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Arquivo da categoria Corpo

08/04/2014

às 7:35 \ Corpo, Tratamento

Marcas de grafite

lapis

“Tenho dois pedaços de grafite no corpo. Grafite mesmo. De lápis. O primeiro foi resultado de uma flechada dada por minha prima Fernanda com uma lapiseira Compactor. Fui sacudir o apontador no quintal e, quando virei, só vi a pequena travessa mirando a lapiseira recém-apontada na minha direção. Eu tinha onze anos de idade e um fio de sangue correu esquisito de um ponto cinza em minha testa. Minha tia me levou pro hospital, desesperada: “Graças a Deus não foi na vista!”. Até hoje carrego entre as primeiras raízes de meus cabelos um engraçado ponto azul de grafite esfarelado pelo tempo. É uma boa história. Não é qualquer um que tem um grafite na testa. E eu ainda tenho dois. O outro pedaço mora em minha mão direita e fui eu mesma que enfiei. Estava distraída na aula, equilibrava o lápis entre as mãos espalmadas e, de repente, o sangue, a vergonha e a tentativa de esconder o absurdo de ter furado a própria mão com um lápis. Olho-o agora. Este pálido pontinho azul me enche de amor por minha infância tímida”.

Esse é um trecho de Histórias Tatuadas, da Denise Fraga,  que li na Revista da Folha há algumas semanas. Acho que muita gente deve ter se identificado com o texto, escrito com tanta sensibilidade.  Eu mesma me identifiquei: minha filha tem um pequeno rastro de grafite na bochecha, resultado de um golpe de lápis do irmão.

Surpreendentemente, não são poucos os que carregam uma marca de grafite pela vida. Na mão, na perna, no rosto, até a gengiva entra nessa lista. Cada marca com sua história.

Alguns se incomodam com essa marca cinza ou azulada, principalmente se for no rosto. Aí, existe a possibilidade de remoção com laser ou com uma pequena cirurgia. Se esse for o seu caso, um bom dermatologista retira a marca. Mas, se não estiver incomodando, deixe a marquinha ali. Como disse a Denise Fraga, alguns sinais servem para nos lembrar de momentos da nossa infância.

Por Lucia Mandel

18/03/2014

às 7:36 \ Corpo, Tratamento

Como escolher seus óculos de sol?

oculos escuros

Entrevista com o presidente do Hospital Albert Einstein

Tenho certeza que você se certifica de muitas coisas antes de comprar seus óculos de sol: se ficou legal, bonito, cool, charmoso, fashion. Tudo bem, todo mundo faz isso. Mas tem outros fatores importantes que você não pode deixar de checar também. Por exemplo:

Proteção UV – A cor da lente não tem nada a ver com a proteção UV: uma lente incolor de grau, de boa qualidade, oferece essa proteção, e algumas marcas de lente de contato também. É importante verificar sempre se os óculos têm proteção UV, independentemente da cor das lentes.

Tonalidade -  É mais uma questão de conforto: as lentes devem ter tonalidade média ou escura, para reduzir o incômodo causado pela luminosidade solar.

Tamanho – Quanto maior, melhor. A luz solar incide no olho diretamente, e pelas laterais, por cima, por baixo. Por isso, os óculos devem ser grandes e devem estar bem ajustados no rosto. Óculos adequados protegem os olhos e também a pele delicada das pálpebras. Hastes largas protegem melhor porque diminuem a entrada da luz solar pelas laterais.

E existem outros pontos importantes. Você vai ficar sabendo nessa entrevista que fiz com o Dr. Claudio Lottenberg, médico oftalmologista e presidente do Hospital Israelita Albert Einstein.

VEJA.com: Como podemos nos assegurar que os óculos têm realmente a proteção UV?

Dr. Claudio Lottenberg: Os óculos de sol devem ter 100% de proteção UV. Essa característica depende fundamentalmente da confiança na ótica e em seus funcionários. Pode ser mensurada em aparelhos específicos que estão presentes nas óticas (espectrofotômetro) e consultórios médicos. O consumidor também pode exigir a certificação NBR ISO 15111, norma que estabelece as características que devem ter os óculos para proteger os olhos adequadamente do sol.

