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Arquivo da categoria VEJA acompanha Cerimônia de Posse

03/01/2011

às 14:58

Tatuagem de Marcela Temer homenageia o vice-presidente

Marcela Temer deixa à mostra tatuagem com nome do marido em cerimônia de posse

Apesar da tentativa de ser discreta, a mulher do vice-presidente Michel Temer, Marcela, foi a grande atração da cerimônia de posse de Dilma Rousseff e continua provocando alvoroço. A aparição da loira de 27 anos ao lado de Temer rendeu-lhe elogios e comparações – com a primeira-dama francesa Carla Bruni e até com Geisy Arruda, ex-participante do reality show “A Fazenda”, que brincou com a semelhança. Graças à beleza e ao figurino, o nome de Marcela Temer está entre os termos mais citados do Twitter mundial desde o último sábado. No entanto, poucos repararam em um detalhe no pescoço da moça.

Mais de quatro décadas mais nova que o marido, a miss Campinas 2002 tomou uma atitude típica de uma jovem apaixonada: tatuou o nome do vice-presidente da República na nuca. A trança loira delicadamente pousada no ombro direito permitiu o ângulo de visão da homenagem. Acostumada a ficar distante dos holofotes desde o casamento, Marcela deixou o detalhe à mostra. Proposital? Sem graça, ela diz que não. Também prefere não falar em prova de amor.

Paula Rousseff (à esquerda), filha de Dilma, mal foi notada na cerimônia de posse. Atenções foram voltadas para Marcela Temer (à direita)

Essa não é a primeira vez, no entanto, que Marcela homenageia o marido. Ao filho do casal, hoje com um ano, deu o nome Michel Temer Filho. Na saída da festa de posse no Palácio do Itamaraty, o vice-presidente estava com o pequeno no colo e a mulher ao lado esquerdo. A expressão era de orgulho.

Reservada – A advogada Marcela prima pela discrição. Tanto que, mesmo após meses de campanha, só apareceu nas páginas dos jornais e nos comentários na internet no dia da posse do marido. O vídeo (abaixo) que fez para conquistar votos a Dilma Rousseff e Michel Temer teve pouca divulgação na época.

(Luciana Marques)

02/01/2011

às 19:27

Poderia morrer pelo Lula, diz Gilberto Carvalho em sua posse como ministro

Gilberto Carvalho, em sua posse como ministro da Secretaria Geral da Presidência da República (Antonio Cruz/ABr)

O ex-seminarista Gilberto Carvalho não deixou de citar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante seu breve discurso na cerimônia de transmissão de cargo para a Secretaria-Geral da Presidência, no fim da tarde deste domingo, em Brasília.

Emocionado, o ex-chefe de gabinete de Lula afirmou que deve sua vida ao ex-presidente. “Uma vez, quando voltei de um depoimento na CPI, o presidente havia adiado uma viagem para me esperar sentado na minha sala e disse: ‘Gilbertinho, vamos tomar uma cachacinha para esquecer tudo isso’. Por esse homem eu posso morrer”, declarou o novo ministro. Gilberto Carvalho depôs na CPI sobre o caso do ex-prefeito de Santo André (SP), Celso Daniel, assassinado em 2002.

A presidente Dilma Rousseff escolheu o discreto paranaense para comandar a Secretaria-Geral da Presidência exatamente para manter seu governo em contato direto com Lula. Além disso, ele será fundamental para intermediar o relacionamento do novo governo com os setores sociais e religiosos, uma das principais barreiras de Dilma. “Vou fazer essa ponte e lutarei até o último dia para acabar com a miséria do país”, declarou.

A cerimônia no Palácio do Planalto reuniu centenas de pessoas, entre deputados, senadores e autoridades. Estavam presentes os ministros das Comunicações, Paulo Bernardo; do Planejamento, Miriam Belchior; da Justiça, José Eduardo Cardozo; da Saúde, Alexandre Padilha, entre outros.

(Marina Dias, de Brasília)

02/01/2011

às 15:40

Cardozo defende asilo a Battisti concedido por Lula

O recém-empossado ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, defendeu neste domingo a decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de dar abrigo ao terrorista italiano Cesare Battisti. Em entrevista coletiva após assumir o cargo, Cardozo descartou a possibilidade de uma crise diplomática com a Itália, que esperava a extradição do ativista. “Não tenho nenhuma dúvida de que o presidente Lula tomou a decisão correta e não acredito que haverá qualquer tipo de retaliação por parte do governo italiano, que é nosso irmão e tem relações amistosas com o Brasil há muitos anos.”

