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Arquivo da categoria Corpo

19/03/2015

às 7:43 \ Corpo

Pelos nas axilas – Você é totalmente contra?

Istock

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Por que nós mulheres implicamos tanto com nossos pelos? O fotógrafo londrino Ben Hopper quer nos fazer refletir sobre isso com seu ensaio fotográfico “Natural Beauty”. Para esse trabalho, que começou em 2007, ele fotografou atrizes, modelos, designers e amigas, tendo antes pedido a elas para não se depilarem durante meses. Elas então foram fotografadas usando tops brancos e com os braços levantados para mostrar suas axilas com pelos. Diz ele: “É um contraste entre a beleza convencional e essa aparência totalmente não convencional.Dá para ser bela e peluda, é preciso mudar as ideias fixas de beleza em nossa sociedade. Eu não quero dizer que as mulheres devam ter pelos nas axilas. Eu só acho que é uma possibilidade que não deve ser rejeitada. Eu gostaria que as pessoas apenas questionassem os padrões de beleza.”

Você concorda com o que ele diz? Dê uma olhada nas fotos.

 

Por Lucia Mandel

19/02/2015

às 8:01 \ Corpo, Doenças

Roupas com proteção UV

sol-protetor

Nesse tórrido verão, nossa família radicalizou: na praia, todos nós usamos camisetas com proteção UV de manga comprida. E a minha camiseta ainda cobre as costas das mãos. Achei que iríamos cozinhar nelas, mas uma entradinha na água refresca. Achei também que as crianças iriam encrencar com a ideia. Para meu espanto, adoraram. Porque o que elas sempre detestaram, ano após ano, era o longo ritual de passar filtro solar no corpo inteiro. Agora, a passada de filtro limita-se a rosto, pescoço, orelhas, mãos, pernas e pés. Verdade, ainda assim é muito! Mas é metade do que costumava ser. 

O Fator de Proteção Ultravioleta (FPU)

O FPU indica a eficácia de um tecido em bloquear a radiação ultravioleta do sol. O padrão FPU foi criado na Austrália e é adotado em vários países por fabricantes de roupas. Quanto maior o FPU do tecido, mais eficaz é o bloqueio dos raios UVA e UVB e, portanto, melhor é a proteção que o tecido oferece. Tecido com FPU abaixo de 15 não é considerado com proteção UV. Tecido com FPU acima de 50 é classificado com FPU 50+. A maioria dos tecidos de lycra e elastano tem FPU 50 ou mais, enquanto uma camiseta branca tem FPU entre 5 e 8.

Fatores que contribuem para o FPU de um tecido:
Composição dos fios – fibras sintéticas, como lycra ou poliester, em geral protegem mais do que algodão.

Trama do tecido – trama mais apertada protege mais.
Cor – cores mais escuras são geralmente melhores.
Stretch – tecido esticado reduz a proteção.

Umidade – muitos tecidos têm o FPU reduzido quando molhados. Por isso é bom escolher uma roupa com FPU alto para usar no mar ou piscina.
Condição do tecido – roupas gastas deixam passar mais radiação UV, protegendo menos.

Existem no mercado cada vez mais variedades de roupas com alto FPU e feitas de material leve e elástico. O estilo é de roupas de surfe, o que as torna atraentes. Contudo, não vi na praia muitos veranistas usando essas roupas protetoras. Mas certamente eram mais numerosos do que no verão passado, crianças mais do que adultos.

Único porém: as roupas com proteção UV são caras, infelizmente – aqui no Brasil. O preço das roupas infantis, então, chegam a um absurdo. Mas, se isso servir de consolo, economiza-se, e muito, no filtro solar.

Por Lucia Mandel

11/02/2015

às 14:25 \ Corpo, Doenças

O sol da estrada

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Eu sei, você já tem muito com o que se preocupar no trânsito: motorista da frente lendo SMS, motos passando do seu lado, GPS falando sem parar. Maaaas, vou colocar mais um item para você prestar atenção enquanto dirige: o sol. Sim, porque você vive pegando sol dentro do carro através das janelas e do teto solar.

Que tipo de raios invadem o seu carro?