Muitas grifes conhecidas oferecem óculos com lentes de materiais como acrílico ou policarbonato. Devemos confiar que esses materiais são bons?

O fato de ser de uma grife não significa que o material utilizado seja adequado. A qualidade da lente está diretamente relacionada a seu índice Abbe. Quanto menor este índice, mais aberração cromática esta lente terá e consequentemente pior será sua qualidade. As lentes acrílicas possuem alto índice Abbe (58) e portanto são de boa qualidade. Já as lentes de policarbonato possuem um índice Abbe baixo (30). Mas, por serem mais resistentes, as de policarbonato são muitas vezes usadas por crianças e esportistas.

Quais cores de lente são melhores?

Marrom, cinza e verde são as melhores cores, por realçarem contrastes e detalhes.

Lentes polarizadas eliminam reflexos horizontais como os da água, o que é útil para quem pesca, por exemplo. Elas podem ser usada no dia a dia?

As lentes polarizadas são utilizadas para bloquear a luz intensa que é refletida em superfícies planas. Além de oferecerem proteção 100% contra raios UVA e UVB, elas fazem com que o reflexo do sol se torne quase imperceptível, tornando a visão mais definida. Contudo estas lentes têm a desvantagem de reduzir a visibilidade das imagens produzidas por telas de cristal líquido (LCD), presentes em celulares e aparelhos de GPS encontrados em carros e barcos, assim como prejudicam a visão através de vidros blindados, hoje bastante comuns em automóveis.

Crianças também devem usar óculos de sol?

Eu recomendo, pois a radiação agride as estruturas oculares e pode danificar os olhos e a visão.

Devemos usar óculos de sol apenas nas ocasiões de sol forte ou sempre que estivermos ao ar livre?

Devemos usar sempre. A proteção que buscamos para a pele é a mesma que em tese deveríamos ter para os olhos. A proteção contra os raios ultravioleta previne muitas patologias oculares como a catarata precoce, o pterígeo e doenças retinianas da mácula.

Por Lucia Mandel

04/02/2014

às 10:33 \ Beleza, Corpo

Photoshop Girls

lena

Você já assistiu Girls? Lena Dunham é autora, diretora e atriz dessa premiada série americana. Lena não é o padrão de beleza das revistas de moda. Mas foi convidada e aceitou ser fotografada para a Vogue americana, edição de fevereiro. E este ensaio acabou reacendendo o debate sobre o uso exagerado de photoshop nesse tipo de publicação.

Aconteceu o seguinte: Jezebel, um site feminista contra qualquer tipo de retoque em fotos de mulheres, obteve as fotos não retocadas de Lena Dunham no ensaio para a Vogue. O site ofereceu 10.000 dólares a quem enviasse essas fotos a eles e, adivinhe? Em apenas duas horas, seis fotos já estavam lá.

Veja uma das fotos, com direito a antes e depois:

lena GIF

É interessante reparar nos detalhes que foram mudados. Serve para aprendermos, ao folhear qualquer revista de moda, a distinguir a realidade da ficção. Ou, pelo menos, sabermos que grande parte daquilo que nos é mostrado nas fotos é pura mágica e fantasia.

Com a fotografia digital, retocar fotos ficou muito fácil. E quem não ia querer pequenas mudanças em sua foto para a posteridade, como tirar uma mancha na pele ou arrumar fios rebeldes de cabelo? Mas nas revistas de moda o retoque ultrapassou esses limites e passou a mudar o corpo: afina a cintura, o quadril, alonga pernas, pescoço, muda o nariz. Enfim, faz funilaria e pintura completa. E assim vai criando falsas expectativas no público (nos jovens principalmente) em relação ao próprio corpo, ao mostrar o tempo todo pessoas irreais.

Até já escrevi sobre isso em outro post, se você quiser ler.

E você, qual a sua opinião sobre o assunto?

