosta de ser submissa no sentido do sadomasoquismo, ou seja, de ser abusada, humilhada, etc.
    Aproveitando esse gancho, vou então expressar uma hipótese explicativa. Pela natureza biológica, por ser mais frágil fisicamente, engravidar, amamentar e cuidar de filhos, etc., a mulher deseja um homem provedor, que a proteja, dê segurança, etc. Isso implica que, de uma certa forma, ele seja o líder do relacionamento e ela submissa, pois quem é mais forte e protege lidera. O ensinamento cristão tradicional se encaixa nisso, ensinando o homem a ser o cabeça do casal e a mulher a ser submissa. Mas essa liderança deve ser a liderança de um marido que ama a esposa e não de um que a oprime.
    Rejeitando a moral cristã, uma referência superior, a mulher fica sujeita à influência dominante dos seus impulsos sexuais. E, sendo assim, ela se sente atraída por homens fortes e violentos, da mesma forma que as fêmeas das várias espécies animais o fazem, pois o macho forte e violento é considerado melhor caçador, reprodutor, etc.
    E nesse nível instintivo ela aceita ser submissa de uma maneira degradante. É fato do qual poucos discordam que as mulheres se sentem mais atraídas sexualmente por cafagestes que por homens bons e eu entendo que a mulher só pode transcender isso pela sua consciência moral.
    As feministas e a esquerda em geral falham muito nisso, não reconhecem esse lado biológico, natural, da sexualidade e psicologia humanas.
    Os instintos sexuais humanos não são politicamente corretos. O feminismo ao mesmo tempo prega não reprimir os instintos sexuais e que as relações homem-mulher sejam totalmente igualitárias, que ninguém seja submisso e objeto sexual de ninguém, etc. Mas ignora, de modo estúpido, que seguindo unicamente seus instintos sexuais os homens gostam de ser promíscuos e tratar as mulheres como objetos e que seguindo seus instintos as mulheres gostam de ser objetos na mão de cafagestes, submissas no sentido sado-masoquista, gostam de se prostituir, usar a sua sexualidade como instrumento para progresso financeiro e ascensão social, etc.

  3. Júlia

    -

    10/01/2014 às 18:03

    “A mulher foi feita da costela do homem, não dos pés para ser pisada, nem da cabeça para ser superior, mas sim do lado para ser igual, debaixo do braço para ser protegida e do lado do coração para ser amada.”
    Maomé

  4. Cau Marques

    -

    10/01/2014 às 14:47

    Na civilização cristã, o homem também serviu a mulher, como provedor e protetor. O homem SEMPRE teve obrigações MORAIS como provedor, e de dar a própria VIDA para proteger sua esposa e filhos. A obrigação de protegê-los vale até hoje, mesmo na era do spray de pimenta, e do 190 no celular…

  5. Rogério

    -

    10/01/2014 às 13:47

    Deus não criou a mulher nem inferior nem superior ao homem, mas a colocou no mesmo plano, tirou-a do lado do homem, para estar ao lado deste, para ser uma auxiliar que lhe corresponda. Quando se diz para as mulheres serem submissas aos seus maridos, estarem, em tudo, sujeitas a eles, essa submissão significa estar sob missão, ser o suporte de seus esposos para que não só vençam os desafios desta vida, mas levem um ao outro, com o auxílio de Cristo, à Verdadeira Felicidade, que está escondida em Deus.

  6. Leonardo Corrêa

    -

    10/01/2014 às 12:18

    Ao que tudo indica, a autora do livro trabalha. Ela é jornalista da RAI e não “dona de casa”, perua ou coisa que o valha. Esse é o ponto interessante… A censura, por óbvio, é uma idiotice cósmica!

  7. Carla Rejane

    -

    09/01/2014 às 18:36

    Essa é pra Sara Winter! kkkkk

  8. Lívia

    -

    09/01/2014 às 17:54

    Eu preciso desse livro!! :D DD

  9. Igor Rafael Borges Lopes

    -

    09/01/2014 às 16:22

    Sara Winter vai comprar esse livro e publicar a foto com ele, só para fazer as feministas entrarem em coma de tanta raiva.