A transmissão de cargo no Ministério da Justiça foi bastante concorrida na manhã deste domingo, em Brasília – com nada menos que 400 convidados. O novo ministro tomou posse às 11h30 prometendo colocar o combate ao crime organizado como prioridade em sua gestão, além de desenvolver o pacto nacional de segurança e ações mais discretas da Polícia Federal, como havia adiantado em entrevista exclusiva ao site de VEJA.

O Salão Negro do Ministério da Justiça estava lotado, com presença de autoridades como senadores e deputados e até mesmo da delegação de El Salvador, com a primeira-dama Vanda Pignato, que é brasileira e amiga do novo ministro. Também prestigiaram a solenidade dezenas de integrantes da Força de Segurança Nacional.

Cardozo fez um discurso formal e, ao mesmo tempo, emocionante. Foi muito aplaudido quando saudou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “O monoglota Luiz Inácio Lula da Silva falou no estrangeiro a língua da paz e ficou a anos-luz de líderes poliglotas que tivemos.” Quando citou a ex-prefeita de São Paulo e agora deputada federal eleita, Luiza Erundina (PSB), também foi efusivamente aplaudido. Na plateia, Erundina levantou-se, chorando, e agradeceu as palavras.

O único momento em que Cardozo chorou foi quando agradeceu o carinho e o companheirismo de sua ex-mulher, a procuradora Sandra Jardim.

O discurso que precedeu o do jurista, do ex-ministro Luiz Paulo Barreto, agora secretário-executivo da pasta, foi em tom de missão cumprida. “Deixamos pronto um plano de segurança para a Copa do Mundo em 2014, no Brasil, e tenho certeza de que o novo ministro manterá o caminho de fortalecimento institucional do ministério e estreitará ainda mais as relações com os estados e municípios”, afirmou Barreto.

Os ministros das Comunicações, Paulo Bernardo, da Saúde, Alexandre Padilha, da Pesca e Agricultura, Ideli Salvati, da Previdência Social, Garibaldi Alves, além do governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), estavam presentes na cerimônia. O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) estava na primeira fila da plateia. O desafio dos novos ministros foi marcar presença ainda na cerimônia de transmissão de cargo do novo ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, que acontecia praticamente ao mesmo tempo, logo ao lado do Ministério da Justiça, no Palácio do Planalto.

(Marina Dias, de Brasília)

02/01/2011

às 13:25

Ministros se dividem para acompanhar transmissões de cargo em Brasília

O Salão Negro do Ministério da Justiça estava completamente lotado para a transmissão de cargo do novo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. O problema é que logo ao lado, no Palácio do Planalto, acontecia também a transmissão de cargo de Antonio Palocci, novo ministro da Casa Civil. Dessa forma, alguns ministros e autoridades presentes precisaram se dividir.

O presidente do PT, José Eduardo Dutra, permaneceu na cerimônia de Cardozo somente até a execução do Hino Nacional, às 11h40. Antes mesmo dos discursos do ex-ministro Luiz Paulo Barreto e do novo ministro, Dutra saiu à francesa.

O novo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e o novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também se retiraram antes da fala de Cardozo. Todos se deslocaram para a cerimônia no palácio ao lado, para prestigiar o companheiro Antonio Palocci.

(Marina Dias, de Brasília)

02/01/2011

às 13:18

Ao tomar posse, Palocci promete discrição na Casa Civil

O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, prometeu atuar com discrição à frente da pasta, que esteve sob holofotes no últimos anos, quando ocupada pela presidente Dilma Rouseff. Luiz Inácio Lula da Silva delegou a Dilma a divulgação dos principais projetos do governo, coordenados pela Casa Civil.

A partir de agora, afirmou Palocci durante a cerimônia de transmissão do cargo de ministro, os programas de governo serão anunciados por cada ministério, não pela Casa Civil. “Entendam essa economia de palavras como inerente a essa casa”, disse. “Não me cabe dizer opinião sobre todas as coisas.”

Em seu discurso, Palocci disse que só concederá entrevistas ou fará pronunciamentos à imprensa se for solicitado por Dilma. Apesar disso, prometeu que as informações relativas à Casa Civil e de interesse público estarão sempre abertas à consulta. Ele fez questão de mostrar submissão em relação à presidente e citou trechos do discurso dela, sobre a eliminação da pobreza extrema, o compromisso com a estabilidade de preços e o combate à corrupção.

Palocci esquivou-se ainda de assumir tarefas políticas, como intermediar o diálogo entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional. Segundo ele, a interlocução ficará a cargo do ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Luiz Sérgio. “Conte sempre com meu apoio, mas agora a bola é toda sua”, disse ao colega de governo.

