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segundo turno

31/10/2010

às 20:22

Simão Jatene é o novo governador do Pará

O tucano Simão Jatene venceu a disputa com a petista Ana Júlia para o governo do Pará. Com 89,74% das urnas apuradas, o resultado parcial, que já garante a vitória do candidato do PSDB, mostra Jatene com 56,21% dos votos e Ana Julia com 43,79%.

Um dos fundadores do PSDB em 1988, o economista e professor universitário Simão Jatene governou o Pará entre 2003 e 2007, na primeira vez em que disputou o cargo. Foi secretário de Planejamento do estado por duas oportunidades, entre 1982 e 1985 no mandato de Jader Barbalho (PMDB) e entre 1995 e 1998, no governo do também tucano Almir Gabriel.

Desde o começo da disputa, as pesquisas apontavam a liderança de Jatene ao governo. No primeiro turno, as urnas deram ao tucano 48,91% dos votos, contra 36,04% de Ana Júlia. A campanha da petista conseguiu unir lideranças do MST e Almir Gabriel, governador tucano do estado na época do episódio que ficou conhecido como Massacre do Carajás, em que 19 integrantes do Movimento dos Sem-Terra foram mortos por policiais militares. Gabriel queria se candidatar e se desfiliou do PSDB quando Jatene foi indicado.

31/10/2010

às 19:42

Camilo Capiberibe é eleito governador do Amapá

Com 94,5% das urnas apuradas, Camilo Capiberibe (PSB) venceu Lucas Barreto (PTB) no segundo turno das eleições para governador no estado do Amapá. Ele obteve 53,64% dos votos, contra 46,36% do adversário.

O resultado do primeiro turno foi um empate: 28,93% para Lucas e 28,68% para Capiberibe. O novo governador, bacharelado em direito, pode ser considerado um azarão: ele era o quarto colocado nas pesquisas, até ser deflagrada a Operação Mãos Limpas, em setembro, que desarticulou um esquema de desvio de dinheiro público envolvendo políticos, empresários e servidores públicos do estado.

A Polícia Federal prendeu 18 suspeitos, entre eles o governador Pedro Paulo Dias (PP), que disputou a reeleição, mas não resistiu ao escândalo. Jorge Amanajás (PSDB), presidente da Assembleia, era o terceiro nas pesquisas de intenção de voto, mas foi envolvido nas investigações da PF e também viu sua candidatura enfraquecida.

Na sua página no Twitter, Capiberibe se define um “Amapaense de coração; Deputado Estadual pelo PSB; Presidente da Comissão de Direitos Humanos da AL e candidato à governador do Amapá”. Ele é filho de João Capiberibe (PSB), ex-senador e ex-governador do Amapá (entre 1995 e 2002) e da deputada Janete Capiberibe (PSB).

31/10/2010

às 18:46

Marconi Perillo, do PSDB, vence disputa acirrada em Goiás

Com 52,97% dos votos, o candidato tucano Marconi Perillo derrotou Iris Rezende, do PMDB,  e assumirá pela terceira vez o governo do Estado de Goiás. No primeiro turno, Perillo ficou com 46% dos votos e Rezende, 36%. No segundo turno, 97,22% dos votos foram apurados e Rezende, com 47,03%, não possui mais chances matemáticas de ganhar.

Biografia - Perillo foi eleito deputado federal pelo PP em 1994 e, em 1998, já no PSDB, tornou-se governador do Estado de Goiás aos 35 anos – o mais jovem da história do Brasil. Em 2002, Perillo venceu novamente no Estado, mas seu segundo mandato foi interrompido por sua candidatura ao Senado em 2006 – à qual venceu com 75% dos votos. Assim como Perillo, Iris Rezende também foi governador de Goiás por duas vezes.

Disputa - O embate entre os candidatos ao Palácio das Esmeraldas ficou mais acirrado após a possibilidade de empate técnico divulgada pela pesquisa Ibope/TV Anhanguera. A eleição do Estado foi considerada uma das mais concorridas do segundo turno e contou até com episódios de censura política. No último dia 21, o jornalista e apresentador da TV Brasil Central, Paulo Beringhs, pediu demissão ao vivo, alegando que teria sido impedido de entrevistar Marconi Perillo.