O sol nos atinge com dois tipos de raios ultravioleta: UVA e UVB. Cada um deles tem suas características próprias, mas ambos têm em comum o fato de provocar envelhecimento e danos à pele a longo prazo.

Será que o Sol que entra é bom para a produção de Vitamina D?

Normalmente o vidro da frente, chamado vidro laminado, bloqueia tanto UVA como UVB. Mas os vidros das janelas laterais e traseiras, chamados vidros temperados, deixam passar UVA e bloqueiam UVB. E aqui vale uma observação: se você acha que o solzinho que entra pelo vidro do carro está ajudando na produção de vitamina D (que é importante para o corpo), enganou-se. Porque são os raios UVB os responsáveis por essa síntese, bem aqueles que ficaram bloqueados por todos os vidros.

Como se proteger?

Para quem não dirige muito, o sol no carro não afeta tanto a pele. Mas vários estudos indicam que o dano causado pelos raios UV à pele é mais extenso no lado do corpo mais perto da janela do carro, principalmente em motoristas de caminhão ou em quem costuma fazer trajetos longos.

O que fazer então? Existem várias maneiras de se proteger dos raios UV no carro.

Uma delas é aplicar filtro solar com FPS de 30 ou mais no rosto, pescoço, braços e mãos. Roupas protetoras, como camisas de manga comprida, calças compridas, óculos de sol anti-UV também fazem parte importante dessa proteção solar. Até luva para dirigir existe e eu acho ótima ideia usá-la (mas sei que essa última opção é a mais difícil de convencer).

Outra opção é instalar nos vidros laterais e traseiro películas com protetor anti-UV. Algumas películas de boa qualidade bloqueiam quase 100% dos raios UV, são totalmente transparentes e podem ser escuras (dentro das normas de segurança) ou incolores.

Agora que você já sabe como se proteger do sol na estrada, boa viagem e bom carnaval. Pena só que não tenho dicas de como evitar o trânsito.

Por Lucia Mandel

05/02/2015

às 7:57 \ Corpo, Doenças, Tratamento

Crianças brasileiras e australianas, quem se protege melhor do sol? Adivinhe

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Santiago, o Santi, tem 3 anos e é filho de um casal de amigos que mora na Austrália. O pai é brasileiro, a mãe é peruana e Santi tem um pouco de tudo: ele fala as 3 línguas, tudo junto e misturado. Um dia, olhando a Lua, ele disse: “Mira mamá, la luna-moon-lua!”. Mas hoje o assunto não é a Lua, pelo contrário: é o Sol. Santi e a famíllia vieram nos visitar no Brasil e fomos juntos para a praia, em um fim de semana de muito sol. Ali, Santiago ficou impressionado com o que viu: ele apontava espantado para as cabeças masculinas sem chapéu nem boné, e, pela sua cara, devia estar pensando: “What? Que acontece? ¿Que pasa?”. Ele não entendeu como isso é permitido por aqui. Porque o chapéu dele, com aba em toda volta e amarrado no queixo, ele não tirava nem quando entrava no mar. A escola do Santiago, lá em Sydney, assim como todas as outras da Austrália, tem um lema: “No hat, no play”. Traduzindo: sem chapéu não tem brincadeira. Quem não passa filtro solar, também não vai brincar no recreio, fica na classe. Tem jeito mais eficaz de convencer uma criança? Filtro solar tem na escola, e é aplicado rigorosamente quando as crianças vão sair ao ar livre. Chapéu (com abas para proteger também orelhas e nuca) faz parte da lista de material escolar exigido dos pais. Santiago tem 4 deles. Resultado: não tem uma foto dele sem chapéu. Nem na Austrália, nem no Brasil. E mais: as atividades externas na escola acontecem até as 10h ou depois das 16h. E mesmo assim, se o Sol está muito forte, elas são canceladas e as crianças entram nas classes.

Isso tudo ressalta as diferenças entre o modo com que o Brasil e a Austrália encaram esse assunto tão sério: a exposição das crianças ao Sol. Ali, eles estão definitivamente mais adiantados.

