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01/07/2014

às 14:38 \ Beleza, Sem categoria

Me deixe bonita

caras

Olha que ideia interessante teve esta jornalista americana chamada Esther Honig: ela enviou uma foto sua para vários designers, de 25 países diferentes. E passou o mesmo briefing a eles: deixá-la bonita, com o uso do Photoshop. Ela colocou sua ideia em prática utilizando um site chamado Fieverr. Este site reúne freelancers que oferecem serviços variados, como se fosse um grande classificado na internet. Um dos serviços é justamente o retoque de imagens.

Aqui vai uma breve explicação do projeto, nas palavras da jornalista:

“Plataformas de freelance, como Fiverr, me permitiram contratar cerca de 40 pessoas, de mais de 25 países como Sri Lanka, Ucrânia, Filipinas e Quênia. Alguns são especialistas em seu campo, outros são amadores. 

Com um custo variando de cinco a trinta dólares, e na esperança de que cada designer use seu conceito pessoal e cultural de beleza para melhorar a minha imagem, tudo que eu peço é que eles me façam bonita.”

Quer ver o resultado? Clique aqui: Before & After .

 

 

Por Lucia Mandel

06/05/2014

às 8:42 \ Sem categoria

Ruga é fashion

Fotógrafo: Cristiano Madureira - Revista Glamour

Fotógrafo: Cristiano Madureira – Revista Glamour

Está na moda foto de famosos sem maquiagem.

Agora, o legal é mostrar olheiras, manchinhas, rugas, pintas. Você já deve ter visto várias fotos assim, como essa da Sabrina Sato. Se não viu, digite “celebrities no makeup selfies” ou então clique aqui para ter uma ideia. Você vai ver a Scarlett Johansson, a Julia Roberts, a Oprah Winfrey e outros famosos. É a onda da foto ao natural.

Que tal nós, mulheres, aproveitarmos essa moda? Dar um tempinho para nossa pele, sem maquiagem. Ela vai gostar porque, como tudo e como todos, a pele também precisa de um descanso. Menos maquiagem, mais pés de galinha. Até porque essa moda vai passar.

Será que vamos acabar aceitando um pouco mais as marcas da nossa pele?

Por Lucia Mandel

25/02/2014

às 10:37 \ Sem categoria

Psoríase em consulta pública

Já escrevi alguns textos sobre psoríase, doença de pele não contagiosa com impacto na qualidade de vida e no emocional de seu portador (leia aqui). São lesões vermelhas e descamativas que, dependendo do local e do tamanho, causam grande sofrimento emocional. Estudos relacionam psoríase à depressão, alcoolismo, mau rendimento e faltas ao trabalho.

Muitas vezes, a pele é o único órgão afetado pela psoríase. Nesse caso ela é considerada grave se atingir mais de 10% da pele do portador ou se afetar de forma significativa sua qualidade de vida. Mas a psoríase também pode ir além e atingir articulações, causando dor nas juntas, inchaço, dificuldades de movimento e deformidades. É a chamada artrite psoriásica.

Tratamento 

A escolha do tratamento depende do grau da psoríase e da resposta do paciente. Em geral, pessoas com quadros leves melhoram com cremes, como os à base de cortisona.

Pessoas com quadros mais intensos podem necessitar de outros tipos de tratamento. Aí entram opções como metotrexato, acitretina, ciclosporina e também banhos de luz. São tratamentos eficazes e bastante utilizados. Finalmente, existe também uma categoria de medicamentos chamados biológicos.

O uso de biológicos em psoríase é nosso assunto de hoje porque o Ministério da Saúde abriu uma consulta pública para aprimorar e depois fazer entrar em vigor no SUS um documento chamado “Protocolo Clínico e Diretrizes Terapeuticas – Artrite Psoríaca”. Esse documento está mexendo com a comunidade dermatológica: se ficar do jeito que foi proposto, ele impedirá que um dermatologista prescreva medicamentos biológicos para pacientes do SUS.