31/10/2010

às 15:19

“O voto é do eleitor”, diz Marina Silva

A senadora pelo PV, Marina Silva votou duas vezes neste domingo: em seu candidato à Presidência e no referendo do fuso horário do Acre. Derrotada nas urnas no primeiro turno, ela preferiu não declarar em quem votou para presidente. Ela deve se pronunciar sobre o resultado das eleições apenas depois do anúncio do candidato eleito. “Vou repetir o que já havia dito no primeiro turno. O voto não é meu, nem do Serra, nem da Dilma. Ele é do eleitor. Cada um tem que votar de acordo com a sua consciência.”

Quanto ao referendo, Marina declarou votar pela volta do antigo fuso horário do Acre, no qual o estado fica a duas horas de diferença do fuso horário de Brasília. A senadora embarcaria para São Paulo por volta das 14 horas (no Acre) para acompanhar a apuração de votos ao lado de lideranças do Partido Verde. “Os brasileiros estão sendo responsáveis e as urnas revelam muito mais do que as pesquisas”, avaliou.

Nota da redação: Este post foi publicado às 15h19 com o título “Marina Silva só vai revelar seu voto após resultado final”. O título poderia levar à interpretação de que a ex-candidata faria um pronunciamento para anunciar em que candidato havia votado. A senadora reagiu e publicou o seguinte comentário no Twitter: “Acabo de chegar a Brasília e li a nota de Veja sobre a revelação do meu voto. A revista errou. Em nenhum momento, fiz tal afirmação”. Marina Silva está certa. O título foi alterado.

31/10/2010

às 11:32

José Serra recebe visita inusitada em São Paulo

Na manhã de halloween deste domingo, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, recebeu uma visita inusitada em sua casa, no Alto de Pinheiros, em São Paulo. Um Drácula de seis anos, vizinho do candidato, apareceu para saudar Serra acompanhado da mãe e do irmão.

Vestido com uma capa vermelha, um colete com teias de aranha, com sangue falso escorrendo pela boca e olheiras maquiadas estrategicamente, o vampirinho Gustavo Porro colocou uma dentadura de plástico com caninos afiados e provocou gargalhadas entre os cerca de 30 jornalistas reunidos na porta de José Serra. “Nós costumamos vir todo ano de eleição”, contou a mãe de Gustavo, Ana Carolina Porro. “Ele está de vermelho, mas não é a cor da Dilma”, brincou.

Aloysio Nunes e Geraldo Alckmin ─ Aloysio Nunes, senador eleito em São Paulo pelo PSDB, chegou por volta das 10h30 à casa de José Serra para acompanhar o candidato durante a votação. Sobre o resultado das eleições, mostrou-se confiante: “Não se trata de uma virada, se trata de definição. Na eleição, não há jogo jogado”, disse Aloysio Nunes. “As pesquisas não captam a movimentação do eleitorado de última hora”.

Ao ser indagado sobre a declaração de Lula, que disse que “José Serra sai mais fraco dessa eleição”, o senador foi categórico. “Quem sai menor é o presidente Lula, pela maneira como se envolveu na campanha, contrariando não só as regras do decoro presidencial, mas inclusive a legislação eleitoral”.

Geraldo Alckmin, governador eleito de São Paulo, chegou à casa do candidato tucano às 11h05, ao lado de sua mulher, do atual governador, Alberto Goldman (PSDB), do prefeito Gilberto Kassab (DEM), e da filha de José Serra, Verônica Serra. “Ainda dá tempo para reverter. O Serra foi um guerreiro na campanha”, disse Alckmin. O grupo deve sair ainda antes do almoço em uma van em direção ao colégio Santa Cruz, no Alto de Pinheiros, onde Serra vota.

