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	<title>VEJA nas Eleições - VEJA.com</title>
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	<description>Os protagonistas e os principais fatos da corrida presidencial</description>
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		<title>Maquiavel, novo blog de política, está no ar</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 20:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre abril de 2010 e janeiro de 2011, o blog VEJA nas Eleições acompanhou de perto os protagonistas e os principais fatos da corrida eleitoral &#8211; da disputa pelo Palácio do Planalto à sucessão nos estados. Em nove meses, VEJA nas Eleições destacou-se na cobertura política. Foram quase 2.500 posts publicados em 46 categorias. Nesse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre abril de 2010 e janeiro de 2011, o blog VEJA nas Eleições acompanhou de perto os protagonistas e os principais fatos da corrida eleitoral &#8211; da disputa pelo Palácio do Planalto à sucessão nos estados.</p>
<p>Em nove meses, VEJA nas Eleições destacou-se na cobertura política. Foram quase 2.500 posts publicados em 46 categorias. Nesse período, ele teve mais de 2.550.000 acessos e quase 20.000 comentários de leitores aprovados.</p>
<p>Fechado o ciclo eleitoral, o blog cumpriu seu papel e voltará a ser atualizado no próximo pleito. A partir de agora, as notícias sobre o governo Dilma Rousseff e seus aliados, o desempenho dos governadores, a atuação da oposição e todos os bastidores da política estarão no <a href="http://veja.abril.com.br/blog/politica/" target="_blank">novo blog de política do site de VEJA: Maquiavel</a>. Boa leitura!</p>
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		<title>Em boca fechada não entra mosquito</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 14:48:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dia depois de PT e PMDB afinarem o discurso de paz na briga por cargos do segundo escalão no governo Dilma Rousseff, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou pelo Twitter que evitará comentários polêmicos. Cunha passou as últimas semanas disparando ofensas a petistas no microblog por causa das últimas nomeações anunciadas pelo governo, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia depois de PT e PMDB afinarem o <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/pt-x-pmdb-dutra-nega-guerra-mas-disputa-avanca" target="_blank">discurso de paz</a> na briga por cargos do segundo escalão no governo Dilma Rousseff, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou pelo Twitter que evitará comentários polêmicos. Cunha passou as últimas semanas disparando ofensas a petistas no microblog por causa das últimas nomeações anunciadas pelo governo, que tanto irritaram peemedebistas.</p>
<p>&#8220;Em política às vezes é preciso fazer igual regime. Só não dá para parar de twittar. Mas bem light, senão vão dizer que é pressão&#8221;, escreveu nesta quarta-feira. Mas logo em seguida não resistiu e criticou o governo um dia depois do Ministério da Saúde anunciar ações para o combate à dengue.</p>
<p>&#8220;As duas coisas mais certas de todo o verão são: chuva e dengue. Por que não fazem algo preventivo?&#8221;, questionou. Diz o ditado: em boca fechada não entra mosca &#8211; ou, nesse caso, mosquito.</p>
<p>(Luciana Marques)</p>
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		<title>Dutra à espera de 2013</title>
		<link>http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/governo-dilma/dutra-a-espera-de-2013/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 22:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente do PT, José Eduardo Dutra, nega veementemente a intenção de ocupar uma cadeira no Senado Federal ainda em 2011. &#8220;Está fora de cogitação&#8221;, afirmou ao site de VEJA. No entanto, Dutra foi o único petista que está fora da bancada a participar da reunião do PT desta terça-feira, em que o ex-ministro da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do PT, José Eduardo Dutra, nega veementemente a intenção de ocupar uma cadeira no Senado Federal ainda em 2011. &#8220;Está fora de cogitação&#8221;, afirmou ao site de VEJA. No entanto, Dutra foi o único petista que está fora da bancada a participar da reunião do PT desta terça-feira, em que o ex-ministro da Saúde Humberto Costa (PT-PE) foi escolhido o novo líder do partido na Casa.</p>
<p>Não foi sem pensar que a presidente Dilma Rousseff ofereceu um ministério para o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) – o presidente do PT, seu primeiro suplente, assumiria o mandato no Senado caso Valadares aceitasse. Mas o parlamentar negou o convite e Dutra não foi para o Senado.</p>
<p>A situação do presidente do PT pode mudar. Em 2013, ele deixará o comando do partido e estará apto a ocupar um cargo no primeiro escalão do governo. Mas só se algum dos atuais ocupantes da Esplanada dos Ministérios sair do posto. O petista não quis comentar o assunto.</p>
<p>(Luciana Marques)</p>
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		<title>Humberto Costa é escolhido líder do PT no Senado</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 19:36:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em decisão unânime, a bancada do PT no Senado decidiu nesta terça-feira que o pernambucano Humberto Costa será o novo líder do partido na Casa. O anúncio foi feito pelo senador Delcídio Amaral (MS) pelo Twitter. &#8220;Acaba de ser escolhido, por unanimidade, o companheiro Humberto Costa como líder da bancada do PT no Senado&#8221;, escreveu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em decisão unânime, a bancada do PT no Senado decidiu nesta terça-feira que o pernambucano Humberto Costa será o novo líder do partido na Casa. O anúncio foi feito pelo senador Delcídio Amaral (MS) pelo Twitter. &#8220;Acaba de ser escolhido, por unanimidade, o companheiro Humberto Costa como líder da bancada do PT no Senado&#8221;, escreveu no microblog. Costa vai substituir o senador Eduardo Suplicy (SP), que ficará no cargo até o dia 1º de fevereiro, quando começa a nova legislatura.</p>
<p>O novo líder do PT preferiu evitar a discussão sobre o valor do salário mínimo, uma das primeiras batalhas a serem levadas ao Congresso Nacional em fevereiro. Ele admitiu, no entanto, que o aumento ainda pode ser negociado com as centrais sindicais. “Esperamos uma proposta que possa atender tantos movimentos sociais, quanto às prioridades de governo”, afirmou.</p>
<p>A declaração do senador contraria a posição do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que avalia que qualquer valor acima de 540 reais será vetado pela presidente Dilma Rousseff. Sobre os recursos destinados à saúde, Costa disse que a discussão deve ocorrer no âmbito da reforma tributária. “Debate sobre recursos para saúde não é a mesma coisa que a implementação da CPMF”, ponderou. O senador foi ministro da Saúde no primeiro mandato do governo Lula.</p>
<p>Apenas três senadores faltaram ao encontro da bancada do PT, que também contou com a presença do presidente do PT, José Eduardo Dutra.  A legenda ficou com 15 cadeiras na casa, perdendo apenas para o PMDB, que conquistou 19.</p>
<p><strong>Presidência –</strong> Além das discussões sobre a liderança, o PT também está de olho na 1ª vice-presidência do Senado. A legenda não aceitou bem o fato de Marconi Perillo (PSDB-GO) ter ocupado a presidência na última legislatura na ausência de José Sarney (PMDB-AP).</p>
<p>Marta Suplicy (SP), Delcídio Amaral (MS) e José Pimentel (PE) são cotados para assumir a vaga. O nome deve ser definido na próxima reunião de bancada, marcada para o próximo dia 27.</p>
<p>Já a Presidência da casa será indicada pelo PMDB, que tem o maior número de cadeiras. Sarney, que deve continuar no cargo, também tem o apoio do PT, segundo Costa. “Nós não temos nenhuma restrição a quaisquer nomes que venham a ser apresentados pelo PMDB”, declarou.</p>
<p>Os petistas também devem ficar com a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ou da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que são as de maior peso político.</p>
<p>(Luciana Marques, de Brasília)</p>
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		<title>Ministros tentam se acostumar com a palavra “presidenta”</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 16:43:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A presidente Dilma Rousseff exigiu que os documentos oficiais utilizem a palavra &#8220;presidenta&#8221; ao falar dela. O pedido, que ainda causa estranheza, foi prontamente atendido por todos os ministérios. Agora os ministros e assessores próximos a Dilma fazem um esforço para não errar, evitando, assim, um puxão de orelha da presidente. Os ministros das Comunicações, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente Dilma Rousseff exigiu que os documentos oficiais utilizem a palavra &#8220;presidenta&#8221; ao falar dela. O pedido, que ainda causa estranheza, foi prontamente atendido por todos os ministérios. Agora os ministros e assessores próximos a Dilma fazem um esforço para não errar, evitando, assim, um puxão de orelha da presidente.</p>
<p>Os ministros das Comunicações, Paulo Bernardo, e da Saúde, Alexandre Padilha, até agora não tropeçaram em coletivas de imprensa. O mesmo não aconteceu com a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. Recentemente, ela chegou a dizer uma vez &#8220;presidenta&#8221;. Logo depois o costume falou mais alto.  Na dúvida, o ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, acabou engolindo as últimas letras: &#8220;A presiden&#8230;&#8221;</p>
<p><strong><a href="http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/consultorio/presidenta-x-presidente-a-lingua-tambem-pode-ser-politica/" target="_blank">Leia mais sobre o assunto no blog Sobre Palavras</a></strong></p>
<p>(Luciana Marques)</p>
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		<title>Dilma vai se mudar para o Palácio da Alvorada em fevereiro</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 14:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A presidente Dilma Rousseff adiou sua mudança para o Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, em Brasília, para a segunda quinzena de fevereiro. Dilma espera a conclusão de alguns reparos no palácio antes de levar seus pertences, que estão na Granja do Torto desde 15 de novembro, na mudança definitiva. A presidente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente Dilma Rousseff adiou sua mudança para o Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, em Brasília, para a segunda quinzena de fevereiro. Dilma espera a conclusão de alguns reparos no palácio antes de levar seus pertences, que estão na Granja do Torto desde 15 de novembro, na mudança definitiva.</p>
<p>A presidente irá morar na companhia da mãe, Dilma Jane, e da tia Arilda, que viviam em Belo Horizonte. No Palácio da Alvorada haverá um quarto reservado à filha de Dilma, Paula Rousseff, com direito a um espaço para o neto da presidente, Gabriel, que nasceu durante a campanha e é uma de suas novas paixões.</p>
<p>(Marina Dias)</p>
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		<title>Onde está a foto oficial de Dilma Rousseff?</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 19:26:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quase uma semana depois de tomar posse, a presidente Dilma Rousseff ainda não tirou a foto oficial. O maior entrave são as férias de Celso Kamura – ela não abre mão de seu cabeleireiro. Dilma também precisa escolher a roupa que vai vestir e o cenário da imagem: dentro ou fora do Palácio do Planalto. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15897" class="wp-caption aligncenter" style="width: 471px"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/vale-esta.jpg"><img class="size-full wp-image-15897 " title="vale esta" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/vale-esta.jpg" alt="" width="461" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Galeria dos Presidentes sem foto de Dilma Rousseff (Foto: Luciana Marques/VEJA)</p></div>
<p>Quase uma semana depois de tomar posse, a presidente Dilma Rousseff ainda não tirou a foto oficial. O maior entrave são as férias de Celso Kamura – ela não abre mão de seu cabeleireiro. Dilma também precisa escolher a roupa que vai vestir e o cenário da imagem: dentro ou fora do Palácio do Planalto.</p>
<p>O tempo ruim em Brasília nos últimos dias também impede a produção da foto. Nomeado nesta sexta-feira diretor do Departamento de Produção e Divulgação de Imagens da Presidência, Roberto Stuckert Filho é quem vai tirar a fotografia de Dilma. Stuckert, que trabalhou na campanha da petista e cuja família tem história na Presidência,  já estuda detalhes como escolha do fundo, altura do tripé e iluminação. A produção é semelhante à da foto oficial dos ministros de Dilma, que ele tirou no dia da posse.</p>
<p><strong>Galeria dos Presidentes</strong> &#8211; A foto da presidente deve ser tirada nas próximas semanas, no máximo até o fim de janeiro. Depois de finalizada, será aberto um processo de licitação para escolha de uma gráfica para imprimi-la. A imagem será distribuída a todos os órgãos oficiais do governo.</p>
<p>Enquanto isso, na Galeria dos Presidentes localizada no hall de entrada do Palácio do Planalto, já há um espaço reservado para a foto de Dilma ao lado da do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A foto de Lula foi trocada no dia 1º de janeiro: passou de colorida para preto e branco, indicando que ele deixou o poder.</p>
<p>(Luciana Marques, de Brasília)</p>
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		<title>“Boneca Dilma é menor em estatura e mais gordinha do que a Barbie”, diz criador</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 16:28:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois dos “Lulinhas”, chegou a vez da presidente Dilma Rousseff ter a fisionomia reproduzida em formato de boneca. O artista plástico Marcus Baby, que fez sucesso ao criar bonecos de celebridades como Fiuk e Grazi Massafera, decidiu produzir a miniatura de com a roupa que ela usava no dia em que ela venceu o pleito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15879" class="wp-caption alignnone" style="width: 455px"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/boneca-final.jpg"><img class="size-full wp-image-15879 " title="boneca final" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/boneca-final.jpg" alt="" width="445" height="287" /></a><p class="wp-caption-text">Colares e brincos da boneca foram feitos com pérolas de verdade (Foto: Divulgação)</p></div>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/veja-acompanha-dilma-rousseff/%E2%80%9Clulinha%E2%80%9D-vai-arrecadar-recursos-para-campanha/">Depois dos “Lulinhas”</a>, chegou a vez da presidente Dilma Rousseff ter a fisionomia reproduzida em formato de boneca. O artista plástico Marcus Baby, que fez sucesso ao criar bonecos de celebridades como Fiuk e Grazi Massafera, decidiu produzir a miniatura de com a roupa que ela usava no dia em que ela venceu o pleito &#8211; mais a faixa presidencial. O artista demorou dois meses para finalizar a obra.</p>