  10. Leo Santos

    -

    09/01/2014 às 15:51

    Mostrou equilíbrio e bom senso,maturidade moral e espiritual.Vai longe e fará escola.Disse verdades insofismáveis,mesmo sob constantes ataques midiáticos contrários ao equilíbrio,à família.
    Vale dizer que polidez,civilidade,educação,comprometimento,haverão que ser recíprocos e com elevada estima,consideração e resupeito mútuo!(

  11. Rodwillgo

    -

    09/01/2014 às 14:34

    Essa mulher consegue ser aquilo que [muitas das] as feministas querem ser e muito mais do que jamais serão. Da para entender o ódio, a inveja… E a doença.

    Espero que ambos os livros; Cásate y da la Vida por Ella e Cásate y sé Sumisa, sejam lançados por aqui. Se forem realmente bons serão presentes aos casamentos que eu for depois lê-los.

  12. M. Rosa

    -

    09/01/2014 às 12:16

    Ainda não li o livro, contudo parabenizo a autora por expor suas ideias, que neste blog foram pinceladas,por escrever aquilo que pensa a respeito desse ou daquele assunto. A esquerda quer a todo custo o monopólio das ideias e pensamentos e luta para isso com as piores armas possíveis, entre ela a intimidação como se pode notar neste caso. Que Deus fortaleça o seu povo! Agindo Deus, quem impedirá?

  13. Natasha

    -

    09/01/2014 às 12:08

    … E sobre as feminazis histéricas que ainda não a leram, é bem aquela situação típica da pessoa que ignora um conhecimento, julga pela “aparência” (neste caso, o título) e ativa um pré-conceito sem causa que as impedem de ampliar a mente, e (por mais que, talvez, não concordem com o conteúdo), saibam a aceitar e refletir sobre um outro ponto de vista… Tsc… tsc…

  14. Natasha

    -

    09/01/2014 às 12:04

    Que incrível!!!!!!!!
    Obrigada por mais esta dica!

  15. sem noção

    -

    09/01/2014 às 11:36

    Bom dia… Aqui como acolá é sempre a esquerda socialista que não admite opiniões diferentes daquelas que eles tentam impor aos apedeutas de carteirinha….No mais, trata-se de livre arbítrio…abraços!!!!

  16. antipetista

    -

    09/01/2014 às 9:49

    não é bem assim … o livro é meio pra ironico e debochado. any way, cada um que pense como quiser. ser submissa(o) é uma opção tanto dela como dele tb. cada um que faça o seu jogo desde que seja honesto.

  17. Henrique Santos

    -

    09/01/2014 às 9:49

    Caro Felipe, a autora também escreveu um livro entitulado “Sposala e muori per lei” (Case e morra por ela). Abraços, Henrique.

  18. Sofia

    -

    09/01/2014 às 9:28

    Parece que as esquerdistas se irritaram mais com esse livro do que com aquele cheio
    de submissão abusiva e humilhante a mulher de 50 tons de cinza…vai ver porque o sexismo abusivo eh mais conveniente a agenda marxista do que a escolha saudável por uma vida familiar tradicional…

  19. Denilson

    -

    09/01/2014 às 8:08

    Se quiser podem fazer isso também…
    Mulheres tem que ter liberdade apenas, mesmo que seja para escolher casar e ser submissa…

  20. Brasileira

    -

    09/01/2014 às 6:34

    A maior necessidade de uma mulher no relacionamento com o homem é ser amada e cuidada.
    A do homem, ser respeitado e ter a admiração de sua mulher.

    A mulher demonstra que ama quando se entrega “amo-te tanto que confio minha vida a ti”. É a entrega.
    “De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo [confiantemente, alegremente, com respeito e admiração], assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos.” Efésios 5:24

    Um homem realmente ama sua mulher quando deseja doar todo seu ser, seu trabalho, seu esforço para cuidar dela. “Dou tudo para ti, meu ser, meu trabalho, meu coração”.
    “Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,”
    Efésios 5:25

    Há algo mais maravilhoso que ser “submissa” (uma palavra que não expressa o quão sublime é essa relação) a um homem que tem como maior realização te fazer feliz ?

    Isso não é uma utopia. É a exata descrição da dinâmica íntima de milhões de casamentos felizes ao redor pelo mundo.

 

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