Entrevisto o Dr. Ricardo Romiti, coordenador do Ambulatório de Psoríase do Hospital das Clínicas da USP, para falar sobre essa questão.

Os medicamentos biológicos são úteis em portadores de psoríase restrita à pele?
Sim, os biológicos são medicamentos extremamente eficazes para o tratamento de psoríase seja ela restrita à pele ou associada à artrite psoriásica. Vários estudos, tanto a curto quanto a longo prazo, demonstraram a eficácia e segurança destas medicações.

Em quais situações são usados?
Estão indicados no tratamento de casos de psoríase moderada a grave que não respondem ou apresentam qualquer contraindicação ao uso dos tratamentos convencionais, como fototerapia, metotrexato e acitretina. Até o momento, no Brasil, o Ministério da Saúde somente autoriza estas medicações para casos de artrite ou de doença inflamatória intestinal (doença de Crohn).

Em que países do mundo são usados os medicamentos biológicos para pacientes dermatológicos?
Na Europa, Estados Unidos e em muitos outros países são medicações já bem estabelecidas para o tratamento da psoríase.

Qual é, em média, o custo deste tratamento?
São drogas de alto custo cujo preço varia de acordo com o biológico indicado, a doença a ser tratada e muitas vezes também com o peso do paciente.

O que muda com este protocolo? Por que o dermatologista terá mais dificuldade em prescrever este tratamento?
De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de Artrite Psoriásica, a prescrição dos biológicos nos casos de artrite psoriásica seria de indicação exclusiva do médico reumatologista, sendo que nem o dermatologista nem qualquer outro especialista poderia indicar o tratamento para casos de artrite psoriásica, independendo da gravidade do quadro de psoríase.

Quem poderá prescrever o medicamento biológico para um paciente de psoríase?
Apenas reumatologistas para os casos de artrite psoriásica.

O senhor acredita que o paciente com psoríase será prejudicado por esta nova lei?
Infelizmente, se aprovada, essa nova regulamentação impedirá que o paciente com psoríase e artrite psoriásica tenha o medicamento biológico prescrito pelo seu dermatologista, obrigando-o a procurar um reumatologista sempre que esta medicação estiver indicada. Portanto, é de vital importância que todos os interessados expressem sua opinião durante a consulta pública que está em vigor para discutir esse novo PCDT.

—————————–

Para manifestar a opinião, os interessados devem mandar email até o dia 4 de março para pcdt.consulta@saude.gov.br, especificando o número da Consulta Pública e o nome do protocolo no título da mensagem (PCDT n. 2, de 4 de fevereiro – Artrite Psoríaca).

Por Lucia Mandel

21/01/2014

às 12:43 \ Beleza, Sem categoria

Conheça diferenças entre a henna do bem e a henna do mal

henna

Ela achou uma graça a tatuagem de henna da amiguinha da filha, uma flor cor- de- terra no braço. Quis uma igualzinha para sua filha. Foi ao mesmo tatuador, que disse ser a tatuagem de henna provisória, durando duas semanas, se tanto. Escolheu uma flor igual, mas mais escura. Depois de alguns dias começou o pesadelo: coceira acompanhada de vermelhidão, bolhas na pele ao longo do desenho da tatuagem, tratamento intensivo com antialérgicos e anti-inflamatórios. As marcas da reação alérgica levaram meses para desaparecer. O que aconteceu?

Henna do bem
A chamada tatuagem provisória é conhecida desde tempos antigos, sendo muito utilizada no Oriente para enfeitar a pele em ocasiões festivas. É feita com uma pasta, a henna, à base do pó de uma planta triturada, a Lawsonia inermis. Em geral é inócua, raramente causando qualquer reação alérgica. O desenho resultante é laranja- avermelhado e desaparece em pouco tempo.

Henna do mal
Alguns tatuadores decidem “turbinar” a pasta de henna com parafenilenodiamina (PPD), para facilitar sua secagem e tornar os desenhos mais escuros e vistosos. Essa é a chamada henna negra ou black henna, causadora de dematites alérgicas que podem se tornar graves. Tão graves que já foram tema de publicação no New England Journal of Medicine.