<p>“Dilma foi recriada visualmente e quis fazer a boneca para incluir na minha coleção”, afirmou o artista ao site de VEJA. Ele diz que não colocará a boneca à venda, nem fará encomendas. “Fazer bonecos é uma terapia, eu não sobrevivo como artista plástico”, disse.</p>
<p>Para construir Dilma em miniatura, Marcus Baby usou três bonecas Barbie. Uma de estatura menor foi usada para as pernas, outra para o tronco e uma terceira para a cabeça. “A boneca Dilma é menor em estatura e mais gordinha do que a Barbie”, afirmou.</p>
<p>Para o detalhe do colar e dos brincos, o artista usou pérolas verdadeiras. A faixa presidencial foi feita de fitas nas cores verde e amarelo, pedraria, fios dourados e lâminas de aluminio. A boneca ganhou ainda um corte de cabelo com luzes invertidas e que foi exageradamente puxado para cima. A nova  maquiagem lembra o estilo do maquiador de Dilma, Celso Kamura.</p>
<p>A roupa vermelha foi costurada por sua mãe, Duduia Baby. O artista pensou em mudar o vestuário – que fica colado à boneca – depois da cerimônia de posse no último sábado, quando Dilma usou uma roupa de cor clara. Mas achou que o vermelho caiu melhor à petista. Marcus Baby lembra que não é filiado ao PT.</p>
<p>Perguntado sobre o resultado da boneca, o artista diz que a intenção não era ficar idêntica à presidente, mas apenas apresentar sua versão pessoal da imagem de Dilma.</p>
<p>(Luciana Marques)</p>
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		<title>Palocci onipresente</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 22:11:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto mantém distância da imprensa, o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, está cada vez mais próximo da presidente Dilma Rousseff. Ele participa de quase todas as reuniões da presidente com ministros e costuma dar opiniões em todos os assuntos. Caberá a Palocci, aliás, a tarefa de escrever os discursos mais importantes de Dilma. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto mantém distância da imprensa, o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, está cada vez mais próximo da presidente Dilma Rousseff. Ele participa de quase todas as reuniões da presidente com ministros e costuma dar opiniões em todos os assuntos.</p>
<p>Caberá a Palocci, aliás, a tarefa de escrever os discursos mais importantes de Dilma. A função antes era delegada à Secretaria-Geral da Presidência.</p>
<p>(Luciana Marques, de Brasília)</p>
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		<title>Depois do PAC contra a miséria&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 21:48:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A presidente Dilma Rousseff não quer perder tempo. O comentário, entre aliados, é que a petista já estuda o anúncio de novos projetos após o lançamento, nesta quinta-feira, de um novo programa social, uma espécie de “PAC para erradicação da miséria”. Ela está de olho nas áreas de educação, segurança e saúde. A conferir. (Luciana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente Dilma Rousseff não quer perder tempo. O comentário, entre aliados, é que a petista já estuda o anúncio de novos projetos após o lançamento, nesta quinta-feira, de um novo programa social, uma espécie de <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/governo-criara-novo-programa-para-erradicar-miseria">“PAC para erradicação da miséria”</a>.</p>
<p>Ela está de olho nas áreas de educação, segurança e saúde. A conferir.</p>
<p>(Luciana Marques, de Brasília)</p>
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		<title>Na missa por Quércia, oradora erra cargo de Temer</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 14:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB-SP), passou por uma saia justa na missa em homenagem a Orestes Quércia, na Catedral da Sé, na capital paulista, nesta quarta-feira. A oradora da igreja confundiu o cargo de Temer. Anunciou o vice-presidente como vice-governador. Foi alertada do erro por um fotógrafo, que soprou a ela a designação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB-SP), passou por uma saia justa na missa em homenagem a Orestes Quércia, na Catedral da Sé, na capital paulista, nesta quarta-feira.</p>
<p>A oradora da igreja confundiu o cargo de Temer. Anunciou o vice-presidente como vice-governador. Foi alertada do erro por um fotógrafo, que soprou a ela a designação correta do político.</p>
<p>Temer fez um breve discurso sobre a trajetória de Quércia, logo após a fala do governador Geraldo Alckmin. Quércia morreu em 24 de dezembro. Os ex-governadores de São Paulo José Serra e Paulo Maluf e o prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab, compareceram à cerimônia.</p>
<p>(Carolina Freitas, de São Paulo)</p>
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		<title>Dilma recebe Mercadante e Lobão</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 18:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No segundo dia útil de sua gestão, Dilma Rousseff reuniu-se com dois ministros que devem ser olhados de perto no novo governo por comandar áreas de interesse da presidente. Por volta das 10h, o ministro Aloizio Mercadante (PT), de Ciência e Tecnologia, chegou ao Palácio do Planalto, em Brasília, para discutir os projetos que devem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No segundo dia útil de sua gestão, Dilma Rousseff reuniu-se com dois ministros que devem ser olhados de perto no novo governo por comandar áreas de interesse da presidente. Por volta das 10h, o ministro Aloizio Mercadante (PT), de Ciência e Tecnologia, chegou ao Palácio do Planalto, em Brasília, para discutir os projetos que devem ser prioridade de sua gestão. Para o novo ministro, os investimentos no setor de pesquisa serão uma de suas principais bandeiras.</p>
<p>Em seguida, foi a vez de Edison Lobão (PMDB), ministro de Minas e Energia, que teve uma conversa longa com a presidente. Dilma já foi ministra da pasta durante o governo Lula. Lobão saiu do Palácio do Planalto por volta das 14h e Dilma seguiu em seu gabinete para despachos internos.</p>
<p><strong>Disputa</strong> &#8211; Enquanto a presidente recebe ministros no Planalto, o vice-presidente, Michel Temer (PMDB), e o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, um dos homens fortes de seu governo, tentam apagar o fogo entre PT e PMDB devido à disputa de cargos do segundo escalão. O PMDB ameaçou boicotar votações importantes no Congresso caso se sinta escanteado. Na reunião do Conselho Político, na segunda-feira, ficou decidido que a partilha só iria acontecer em fevereiro, após a escolha dos presidentes no Congresso.</p>
<p>Em público, Temer tenta acalmar os ânimos dos líderes e parlamentares de seu partido. Nos bastidores, trabalha para que o PMDB consiga manter espaço e garantir novos cargos após o descontentamento de alguns setores do partido com os ministérios do primeiro escalão.</p>
<p>(Marina Dias, de Brasília)</p>
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		<title>Dança das cadeiras</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 14:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governador de Sergipe, Marcelo Déda (PT), chegou atrasado à cerimônia de transmissão de cargo ao ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), José Elito Carvalho Siqueira, na segunda-feira, em Brasília. Resultado: não sabia onde sentar. Primeiro, acomodou-se em uma cadeira mais ao fundo. Levantou-se pouco depois ao avistar um lugar mais à frente. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governador de Sergipe, Marcelo Déda (PT), chegou atrasado à cerimônia de transmissão de cargo ao ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), José Elito Carvalho Siqueira, na segunda-feira, em Brasília. Resultado: não sabia onde sentar.</p>
<p>Primeiro, acomodou-se em uma cadeira mais ao fundo. Levantou-se pouco depois ao avistar um lugar mais à frente. Não satisfeito, trocou de cadeira mais uma vez. Sentou na primeira fileira, a mesma ocupada pelos comandantes do Exército, Enzo Peri; e da Aeronáutica, Juniti Saito; e pelos ministros da Defesa, Nelson Jobim; e da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.</p>
<p>O troca-troca virou comentário entre os oficiais presentes à cerimônia: &#8220;Que feio&#8221;, comentou um coronel. O novo ministro do GSI parecia não ter notado. Alheio aos comentários, chegou a elogiar a presença do governador e brincou que ele comanda o melhor estado do país. Siqueira é sergipano.</p>
<p>(Luciana Marques, de Brasília)</p>
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		<title>Suplicy samba com passistas em posse de ministra</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 20:56:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) estava inspirado nesta segunda-feira: revelou sua faceta de sambista na cerimônia de posse de Ana de Hollanda, ministra da Cultura. Antes do início da cerimônia, representantes de várias tradições culturais brasileiras se apresentavam no Museu da República, local utilizado para a troca no comando do ministério. Quando a bateria da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2010/11/tarja-veja-acompanha-transicao.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-14183" title="tarja-veja-acompanha-transicao" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2010/11/tarja-veja-acompanha-transicao.gif" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p>O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) estava inspirado nesta segunda-feira: revelou sua faceta de sambista na cerimônia de posse de Ana de Hollanda, ministra da Cultura. Antes do início da cerimônia, representantes de várias tradições culturais brasileiras se apresentavam no Museu da República, local utilizado para a troca no comando do ministério.</p>
<p>Quando a bateria da Aruc, a mais antiga escola de samba do Distrito Federal, se aproximou do senador, o desfecho não poderia ser outro. O parlamentar, cuja ficha corrida inclui um passeio com a cueca do super-homem pelo Congresso e incontáveis interpretações musicais nos microfones do Senado, lançou-se em meio às três mulatas que, de microvestidos, animavam o batuque.</p>
<p>Suplicy começou tímido. Mas, ao se tornar alvo dos fotógrafos, aplaudido pelo público, soltou-se de vez: emplacou uma inacreditável sequência de desengonçados passos, acompanhados por movimentos aleatórios com os braços. Íris Belchort, uma das passistas, contemporizou o desempenho sofrível do pai do roqueiro Supla: &#8220;O que vale é a animação&#8221;.</p>
<p>O vídeo foi parar no YouTube:</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yBfDpFE9C3Q?fs=1&amp;hl=en_US"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/yBfDpFE9C3Q?fs=1&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p>(Gabriel Castro, de Brasília)</p>
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		<title>A estreia de Mantega</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 17:42:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi presença ilustre em duas posses de colegas da Esplanada, nesta segunda-feira, em Brasília. Prestigiou a solenidade em que Fernando Pimentel foi oficializado no comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e esteve na cerimônia em que Paulo Bernardo assumiu o cargo do novo ministro das Comunicações. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi presença ilustre em duas posses de colegas da Esplanada, nesta segunda-feira, em Brasília. Prestigiou a solenidade em que Fernando Pimentel foi oficializado no comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e esteve na cerimônia em que Paulo Bernardo assumiu o cargo do novo ministro das Comunicações.</p>
<p>A ausência de Mantega foi muito sentida &#8211; e comentada &#8211; na posse do novo ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, no domingo. Sabe-se que Mantega e Palocci têm diferenças grandes desde o governo Lula.</p>
<p>(Marina Dias, de Brasília)</p>
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		<title>Tatuagem de Marcela Temer homenageia o vice-presidente</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 16:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar da tentativa de ser discreta, a mulher do vice-presidente Michel Temer, Marcela, foi a grande atração da cerimônia de posse de Dilma Rousseff e continua provocando alvoroço. A aparição da loira de 27 anos ao lado de Temer rendeu-lhe elogios e comparações – com a primeira-dama francesa Carla Bruni e até com Geisy Arruda, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">
<div id="attachment_15814" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/marcela-costas.jpg"><img class="size-large wp-image-15814  " title="marcela costas" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/marcela-costas-620x536.jpg" alt="" width="620" height="536" /></a><p class="wp-caption-text">Marcela Temer deixa à mostra tatuagem com nome do marido em cerimônia de posse  </p></div>
<p>Apesar da tentativa de ser discreta, a mulher do vice-presidente Michel Temer, Marcela, foi <a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/veja-acompanha-cerimonia-de-posse/marcela-temer-mulher-do-vice-presidente-rouba-a-cena-na-posse/">a grande atração da cerimônia de posse de Dilma Rousseff</a> e continua provocando alvoroço. A aparição da loira de 27 anos ao lado de Temer rendeu-lhe elogios e comparações – com a primeira-dama francesa Carla Bruni e até com Geisy Arruda, ex-participante do reality show “A Fazenda”, que brincou com a semelhança. Graças à beleza e ao figurino, o nome de Marcela Temer está entre os termos mais citados do Twitter mundial desde o último sábado. No entanto, poucos repararam em um detalhe no pescoço da moça.</p>
<p>Mais de quatro décadas mais nova que o marido, a miss Campinas 2002 tomou uma atitude típica de uma jovem apaixonada: tatuou o nome do vice-presidente da República na nuca. A trança loira delicadamente pousada no ombro direito permitiu o ângulo de visão da homenagem. Acostumada a ficar distante dos holofotes desde o casamento, Marcela deixou o detalhe à mostra. Proposital? Sem graça, ela diz que não. Também prefere não falar em prova de amor.</p>
<div id="attachment_15816" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/marcela-frente1.jpg"><img class="size-large wp-image-15816" title="marcela frente" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/marcela-frente1-480x620.jpg" alt="" width="480" height="620" /></a><p class="wp-caption-text">Paula Rousseff (à esquerda), filha de Dilma, mal foi notada na cerimônia de posse. Atenções foram voltadas para Marcela Temer (à direita)</p></div>
<p>Essa não é a primeira vez, no entanto, que Marcela homenageia o marido. Ao filho do casal, hoje com um ano, deu o nome Michel Temer Filho. Na saída da festa de posse no Palácio do Itamaraty, o vice-presidente estava com o pequeno no colo e a mulher ao lado esquerdo. A expressão era de orgulho.</p>