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Por Lucia Mandel

28/01/2014

às 7:36 \ Corpo, Tratamento

Avaliação da pele a distância

medico-pele

Usar o smartphone em benefício da medicina é uma ideia que passa pela cabeça de muita gente. Basta ver a pesquisa por um aplicativo de smartphone que seja confiável na detecção de melanoma.

Outra ideia envolve não um aplicativo, mas o próprio smartphone.

Na cidade de Providence, EUA, um grupo de dermatologistas criou um site (SkinCancerOrNot.com), ainda em fase de testes, que permitirá a detecção precoce e a distância de câncer de pele. Como?

Com um smartphone: se alguém tem uma pinta ou lesão suspeita na pele e deseja uma opinião médica rápida sobre sua eventual malignidade, cria um perfil no site, tira uma foto da pinta ou lesão e envia ao site via smartphone ou tablet.  Em 24 horas um dermatologista voluntário enviará seu diagnóstico sobre a possibilidade de ser câncer de pele. Em caso positivo o site enviará o nome e endereço do médico que fez a avaliação.

Esse projeto grátis não se destina a pacientes que já têm um dermatologista, mas sim aos que não estão sob cuidados médicos e que poderão assim ser ajudados a tempo de evitar graves consequências.

Por Lucia Mandel

15/01/2014

às 10:10 \ Corpo, Tratamento

Pele novinha

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O bebê acabou de nascer e sua pele delicada tem que se adaptar ao novo meio ambiente. Por isso, os cuidados devem ser especiais.

- O banho deve ser de imersão, com pescoço e cabeça fora da água, que deve estar em temperatura amena.

- Use os produtos de higiene em pequena quantidade, pois eles podem irritar a pele delicada do bebê. Escolha produtos suaves, com PH neutro. Corantes e fragrâncias deveriam ser evitados, mas encontrar um produto assim no mercado é um desafio. Certifique-se de enxaguar bem o produto antes de retirar o bebê do banho.

- Depois do banho, use um hidratante apropriado para peles sensíveis.

- Evite usar perfume.

- Troque de fralda a cada 4 horas ou quando estiver suja.

- Limpe a área da fralda com água e, se precisar, com sabonete suave. À medida que as semanas passam e você ganha mais segurança, experimente colocar o bebê na pia para lavar aquela área com água corrente e sabonete suave. Isso diminui muito a chance de as assaduras aparecerem.

- Deixe a área da pele que fica coberta pela fralda tomar um ar de vez em quando.

- Irritações na área das fraldas podem ser tratadas com pomada de óxido de zinco e com PH neutro, que isolam a pele da acidez da urina.

 

Por Lucia Mandel

07/01/2014

às 14:00 \ Beleza, Corpo, Tratamento

Nove colheres de chá de filtro solar

Quanto filtro solar você passa no corpo?

Quase certeza que você não aplica o suficiente. Você e o resto do mundo.

Primeiro porque ninguém quer desperdiçar um produto tão caro, nada mais justo. Depois, porque alguns filtros deixam a pele esbranquiçada. Esses são os filtros que contêm óxido de zinco e dióxido de titânio, ingredientes chamados de bloqueadores físicos. Quanto mais alta a concentração de bloqueadores físicos, mais efetivo é o filtro solar (o que é muito bom se você está na praia).  E mais branquela fica a sua cara. São recomendados especialmente para a pele delicada das crianças – ainda bem que elas não ligam de ficar com a cara branca. Mas tem adulto que liga. Por isso, existem filtros com base, cuja cor é parecida com o tom de pele. Ou, então, filtros que contêm uma combinação de ingredientes físicos e químicos, que não dão essa aparência tão esbranquiçada.

Escolhido o filtro, não se pode economizar na quantidade aplicada. Mas o que isso significa? De acordo com a embalagem, significa: aplique 2 miligramas por centímetro quadrado de pele. Técnico demais? A tradução disso é a regra da colher de chá que todo mundo vai entender: são necessárias 9 colheres de chá de filtro para cobrir o corpo de um adulto de peso médio, da cabeça aos pés.