(Domitila Becker, de São Paulo)

30/10/2010

às 1:15

Para Serra, governo do PT sofre de fadiga

Ao final do último debate presidencial destas eleições, promovido pela TV Globo, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, defendeu a alternância de poder como forma de valorizar a democracia. Para o tucano, a administração do PT à frente do país sofreu desgastes nestes oito anos e precisa ser substituída. “A possibilidade de alternância do poder é uma beleza da democracia”, afirmou. “Temos uma equipe de governo que esteve lá oito anos, já sofreu seus desgastes, desenvolveu vícios e fadiga. Com um time novo, a gente pode levar o Brasil muito adiante nos próximos anos.”

De forma voluntária, Serra sugeriu aos jornalistas que assistam ao debate travado em 2002 entre ele e Lula, na TV Globo. Ele reviu o programa nesta sexta-feira. “Me achei parecido com o Serra de oito anos atrás. Foi um debate muito cortês naquela época, respeitoso, mas também teve muita crítica e contra-crítica, de nível”, disse.

A citação do candidato tinha um propósito: “Seria interessante vocês virem o debate para ver o que Lula propunha fazer. Ele disse naquele debate que ele considerava essas bolsas algo próximo a esmola. Ele criticava o governo Fernando Henrique por fazer bolsas, dizia que o que importava era emprego, não esmola.”

Serra negou-se a fazer um balanço das eleições. Oficialmente, a campanha terminou hoje. “Não acabou ainda. Amanhã ainda tem campanha”, insistiu o candidato.

Empatou – Na saída do debate, o coordenador da campanha tucana, Sérgio Guerra, e o vice de Serra, Indio da Costa (DEM), espalhavam entre os jornalistas uma “boa notícia”. Eles apontavam erro nas últimas pesquisas de intenção de voto divulgadas pela imprensa e juravam que levantamentos internos apontam empate técnico entre Dilma Rousseff e José Serra.

Indio e Guerra avaliaram como positivo o desempenho de Serra no debate da TV Globo. “Ficou nítido que Serra é muito mais preparado do que Dilma”, disse o candidato a vice. “Os candidatos puderam expor suas ideias”, afirmou o coordenador de campanha.

(Carolina Freitas e Cecília Ritto, do Rio de Janeiro)

29/10/2010

às 8:03

Debate desta sexta marcará o último confronto do 2º turno

Os candidatos à Presidência Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) terão nesta sexta-feira o último encontro antes da eleição do próximo domingo. Os presidenciáveis participarão do debate promovido pela rede Globo, que terá a mediação do jornalista William Bonner.

O programa, que será transmitido após a novela das nove, Passione, terá uma novidade: a emissora elaborou um novo formato para o debate, em que não serão permitidas perguntas entre os presidenciáveis. As perguntas serão feitas apenas por eleitores indecisos. O formato promete ser mais dinâmico do que o adotado no primeiro turno, quando Serra e Dilma não se enfrentaram uma vez sequer.

A pedido da Globo, o Ibope selecionou cerca de 80 eleitores que ainda não decidiram em quem votar. Cada um deles enviou aos organizadores cinco perguntas sobre um dos seguintes temas: saúde, educação, meio ambiente, políticas sociais, previdência, investimento em infraestrutura, política econômica, agricultura, saneamento, política externa, corrupção, transportes, desemprego, segurança, habitação, funcionalismo público, impostos, legislação trabalhista e energia. A emissora vai escolher os 12 questionamentos mais relevantes sobre cada assunto.

Os eleitores estarão na arquibancada do estúdio e serão sorteados pelos candidatos para lhes fazerem as perguntas. Dilma e Serra vão responder ao mesmo número de questões ao longo dos três blocos. As perguntas serão lidas em 30 segundos e os presidenciáveis terão dois minutos para respondê-las, mesmo tempo destinado a réplicas e tréplicas. No último bloco, ambos terão mais dois minutos para as considerações finais.