<p><strong>Reservada </strong>– A advogada Marcela prima pela discrição. Tanto que, mesmo após meses de campanha, só apareceu nas páginas dos jornais e nos comentários na internet no dia da posse do marido. O vídeo (abaixo) que fez para conquistar votos a Dilma Rousseff e Michel Temer teve pouca divulgação na época.</p>
<p><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Er2_3H4WuIs?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Er2_3H4WuIs?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"></embed></object></p>
<p>(Luciana Marques)</p>
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		<title>Cardozo e Jobim discutem segurança nas fronteiras</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 15:42:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O recém-empossado ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, marcou uma reunião com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, esta semana, para discutir as ações de policiamento das fronteiras no Brasil. A Polícia Federal (PF) e as Forças Armadas têm diferenças crônicas no que diz respeito ao patrulhamento dos limites territoriais. O objetivo do encontro será, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O recém-empossado ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, marcou uma reunião com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, esta semana, para discutir as ações de policiamento das fronteiras no Brasil. A Polícia Federal (PF) e as Forças Armadas têm diferenças crônicas no que diz respeito ao patrulhamento dos limites territoriais. O objetivo do encontro será, portanto, uma tentativa de iniciar as conversas para a integração entre PF e Forças Armadas.</p>
<p>Cardozo diz que se o estado brasileiro não agir unido, não haverá sucesso no combate ao crime organizado. Para aliados, demonstra confiança na iniciativa. O problema é que o ministro da Defesa não parece muito animado com mudanças profundas. <a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/sem-categoria/cardozo-defende-asilo-a-batistti-concedido-por-lula/" target="_blank">Durante a posse de Cardozo</a>, no último domingo, em Brasília, Jobim tinha a fisionomia sisuda durante toda a cerimônia. Quando o novo ministro o agradeceu pelos serviços prestados ao país até agora, permaneceu impassível.</p>
<p><strong>Poder</strong> &#8211; Em agosto de 2010, o Senado aprovou um projeto de lei que deu mais poder às Forças Armadas, permitindo-lhe fazer a revista de pessoas e efetuar prisões em flagrante nas fronteiras do país, atividades exercidas antes apenas pela Polícia Federal. Dessa forma, o Ministério da Defesa não deve querer reduzir seu espaço. A conciliação deve ser um território áspero em que caminhará o novo ministro.</p>
<p>(Marina Dias, de Brasília)</p>
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		<title>Gilberto Carvalho ligou para Lula antes de tomar posse</title>
		<link>http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/veja-acompanha-transicao/gilberto-carvalho-ligou-para-lula-antes-de-tomar-posse/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 15:28:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A pedido da presidente Dilma Rousseff, o novo secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, ligou para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva antes de assumir o novo cargo, no último domingo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2010/11/tarja-veja-acompanha-transicao.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-14183" title="tarja-veja-acompanha-transicao" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2010/11/tarja-veja-acompanha-transicao.gif" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p>A pedido da presidente Dilma Rousseff, o novo secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, ligou para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva antes de <a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/sem-categoria/poderia-morrer-pelo-lula-diz-gilberto-carvalho-em-sua-posse-como-ministro/" target="_blank"><strong>assumir o novo cargo</strong></a>, no último domingo, em Brasília. &#8220;Gilbertinho, você já ligou para o presidente hoje?&#8221;, perguntou a nova presidente. &#8220;Ainda não&#8221;, respondeu Gilberto, que foi encorajado por ela a fazer a ligação.</p>
<p>Na rápida conversa, Lula deu a benção para a nova função de seu ex-chefe de gabinete. Carvalho será o canal de comunicação entre antigo e o novo governo. Ex-seminarista, ele também terá papel importante na mediação das relações de Dilma  religiosos e movimentos sociais, dois grandes desafios para a nova presidente.</p>
<p>(Marina Dias, de Brasília)</p>
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		<title>Miriam Belchior promete eficiência e lembra Celso Daniel</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 13:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A nova ministra do Planejamento, Miriam Belchior, assumiu o cargo na manhã desta segunda-feira, prometendo aumentar a eficiência da máquina pública e melhorar a qualidade dos gastos do governo. A petista também se emocionou ao lembrar o ex-marido, o ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, morto em 2002. Em seu discurso de posse, a sucessora de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2010/11/tarja-veja-acompanha-transicao.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-14183" title="tarja-veja-acompanha-transicao" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2010/11/tarja-veja-acompanha-transicao.gif" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p>A nova ministra do Planejamento, Miriam Belchior, assumiu o cargo na manhã desta segunda-feira, prometendo aumentar a eficiência da máquina pública e melhorar a qualidade dos gastos do governo. A petista também se emocionou ao lembrar o ex-marido, o ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, <a href="http://veja.abril.com.br/infograficos/o-caso-celso-daniel/">morto em 2002.</a></p>
<p>Em seu discurso de posse, a sucessora de Paulo Bernardo prometeu tentar fazer mais com menos. &#8220;Os gastos de custeio não podem ser satanizados. Não abriremos mão de prestar serviços públicos. Tenho a convicção, no entanto, de que isso pode ser feito com mais eficiência&#8221;, afirmou.</p>
<p>A petista também fez questão de dizer que vai trabalhar em sintonia com a equipe econômica do governo. Disse ter boas relações com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e com o novo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.</p>
<p>Em entrevista coletiva, a nova ministra já adiantou:vai haver cortes no Orçamento de 2011. &#8220;Contingenciamento tem todo ano e esse ano vai ter porque a receita prevista está bastantee superior ao que acreditamos que vai acontecer&#8221;, afirmou. O tamanho do corte, no entanto, ainda vai ser decidido ao longo do mês de janeiro, em análises internas e conversas com Guido Mantega. A petista defendeu a manutenção do salário mínimo de 540 reais, conforme previsto na Lei Orçamentária.</p>
<p>Miriam Belchior assume um ministério que ganha importância no novo governo. Ela terá a função de comandar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que agora passa a ser atribuição do Ministério do Planejamento. No governo Lula, as ações do PAC eram coordenadas pela Casa Civil &#8211; onde a responsabilidade sobre o programa era justamente de Miriam Belchior.<br />
<strong><br />
</strong>A nova ministra chorou quando agradeceu ao antecessor Paulo Bernardo e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas o momento de maior emoção ocorreu quando ela mencionou o ex-marido: &#8220;O cargo que ocuparei a partir de hoje talvez tivesse sido ocupado por ele no governo Lula. Obrigada, Celso Daniel&#8221;, afirmou. O então prefeito de Santo André foi assassinado numa trama que, conforme numerosos indícios, pode estar ligada a irregularidades na gestão da prefeitura.</p>
<p>A posse de Miiram Belchior reuniu parlamentares, integrantes da nova equipe de governo, militantes de Santo André e aliados de Dilma Rousseff, como o governador do Ceará, Cid Gomes (PSB).</p>
<p><strong>Bernardo -</strong> Ao se despedir do cargo, Paulo Bernardo &#8211; que assume a pasta das Comunicações &#8211; afirmou que o ministério do Planejamento vai ter um <em>upgrade</em> com a chegada de Miriam Belchior. Ele também confessou não estar familiarizado com as novas atribuições: &#8220;É uma área em que eu não tenho tanto domínio. Vou precisar estudar, trabalhar e correr atrás&#8221;.</p>
<p>(Gabriel Castro, de Brasília)</p>
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		<title>Poderia morrer pelo Lula, diz Gilberto Carvalho em sua posse como ministro</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 21:27:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ex-seminarista Gilberto Carvalho não deixou de citar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante seu breve discurso na cerimônia de transmissão de cargo para a Secretaria-Geral da Presidência, no fim da tarde deste domingo, em Brasília. Emocionado, o ex-chefe de gabinete de Lula afirmou que deve sua vida ao ex-presidente. &#8220;Uma vez, quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" title="tarja-posse" width="620" height="30" class="aligncenter size-full wp-image-15471" /></a></p>
<div id="attachment_15786" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/secretario.jpg"><img src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/secretario.jpg" alt="" title="Gilberto Carvalho" width="620" height="350" class="size-full wp-image-15786" /></a><p class="wp-caption-text">Gilberto Carvalho, em sua posse como ministro da Secretaria Geral da Presidência da República (Antonio Cruz/ABr)</p></div>
<p>O ex-seminarista Gilberto Carvalho não deixou de citar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante seu breve discurso na cerimônia de transmissão de cargo para a Secretaria-Geral da Presidência, no fim da tarde deste domingo, em Brasília. </p>
<p>Emocionado, o ex-chefe de gabinete de Lula afirmou que deve sua vida ao ex-presidente. &#8220;Uma vez, quando voltei de um depoimento na CPI, o presidente havia adiado uma viagem para me esperar sentado na minha sala e disse: &#8216;Gilbertinho, vamos tomar uma cachacinha para esquecer tudo isso&#8217;. Por esse homem eu posso morrer&#8221;, declarou o novo ministro. Gilberto Carvalho depôs na CPI sobre o caso do ex-prefeito de Santo André (SP), Celso Daniel, assassinado em 2002.</p>
<p>A presidente Dilma Rousseff escolheu o discreto paranaense para comandar a Secretaria-Geral da Presidência exatamente para manter seu governo em contato direto com Lula. Além disso, ele será fundamental para intermediar o relacionamento do novo governo com os setores sociais e religiosos, uma das principais barreiras de Dilma. &#8220;Vou fazer essa ponte e lutarei até o último dia para acabar com a miséria do país&#8221;, declarou.</p>
<p>A cerimônia no Palácio do Planalto reuniu centenas de pessoas, entre deputados, senadores e autoridades. Estavam presentes os ministros das Comunicações, Paulo Bernardo; do Planejamento, Miriam Belchior; da Justiça, José Eduardo Cardozo; da Saúde, Alexandre Padilha, entre outros.</p>
<p>(Marina Dias, de Brasília)</p>
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		<title>Cardozo defende asilo a Battisti concedido por Lula</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 17:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p>O recém-empossado ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, defendeu neste domingo a decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de dar abrigo ao terrorista italiano Cesare Battisti. Em entrevista coletiva após assumir o cargo, Cardozo descartou a possibilidade de uma crise diplomática com a Itália, que esperava a extradição do ativista. &#8220;Não tenho nenhuma dúvida de que o presidente Lula tomou a decisão correta e não acredito que haverá qualquer tipo de retaliação por parte do governo italiano, que é nosso irmão e tem relações amistosas com o Brasil há muitos anos.&#8221;</p>
<p>A transmissão de cargo no Ministério da Justiça foi bastante concorrida na manhã deste domingo, em Brasília &#8211; com nada menos que 400 convidados. O novo ministro tomou posse às 11h30 prometendo colocar o combate ao crime organizado como prioridade em sua gestão, além de desenvolver o pacto nacional de segurança e ações mais discretas da Polícia Federal, como havia adiantado em <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/cardozo-o-crime-organizado-nao-floresce-sem-a-colaboracao-criminosa-de-autoridades-do-estado" target="_blank">entrevista exclusiva</a> ao site de VEJA.</p>
<p>O Salão Negro do Ministério da Justiça estava lotado, com presença de autoridades como senadores e deputados e até mesmo da delegação de El Salvador, com a primeira-dama Vanda Pignato, que é brasileira e amiga do novo ministro. Também prestigiaram a solenidade dezenas de integrantes da Força de Segurança Nacional.</p>
<p>Cardozo fez um discurso formal e, ao mesmo tempo, emocionante. Foi muito aplaudido quando saudou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. &#8220;O monoglota Luiz Inácio Lula da Silva falou no estrangeiro a língua da paz e ficou a anos-luz de líderes poliglotas que tivemos.&#8221; Quando citou a ex-prefeita de São Paulo e agora deputada federal eleita, Luiza Erundina (PSB), também foi efusivamente aplaudido. Na plateia, Erundina levantou-se, chorando, e agradeceu as palavras.</p>
<p>O único momento em que <a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/veja-acompanha-cerimonia-de-posse/cardozo-chora-durante-o-discurso-na-cerimonia-de-transmissao-de-posse/" target="_blank">Cardozo chorou </a>foi quando agradeceu o carinho e o companheirismo de sua ex-mulher, a procuradora Sandra Jardim.</p>
<p>O discurso que precedeu o do jurista, do ex-ministro Luiz Paulo Barreto, agora secretário-executivo da pasta, foi em tom de missão cumprida. &#8220;Deixamos pronto um plano de segurança para a Copa do Mundo em 2014, no Brasil, e tenho certeza de que o novo ministro manterá o caminho de fortalecimento institucional do ministério e estreitará ainda mais as relações com os estados e municípios&#8221;, afirmou Barreto.</p>
<p>Os ministros das Comunicações, Paulo Bernardo, da Saúde, Alexandre Padilha, da Pesca e Agricultura, Ideli Salvati, da Previdência Social, Garibaldi Alves, além do governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), estavam presentes na cerimônia. O deputado federal<a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/veja-acompanha-cerimonia-de-posse/maluf-participa-da-posse-do-ministro-jose-eduardo-cardozo/" target="_blank"> Paulo Maluf (PP-SP) </a>estava na primeira fila da plateia. <a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/veja-acompanha-cerimonia-de-posse/ministros-se-dividem-para-acompanhar-transmissoes-de-cargo-em-brasilia/" target="_blank">O desafio dos novos ministros</a> foi marcar presença ainda na cerimônia de transmissão de cargo do novo ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, que acontecia praticamente ao mesmo tempo, logo ao lado do Ministério da Justiça, no Palácio do Planalto.</p>