Considerando que durante a vida a maior parte da exposição ao sol acontece na infância e que a escola tem papel vital para mudar comportamentos, fico pensando nas nossas escolas e me vêm várias interrogações:

Por que não se inspirar nesses exemplos de fora? Por que não criar o hábito do uso de chapéu com abas quando nossas crianças saem das classes? Por que não adotar filtro solar na escola? Esse assunto precisa ter mais importância por aqui, as escolas brasileiras têm muito o que fazer para melhorar. Se eu perguntasse ao Santi se ele concorda, ele diria que yes-sim-sí.

 

 

Por Lucia Mandel

11/12/2014

às 7:52 \ Beleza, Corpo

Acalmou? Que bom, agora seus cabelos podem voltar

Thinkstock

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Cabelos não gostam de stress. A situação emocional de uma pessoa pode fazer os fios de cabelo irem embora. Mas a boa notícia é que eles também podem voltar. A queda de cabelos pode não ser permanente.

Os tipos de queda de cabelo

Existem três principais causas de perda de cabelos associadas a stress:

Tricotilomania – é a vontade irresistível de arrancar cabelos da cabeça, das sobrancelhas ou de qualquer parte do corpo.

Eflúvio telógeno - uma condição em que um grande número de cabelos em crescimento entra em uma fase de interrupção desse processo. Depois de algum tempo, esses cabelos caem.

Alopecia areata - nessa condição, células de defesa atacam os folículos capilares, impedindo o crescimento dos cabelos e provocando sua queda.

Diagnóstico e tratamento

Se você notar uma queda repentina de cabelos, consulte um dermatologista para o diagnóstico e tratamento. A fadiga, a ansiedade e a frustração podem ser gatilhos para os problemas de queda, mas não são os únicos. É possível que, ao controlar o stress, seus cabelos retornem.

Por Lucia Mandel

03/12/2014

às 9:34 \ Beleza, Corpo

Alergia a níquel. Ou seja, alergia a praticamente tudo

Thinkstock

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É interminável a quantidade de objetos do dia a dia que contêm níquel. Isso porque ele tem vantagens, como resistência à corrosão, maleabilidade, dureza e propriedades eletrônicas. A lista inclui celulares, pilhas recarregáveis, talheres e bandejas de inox, maçanetas, moedas, CDs (esses cada vez menos no nosso dia a dia, né?), instrumentos musicais, jóias e bijuterias.

Em contato direto com a pele, o níquel pode causar reação alérgica, chamada dermatite de contato alérgica. Ela pode acontecer tanto depois de exposição prolongada ao níquel ou logo no primeiro contato. Depois de desenvolver a alergia, você sempre será sensível ao níquel. A reação da pele acontece na forma de coceira, vermelhidão, manchas ou bolhas.

Jóias e bijuterias.

Muitas vezes a alergia começa com a perfuração da orelha e do uso de um brinco de metal. E principalmente por causa de bijuterias e jóias baratas que contêm níquel em grandes quantidades, e devem ser evitadas.  Tipo aquele brinco que seu namorado comprou pra você na tenda hippie, lembra?

Mas mesmo uma jóia de ouro não é garantida, porque ela é sempre feita de uma liga de ouro com outros metais, que pode incluir o níquel. A quantidade de ouro na liga é dada pelo número de quilates. Quanto maior esse número, mais ouro tem a liga e menos chance a jóia tem de causar alergia. Portanto, pode falar para o seu namorado: da próxima vez, brinco de ouro. E de muitos quilates!

Botões

Eles podem desencadear a alergia. Botões de metal em jeans, mas também zíperes, fivelas de cinto, colchetes. Muita gente usa esmalte incolor para revestir o objeto e assim não ter contato direto com ele. Mas fique alerta porque a dermatite volta quando o esmalte descasca.

Armações de óculos

Se a armação de metal causar reação alérgica, o níquel é geralmente o culpado, porque a maioria das armações de metal são feitas de uma liga de níquel. Prefira as armações de titânio ou de plástico, pois não têm níquel.