Veja nesse desenho e aprenda como distribuir essas colheres de creme pelo corpo.

tabela-lucia

 

 

Por Lucia Mandel

17/12/2013

às 7:27 \ Beleza, Corpo

Dá para hidratar a pele borrifando água?

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Como é boa no calor a sensação de um spray de água no rosto! Manter o rosto e o corpo refrescados aumenta nosso conforto e nos acalma. Faz parte dos cuidados no verão, que inclui beber muita água. Também faz parte cuidar para que as crianças tenham o corpo refrescado e que bebam água para não se desidratarem.

Mas se o objetivo é hidratar a pele, não é assim que funciona. A água borrifada não é absorvida pela pele, e não causa nenhuma mudança nela. Para haver uma mudança, é melhor usar hidratante. Alguns dos ingredientes de um hidratante têm a função de ajudar a pele a absorver água. Eles atraem água da camada mais profunda da pele para a camada mais superficial, deixando a pele hidratada e macia.

Por Lucia Mandel

03/09/2013

às 7:27 \ Corpo

Lavou as mãos?

Thinkstock

Você que quer saber mais sobre cuidados com a saúde merece um aperto de mão.  Aperto dado, agora vai lavar essas mãos que elas podem estar cheias de microorganismos. Neste post, vou falar um pouco do porque e de como lavar da maneira correta.

Por que lavar as mãos?
É fundamental para a saúde. Não vivemos em ambientes esterilizados e, ao tocar em diferentes objetos ao longo do dia, nossas mãos contaminam-se com microorganismos, alguns deles causadores de doenças. Isso tanto nos torna vulneráveis a doenças quanto nos faz espalhar germes para os outros. Uma boa dose de água e sabonete faz descer pelo ralo não só a sujeira visível mas também estes microorganismos. Lavar as mãos ajuda a prevenir as doenças intestinais, diarreias, doenças respiratórias, infecções de pele e até mesmo gripe.

Quando lavar as mãos?
Não é para o ato de lavar as mãos se tornar uma coisa exagerada e compulsiva, até porque essa compulsão existe e atrapalha a vida de quem a tem. Mas lavar as mãos com bom senso, algumas vezes ao dia, é importante. Quando? Logicamente, quando elas aparentam estarem sujas. E também nas ocasiões abaixo.

Antes de:
- preparar comidas
- se alimentar
- colocar ou remover lentes de contato
- mexer em ferimentos ou cuidar de pessoas doentes

Depois de:
- preparar comidas, principalmente se você mexeu em carnes ou aves cruas
- ir ao banheiro (óbvio, né?)
- trocar fraldas de uma criança
- mexer em animais ou em brinquedos de animais
- cuidar de ferimentos ou de uma pessoa doente
- mexer em lixo ou produtos químicos
- assoar o nariz
- tossir ou espirrar em suas mãos
- mexer com produtos de limpeza, pano de chão, sapatos sujos
- frequentar locais com aglomeração de gente como ônibus ou shows.

A lavagem completa
Entre as várias vezes que você lava as mãos ao longo do dia, vai depender da sua atividade e da sua própria avaliação decidir quando lavar rapidamente ou de modo mais completo, o que exige mais tempo. O passo-a-passo de uma lavagem completa é: esfregar por vinte segundos toda a superfície da mão, e isso inclui palma, dorso, laterais dos dedos e área sob as unhas. O sabonete em barra pode acumular microorganismos, mas na lavagem seguinte os microorganismos saem junto com a espuma, e não ficam nas suas mãos. Em locais públicos, é mais seguro usar papel toalha (aquele que vem escrito que duas folha são suficientes). Vale a dica de usar papel toalha também para fechar a torneira (e aí vai mais uma folha, desculpe, natureza).

Sabonete antimicrobiano
O sabonete comum é suficiente para uma boa lavagem das mãos. O sabonete antimicrobiano não é mais eficaz e nem mais seguro, existem até teorias contrárias ao uso dele. O argumento é que seu uso disseminado pode tornar as bactérias mais resistentes com o passar do tempo.