Brincadeiras – De bom-humor, Palocci brincou com o presidente do PT, José Eduardo Dutra, e fez referência ao apelido que eles e José Eduardo Cardozo receberam durante a campanha presidencial: três porquinhos. “Não vou repetir o apelido, não me exijam tanto”, disse arrancando risos da plateia.

O ministro anunciou que a Secretaria de Administração da Casa Civil será transferida para a Secretaria-Geral da Presidência. E fez mais uma piada ao citar o ministro Gilberto Carvalho, ligado à Igreja Católica. “É nosso guia espiritual”. Além da mulher e da mãe de Palocci, estiveram na solenidade empresários e colegas de equipe, como o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e da Petrobras, Sergio Gabrielli.

(Luciana Marques, de Brasília)

02/01/2011

às 12:53

Cardozo chora durante o discurso na cerimônia de transmissão de cargo

Discurso do novo ministro durou mais de quarenta minutos (Foto: Marina Dias)

Durante a cerimônia de transmissão de cargo do ministro da Justiça José Eduardo Cardozo houve apenas um momento de forte emoção para o jurista. No final de seu longo discurso, o novo ministro citou e agradeceu o carinho de sua ex-mulher, a procuradora Sandra Jardim, e chorou.

A fala, que durou mais de quarenta minutos, teve referências às realizações do governo Lula, à reponsabilidade de dirigir o Ministério da Justiça durante os próximos quatro anos e agradecimentos a familiares e amigos.

(Marina Dias, de Brasília)

02/01/2011

às 11:51

Maluf participa da posse do ministro José Eduardo Cardozo

Maluf ficou na primeira fila da plateia durante a cerimônia (Foto: Marina Dias)

A transmissão de cargo do ministro da Justiça José Eduardo Cardozo está disputada. Entre os 400 convidados, uma presença ilustre. Sentado na primeira fila, o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) cumprimenta ministros e colegas de Congresso.

Nos bastidores, comentários de petistas bem-humorados. Na sala Vip da cerimônia, Maluf dividiu espaço com integrantes da cúpula do Judiciário, “e estava bem à vontade”.

O futuro ministro, que toma posse em instantes, chegou ao evento às 11h35.

(Marina Dias, de Brasília)

01/01/2011

às 22:11

Marcela Temer, mulher do vice-presidente, rouba a cena na posse

Marcela Temer roubou a cena durante a posse (foto: Ed Ferreira/Agência Estado)

No dia em que o Brasil ganha sua primeira mulher presidente, uma outra representante do sexo feminino que sequer pode fazer discurso roubou a cena entre os internautas. Desde o momento em que apareceu no palácio do Planalto ao lado do marido, o vice-presidente Michel Temer, o nome de Marcela Tedeschi Araujo Temer figura entre os termos mais citados do Twitter mundial. No início da noite, o nome de Dilma Rousseff já havia saído da lista.

Marcela, 27, é 42 anos mais nova que Temer. Entre os comentários sobre ela no microblog, houve quem a elogiasse pela beleza e quem brincasse com a diferença de idade em relação ao marido. “Quando eu vi a Marcela Temer, pensei: legal, a Dilma levou a filha e o Michel a neta! Eu sou muito ingênua mesmo”, comentou uma internauta. “O Brasil não tem Carla Bruni, mas temos Marcela Temer”, disse outra. Alguns chegam a pedir que ela pose para revistas masculinas e outros brincam: “Marcela Temer para presidente!”.

Biografia - Marcela Temer é advogada, foi miss Campinas em 2002, ficou em segundo lugar nos concursos de miss Paulínia e miss estado de São Paulo. Conheceu Michel Temer quando tinha 18 anos e ele 60, no restaurante do pai. Segundo relatos do próprio vice-presidente, ela enviou-lhe um e-mail cumprimentando-o pela vitória como deputado federal e Temer a convidou para um encontro, para o qual ela levou a mãe. Após quatro meses, eles se casaram. Da união de nove anos, nasceu o pequeno Michel, que tem um ano.

Figurino da posse — Vestindo roupas coerentes com sua idade, Marcela Temer não apostou nos aborrecidos tailleurs ou vestidos. Elegante na medida certa, a ex-miss escolheu uma blusa assimétrica e desestruturada na cor vinho e uma saia em rosa pálido, um dos tons nude da moda. Nos pés, peep-toes em rosa-antigo, abertos nas curvas dos pés, denotavam sensualidade. No cabelo, uma trança longa, o penteado oficial do verão 2010/11.

De jóias, apenas a aliança e um par de brincos de pérolas. A bolsa clutch, em cor de baunilha, estava bem simpática. O maior pecado estava na saia, logo abaixo do joelho. Pela idade e pelo corpão de Marcela, ela estava muito comprida. Logo acima do joelho seria o ideal. A cintura um pouco mais alta também não favoreceu a mulher do vice-presidente. Uma barriguinha estava ali, saltitando. Agora, dizer que a moça estava realmente mal-vestida, é intriga da oposição.