Previna-se
A henna natural tem cor marrom-avermelhada. Recuse henna muito escura, que pode estar aditivada com PPD.

Por Lucia Mandel

26/11/2013

às 7:34 \ Sem categoria

Hugh Jackman com câncer de pele

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Todo mundo leu a notícia: o ator Hugh Jackman acabou de ter uma pinta do nariz retirada, que se revelou ser câncer de pele. O apresentador da CNN, Anderson Cooper, e o ator Ewan McGregor, também já tiveram pintas cancerosas em suas pálpebras inferiores, que foram retiradas.

Mais notícias sobre celebridades? Sim. Mas essas funcionam, porque com essas informações, as estatísticas ganham rosto e nome. São mais impactantes do que números mostrando que o tipo mais comum de câncer é o de pele, que ele está aumentando ano a ano e que nos Estados Unidos uma em cada cinco pessoas terão câncer de pele no decorrer da vida.

Quanto mais as pessoas souberem sobre o assunto, melhor.

São três os principais tipos de câncer de pele:

-carcinoma baso celular:  o ator Hugh Jackman teve este tipo, que é o mais comum.

-carcinoma espino celular: é o segundo mais comum.

-melanoma: é o mais raro e o mais perigoso.

Essas notícias servem de alerta: evite o sol e, ao se expor, proteja-se com chapéu, roupas e filtro solar, já que a exposição ao sol é uma das principais causas do câncer de pele.

Examine sua pele regularmente e procure o dermatologista se tiver qualquer pinta suspeita. A detecção precoce do câncer de pele pode fazer toda a diferença para sua cura.

Por Lucia Mandel

19/11/2013

às 7:26 \ Sem categoria

Autoestima

Charme, autoconfiança, atitude, presença.

Às vezes nem sabemos definir com precisão o que uma pessoa tem sobrando ou faltando. Mas o fato é que esse algo a mais ou a menos faz diferença na aparência. A resposta para se sentir mais bonita não está apenas dentro de uma embalagem de produto estético. Está dentro da cabeça também.

Sobre esse assunto, lembrei de um vídeo publicitário de uma marca de produtos de higiene pessoal. É uma ideia impactante, que certamente tocou muita gente. É só averiguar os milhões de views que ele teve até hoje.

Se você não assistiu, vale a pena:

Por Lucia Mandel

29/10/2013

às 13:49 \ Sem categoria

Teste em animais

Snoopy

Snoopy é um cãozinho beagle. Tem raça que atrai mais afeição das pessoas do que essa? Há alguns dias, centenas de Snoopies foram parar na capa das revistas,  jornais e sites, com a cara amedrontada, levantando uma enorme polêmica: animais devem ou não serem usados em testes? Um grupo de ativistas invadiu um laboratório de pesquisas em medicamentos, na cidade de São Roque, e cães beagle usados nos testes foram retirados à força do local, que em seguida foi depredado. Assim, com violência, foi aberta a discussão sobre o uso de animais em pesquisa científica.

Testando cosméticos

A indústria de cosméticos é a que está mais perto de eliminar testes envolvendo animais. Índia, Israel, União Europeia proíbem testes com animais para fins  cosméticos. A União Europeia vai além: proíbe a comercialização de produtos cosméticos e ingredientes de produtos cosméticos testados em animais em qualquer lugar do mundo. A proibição levou várias firmas de cosméticos não europeias a também abandonarem os testes em animais para não perderem o mercado europeu.

Navegando contra a corrente, na China é obrigatório testar cosméticos em animais. E isso está provocando um belo conflito em companhias que querem estar tanto no mercado chinês quanto no europeu.

Testes alternativos

Os testes que envolvem uso de animais vivos são chamados in vivo. Entre os testes alternativos a eles, atualmente, há os testes in vitro, feitos em laboratório com culturas de células ou bactérias, por exemplo. E os testes in silico, que simulam os testes no computador.

Os testes alternativos são suficientes?