Álcool gel
Em locais onde água corrente e sabonete não podem ser utilizados, a opção é produtos à base de álcool. O álcool não substitui água e sabonete, mas mata germes e microorganismos. Verifique se a concentração de álcool é de no mínimo 60%. Aplique uma quantidade de álcool gel suficiente para umedecer completamente suas mãos. Depois, esfregue-as cobrindo toda a superfície delas, até que o álcool evapore completamente.

Por Lucia Mandel

23/07/2013

às 10:44 \ Beleza, Corpo

Orelhas furadas

Thinkstock

A gente se lembra do lóbulo da orelha mais na hora de pendurar um brinco. E assim ele passa anos ajudando a nos enfeitar. Até nos darmos conta de que ele mudou: ficou flácido, enrugado e já nem segura bem o brinco.

É que o lóbulo da orelha é uma área de pele que também envelhece e, nesse processo, vai ficando frágil e sem elasticidade. Brincos pesados forçam essa pele fragilizada para baixo. Se usados com frequência, acabam aumentando o furo, que em caso extremo chega a rasgar.

Prevenção

A medida de prevenção é simples: evite usar brincos pesados. Mesmo se você é jovem, use-os somente em poucas ocasiões. O resto do tempo use brincos leves, que não sobrecarreguem o lóbulo.

Outro cuidado é usar brincos que não causem alergia. Assim que você perceber que alguma bijuteria ou jóia desencadeia reação alérgica em sua pele, interrompa o uso.

Quando o furo ficou grande

Se o furo estiver apenas moderadamente deformado, faz-se preenchimento do lóbulo com ácido hialurônico, o mesmo usado em preenchimentos faciais. O ácido é injetado no lóbulo através de agulha fina, num procedimento simples, eficaz e que dura de seis meses a um ano. Seu efeito é diminuir a flacidez da região. Com o lóbulo mais tonificado, o furo diminui e a sustentação que a orelha dá ao brinco aumenta.

Também é boa ideia realizar esse preenchimento em mulheres com mais de 40 anos e que gostam de usar brincos pesados. Elas ainda não têm o furo deformado, mas o lóbulo pode estar ficando flácido. O ácido hialurônico, ao aumentar a firmeza dessa pele, previne o alargamento do furo.

Se o furo estiver muito deformado, ou se a orelha já estiver rasgada, existe a opção cirúrgica de reconstrução da orelha e do furo.

Por Lucia Mandel

25/06/2013

às 8:51 \ Corpo, Doenças

O cabeleireiro pode salvar a sua vida

Thinkstock

Por mais dramático que o título possa parecer, ele é verdadeiro. Enquanto acerta o tom da tintura, lava, capricha no corte e filosofa com você sobre a vida, seu cabeleireiro não arreda o olhar do seu couro cabeludo. Pode então acontecer uma feliz coincidência: aquela pinta no alto de sua cabeça ou na sua nuca chama a atenção dele. Porque não estava lá quando ele cuidou dos seus cabelos da última vez. Ou estava lá, mas era bem menor. Daí, entre uma dica dele e a consequente visita ao dermatologista vai um pequeno passo. Que pode fazer toda a diferença no futuro.

De acordo com a  Sociedade Americana de Câncer, o câncer de pele responde por quase metade de todos os tipos de câncer nos Estados Unidos. E mais: cerca de 10% das mortes por melanoma têm sua origem no couro cabeludo e na nuca.

Uma pesquisa publicada na revista americana Archives of Dermatology indicou que metade dos cabeleireiros consultados tem interesse em participar de um programa de detecção de câncer de pele. Os autores dessa pesquisa decidiram iniciar um programa  para barbeiros e cabeleireiros, com a finalidade  de capacitá-los a detectar suspeitas de câncer de pele em cabeça e nuca, lugares de difícil auto-observação.

Não é uma boa trazer essa ideia para o Brasil?

Por Lucia Mandel
 

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