<p>(Marina Dias, de Brasília)</p>
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		<title>Ministros se dividem para acompanhar transmissões de cargo em Brasília</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 15:25:03 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p>O Salão Negro do Ministério da Justiça estava completamente lotado para a transmissão de cargo do novo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. O problema é que logo ao lado, no Palácio do Planalto, acontecia também a transmissão de cargo de Antonio Palocci, novo ministro da Casa Civil. Dessa forma, alguns ministros e autoridades presentes precisaram se dividir.</p>
<p>O presidente do PT, José Eduardo Dutra, permaneceu na cerimônia de Cardozo somente até a execução do Hino Nacional, às 11h40. Antes mesmo dos discursos do ex-ministro Luiz Paulo Barreto e do novo ministro, Dutra saiu à francesa.</p>
<p>O novo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e o novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também se retiraram antes da fala de Cardozo. Todos se deslocaram para a cerimônia no palácio ao lado, para prestigiar o companheiro Antonio Palocci.</p>
<p>(Marina Dias, de Brasília)</p>
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		<title>Ao tomar posse, Palocci promete discrição na Casa Civil</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 15:18:47 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></div>
<div>O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, prometeu atuar com discrição à frente da pasta, que esteve sob holofotes no últimos anos, quando ocupada pela presidente Dilma Rouseff. Luiz Inácio Lula da Silva delegou a Dilma a divulgação dos principais projetos do governo, coordenados pela Casa Civil.</p>
<p>A partir de agora, afirmou Palocci durante a cerimônia de transmissão do cargo de ministro, os programas de governo serão anunciados por cada ministério, não pela Casa Civil. “Entendam essa economia de palavras como inerente a essa casa”, disse. “Não me cabe dizer opinião sobre todas as coisas.”</p>
</div>
<div>
<p>Em seu discurso, Palocci disse que só concederá entrevistas ou fará pronunciamentos à imprensa se for solicitado por Dilma. Apesar disso, prometeu que as informações relativas à Casa Civil e de interesse público estarão sempre abertas à consulta. Ele fez questão de mostrar submissão em relação à presidente e citou trechos do discurso dela, sobre a eliminação da pobreza extrema, o compromisso com a estabilidade de preços e o combate à corrupção.</p>
<p>Palocci esquivou-se ainda de assumir tarefas políticas, como intermediar o diálogo entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional. Segundo ele, a interlocução ficará a cargo do ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Luiz Sérgio. “Conte sempre com meu apoio, mas agora a bola é toda sua”, disse ao colega de governo.</p>
<p><strong>Brincadeiras &#8211; </strong>De bom-humor, Palocci brincou com o presidente do PT, José Eduardo Dutra, e fez referência ao apelido que eles e José Eduardo Cardozo receberam durante a campanha presidencial: três porquinhos. “Não vou repetir o apelido, não me exijam tanto”, disse arrancando risos da plateia.</p>
</div>
<div>O ministro anunciou que a Secretaria de Administração da Casa Civil será transferida para a Secretaria-Geral da Presidência. E fez mais uma piada ao citar o ministro Gilberto Carvalho, ligado à Igreja Católica. “É nosso guia espiritual&#8221;. Além da mulher e da mãe de Palocci, estiveram na solenidade empresários e colegas de equipe, como o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e da Petrobras, Sergio Gabrielli.</p>
<p>(Luciana Marques, de Brasília)</p>
</div>
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		<title>Cardozo chora durante o discurso na cerimônia de transmissão de cargo</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 14:53:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Durante a cerimônia de transmissão de cargo do ministro da Justiça José Eduardo Cardozo houve apenas um momento de forte emoção para o jurista. No final de seu longo discurso, o novo ministro citou e agradeceu o carinho de sua ex-mulher, a procuradora Sandra Jardim, e chorou. A fala, que durou mais de quarenta minutos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/cardozoo.jpg"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></a></p>
<div id="attachment_15741" class="wp-caption aligncenter" style="width: 475px"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/cardozoo.jpg"><img class="size-large wp-image-15741" title="cardozoo" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/cardozoo-465x620.jpg" alt="" width="465" height="620" /></a><p class="wp-caption-text">Discurso do novo ministro durou mais de quarenta minutos (Foto: Marina Dias)</p></div>
<p>Durante a cerimônia de transmissão de cargo do ministro da Justiça José Eduardo Cardozo houve apenas um momento de forte emoção para o jurista. No final de seu longo discurso, o novo ministro citou e agradeceu o carinho de sua ex-mulher, a procuradora Sandra Jardim, e chorou.</p>
<p>A fala, que durou mais de quarenta minutos, teve referências às realizações do governo Lula, à reponsabilidade de dirigir o Ministério da Justiça durante os próximos quatro anos e agradecimentos a familiares e amigos.</p>
<p>(Marina Dias, de Brasília)</p>
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		<title>Maluf participa da posse do ministro José Eduardo Cardozo</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 13:51:10 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[VEJA acompanha Cerimônia de Posse]]></category>
		<category><![CDATA[A posse dos ministros]]></category>
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		<description><![CDATA[A transmissão de cargo do ministro da Justiça José Eduardo Cardozo está disputada. Entre os 400 convidados, uma presença ilustre. Sentado na primeira fila, o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) cumprimenta ministros e colegas de Congresso. Nos bastidores, comentários de petistas bem-humorados. Na sala Vip da cerimônia, Maluf dividiu espaço com integrantes da cúpula do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/MALUFFF.jpg"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></a></p>
<div id="attachment_15735" class="wp-caption aligncenter" style="width: 475px"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/MALUFFF.jpg"><img class="size-large wp-image-15735" title="MALUFFF" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/MALUFFF-465x620.jpg" alt="" width="465" height="620" /></a><p class="wp-caption-text">Maluf ficou na primeira fila da plateia durante a cerimônia (Foto: Marina Dias)</p></div>
<p>A transmissão de cargo do ministro da Justiça José Eduardo Cardozo está disputada. Entre os 400 convidados, uma presença ilustre. Sentado na primeira fila, o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) cumprimenta ministros e colegas de Congresso.</p>
<p>Nos bastidores, comentários de petistas bem-humorados. Na sala Vip da cerimônia, Maluf dividiu espaço com integrantes da cúpula do Judiciário, &#8220;e estava bem à vontade&#8221;.</p>
<p>O futuro ministro, que toma posse em instantes, chegou ao evento às 11h35.</p>
<p>(Marina Dias, de Brasília)</p>
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		<title>Lula vira cidadão comum perturbando pacientes</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 04:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Era para ser um festão, uma homenagem ufanista ao líder máximo, mas o frio, a garoa, o feriado e a presença da cúpula petista na posse de Dilma empanaram a chegada triunfal de Lula à sua residência, onde estacionou para exercer a condição de cidadão comum. Os planos do diretório do PT de São Bernardo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era para ser um festão, uma homenagem ufanista ao líder máximo, mas o frio, a garoa, o feriado e a presença da cúpula petista na posse de Dilma empanaram a chegada triunfal de Lula à sua residência, onde estacionou para exercer a condição de cidadão comum. Os planos do diretório do PT de São Bernardo do Campo incluíam a presença de até cinco mil militantes na frente do condomínio Hill House, na Avenida Prestes Maia, 1.501.</p>
<p>A maioria deve ter ficado em casa, assistindo à posse da primeira mulher presidente do Brasil. Quem não teve como arredar pé foram os pacientes do Hospital ABC, localizado ao lado. Eles suportaram a cantoria e o foguetório até perto da meia-noite, sem ter como pedir ajuda à polícia e à guarda municipal – que estavam ali só para deixar o ex-presidente em casa. Lula virou gente comum violando a Lei do Silêncio.</p>
<p>Mais sorte tiveram os vizinhos de condomínio. A maioria deve ter viajado no Ano Novo. Nos apartamentos da frente do prédio de quatorze andares, só em cinco deles luzes foram acesas em algum momento.</p>
<p>Havia devoção genuína na homenagem, o que não impediu o clima de fim de festa no frango com polenta. Por mais que o militante que assumiu o papel de mestre de cerimônias tentasse empolgar quem chegava com brados que começavam ou terminavam com “nosso eterno presidente” ou o “melhor presidente”, nem a venda refrigerantes e salgadinhos vingou. Os maiores consumidores da ambulante que vendia cachorros-quentes (R$ 5,00) eram agentes de trânsito e quem esperava o ônibus sentado no ponto da rua de baixo. Sorte, talvez, dada a inexistência de banheiros químicos. O plano inicial de colocar um telão exibindo trechos de “Lula, O Filho do Brasil”, também deu em nada. Problemas técnicos. Instalado às pressas em uma ladeira, havia até o risco do palco ceder. “Não vamos lotar lá em cima”, alertava Vanderlei Salatiel, presidente do diretório petista de São Bernardo, preocupado com o peso das autoridades.</p>
<p>A homenagem à Lula partiu do gabinete do prefeito petista Luís Marinho, que teve que passar a bola para o diretório do partido. O risco de um pequeno escândalo era grande, daí o improviso na agenda cultural. Sem contar Sérgio Reis, que deu uma canja com playback na chegada do amigo-autoridade, o resto era sertanejo de churrascaria mesmo. No quesito culto à personalidade, pré-adolescentes teleguiados ensaiaram – com embaraço – uma versão de A Montanha, de Roberto Carlos. Em vez de “Obrigado senhor/ Pela natureza”, “Obrigado Lula/ Pelos 15 milhões de empregos!!” Tratado o tempo todo como presidente em eterno exercício, coube ao próprio lembrar à platéia que Dilma é quem enverga agora a faixa presidencial.</p>
<p>Celebridade absoluta, teve que dar autógrafos, ganhou uma sidra (aberta no palanque para o deleite midiático), fez um discurso feminista e prometeu que vai para a África ajudar os pobres. Só não falou se vai levar junto os amigos que foram prestigiá-lo: Paulo Okamoto, José Genoíno e José Sarney. Cansado, Lula falou uns 15 minutos e atravessou a multidão e a rua até seu prédio. Disse que precisa pensar no que vai fazer da vida. Tá com jeito de que outra festa vem aí.</p>
<p><em>(André Vargas, de São Bernardo do Campo)</em></p>
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		<title>Lula desembarca em São Paulo e visita Alencar</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 00:23:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eduardolima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ex-presidente Lula foi visitar o ex-vice-presidente José Alencar assim que desembarcou em São Paulo. Acompanhado pelo presidente do Senado, José Sarney, ele chegou no hospital Sírio-Libanês por volta das 9 da noite e ali permaneceu por aproximadamente uma hora. Alencar não compareceu à posse de Dilma Rousseff por recomendação médica. Além de Alencar, Lula [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></div>
<div>O ex-presidente Lula foi visitar o ex-vice-presidente José Alencar assim que desembarcou em São Paulo. Acompanhado pelo presidente do Senado, José Sarney, ele chegou no hospital Sírio-Libanês por volta das 9 da noite e ali permaneceu por aproximadamente uma hora. Alencar não compareceu à posse de Dilma Rousseff por recomendação médica.</p>
<p>Além de Alencar, Lula também conversou com Luiz Gushiken, que foi secretário de Comunicação de Governo em seu primeiro mandato e está internado no mesmo hospital. O ex-presidente deixou o hospital sem falar com os jornalistas.</p></div>
<p>Lula está a caminho de sua residência, em São Bernardo do Campo, onde é aguardado por um público de cerca de 2.000 pessoas. Ali, num palanque montado em frente do prédio onde mora, espera-se que ele faça um discurso e recebe a chave oficial da cidade.</p>
<p>(Natália Cuminale e Bia Ferrari)</p>
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		<title>Marcela Temer, mulher do vice-presidente, rouba a cena na posse</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 00:11:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia em que o Brasil ganha sua primeira mulher presidente, uma outra representante do sexo feminino que sequer pode fazer discurso roubou a cena entre os internautas. Desde o momento em que apareceu no palácio do Planalto ao lado do marido, o vice-presidente Michel Temer, o nome de Marcela Tedeschi Araujo Temer figura entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<div id="attachment_15723" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/Marcela_Temer2.jpg"><img class="size-medium wp-image-15723" title="Marcela_Temer" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/Marcela_Temer2-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Marcela Temer roubou a cena durante a posse (foto: Ed Ferreira/Agência Estado)</p></div>
<p>No dia em que o Brasil ganha sua primeira mulher presidente, uma outra representante do sexo feminino que sequer pode fazer discurso roubou a cena entre os internautas. Desde o momento em que apareceu no palácio do Planalto ao lado do marido, o vice-presidente Michel Temer, o nome de Marcela Tedeschi Araujo Temer figura entre os termos mais citados do Twitter mundial. No início da noite, o nome de Dilma Rousseff já havia saído da lista.</p>
<p>Marcela, 27, é 42 anos mais nova que Temer. Entre os comentários sobre ela no microblog, houve quem a elogiasse pela beleza e quem brincasse com a diferença de idade em relação ao marido. “Quando eu vi a Marcela Temer, pensei: legal, a Dilma levou a filha e o Michel a neta! Eu sou muito ingênua mesmo”, comentou uma internauta. “O Brasil não tem Carla Bruni, mas temos Marcela Temer”, disse outra. Alguns chegam a pedir que ela pose para revistas masculinas e outros brincam: “Marcela Temer para presidente!”.</p>
<p><strong>Biografia </strong>- Marcela Temer é advogada, foi miss Campinas em 2002, ficou em segundo lugar nos concursos de miss Paulínia e miss estado de São Paulo. Conheceu Michel Temer quando tinha 18 anos e ele 60, no restaurante do pai. Segundo relatos do próprio vice-presidente, ela enviou-lhe um e-mail cumprimentando-o pela vitória como deputado federal e Temer a convidou para um encontro, para o qual ela levou a mãe. Após quatro meses, eles se casaram. Da união de nove anos, nasceu o pequeno Michel, que tem um ano.</p>