Serra e Dilma ficarão livres para caminhar pela arena montada para o debate. Esse modelo, utilizado desde 2002 pela emissora, foi escolhido após negociações com as assessorias do PT e do PSDB. Os petistas chegaram a resistir à ideia, alegando que a candidata ainda se recuperava da torção sofrida no pé direito, mas cederam à pressão da Globo.

27/10/2010

às 19:45

Serra culpa Dilma por cancelamento de entrevista ao SBT Nordeste

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, culpou nesta quarta-feira sua adversária, Dilma Rousseff (PT), pelo cancelamento de uma entrevista que o tucano concederia ao SBT Nordeste. Serra e Dilma foram convidados para um debate regional promovido pela emissora. Estava acordado entre as assessorias dos candidatos que, no caso de desistência de um, o outro seria entrevistado pela TV. Dilma desistiu. Serra tinha entrevista agendada para hoje à tarde, mas o SBT cancelou o compromisso de última hora.

“Houve pressão, é obvio. Até ontem estava tudo marcado. Falar que a pressão veio da assessoria da Dilma é até um eufemismo”, disse o candidato após uma concorrida caminhada de campanha pelo centro de Recife. “Preparei toda a minha agenda para a entrevista. No fim, a Dilma suspende a vinda e ainda pressiona o SBT para eu não fazer a entrevista sozinho.”

Diante da manobra da campanha petista, Serra resolveu apresentar em entrevista a uma rádio local do Recife um plano para o Semiárido, que pretendia lançar durante o debate. O projeto traz dez metas a serem cumpridas até 2020. Serra promete recuperar áreas desertificadas, levar água a todas as residências da região e inserir todas as famílias em uma rede de proteção social, com novos instrumentos de distribuição de renda além do Bolsa Família.

O plano contempla ainda a irrigação de 300.000 hectares de terra, a formação de 3.000 agentes rurais, 3.000 agentes de saúde da família e 10.000 empreendedores capacitados pelo Sebrae. Serra promete ainda instalar cem escolas técnicas e reduzir em 80% a mortalidade infantil na região.

O Semiárido abrange nove estados, sendo oito do Nordeste mais o norte de Minas Gerais. Vive na região mais de 40% da população nordestina, cerca de 21,6 milhões de pessoas.

Fraude – Serra rebateu críticas da campanha adversária de irregularidades na licitação para construção da Linha Lilás do Metrô de São Paulo na época em que era governador. Para ele, se há fraude, é em licitações do governo federal para grandes projetos, como das usinas de Belo Monte e Jirau.

“Em mais de uma grande obra, o governo federal antes discute quem vai ganhar e depois faz a concorrência”, afirmou em Recife. “O país perdeu isso de vista. O PT fala de uma coisa que eles mesmos fazem, abertamente. E que nós nem fizemos. Isso não aconteceu no caso de São Paulo.”

Serra destacou ainda que, em São Paulo, fez-se uma segunda licitação para baixar os preços propostos pelas empresas. “O Metrô fez algo inédito. Isso, no âmbito petista de governo, seria considerado maluquice, embora seja respeito ao dinheiro público.”

Pesquisas de aluguel – Ainda no Recife, em entrevista à rádio do Jornal do Commercio, Serra minimizou os resultados das pesquisas de intenção de voto e apontou uso político de alguns institutos. “Para mim, pesquisa tem influência zero, nem olho. De fato, ao meu ver, há um empate técnico”, disse. “No primeiro turno as pesquisas estiveram completamente erradas. Elas têm estado muito furadas, algumas, alugadas, como as do Vox Populi e do CNT Sensus, que trabalham para governo.”

(Carolina Freitas, de Recife)

27/10/2010

às 13:15

Governadores usam feriado para favorecer seus candidatos

O Dia do Funcionário Público, comemorado em 28 de outubro, tornou-se instrumento dos governadores para beneficiar seus candidatos à presidência. De acordo com a conveniência política, o ponto facultativo foi antecipado para a segunda-feira dia 25 ou adiado para a segunda-feira 1º de novembro.