(Adriana Caitano e Raquel Hoshino)

01/01/2011

às 21:03

Gente do Brasil inteiro – e até bois – na posse de Dilma

Ainda era madrugada quando o produtor rural Adelino Roberto Barbosa saiu de sua cidade, a 31 quilômetros de Brasília, em direção à Praça dos Três Poderes para assistir à posse da primeira mulher presidente do Brasil. Acompanhado de dois filhos, dois sobrinhos e um amigo de infância, formou uma pequena romaria que levou mais de quatro horas para percorrer o trecho de estrada que liga Gama, cidade satélite de Brasília, ao local onde aconteceram as solenidades deste 1º de janeiro. Adelino e companhia estavam montados no lombo de bois para, segundo ele, homenagear a nova presidente.

A intenção era trazer uma ovelha – símbolo da esperança, explica – para presentear Dilma. “Mas o cerimonial não iria permitir”. A poucos minutos da chegada da comitiva presidencial à rampa do Palácio do Planalto, ele prometia tentar chegar perto do agora ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de sua afilhada política com os seis animais. “Quero fazer uma homenagem a eles, pedir para meu boi deitar e rolar em frente aos dois para eles se lembrarem de mim”. Com o veto da segurança, Adelino, olhos cansados da viagem e chapéu de palha na cabeça, precisou assistir à solenidade mais afastado do que havia planejado. Mas no lombo do boi, é claro.

Longe dos tapetes vermelhos dos palácios, os militantes que esperavam para assistir ao vivo à passagem da faixa presidencial de Lula para Dilma Rousseff precisaram enfrentar chuva forte e vento frio. O mau tempo prejudicou a cerimônia, que não estava tão cheia e animada como as de 2003 e 2007, quando Lula tomou posse após sua eleição e reeleição. A Polícia Militar estima que aproximadamente 30.000 pessoas estavam espalhadas desde a Esplanada dos Ministérios até a Praça dos Três Poderes. Em 2003, foram 150.000.

Este ano, alguns vieram de longe. Rosani Moreira, 47, saiu de Ponta Grossa, no Paraná, e enfrentou mais de 23 horas de viagem dentro de um ônibus. Junto com duas amigas, todas atuantes em movimentos sociais ligados à educação, precisou passar a virada do ano dentro do veículo. Mas diz que o esforço valeu. “Para quem foi torturada, como Dilma durante a ditadura militar, participar de uma cerimônia em que é preciso passar as tropas em revista deve ser emocionante”, declarou.

A administradora Márcia Souza, 39, viajou 36 horas em um ônibus apenas com mulheres. Saiu de Belém, no Pará, para ver Dilma receber a faixa de Lula. “Não perderia esse momento por nada. A festa de hoje é para ela, a nossa mulher guerreira”.

A partida – O tom de despedida por causa da saída de Lula também pode ser notado. Emocionado, Lula não voltou a quebrar o protocolo, como fez tantas vezes durante os dois mandatos. Dilma acompanhou o ex-presidente e a ex-primeira-dama Marisa Letícia na descida da rampa do Planalto – o que também não é praxe nesse tipo de cerimônia. Enquanto isso, o público gritava o nome do petista. Muitos choraram. “Eu vim me despedir dele”, afirmou o vendedor ambulante Francisco de Moraes, 49 anos. “Estive nas duas posses de Lula, não ia perder sua saída”, completou.

Em vez de entrar no carro oficial e seguir para a base aérea de Brasília, Lula cumprimentou os militantes que se acotovelavam junto à grade de segurança. “Deixa o Lula aqui”, gritavam os petistas quando o ex-presidente precisou se afastar, após ser abraçado e beijado por dezenas de pessoas.

(Marina Dias, de Brasília)

01/01/2011

às 20:33

Hillary cansou de esperar

Hillary Clinton foi embora do coquetel em comemoração à posse de Dilma Rousseff sem cumprimentar a presidente. A secretária de Estado norte-americana deixou o Palácio do Itamaraty às 18h47, oito minutos antes da chegada da homenageada da noite. A festa estava marcada para às 18h30 e Hilary foi uma das primeiras autoridades a chegar.

Dilma atrasou por conta da longa fila de cumprimentos que se formou no Palácio do Planalto. Nessa cerimônia Hillary e a presidente trocaram um demorado aperto de mão e conversaram por alguns minutos. Ao fim da conversa, a secretária de Estado pediu uma fotografia com a brasileira.

(Luciana Marques, de Brasília)

 

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