<p><strong>Figurino da posse</strong> — Vestindo roupas coerentes com sua idade, Marcela Temer não apostou nos aborrecidos tailleurs ou vestidos. Elegante na medida certa, a ex-miss escolheu uma blusa assimétrica e desestruturada na cor vinho e uma saia em rosa pálido, um dos tons nude da moda. Nos pés, peep-toes em rosa-antigo, abertos nas curvas dos pés, denotavam sensualidade. No cabelo, uma trança longa, o penteado oficial do verão 2010/11.</p>
<p>De jóias, apenas a aliança e um par de brincos de pérolas. A bolsa clutch, em cor de baunilha, estava bem simpática. O maior pecado estava na saia, logo abaixo do joelho. Pela idade e pelo corpão de Marcela, ela estava muito comprida. Logo acima do joelho seria o ideal. A cintura um pouco mais alta também não favoreceu a mulher do vice-presidente. Uma barriguinha estava ali, saltitando. Agora, dizer que a moça estava realmente mal-vestida, é intriga da oposição.</p>
<p>(Adriana Caitano e Raquel Hoshino)</p>
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		<title>Gente do Brasil inteiro &#8211; e até bois &#8211; na posse de Dilma</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 23:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A posse de Dilma Rousseff]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda era madrugada quando o produtor rural Adelino Roberto Barbosa saiu de sua cidade, a 31 quilômetros de Brasília, em direção à Praça dos Três Poderes para assistir à posse da primeira mulher presidente do Brasil. Acompanhado de dois filhos, dois sobrinhos e um amigo de infância, formou uma pequena romaria que levou mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/povo-posse-boi.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15697" title="povo-posse-boi" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/povo-posse-boi.jpg" alt="" width="465" height="620" /></a></p>
<p>Ainda era madrugada quando o produtor rural Adelino Roberto Barbosa saiu de sua cidade, a 31 quilômetros de Brasília, em direção à Praça dos Três Poderes para assistir à posse da primeira mulher presidente do Brasil. Acompanhado de dois filhos, dois sobrinhos e um amigo de infância, formou uma pequena romaria que levou mais de quatro horas para percorrer o trecho de estrada que liga Gama, cidade satélite de Brasília, ao local onde aconteceram as solenidades deste 1º de janeiro. Adelino e companhia estavam montados no lombo de bois para, segundo ele, homenagear a nova presidente.</p>
<p>A intenção era trazer uma ovelha – símbolo da esperança, explica – para presentear Dilma. “Mas o cerimonial não iria permitir”. A poucos minutos da chegada da comitiva presidencial à rampa do Palácio do Planalto, ele prometia tentar chegar perto do agora ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de sua afilhada política com os seis animais. “Quero fazer uma homenagem a eles, pedir para meu boi deitar e rolar em frente aos dois para eles se lembrarem de mim”. Com o veto da segurança, Adelino, olhos cansados da viagem e chapéu de palha na cabeça, precisou assistir à solenidade mais afastado do que havia planejado. Mas no lombo do boi, é claro.</p>
<p>Longe dos tapetes vermelhos dos palácios, os militantes que esperavam para assistir ao vivo à passagem da faixa presidencial de Lula para Dilma Rousseff precisaram enfrentar chuva forte e vento frio. O mau tempo prejudicou a cerimônia, que não estava tão cheia e animada como as de 2003 e 2007, quando Lula tomou posse após sua eleição e reeleição. A Polícia Militar estima que aproximadamente 30.000 pessoas estavam espalhadas desde a Esplanada dos Ministérios até a Praça dos Três Poderes. Em 2003, foram 150.000.</p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/povo-posse-df.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15698" title="povo-posse-df" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/povo-posse-df.jpg" alt="" width="620" height="465" /></a></p>
<p>Este ano, alguns vieram de longe. Rosani Moreira, 47, saiu de Ponta Grossa, no Paraná, e enfrentou mais de 23 horas de viagem dentro de um ônibus. Junto com duas amigas, todas atuantes em movimentos sociais ligados à educação, precisou passar a virada do ano dentro do veículo. Mas diz que o esforço valeu. “Para quem foi torturada, como Dilma durante a ditadura militar, participar de uma cerimônia em que é preciso passar as tropas em revista deve ser emocionante”, declarou.</p>
<p>A administradora Márcia Souza, 39, viajou 36 horas em um ônibus apenas com mulheres. Saiu de Belém, no Pará, para ver Dilma receber a faixa de Lula. “Não perderia esse momento por nada. A festa de hoje é para ela, a nossa mulher guerreira”.</p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/festa-povo-mao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15699" title="festa-povo-mao" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/festa-povo-mao.jpg" alt="" width="465" height="620" /></a></p>
<p><strong>A partida</strong> – O tom de despedida por causa da saída de Lula também pode ser notado. Emocionado, Lula não voltou a quebrar o protocolo, como fez tantas vezes durante os dois mandatos. Dilma acompanhou o ex-presidente e a ex-primeira-dama Marisa Letícia na descida da rampa do Planalto – o que também não é praxe nesse tipo de cerimônia. Enquanto isso, o público gritava o nome do petista. Muitos choraram. “Eu vim me despedir dele”, afirmou o vendedor ambulante Francisco de Moraes, 49 anos. “Estive nas duas posses de Lula, não ia perder sua saída”, completou.</p>
<p>Em vez de entrar no carro oficial e seguir para a base aérea de Brasília, Lula cumprimentou os militantes que se acotovelavam junto à grade de segurança. “Deixa o Lula aqui”, gritavam os petistas quando o ex-presidente precisou se afastar, após ser abraçado e beijado por dezenas de pessoas.</p>
<p>(Marina Dias, de Brasília)</p>
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		<title>Hillary cansou de esperar</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 22:33:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hillary Clinton foi embora do coquetel em comemoração à posse de Dilma Rousseff sem cumprimentar a presidente. A secretária de Estado norte-americana deixou o Palácio do Itamaraty às 18h47, oito minutos antes da chegada da homenageada da noite. A festa estava marcada para às 18h30 e Hilary foi uma das primeiras autoridades a chegar. Dilma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></div>
<div>Hillary Clinton foi embora do coquetel em comemoração à posse de Dilma Rousseff sem cumprimentar a presidente. A secretária de Estado norte-americana deixou o Palácio do Itamaraty às 18h47, oito minutos antes da chegada da homenageada da noite. A festa estava marcada para às 18h30 e Hilary foi uma das primeiras autoridades a chegar.</p>
<p>Dilma atrasou por conta da longa fila de cumprimentos que se formou no Palácio do Planalto. Nessa cerimônia Hillary e a presidente trocaram um demorado aperto de mão e conversaram por alguns minutos. Ao fim da conversa, a secretária de Estado pediu uma fotografia com a brasileira.</p></div>
<div></div>
<div>(Luciana Marques, de Brasília)</div>
<div></div>
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		<title>Em Brasília, Alckmin promete oposição inteligente</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 22:21:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, reiterou, ao chegar na festa da posse da presidente Dilma Rousseff, a intenção de colaborar com o governo federal. “São Paulo é parceira importante para o desenvolvimento brasileiro”, disse o paulista. “O PSDB é um partido de oposição e deve exercê-la com inteligência de forma propositiva. Isso é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></div>
<div>O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, reiterou, ao chegar na festa da posse da presidente Dilma Rousseff, a intenção de colaborar com o governo federal. “São Paulo é parceira importante para o desenvolvimento brasileiro”, disse o paulista. “O PSDB é um partido de oposição e deve exercê-la com inteligência de forma propositiva. Isso é bom até para o governo.”</p>
<p>O ministro da Justiça de Dilma, José Eduardo Cardoso, defendeu um “pacto de entendimento” com a oposição. “É hora de explorar mais convergências e buscar menos divergências”, disse ao chegar à festa.</p>
<p>Em seu discurso de posse, Dilma mostrou disposição em trabalhar junto com a oposição. “Mais uma vez estendo minha mão aos partidos de oposição. Serei a presidenta de todos os brasileiros.”</p>
<p>Também prestigia a festa da posse o governador eleito do Pará, Simão Jatene (PSDB).</p>
<p>(Luciana Marques, de Brasília)</p>
</div>
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		<title>Convidados comentam discurso e cerimônia de posse de Dilma</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 21:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
				<category><![CDATA[VEJA acompanha Cerimônia de Posse]]></category>
		<category><![CDATA[A posse de Dilma Rousseff]]></category>

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		<description><![CDATA[Após os discursos de Dilma Rousseff como presidente e da transmissão da faixa presidencial, ministros, ex-ministros, governadores e parlamentares convidados para a cerimônia comentaram a fala da nova chefe do Executivo. O ex-ministro da Comunicação Social Franklin Martins, que se despede do cargo neste sábado e ajudou a elaborar o discurso de despedida de Lula, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p>Após os discursos de Dilma Rousseff como presidente e da transmissão da faixa presidencial, ministros, ex-ministros, governadores e parlamentares convidados para a cerimônia comentaram a fala da nova chefe do Executivo.</p>
<p>O ex-ministro da Comunicação Social Franklin Martins, que se despede do cargo neste sábado e ajudou a elaborar o discurso de despedida de Lula, elogiou as palavras da nova presidente. “Achei muito bom o discurso, teve uma emoção muito forte, foi muito bonito, de uma pessoa que foi eleita para dar continuidade a um governo do povo”, afirmou.</p>
<p>Sobre o teor da fala de posse, Franklin Martins destacou os grandes temas a que Dilma se referiu, como a cidadania, a democracia e o aprofundamento da inclusão social. Perguntado se o discurso havia sido perfeito, o ex-ministro pensou alguns segundos antes de responder: “Perfeito na vida não existe”.</p>
<p>O chefe de gabinete de Dilma, Giles de Azevedo, que estava acompanhado dos filhos Antonio, 4 anos, e João, 8, também comentou a fala da presidente. “O discurso dela no Congresso e no Planalto foi emocionante, deu uma dimensão geral de seu governo”, afirmou.</p>
<p>A governadora do Maranhão, Roseana Sarney, que tomou posse de seu segundo mandato de madrugada para chegar a tempo da cerimônia em Brasília, fez referência ao fato de uma mulher ter chegado ao mais alto posto do país. “Eu, que sou a primeira mulher eleita governadora em um estado brasileiro, estou muito emocionada com a ascendência da mulher ao poder no Brasil. Somos 50% da população, estamos cada vez mais avançando, precisamos avançar mais. As mulheres precisam demonstrar que têm competência para governar para que possamos ter igualdade de condições no parlamento e no Executivo”, argumentou. “Dilma vai fazer um excelente governo e abrir portas para as mulheres brasileiras”.</p>
<p>O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, considerou a cerimônia “muito bonita e cheia de emoção” e disse que, ao cumprimentar Dilma, falou sobre as chuvas que têm atingido o estado e comentou: “Essa faixa presidencial lhe cai muito bem”. Segundo Casagrande, a resposta da presidente foi imediata e bem-humorada: “Esta faixa cai bem em qualquer um”.</p>
<p>O vice-presidente eleito, Michel Temer, descreveu o evento como &#8220;inesquecível e belíssimo&#8221;. Ele disse que dará continuidade ao governo Lula e prometeu trabalhar para que as classes sociais comecem na classe média.</p>
<p>(Luciana Marques, de Brasília)</p>
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		<title>Dilma cita Guimarães Rosa</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 21:40:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kperin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No discurso de posse que proferiu neste sábado, em Brasília, a presidente Dilma Roussef lançou mão de duas citações literárias, segundo ela, “de um poeta da minha terra”. Mineira, Dilma sonegou a autoria do par de frases de João Guimarães Rosa, seu conterrâneo, poeta bissexto – o único livro de poemas publicado pelo autor foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p>No discurso de posse que proferiu neste sábado, em Brasília, a presidente Dilma Roussef lançou mão de duas citações literárias, segundo ela, “de um poeta da minha terra”. Mineira, Dilma sonegou a autoria do par de frases de João Guimarães Rosa, seu conterrâneo, poeta bissexto – o único livro de poemas publicado pelo autor foi <em>Magma</em>, em 1936 – e autor do romance <em>Grande Sertão: Veredas</em>, publicado em 1956, de onde saíram os trechos citados:</p>
<p>“O que tem de ser tem muita força, tem uma força enorme”</p>
<p>“O correr da vida embrulha tudo.  A vida é assim: esquenta e esfria,  aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”</p>
<p>Guimarães Rosa é um dos alvos preferidos da pilhagem de políticos, sempre ávidos por adornar suas falas com pérolas de estilo e “sabedoria”.</p>
<p>O trecho sobre coragem mencionado por Dilma, em particular, já virou lugar-comum nos discursos de candidatos e autoridades. Foi usado recentemente, vejam só, no discurso do ex-governador José Serra em 10 de abril de 2010, por ocasião do lançamento da sua candidatura à presidência da República.</p>
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		<title>Dilma tira fotos com Hillary e Chávez</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 21:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A posse de Dilma Rousseff]]></category>
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		<description><![CDATA[Logo depois de receber a faixa presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva e discursar no  parlatório, Dilma recebeu os cumprimentos de autoridades estrangeiras que assistiam à cerimônia no Palácio do Planalto. Entre os cerca de 80 presentes estavam os presidentes do Chile, Sebastián Piñera, da Colômbia, Manuel Santos, do Paraguai, Fernando Lugo, do Uruguai, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a>Logo depois de receber a faixa presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva e discursar no  parlatório, Dilma recebeu os cumprimentos de autoridades estrangeiras que assistiam à cerimônia no Palácio do Planalto. Entre os cerca de 80 presentes estavam os presidentes do Chile, Sebastián Piñera, da Colômbia, Manuel Santos, do Paraguai, Fernando Lugo, do Uruguai, José Mujica, e da Venezuela, Hugo Chávez. O presidente americano, Barack Obama, não compareceu, mas enviou sua secretária de Estado, Hillary Clinton.</p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/posse-dilma-hillary-20110101-original.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-15664" title="CORREX-BRAZIL-ROUSSEFF-INAUGURATION-CLINTON" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/posse-dilma-hillary-20110101-original-620x348.jpg" alt="" width="620" height="348" /></a></p>