A decisão segue a lógica de dificultar ou estimular os eleitores a viajar, uma vez que o ponto facultativo no dia 1º forma um feriadão de quatro dias. O candidato José Serra, do PSDB, já  manifestou publicamente sua preocupação com o feriado, e apelou para que os eleitores não troquem o voto por uma viagem.

Pró-Dilma - O governador Sérgio Cabral, que apoia Dilma Rousseff, foi um dos que adiaram o feriado para segunda-feira. Em 2008, o mesmo instrumento foi usado contra Fernando Gabeira, do PV, que assim como Serra tem sua força eleitoral muito concentrada na zona Sul do Rio, onde votam os eleitores de renda mais alta, que costumam aproveitar feriados para viajar. Numa eleição apertada, esse foi um fator importante para a vitória de Eduardo Paes, do PMDB, candidato de Cabral.

Pró-Serra - Em São Paulo e Minas Gerais, os governadores Alberto Goldman e Antonio Anastasia anteciparam o feriado para o dia 25, obrigando o funcionalismo a trabalhar na segunda-feira seguinte ao dia da eleição. O pernambucano Eduardo Campos, do PSB, usou o mesmo recurso. Mas para beneficiar Dilma Rousseff, que está na frente na corrida presidencial em seu estado: “prendeu” o funcionalismo nas repartições na segunda-feira, prejudicando planos de viagem que reduzem o comparecimento às urnas no domingo.

No geral, entretanto, o feriadão beneficia Dilma e prejudica Serra. Oito estados já anunciaram o ponto facultativo que “enforca” a segunda-feira véspera de Finados. E o governo federal desde o ano passado já havia adiado o feriado para o dia 1.

A secretaria da Casa Civil do Rio de Janeiro informou, em nota, que a transferência doferiado do Dia do Servidor Público segue recomendação do Ministério do Planejamento. Portaria editada em 2009 estabeleceu o dia 1 de novembro de 2010 para as comemorações. Segundo a nota, a alteração do ponto facultativo referente ao Dia do Funcionário Público não tem motivação eleitoral – o que pode ser comprovado pelo fato de que em 2009 (quando não houve eleição) o feriado também ter sido transferido.

27/10/2010

às 12:00

Globo muda regras. E só eleitores perguntarão no debate

O último confronto entre os candidatos à Presidência antes da votação deste domingo está marcado para sexta-feira, no debate que será promovido pela TV Globo. Ao contrário do que se viu no programa do primeiro turno, em que Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) não se enfrentaram uma vez sequer, o debate de sexta promete ser mais dinâmico. A emissora elaborou um novo formato para o programa, em que não serão permitidas perguntas entre os presidenciáveis.

A pedido da Globo, o Ibope selecionou cerca de 80 eleitores que ainda não decidiram em quem votar. Na quinta-feira, cada um deles vai enviar aos organizadores cinco perguntas sobre um dos seguintes temas: saúde, educação, meio ambiente, políticas sociais, previdência, investimento em infraestrutura, política econômica, agricultura, saneamento, política externa, corrupção, transportes, desemprego, segurança, habitação, funcionalismo público, impostos, legislação trabalhista e energia. A emissora vai escolher os 12 questionamentos mais relevantes sobre cada assunto.

Arena - Os eleitores estarão na arquibancada do estúdio e serão sorteados pelos candidatos para lhes fazerem as perguntas. Dilma e Serra vão responder ao mesmo número de questões ao longo dos três blocos. As perguntas serão lidas em 30 segundos e os presidenciáveis terão dois minutos para respondê-las, mesmo tempo destinado a réplicas e tréplicas. No último bloco, ambos terão mais dois minutos para as considerações finais.

Serra e Dilma ficarão livres para caminhar pela arena montada para o debate. Esse modelo, utilizado desde 2002 pela emissora, foi escolhido após negociações com as assessorias do PT e do PSDB. Os petistas chegaram a resistir à ideia, alegando que a candidata ainda se recuperava da torção sofrida no pé direito, mas cederam à pressão da Globo. Tanto eles como os tucanos sabem da importância do debate de maior audiência de toda a campanha.

(Adriana Caitano)

 

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