Com os cosméticos são muitos os testes alternativos disponíveis, e mesmo assim nem sempre eles são suficientes. Com os medicamentos, não. Há testes que utilizam os métodos in vitro ou in silico nas primeiras etapas, mas nas etapas mais avançadas são usados testes em animais. O que é um progresso, porque, ao chegar  na etapa dos animais,  os testes já estarão mais refinados, evitando sofrimento desnecessário.

Essa polêmica vai continuar por muito tempo, com argumentos coerentes e embasados, dos dois lados.

E você, que opinião tem sobre o assunto?

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Por Lucia Mandel

07/08/2012

às 9:44 \ Sem categoria

Pele intolerante no inverno

Thinkstock

 

Tenho melasma e uso ácidos e clareadores, que dão bom efeito. Sempre leio que o inverno é a melhor fase do ano para usar ácidos na pele, mas esse não parece ser meu caso. Com o frio minha pele fica sensível, e o tratamento me deixa com as bochechas e o buço vermelhos e queimados. O que devo fazer?

(Anna)

O inverno é mesmo uma época favorável para alguns tratamentos, principalmente no caso de tratamentos que sensibilizam a pele e exigem atenção especial com a exposição solar. O tratamento do melasma inclui justamente o uso de ativos irritantes e que exigem proteção da pele, como ácido retinoico e hidroquinona. Assim, quem está sob tratamento deve usar diariamente um filtro solar potente e de amplo espectro, tanto no verão quanto no inverno. Como no verão o sol é mais forte, a cautela precisa ser maior. Já no inverno, é comum potencializarmos o tratamento com ativos mais concentrados. Essa época também é propícia à realização em consultório de peelings clareadores.

O uso de ácidos e clareadores na pele nem sempre é simples, e é comum acontecer o que você contou. No inverno, o frio e a baixa umidade do ar ressecam a pele, que fica hipersensível e aparentemente intolerante ao tratamento. Neste caso, ao invés de mudarmos os cremes, devemos nos preocupar em manter a pele hidratada para que ela consiga tolerar o tratamento.

Algumas dicas:

- Use hidratante facial apropriado para seu tipo de pele durante o dia, antes de aplicar o filtro solar. Existem hidratantes que incluem ativos calmantes na formulação, o que pode ser interessante no seu caso.

- Diminua a frequência de aplicação. Você pode usar o creme uma noite sim e outra não, por exemplo. Na noite de descanso, use o hidratante facial.

- Dilua o creme de tratamento no seu hidratante facial.

- Aplique o creme de tratamento com a pele bem seca. Use pequena quantidade e espalhe bem.

E se não adiantar?

É raro, mas existem pessoas com pele tão sensível que realmente não toleram o uso de ácidos no inverno. Nesse caso, é possível substituir o tratamento por ativos mais suaves.

 

Por Lucia Mandel

12/06/2012

às 11:30 \ Sem categoria

Mãos reveladoras

Minhas mãos parecem mais velhas do que eu. Cuido bem da minha pele, mas não gosto dos ossos e veias que ficaram muito visíveis.
(Ana)

De fato, Ana, a mão acaba entregando nossa idade. No nosso processo natural de envelhecimento, a mão ganha manchas e sua pele fica fina e com menos elasticidade. Enquanto isso, sob a pele, a camada gordurosa diminui, o que evidencia ossos e veias.  Se você se incomoda com isso, existem tratamentos rejuvenescedores com bons resultados.

Restaurando o volume

Para atenuar o visual de ossos, veias e tendões proeminentes, usam-se preenchedores injetáveis. Eles restauram, parcialmente, o volume que antes havia sob a pele das mãos.

O preenchedor de mãos costuma ser o ácido hialurônico, o mesmo usado para preenchimento facial, que é injetado sob a pele através de cânulas finas. O procedimento é feito em consultório médico durante cerca de meia hora, e com desconforto mínimo. Depois, a mão fica inchada e sensível por alguns dias. O efeito do preenchedor dura, em média, um ano.