<p>Ao cumprimentar a presidente, Hillary se demorou por alguns minutos de mãos dadas com Dilma, transmitindo alguma mensagem que parecia fugir dos formais cumprimentos protocolares.  A presidente brasileira ouviu, as duas trocaram algumas palavras. Em seguida, Hillary se voltou para os fotógrafos e pediu uma foto com Dilma.</p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/posse-dilma-chavez-20110101-original.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-15665" title="BRAZIL-ROUSSEFF-INAUGURATION-CHAVEZ" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/posse-dilma-chavez-20110101-original-620x348.jpg" alt="" width="620" height="348" /></a></p>
<p>O gesto da foto foi repetido pelo presidente venezuelano, Hugo Chavez. Como a adversária americana, ele também se demorou em conversas com a nova presidente do Brasil, só que desta vez Dilma dialogava com mais desenvoltura. O mesmo aconteceu no cumprimento ao Uruguaio José Mujica &#8211; que, como ela, também atuou na luta contra a ditadura militar em seu pais &#8211; e com Fernando Lugo, que se trata de um câncer.</p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/posse-dilma-chavez-santos-clinton-pinera-20110101-original.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-15666" title="BRAZIL-INAUGURATION-SANTOS-CLINTON-PINERA-CHAVEZ" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/posse-dilma-chavez-santos-clinton-pinera-20110101-original-620x348.jpg" alt="" width="620" height="348" /></a></p>
<p>Antes da cerimônia, o colombiano Santos e o chileno Piñera testemunharam um momento pitoresco, quando Hugo Chávez, inimigo ferrenho dos Estados Unidos, foi cumprimentar a americana Hillary Clinton.</p>
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		<title>Para imprensa internacional, Dilma é uma ex-guerrilheira que chegou ao poder</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 21:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A posse de Dilma Rousseff ao mais alto cargo do Executivo, o de Presidente da República, ganhou manchetes em todo o mundo neste sábado. Importantes veículos, como CNN, BBC, Wall Street Journal, El País, Le Monde e Clarín destacaram o evento solene e fizeram referências ao passado da presidente. A versão on-line do jornal Los [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p>A posse de Dilma Rousseff ao mais alto cargo do Executivo, o de Presidente da República, ganhou manchetes em todo o mundo neste sábado. Importantes veículos, como CNN, BBC, <em>Wall Street Journal</em>, <em>El País</em>, <em>Le Monde</em> e <em><em>Clarín</em></em> destacaram o evento solene e fizeram referências ao passado da presidente.</p>
<p>A versão on-line do jornal <em>Los Angeles Times</em> chamou Dilma de &#8220;ex-guerrilheira Marxista&#8221; e lembrou o alto índice de aprovação do agora ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Disse que a meta da nova chefe de estado é manter a economia do Brasil em constante crescimento, além de erradicar a pobreza e criar empregos.</p>
<p>O periódico econômico <em>Wall Street Journal</em> não chegou a destacar o fato de Dilma ser a primeira mulher a comandar o Brasil em sua manchete, mas citou a condição no início de sua reportagem. Também fez um breve resumo da presidente citando seu passado como guerrilheira, prisioneira política e, mais recentemente, sobrevivente do câncer. A CNN chamou a atenção para a emoção do público que acompanhou, em Brasília, o evento e disse que muitos dos presentes testemunharam sua luta pela liberdade nos anos de ditadura. O site da TV americana mencionou ainda que Dilma é conhecida como &#8220;Joana d&#8217;Arc subversiva&#8221; e relembrou as torturas sofridas pela ativista de esquerda nos anos 60 e 70.</p>
<p>Na Europa, a posse ganhou repercussão nos sites da BBC, da Grã-Bretanha, no <em>El País,</em> da Espanha, e no francês <em>Le Monde</em>. A exemplo do que aconteceu na reportagem do <em>Los Angeles Times</em>, o veículo britânico também chamou a presidente de ex-guerrilheira Marxista. O <em>El País</em> destacou um recorte do discurso de Dilma, onde ela exalta a mulher brasileira, e chamou o ex-presidente Lula de mentor político. Já o <em>Le Monde</em>, destacou em sua manchete o desafio que será governar o país pelos próximos quatro anos e lembrou que a petista entra para a história como a primeira mulher a assumir o posto de Presidente da República no Brasil.</p>
<p>O vizinho <em>Clarín</em>, da Argentina, destacou a presença de chefes de estado internacionais na cerimônia de posse e disse que somente oito dos 25 ministros do atual governo continuarão em seus cargos.</p>
<p>No Oriente Médio, a <em>Al Jazeera</em> afirmou que o aspecto mais surpreendente do discurso de Dilma foi a homenagem feita às pessoas que foram presas e torturadas durante o regime militar, na década de 70.</p>
<p>(Por Renata Honorato)</p>
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		<title>Confira a íntegra dos discursos de Dilma no Congresso e no parlatório</title>
		<link>http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/sem-categoria/confira-a-integra-dos-discursos-de-dilma-no-congresso-e-no-parlatorio/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 20:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eduardolima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
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		<title>Edir Macedo também foi convidado ao Planalto</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 19:49:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como se não bastassem Erenice Guerra, José Dirceu e Fernando Collor, outra personalidade que chamou a atenção das autoridades e dos políticos no salão nobre do Palácio do Planalto foi o bispo Edir Macedo, chefe da Igreja Universal do Reino de Deus. Ele estava acompanhado de Douglas Tavolaro, diretor de Jornalismo da Rede Record, emissora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a>Como se não bastassem Erenice Guerra, José Dirceu e Fernando Collor, outra personalidade que chamou a atenção das autoridades e dos políticos no salão nobre do Palácio do Planalto foi o bispo Edir Macedo, chefe da Igreja Universal do Reino de Deus. Ele estava acompanhado de Douglas Tavolaro, diretor de Jornalismo da Rede Record, emissora que pertence à igreja.</p>
<p>O bispo não costuma aparecer em eventos políticos, no entanto, fez bastante sucesso entre os convidados e foi um dos mais cumprimentados.</p>
<p>(Marina Dias, de Brasília)</p>
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		<title>Rebeldia até mesmo entre os vips</title>
		<link>http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/veja-acompanha-cerimonia-de-posse/rebeldia-ate-mesmo-entre-os-vips/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 19:45:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A posse de Dilma Rousseff]]></category>

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		<description><![CDATA[Para receber as centenas de convidados no salão nobre do Palácio do Planalto, que assistiram ao discurso da presidente Dilma Rousseff e à passagem da faixa presidencial, o cerimonial do Itamaraty &#8211; responsável por organizar a solenidade &#8211; disponibilizou cadeiras de plástico com nomes de autoridades e convidados: &#8220;familiares do ministro da Saúde&#8221;, entre outros, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a>Para receber as centenas de convidados no salão nobre do Palácio do Planalto, que assistiram ao discurso da presidente Dilma Rousseff e à passagem da faixa presidencial, o cerimonial do Itamaraty &#8211; responsável por organizar a solenidade &#8211; disponibilizou cadeiras de plástico com nomes de autoridades e convidados: &#8220;familiares do ministro da Saúde&#8221;, entre outros, eram exemplos do que estava escrito nos escostos dos assentos.</p>
<p>Conforme ministros, deputados, senadores e outras personalidades chegavam ao salão, no entanto, os papeis iam desaparecendo misteriosamente. E as pessoas precisaram se acomodar como podiam. Resultado: nem sempre o cargo garante um lugar ao sol, pelo menos não na cerimônia deste sábado.</p>
<p>(Marina Dias, de Brasília)</p>
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		<title>Oposição marca presença na posse de Dilma no Congresso</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 19:43:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A posse de Dilma Rousseff]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de a posse da presidente Dilma Rousseff ser uma festa para o PT e seus aliados, parlamentares da oposição também compareceram ao evento no Congresso Nacional. No plenário, o deputado federal ACM Neto (DEM-BA) e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), ambos reeleitos, e o deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA), que não conseguiu uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p>Apesar de a posse da presidente Dilma Rousseff ser uma festa para o PT e seus aliados, parlamentares da oposição também compareceram ao evento no Congresso Nacional. No plenário, o deputado federal ACM Neto (DEM-BA) e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), ambos reeleitos, e o deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA), que não conseguiu uma vaga na próxima legislatura, assistiram ao primeiro discurso de Dilma.</p>
<p>Demóstenes Torres criticou a fala da presidente. “Foi um discurso de horóscopo, agrada todo mundo. Ela prometeu que não vai censurar a imprensa, que vai melhorar a segurança, fazer as reformas trabalhista e política. É tudo muito bom. A oposição vai cobrar com afinco o cumprimento de todas as promessas que ela fez”, comentou.</p>
<p>O senador repreendeu a política externa brasileira que, em sua opinião, deve “acabar com algumas bobagens, como o fico de Cesare Battisti”. Perguntado sobre a possível semelhança entre o governo de Dilma e o de Lula, Demóstenes foi incisivo. “Se você tem o original e a cópia, prefere o original. Apesar do discurso habilidoso, ela não tem o mesmo trato com os segmentos políticos. A própria composição do governo, com predomínio de petistas, é um indício disso que pode causar fissuras na própria base governista”, completou.</p>
<p>Pelo Twitter, o deputado Aleluia divulgou foto tirada com o celular no plenário e comentou: “Dilma é invenção de Lula, para o bem e o mal”.</p>
<p>(Mirella D&#8217;Elia, de Brasília)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>No parlatório, Dilma fala em sonho e união</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 19:14:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
				<category><![CDATA[VEJA acompanha Cerimônia de Posse]]></category>
		<category><![CDATA[A posse de Dilma Rousseff]]></category>

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		<description><![CDATA[Em seu discurso no parlatório do Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff destacou a importância dos sonhos. Ela disse que, apenas com isso, é possível governar e ir além do impossível. &#8220;Meu sonho é o mesmo de qualquer cidadão, qualquer brasileiro, que é o de dar condições melhores das que teve aos seus filhos.&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<iframe src="http://videos.abril.com.br/veja/id/7ebf65e9312543066decaf020ceb5b83?" width="620" height="349" frameborder="0"></iframe>
<p>Em seu discurso no parlatório do Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff destacou a importância dos sonhos. Ela disse que, apenas com isso, é possível governar e ir além do impossível.</p>
<p>&#8220;Meu sonho é o mesmo de qualquer cidadão, qualquer brasileiro, que é o de dar condições melhores das que teve aos seus filhos.&#8221;</p>
<p>Por duas vezes, ela se emocionou ao falar ao público. Em uma delas, chegou a interromper a fala para retomar a voz.</p>
<p>Assim como em seu discurso no Congresso Nacional, Dilma fez uma homenagem ao ex vice-presidente José Alencar e, emocionada, lembrou dos amigos que “tombaram” na luta pela democracia.</p>
<p>Dilma ainda pregou a união. &#8220;Governarei para todos os brasileiros e brasileiras. É com espírito de união que assumo hoje o governo do país&#8221;, disse.</p>
<p>A presidente disse que precisará do apoio dos brasileiros &#8220;de leste a oeste, de norte a sul&#8221;.</p>
<p>A presidente reafirmou que respeitará a crítica, destacando que o &#8220;embate entre ideias move a democracia&#8221;.</p>
<p>Ela terminou seu discurso dizendo que o Brasil tem condições de transformar-se no maior e melhor país para se viver.</p>
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		<title>Filhos e netos de ministros acompanham a posse de perto</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 18:52:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
				<category><![CDATA[VEJA acompanha Cerimônia de Posse]]></category>
		<category><![CDATA[A posse de Dilma Rousseff]]></category>

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		<description><![CDATA[A cerimônia de posse da presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto é bastante reservada e nem mesmo os jornalistas têm acesso direto ao local onde familiares, ministros e amigos de Lula e da presidente que acaba de assumir o cargo estão. No entanto, como o convite era aberto à família dos convidados, muitos levaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p>A cerimônia de posse da presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto é bastante reservada e nem mesmo os jornalistas têm acesso direto ao local onde familiares, ministros e amigos de Lula e da presidente que acaba de assumir o cargo estão. No entanto, como o convite era aberto à família dos convidados, muitos levaram maridos, mulheres, filhos e netos até de colo, o que dá um clima de festa de Natal ao evento.</p>
<p>Enquanto a cerimônia não começava, as cerca de 15 crianças disputavam um local para observar a chegada de Dilma pelo melhor ângulo. Os adultos também entraram na disputa com celulares e máquinas fotográficas na mão para registrar o momento.</p>
<p>Em uma área reservada distante da aglomeração um dos netos de Lula ficou em um carrinho de bebê. Quando a presidente iniciou seu discurso no parlatório do Planalto, a babá que o vigia carregou-o no colo até o vidro de onde era possível observar Dilma. Inicialmente, a assessoria de imprensa da Presidência havia informado que o bebê seria o neto de Dilma, Gabriel, filho de Paula Rousseff, mas em seguida corrigiu a informação.</p>