Instrumentos musicais

Todas aquelas partes brilhantes de cor prateada, que tanto chamam a atenção nos instrumentos de sopro como a clarineta e a trompa, contêm níquel. Cordas de guitarra elétrica também. Esse contato direto e constante do níquel com dedos ou boca, pode causar a dermatite de contato em músicos.

Tratamento

O que fazer? A principal atitude é evitar contato direto com o objeto causador da alergia. Nem sempre isso é tão simples. E se sua pele está coçando ou está dolorida, ela pode ser tratada. Cremes à base de cortisonapodem ser usados (com muita cautela e por um curto período de tempo) para reduzir a inflamação. E antialérgicos por via oral podem aliviar uma coceira intensa.

As dicas e informações eram essas. Mas pra você não guardar rancores do níquel, vou acabar com uma tirinha provando que ele é legal.

Niquel      chulé

 

Por Lucia Mandel

26/11/2014

às 10:20 \ Beleza, Corpo

Você tem 40 anos?! Menina, não parece!

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Você encontrou uma conhecida que disse a frase do título. Possibilidades:
1 – É só uma gentileza dela, ela nem pensou no que disse. Pessoas querem parecer gentis
2 – É uma ironia. Na verdade, você não cuidou muito bem da sua pele durante a vida e a pessoa acha que você não parece ter 40, parece ter mais
3 – A pessoa está sendo sincera.  Isso porque você manteve hábitos saudáveis e cuidou da pele também. Como? Por exemplo, você leu este post

A pele depois dos 40

Você deve ter percebido mudanças na sua pele depois dos 40. Ela fica mais seca e áspera. Algumas ruguinhas se instalam ao redor da boca, dos olhos. E os excessos dos anos anteriores, como sol, stress, cigarro,  vão cobrar a conta. Que tal rever (ou começar) alguns hábitos? 

Use no rosto produtos suaves
Procure usar sabonetes com menos detergente (como os syndets) e tônicos sem álcool, para não ressecar ainda mais a pele.

Use um creme à base de ácido
Alfahidroxiácidos (AHA)e retinóides são produtos anti-envelhecimento.

Use hidratante
Hidrate a pele regularmente, para compensar a diminuição do óleo natural dela. E não vale usar o mesmo hidratante de quando você tinha 30 anos, agora ele tem que ser mais potente. O melhor momento de aplicar é logo depois do banho. Mas, se sentir necessidade, aplique-o duas vezes ao dia.

Cuide do pescoço e colo
Estenda a essas áreas sua rotina de cuidados do rosto. Inclusive o creme à base de ácido.

Proteja sua pele do sol
A proteção ao sol é fundamental nos cuidados anti-envelhecimento da pele. Ao ar livre, use na pele exposta um filtro solar de amplo espectro com FPS 30. Para complementar, prefira a sombra e use roupas protetoras (chapéu e óculos solar também).

Proteja suas mãos
Use protetor solar também nas mãos (sim, essa recomendação se encaixa no item anterior, mas como a gente sempre esquece das mãos, deixei separada). Considere a aplicação de ácido glicólico ou um produto antioxidante para reparar as manchas causadas pelo sol.

Lave menos o cabelo
Esquisito recomendar isso né? Principalmente no Brasil, onde tomamos tantos banhos. Mas o fato é que, assim como a pele, o cabelo também vai ressecando. Use no cabelo produtos suaves e diminua a frequência das lavagens para não ressecá-lo mais ainda. E evite o secador.

 

 

Por Lucia Mandel

20/11/2014

às 7:33 \ Beleza, Corpo

O que você mudaria no seu corpo?

Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.”
Saint-Exupéry (O Pequeno Príncipe)

Verdade. Mas além do essencial, temos de lidar com todo o resto também.”
Eu

Quem não mudaria alguma coisa no corpo, se pudesse? Uma orelhinha, um nariz, a voz, um dedo do pé torto, ou quem sabe todas essas opções? Todo mundo que eu conheço mudaria algo. Mas será que a gente foi sempre assim? Em que momento da vida começamos a ficar insatisfeitos com nossos corpos? Me surpreendi com o video abaixo, que mostra a resposta de crianças para esta pergunta. Depois de assistir a ele, de curiosidade perguntei ao meu filho a mesma coisa: o que você mudaria no seu corpo? Resposta: colocaria nas mãos garras de adamantium, como as do Wolverine.