Laser para a superfície

Os tratamentos a laser rejuvenescem a superfície da pele: aumentam sua firmeza e removem manchas. Boas opções, sempre de acordo com a avaliação do dermatologista, são o laser CO2 fracionado ou luz pulsada.

A prevenção de sempre

Filtro solar é fundamental. Leve sempre um frasco de filtro na bolsa, para reaplicar depois de lavar as mãos. Com essa proteção, você adia o aparecimento das manhas senis.

Também vale usar cremes hidratantes diariamente. À noite, use nas mãos um hidratante que inclua ativos rejuvenescedores na formulação, como o ácido retinóico.

Por Lucia Mandel

20/12/2011

às 14:50 \ Sem categoria

O uso de filtro solar nas crianças

 3 horas no Facebook. 3 horas no videogame. 3 horas no iPad. 3 horas no Discovery Kids. Pronto, acabou o dia. Atualmente é fácil uma criança se proteger do sol. Mas como você é uma mãe cuidadosa, não vai deixar seu filho enfurnado em casa o dia todo, principalmente nas férias de verão. É hora de desligar os aparelhos todos e ir à praia, à piscina, ao campo. É aí que entra a preocupação com o sol e a proteção se torna fundamental.

Lembre-se que o sol que se pega na infância pode influenciar no aparecimento de câncer de pele na vida adulta. Cabe a nós, pais, proteger nossos filhos e ensiná-los a se protegerem também. Isso envolve evitar os momentos de pico de sol, estimular o uso de chapéu ou boné, vestir camiseta quando o sol estiver forte e usar filtro solar.
O filtro solar - Bebês menores de 6 meses não devem usar filtro solar. E os pais não devem expor o bebê ao sol forte.

Crianças com menos de cinco anos devem usar filtros solares que incluam em sua formulação ingredientes físicos ou inorgânicos, o óxido de zinco e o dióxido de titânio, filtros em geral destinados a crianças e pessoas de pele sensível. Essa informação vem escrita no rótulo destes produtos.
Já as crianças maiores de 5 anos estão liberadas para usar tanto filtro com ingredientes físicos quanto filtro que contenha apenas ingredientes químicos. O bom dos filtros com ingredientes químicos é que são menos espessos, menos gordurosos e espalham mais facilmente e rapidamente. Apesar destas comodidades, minha preferência é que mesmo as crianças com mais de 5 anos ainda continuem usando filtro com ingredientes físicos.

Independentemente  da idade, todas as crianças devem usar filtro com FPS (fator de proteção solar) mínimo de 30. Se a pele de seu filho é clara, prefira filtro com FPS mínimo de 40. Aplique antes de sair de casa, com a criança sem roupa.

UVA e UVB –  O FPS mede a proteção anti-UVB (ultravioleta tipo B). Repare se o filtro também é ativo contra UVA (ultravioleta tipo A). Essa informação também vem no rótulo do filtro, mas não existe uma padronização, o que é um problema porque em alguns produtos a informação é vaga. Alguns fabricantes indicam a proteção anti-UVA sob a forma de cruzinhas. UVA+, UVA++, UVA+++ e UVA++++ significam, respectivamente, grau de proteção baixa, média, alta e muito alta. Prefira filtro com UVA+++ ou UVA++++. Outros fabricantes (os europeus) usam o logo  simbolizando proteção satisfatória contra UVA. E outros escrevem apenas “proteção UVA/UVB” ou “amplo espectro”, significando que agem contra UVA e UVB.

Uma dica - Vale para todas as crianças: usar filtro solar em bastão nas áreas próximas aos olhos. Para rostos pequenos o filtro em bastão é prático, adere bem à pele e, principalmente, não entra nos olhos como os filtros em creme. Existem filtros em bastão próprios para o rosto, mas também vale usar no rosto um bastão labial. E, por falar em bastão labial, não se esqueça de proteger os lábios das crianças.

Acabou de ler esse post? Agora desligue o computador, o videogame dos seus filhos, lembre-se das dicas de proteção e boas férias!

Por Lucia Mandel
 

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