<p><strong>Ansiedade</strong> &#8211; O presidente Lula estava em seu gabinete à espera de Dilma, acenando pela janela. Ao descer rumo à saída do Planalto, foi aplaudido, tirou fotos com as crianças, cumprimentou a mãe e a tia da presidente e abraçou alguns ministros. “Meninos, juízo, hein?”, disse Lula aos que vão permanecer no governo. Assediado por todos os convidados, o presidente que se despede teve que correr para chegar ao início da rampa a tempo. Lá do alto, quando Dilma se preparava para subir, ele gritava para ela se apressar.</p>
<p>(Luciana Marques, de Brasília)</p>
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		<title>Cores de Dilma Rousseff</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 18:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[A posse de Dilma Rousseff]]></category>

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		<description><![CDATA[Elas trocaram o pretinho básico pelas cores. Na primeira cerimônia da posse da presidente Dilma Rousseff, neste sábado, no Congresso Nacional, algumas convidadas e autoridades destacaram-se por deixar as cores sóbrias de lado para apostar em laranja, amarelo, lilás &#8211; e, claro, no vermelho do PT. Foi de vermelho que a mãe de Dilma, Dilma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/marta-posse-dilma.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15587" title="marta-posse-dilma" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/marta-posse-dilma.jpg" alt="" width="465" height="620" /></a>Elas trocaram o pretinho básico pelas cores. Na primeira cerimônia da posse da presidente Dilma Rousseff, neste sábado, no Congresso Nacional, algumas convidadas e autoridades destacaram-se por deixar as cores sóbrias de lado para apostar em laranja, amarelo, lilás &#8211; e, claro, no vermelho do PT.</p>
<p>Foi de vermelho que a mãe de Dilma, Dilma Jane Rousseff, entrou no Congresso Nacional, pouco depois de 14h. Elegante, usava um vestido reto, abaixo do joelho. Os únicos detalhes eram dois laços nos ombros. Bolsa de mão e sapatos pretos, cabelos escovados e soltos, maquiagem discreta. Para arrematar, um colar de pérolas. O nervosismo era visível com a chegada da filha ao topo do Executivo.</p>
<p>A senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) resolveu ousar um pouco mais. De calça branca, chegou ao Congresso com uma chamativa blusa de babados, blaser do mesmo tom vermelho sangue. Nos pés, sapatos de bico fino, também vermelhos. Indagada sobre quem tinha cuidado do visual, não pestanejou: &#8220;Eu!&#8221;.</p>
<p><strong>Bonitinho </strong>- Mas foi a senadora Marta Suplicy (PT-SP) que chamou mais a atenção ao chegar para a posse de Dilma. Nada discreta, desfilou com desenvoltura pelo Congresso usando um tailleur vermelho de  estampa quadriculada, sapatos vermelhos de verniz, colar e brinco de pérolas e bolsa vermelha tipo clutch  &#8211; carteira amada pelas fashionistas e antenadas.</p>
<p>Olhos meticulosamente marcados com lápis preto e sombra carregada, unhas esmaltadas de vermelho e batom em tom de rosa para contrastar completavam o visual.</p>
<p>Apesar da insistência, a senadora não quis dizer o nome do estilista. &#8220;Eu nunca falo porque sempre dá confusão. Mas é bonitinho, não é?&#8221;, limitou-se a dizer. A maquiagem foi de Celso Kamura, o mesmo que cuidou do visual de Dilma.</p>
<p><strong>Pérola</strong> &#8211; Algumas mulheres ligadas à nova presidente resolveram adotar tons claros, como ela &#8211; que usou um vestido de cor pérola e blazer no mesmo tom, colar e brinco de pérolas, maquiagem discreta e cabelo escovado, como era esperado.</p>
<p>Foi o caso da jornalista Helena Chagas,  que comandou a assessoria de imprensa de Dilma na campanha e assume agora a Secretaria de Comunicação Social. A deputada Maria do Rosário (PT-RS), que ficou com a Secretaria Especial dos Direitos Humanos, foi na mesma linha. Ambas usavam tubinhos de cor clara.</p>
<p>(Mirella D&#8217;Elia, de Brasília)</p>
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		<title>Erenice Guerra, José Dirceu e Collor aguardam Dilma no Planalto</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 18:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
				<category><![CDATA[VEJA acompanha Cerimônia de Posse]]></category>
		<category><![CDATA[A posse de Dilma Rousseff]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim que subir a rampa do Palácio do Planalto para receber a faixa presidencial, a presidente Dilma Rousseff vai encontrar dezenas de convidados que ocupam cadeiras nomeadas no salão nobre da sede do governo. Futuros e ex-ministros já aguardam no local, entre eles alguns cuja presença causa surpresa. A ex-ministra-chefe da Casa Civil Erenice Guerra, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<div id="attachment_15603" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/010101_posse_erenice.jpg"><img src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/010101_posse_erenice.jpg" alt="" title="010101_posse_erenice" width="620" height="413" class="size-full wp-image-15603" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Luciana Marques</p></div>
<div id="attachment_15604" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/010101_posse_Dirceu.jpg"><img src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/010101_posse_Dirceu.jpg" alt="" title="010101_posse_Dirceu" width="620" height="413" class="size-full wp-image-15604" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Luciana Marques</p></div>
<p>Assim que subir a rampa do Palácio do Planalto para receber a faixa presidencial, a presidente Dilma Rousseff vai encontrar dezenas de convidados que ocupam cadeiras nomeadas no salão nobre da sede do governo. Futuros e ex-ministros já aguardam no local, entre eles alguns cuja presença causa surpresa.</p>
<p>A ex-ministra-chefe da Casa Civil Erenice Guerra, que deixou o cargo acusada de envolvimento em um esquema de lobby organizado por seu filho, está ao lado de seu marido, o empresário José Roberto Campos, na parte de convidados especiais. Erenice está de preto e sorri poucas vezes quando cumprimenta alguém que se dirige a ela.</p>
<p>No lado oposto, entre os convidados mais ilustres &#8211; familiares e ministros do governo Lula -, outra personalidade chama a atenção: José Dirceu, que ocupou o mesmo cargo no início do governo Lula. O ex-ministro deixou o posto também sob denúncias de envolvimento no caso do mensalão. Dirceu está ao lado dos ministros do governo Lula de Relações Exteriores, Celso Amorim, e das Comunicações, Franklin Martins, e interage com todos os políticos presentes.</p>
<p>Quem ainda marca presença entre os senadores convidados é o ex-presidente Fernando Collor de Melo, que saiu do cargo em 1992 também acusado de corrupção.</p>
<p>(Luciana Marques, de Brasília)</p>
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		<title>Como manda o figurino: Dilma Rousseff veste modelo correto para a primeira parte da posse</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 18:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
				<category><![CDATA[VEJA acompanha Cerimônia de Posse]]></category>
		<category><![CDATA[A posse de Dilma Rousseff]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim que saíram os resultados das eleições, o mundo fashion entrou em polvorosa. E não era por causa das semanas de moda que acontecem agora em janeiro. A dúvida era: quem vestiria Dilma Rousseff no dia da posse? Aquele que apostou em nomes fortes e poderosos, como Gloria Coelho ou Reinaldo Lourenço, errou. A escolhida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/dilma.roupa_.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15575" title="BRAZIL-ROUSSEFF/" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/dilma.roupa_.jpg" alt="" width="394" height="585" /></a><br />
Assim que saíram os resultados das eleições, o mundo fashion entrou em polvorosa. E não era por causa das semanas de moda que acontecem agora em janeiro. A dúvida era: quem vestiria Dilma Rousseff no dia da posse? Aquele que apostou em nomes fortes e poderosos, como Gloria Coelho ou Reinaldo Lourenço, errou. A escolhida foi a platinada Luisa Stadlander, uma estilista gaúcha que veste Dilma há mais de vinte anos. Foi ela quem desenhou o vestido de noiva do casamento da filha de Dilma, em 2008, e o longo azul que a própria Dilma usou na cerimônia. São criações dela também inúmeros modelitos que a petista usou durante a campanha.</p>
<p>A presidente não gosta e não costuma usar vestidos e saias, mas para o rigor e a formalidade do cargo que ocupa a partir de hoje, eles são absolutamente necessários. Para a primeira parte da cerimônia de posse, dentro do Congresso Nacional, ela escolheu corretamente um conjunto de vestido e blazer em tom pérola e sapatos da mesma cor. O vestido aparenta ser um tubinho sem mangas, um corte clássico, que cai bem na maior parte das mulheres. O casaqueto, com mangas 3/4 e dois botões, foi feito em tecido levemente transparente e trabalhado. As cores, que combinaram bastante com o tom da pele e cabelos da presidente, e ficaram lindas nas fotografias, foram um desastre na televisão. Quem assistiu à cerimônia pela TV teve a impressão de ver uma massa branca meio disforme na telinha. A cor clara dá a ilusão de que a presidente engordou. A gola aumentou o tamanho dos ombros de Dilma e o corte quadrado do casaqueto definitivamente não favoreceu sua imagem. Ao contrário, lhe cortou a silhueta. Um casaco, mesmo que transparente, do mesmo comprimento que a saia, teria sido mais elegante. Aliás, a altura da saia e os sapatos estavam corretíssimos. O corte no joelho e a saia reta foram pontos positivos no visual.</p>
<p>Dilma Rousseff tem um corpo complicado de vestir. Sobrepeso, braços um pouco curtos, barriguinha saliente, pescoço largo e curto, seios grandes e aparentemente caídos, e um pouquinho de papo. Seu biotipo é o chamado tipo oval (em que a pessoa tem o corpo em formato de ovo), e ele requer vários cuidados para que a pessoa pareça bem-vestida. Um consultor de imagem ou personal stylist camuflaria o máximo possível a área central do corpo (barriga) e daria destaque para os pontos mais magros, como as pernas (do joelho para baixo), punhos e o colo. Um cuidado especial com decotes, golas e colares alongaria o pescoço e desviaria o olhar da barriga para o rosto. Eles também escolheriam cores mais escuras, para dar a ilusão de magreza e fotografar bem na televisão. Toffees e cremes mais escuros, taupes e acinzentados seriam cores neutras mais adequadas para isso.</p>
<p>Devido à escolha do figurino, as jóias de Dilma acabaram ganhando destaque. Os brincos de pérola eram em tamanho proporcional ao seu rosto. A pulseira, também em ouro amarelo e pérola, deu delicadeza. Já a gargantilha, um pecado. A corrente estava muito justa e chamava a atenção para o pescoço curto e gordinho da presidente. Um colar um pouco mais comprido alongaria a área e daria a ilusão de magreza.</p>
<p><strong>Beleza —</strong> A maquiagem de Dilma estava bastante adequada à ocasião, clássica e formal, e ao horário da posse: começo de uma tarde de verão. A pálpebra recebeu duas cores de sombra: marrom no canto externo do olho e crème/pérola no canto interno (para abrir o olhar). Complementaram o look: um blush pêssego e batom escuro em cor de terracota, para aumentar os lábios.</p>
<p>A imagem que fica desta primeira parte da cerimônia é a de uma mulher doce, suave e discreta.</p>
<p>(Raquel Hoshino)</p>
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		<title>Dilma adota discurso ambíguo sobre tamanho do estado</title>
		<link>http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/veja-acompanha-cerimonia-de-posse/dilma-promete-combate-a-praga-da-inflacao/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 18:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
				<category><![CDATA[VEJA acompanha Cerimônia de Posse]]></category>
		<category><![CDATA[A posse de Dilma Rousseff]]></category>

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		<description><![CDATA[A presidente Dilma Rousseff adotou, na cerimônia de posse no Congresso Nacional, um discurso ambíguo sobre as despesas públicas, que bateram recorde no governo Lula. Logo após dizer que trabalhará por uma melhoria da qualidade do gasto governamental, reiterou que o “Brasil optou, ao longo de sua história, por construir um estado provedor de serviços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p>A presidente Dilma Rousseff adotou, na cerimônia de posse no Congresso Nacional, um discurso ambíguo sobre as despesas públicas, que bateram recorde no governo Lula. Logo após dizer que trabalhará por uma melhoria da qualidade do gasto governamental, reiterou que o “Brasil optou, ao longo de sua história, por construir um estado provedor de serviços básicos e de previdência social pública” e que isso representa “custos elevados para toda a sociedade”. Com esta afirmação, dá margem à interpretação de que não haverá mudança na opção política de o país prosseguir com um estado oneroso a todos os brasileiros – e que implica uma carga tributária de 36,5% do PIB, uma das maiores do mundo. </p>
<p>Logo em seguida, Dilma lançou sinais contrários. Emendou com a declaração de que seu projeto é cavar espaço entre os gastos de custeio – aqueles relativos às próprias engrenagens do estado – para poder ampliar os investimentos públicos em infraestrutura e nos programas sociais. Esta demanda – que reiterou ser ‘indutora do investimento privado’ – vem sendo, há anos, explicitada por empresários e economistas, mas sua efetivação implica necessariamente rever o tamanho do estado e a trajetória dos gastos públicos.</p>
<p>Ainda no campo dos investimentos, a presidente recém-empossada voltou a acentuar a importância de duas grandes bandeiras do governo de seu antecessor e de sua campanha ao Palácio do Planalto: o Programa de Aceleração ao Crescimento (PAC) e o programa habitacional ‘Minha Casa Minha Vida’. Os investimentos nestes projetos, segundo ela, ficarão sob os cuidados permanentes da Presidência da República.</p>
<p><strong>Inflação e câmbio</strong> – Dilma Rousseff afirmou que travará uma luta contra a elevação dos preços na economia ao longo de seu mandato. Ela afirmou ter consciência de que a inflação – que chegou a chamar de ‘praga’ – corrói o tecido econômico e impõe perdas aos mais pobres.</p>
<p>A preocupação com o câmbio também se manifestou no discurso da presidente. “Atuaremos decididamente nos fóruns multilaterais na defesa de políticas econômicas saudáveis e equilibradas, protegendo o país da concorrência desleal e do fluxo indiscriminado de capitais especulativos”, afirmou.</p>
<p>Ante a forte apreciação do real sobre o dólar, que prejudica a competitividade dos produtos nacionais no exterior, a presidente prometeu ‘promover a força exportadora’ do parque industrial brasileiro. Para isso, lutará também contra uma eventual onda protecionista no mundo. “Não faremos a menor concessão ao protecionismo dos países ricos que sufoca qualquer possibilidade de superação da pobreza de tantas nações pela via do esforço de produção”, acrescentou.</p>