(O vídeo) Para assistir, ative as legendas: na barra inferior, clique na roda dentada (detalhes) e vá em legendas/CC (tem espanhol, não português).

 

Por Lucia Mandel

13/11/2014

às 13:19 \ Beleza, Corpo

Devolvendo ao rosto o volume perdido

Thinkstock

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A perda de volume facial
Uma das marcas do envelhecimento facial é, além das rugas, a perda de volume sob a pele. Músculos, ossos, gordura, vão se reduzindo. A pele não acompanha essa redução e acaba murchando. O que fazer? Comer muito mais, como receitava minha avó? Não acho que seria a melhor opção. Em vez disso, conheça o ácido hialurônico.

O preenchedor
O ácido hialurônico é uma substância encontrada em todos os organismos vivos. É degradado lentamente pelo corpo e desaparece sem qualquer resíduo. Funciona bem para preencher rugas. Por exemplo, as que vão do nariz aos cantos da boca, chamadas de bigode chinês. Mas ele pode ser usado de uma outra maneira: para restaurar, em parte, o volume perdido do rosto. É o que acontece quando se preenche as maçãs do rosto. Feito por um médico competente, o resultado é sutil, dando uma aparência rejuvenescida e, o que é sempre muito importante: natural.

O procedimento
Em cada lado do rosto é inserida uma cânula, que leva o preenchedor até as maçãs do rosto. Depois de preencher os dois lados do rosto, o médico pressiona levemente com as mãos, moldando o preenchedor. Quase como uma escultura.

O procedimento é bem rápido, leva até uma hora. E não dói quase nada, sendo que um creme anestésico é suficiente para dar conforto ao paciente. Depois, dá para sair direto para sua atividade diária (que não seja boxe para levar socos no rosto). Mas podem ficar algumas marquinhas e algum inchaço por uns dias.

Se existe alguma desvantagem neste tratamento, que não é barato, é que o resultado dura aproximadamente um ano. Mas provavelmente você vai querer repetir, de tão bom que fica.

 

 

Por Lucia Mandel

05/11/2014

às 14:40 \ Corpo, Doenças

Hugh Jackman: “Se eu apenas pudesse voltar no tempo…”

Reprodução/Instagram

Reprodução/Instagram

Quando criança, Hugh Jackman gostava da vida ao ar livre, passando muito tempo na praia. Imagine a quantidade de sol que ele pegou durante a infância na Austrália. O resultado infelizmente foi este: câncer de pele.

O ator foi visto há alguns dias, passeando com sua família por um bairro tranquilo de Nova York, com um curativo no nariz. No dia seguinte saiu a manchete: “Hugh Jackman teve câncer de pele pela terceira vez”. Foram três carcinomas baso-celulares no nariz, em menos de um ano.

O que é carcinoma baso-celular?

Este tipo é o mais comum e o menos perigoso dos cânceres de pele. Seu crescimento é lento e dificilmente se espalha para outras partes do corpo, mas pode se espalhar nas proximidades do tumor inicial. Detectado no início, ele pode ser curado.

Depois de ter o segundo carcinoma removido em maio, Hugh Jackman comentou: “Eu sou realista sobre o futuro e é mais do que provável que terei pelo menos mais um, mas provavelmente terei muitos mais, o que não é incomum para um australiano, particularmente de origem inglesa, criado na Austrália, onde eu não me lembro de ter sido orientado a usar protetor solar”. E acrescentou: “Se eu apenas pudesse voltar no tempo e usar protetor solar. Amaria voltar aos meus 15 anos e me fazer usar protetor solar. Agora estou pagando o preço.”

O sonho impossível de todos nós: se ao menos pudéssemos consertar nossos erros do passado… Mas, o que podemos fazer é aprender com os exemplos. Neste caso, passar a cuidar bem da pele, usando protetor solar sempre. Além de usar roupas protetoras e evitar o sol nos horários de pico.

 

Por Lucia Mandel
 

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