09/08/2011
às 14:49 \ DoençasCâncer de pele
Em teoria, qualquer pessoa pode desenvolver câncer de pele em algum momento da vida. Mas existem características que aumentam o risco individual. Quem está no grupo de risco deve tomar cuidados extras, como autoexaminar sua pele , consultar um dermatologista regularmente e nunca se descuidar sob o sol. Você está no grupo de risco se apresentar uma ou mais das seguintes características:
Pele clara
Pele clara tem menos melanina, pigmento que ajuda na proteção ao sol. Por isso é mais sensível a radiação ultravioleta. Pele branquinha, do tipo que se queima e que nunca ou raramente fica bronzeada, tem mais risco de manchas, envelhecimento precoce e câncer de pele. O risco aumenta se a pessoa também tem cabelos claros ou ruivos e olhos claros.
Parente com câncer de pele
Existe tendência genética para desenvolver câncer de pele. Preste atenção se você tiver avô, tio ou primo com câncer de pele. O risco aumenta se o parente for mais próximo, como mãe, pai ou irmão.
Histórico pessoal de câncer de pele
Se você teve câncer de pele, então já sabe: cuidados triplicados.
Mais de 50 pintas
Além do número, o tamanho também conta. Quem tem alguma pinta com 6 mm ou mais de diâmetro, entra para o grupo de risco.
Passado de muita exposição ao sol
O nosso corpo não esquece o passado, e a predisposição a câncer de pele cresce conforme aumenta a quantidade total de radiação ultravioleta que tomamos durante a vida. Assim, se você já abusou do sol, se já ficou vermelho ou com bolhas por ter se descuidado, seu risco aumenta. Nessa matemática, contam (e muito) os episódios de queimadura solar que aconteceram na infância e também a radiação ultravioleta das câmaras de bronzeamento artificial.
Queratose actínica
Queratoses actínicas são lesões pré cancerosas. Assim como o câncer de pele, também aparecem principalmente em quem tomou mais sol do que a genética permitia. Se você tem ou já teve queratose actínica, tem risco maior para desenvolver câncer de pele.
Uso de medicamentos imunossupressores
É o que ocorre, por exemplo, em pessoas que recebem um transplante. Para evitar rejeição do órgão transplantado, é importante tomar medicamentos que inibem a ação do sistema imunológico. Um dos efeitos colaterais é o risco aumentado para queratoses actínicas e câncer de pele. Seguindo o mesmo raciocínio, portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico (como linfoma ou HIV) também correm risco maior para câncer de pele.
E lembre-se: câncer de pele tem cura se for detectado a tempo.