<p>Dilma elogiou o agronegócio nacional e disse não ver incompatibilidade entre os grandes exportadores, a quem prometeu apoio, e a agricultura familiar e as micro e pequenas empresas. Estas, segundo a presidente, merecerão políticas tributárias permanentes’.</p>
<p>(Benedito Sverberi)</p>
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		<item>
		<title>Dilma confirma compromisso com fim da miséria</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 17:58:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
				<category><![CDATA[VEJA acompanha Cerimônia de Posse]]></category>
		<category><![CDATA[A posse de Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Discurso]]></category>

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		<description><![CDATA[Em seu primeiro discurso como presidente, após a posse no Congresso Nacional, Dilma Rousseff confirmou a linha de continuidade que pretende imprimir ao seu governo. As primeiras palavras apresentaram uma nova saudação da presidente: &#8220;Queridos brasileiros e brasileiras&#8221;. No discurso, que durou exatos 40 minutos, ela prestou homenagens ao presidente que deixa o cargo em diversas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tags-discurso.gif"><img class="aligncenter size-large wp-image-15646" title="tags-discurso" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tags-discurso-620x257.gif" alt="" width="620" height="257" /></a></p>
<p>Em seu primeiro discurso como presidente, após a posse no Congresso Nacional, Dilma Rousseff confirmou a linha de continuidade que pretende imprimir ao seu governo. As primeiras palavras apresentaram uma nova saudação da presidente: &#8220;Queridos brasileiros e brasileiras&#8221;.</p>
<p>No discurso, que durou exatos 40 minutos, ela prestou homenagens ao presidente que deixa o cargo em diversas passagens. E afirmou categoricamente: “Venho para consolidar a obra transformadora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.”</p>
<p>A presidente também lembrou o vice-presidente José Alencar, impedido de participar da solenidade por estar internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Foi muito aplaudida pela platéia nesse momento. Veja a seguir os principais trechos do discurso:</p>
<p><strong>Fim da miséria</strong> &#8211; Dilma voltou a citar como prioridade de seu governo o combate à miséria. Disse que não vai descansar enquanto houver “famílias sem um prato de comida na mesa e crianças em desalento nas ruas”. Essa luta, segundo Dilma, não é uma tarefa apenas do governo e será imprescindível o apoio &#8220;das instituições públicas e privadas, de todos os partidos, das entidades empresariais e dos trabalhadores, das universidades, da juventude e de toda a imprensa&#8221;.</p>
<p><strong>Educação e Saúde</strong> &#8211; A segunda prioridade do novo governo será a luta pela qualidade da educação e da saúde. Dilma prometeu aumentar vagas no ensino infantil e no ensino médio e estender o Prouni para o ensino profissionalizante. “Só existirá ensino de qualidade se o professor e a professora forem tratados como as verdadeiras autoridades da educação, com formação continuada, remuneração adequada e sólido compromisso com a educação das crianças e jovens”, afirmou.</p>
<p>Na área da Saúde, a presidente prometeu medicamentos acessíveis, fortalecimento das políticas de prevenção e parceria com o setor privado. “Quero ser a presidenta que consolidou o Sistema Único de Saúde, tornando-o um dos maiores e melhores sistemas de saúde pública do mundo”, prometeu.</p>
<p><strong>Economia</strong> &#8211; Dilma afirmou que dará continuidade ao ciclo de crescimento econômico mantendo a estabilidade de preços. Segundo a presidente, a inflação desorganiza. “Não permitiremos, sob nenhuma hipótese, que esta praga volte a corroer nosso tecido econômico e a castigar as famílias mais pobres”, discursou. Dilma garantiu que vai tirar travas da economia para facilitar a produção e estimular o crescimento de micro e pequenas empresas.</p>
<p>O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o programa Minha Casa Minha Vida também receberam atenção no discurso da presidente. Assim como os investimentos para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas, incluindo a ampliação imediata dos aeroportos. “É mais que necessário melhorá-los já, para arcar com o crescente uso deste meio de transporte por parcelas cada vez mais amplas da população brasileira”, afirmou.</p>
<p><strong>Papel do Estado</strong> – Ao mesmo tempo em que destacou a importância de manter em equilíbrio as contas e a qualidade do gasto público, Dilma enalteceu a tamanho do Estado brasileiro. “O Brasil optou, ao longo de sua história, por construir um estado provedor de serviços básicos e de previdência social pública”, discursou. “Isso significa custos elevados para toda a sociedade, mas significa também a garantia do alento da aposentadoria para todos e serviços de saúde e educação universais”. Dilma garantiu que o investimento público é essencial como “indutor do investimento privado e como instrumento de desenvolvimento regional”.</p>
<p><strong>Política</strong> &#8211; Dilma citou a reforma política como tarefa urgente e “indeclinável” e prometeu mudanças na legislação para restaurar valores e dar mais transparência ao conjunto da atividade pública.</p>
<p><strong>Segurança</strong> &#8211; O Rio de Janeiro foi usado como exemplo para a importância da ação coordenada das forças de segurança dos três níveis de governo no combate a violência. “O êxito desta experiência deve nos estimular a unir as forças de segurança no combate sem tréguas ao crime organizado, que sofistica a cada dia seu poder de fogo e suas técnicas de aliciamento de jovens”.</p>
<p><strong>Energia</strong> – Segundo Dilma, o pré-sal é o passaporte do Brasil para o futuro e o seu governo irá transformar a riqueza obtida na exploração de petróleo em “poupança de longo prazo” para investimentos na qualidade dos serviços públicos, na redução da pobreza e na valorização do meio ambiente.</p>
<p><strong><a href="http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/leia-a-integra-do-discurso-de-dilma-no-congresso">Clique aqui para ler a íntegra do primeiro discurso de Dilma Rousseff como presidente do Brasil</a></strong></p>
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		<title>Motorista e policiais comentam como foi acompanhar Dilma até a posse</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 17:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A posse de Dilma Rousseff]]></category>

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		<description><![CDATA[A chuva que ensopou a roupa das seis policias federais que acompanharam a pé o carro de Dilma Rousseff na chegada ao Congresso Nacional não foi suficiente para tirar delas o sorriso. Ofegantes com a corrida de dois quilômetros entre a Catedral de Brasília e o Congresso Nacional, elas se disseram orgulhosas por realizarem a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/posse-dilma-roussef118DECE.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15542" title="posse-dilma-roussef#118DECE" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/posse-dilma-roussef118DECE.jpg" alt="" width="620" height="413" /></a>A chuva que ensopou a roupa das seis policias federais que acompanharam a pé o carro de Dilma Rousseff na chegada ao Congresso Nacional não foi suficiente para tirar delas o sorriso. Ofegantes com a corrida de dois quilômetros entre a Catedral de Brasília e o Congresso Nacional, elas se disseram orgulhosas por realizarem a tarefa sem tumultos.</p>
<p>As seis trabalham com Dilma desde a campanha presidencial. Lícia Siebt, do Rio Grande do Sul, Leila Laranja, de Brasília, Ana Paula Paes Leme, do Rio de Janeiro, Cristiane Costa, de São Paulo, Flávia Bastos, de Minas Gerais e Jane Dantas, de Pernambuco, foram escolhidas pessoalmente pela presidente para acompanhar o trajeto.</p>
<p>Dilma não pôde falar com as policiais, mas acenou para todas de dentro do carro. A mineira Flávia Bastos, 30 anos, é a mais nova e também a mais alta do grupo, com 1,85 metros. Ex-jogadora de basquete, a policial não reclamou da correria nem da chuva. “Foi muito emocionante”, comentou. A pernambucana Jane Dantas brincou: “Nesse ritmo, correria 10 quilômetros de costas”.</p>
<p><strong>Direção </strong>- O responsável por levar a presidente da Granja do Torto até o Congresso Nacional foi o motorista Valdecir da Silva Ribeiro. Ele trabalha com Dilma há mais de cinco anos, desde quando ela era ministra-chefe da Casa Civil. Antes, ele participava do comboio de carros que seguia o veículo presidencial de Lula. “Nós fazemos parte da equipe de transição, só dei sequência ao meu trabalho”, diz.</p>
<p>Valdecir conta que, no início do percurso, Dilma pediu para abaixar os vidros para que pudesse acenar para o público. Mas a forte chuva a impediu de continuar à mostra pela janela do carro. Ainda assim, conta o motorista, ela acenou para a população o tempo todo.</p>
<p>A velocidade do veículo foi controlada pelos batedores que seguiam à frente, entre 10 e 15 quilômetros por hora. “Usei só a primeira e a segunda marchas”, comenta Valdecir. Dentro do carro que dirigia, estavam ainda a filha da presidente, Paula Rousseff, e uma ajudante de ordem. “Estou muito feliz, é um dia histórico para todos nós, só que mais feliz estavam as pessoas que acompanhavam do lado de fora”, afirma o motorista.</p>
<p>(Luciana Marques, de Brasília)</p>
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		<title>Em Brasília, militantes acompanham discurso por telão e caixas de som</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 17:26:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A posse de Dilma Rousseff]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto Dilma Rousseff faz seu primeiro discurso como presidente do Brasil, centenas de pessoas que acompanham a cerimônia de posse no Congresso Nacional, em Brasília, ouvem suas palavras atentamente do lado de fora. O telão que transmite o evento está no Palácio do Planalto e não é visível por todos. Grande parte dos militantes acompanha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p>Enquanto Dilma Rousseff faz seu primeiro discurso como presidente do Brasil, centenas de pessoas que acompanham a cerimônia de posse no Congresso Nacional, em Brasília, ouvem suas palavras atentamente do lado de fora. O telão que transmite o evento está no Palácio do Planalto e não é visível por todos.</p>
<p>Grande parte dos militantes acompanha o discurso por caixas de som instaladas na Praça dos Três Poderes. Concentrados e silenciosos, eles se manifestaram com euforia e aplausos em três momentos da fala da presidente: quando ela citou as mulheres, o presidente Lula e seu vice José Alencar, que está internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, e não pode acompanhar a posse de perto.</p>
<p>(Luciana Marques, de Brasília)</p>
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		<title>Ministros de Dilma acompanham posse em Brasília</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 17:19:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[posse]]></category>
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		<description><![CDATA[Os ministros que serão empossados neste sábado, durante a cerimônia de posse no Palácio do Planalto, começaram o dia à espera do comboio que levou Dilma Rousseff e Michel Temer ao Congresso Nacional. “Estamos confiantes. A Dilma sabe os caminhos e a receita para trabalhar. E a equipe sabe quais são as prioridades”, declarou Paulo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p>Os ministros que serão empossados neste sábado, durante a cerimônia de posse no Palácio do Planalto, começaram o dia à espera do comboio que levou Dilma Rousseff e Michel Temer ao Congresso Nacional. “Estamos confiantes. A Dilma sabe os caminhos e a receita para trabalhar. E a equipe sabe quais são as prioridades”, declarou Paulo Bernardo, atual ministro do Planejamento e futuro ministro das Comunicações.</p>
<p>José Eduardo Cardozo, futuro ministro da Justiça, enfatizou a prioridade do novo governo. “ O combate à miséria será um dos pontos que marcará o governo Dilma”. Também nomeado para o primeiro escalão, o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, destacou seu estado. “Minas Gerais é sim muito importante, tanto que a presidente é mineira”, disse o petista, que ocupará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.</p>
<p>A senadora eleita por São Paulo, Marta Suplicy, comentou o papel da oposição neste 1º de janeiro. “É um ato de inteligência dos que vieram, não tem por que apresentar belicosidade no primeiro dia”, afirmou. “As grandes reformas são prioridade, teremos que nos debruçar sobre as reformas política e tributária. É o mais importante para o Brasil dar um salto”.</p>
<p>Dilma Jane Silva Rousseff, mãe da presidente, também marcou presença na cerimônia. E mostrou-se animada antes do juramento constitucional que a filha fez no plenário do Congresso. “Estou muito feliz, graças a Deus. Hoje estou só de louvor, só agradecendo”.</p>
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		<title>Posse da Dilma entra nos trending topics mundiais do Twitter</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 17:17:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afuentes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A posse de Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[A hashtag #possedilma é o tópico mais popular do mundo no Twitter. A marcação, utilizada para &#8220;etiquetar&#8221; tweets que citam ou comentam a solenidade, lidera o ranking de assuntos, na frente de #happynewyear, a tradicional felicitação de Ano Novo em inglês. O termo &#8220;José Sarney&#8221; também alcançou o posto de mais citado do microblog. Foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-15471" title="tarja-posse" src="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg" alt="" width="620" height="30" /></a></p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/files/2011/01/tarja-posse.jpg"></a>A hashtag <a href="http://search.twitter.com/search?q=%23possedilma">#possedilma</a> é o tópico mais popular do mundo no Twitter. A marcação, utilizada para &#8220;etiquetar&#8221; tweets que citam ou comentam a solenidade, lidera o ranking de assuntos, na frente de #happynewyear, a tradicional felicitação de Ano Novo em inglês.</p>
<p>O termo <a href="http://search.twitter.com/search?q=Jose+Sarney" target="_self">&#8220;José Sarney&#8221;</a> também alcançou o posto de mais citado do microblog. Foi o presidente do Senado que abriu a sessão solene de cerimônia de posse.</p>
<p>A grande razão para o parlamentar acabar ganhando destaque nos trending topics mundiais é curiosa. Ao executar o Hino Nacional, tocado pelos Fuzileiros Navais, os organizadores da Câmara esqueceram o microfone de Sarney ligado e todo o país pode testemunhar o “talento” do senador como cantor.</p>
<p>(Por Renata Honorato)</p>
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