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EMBALAGENS

13/05/2009

às 15:38 \ Ideias

O kit cocô

Dois brasileiros e uma africana tentam sobreviver na neve

Dois brasileiros e uma africana tentam sobreviver na neve

Ano passado, me matriculei num curso de sobrevivência na neve. Foi uma experiência incrível. Durante a semana, tínhamos aulas teóricas super complexas: sobre formas de perder e de reter calor, doenças térmicas e de altitude, navegação, geologia, meteorologia, primeiros socorros, nutrição, liderança. Aí, no fim de semana, pegávamos um monte de equipamento, socávamos tudo dentro de uma mochila e viajávamos horas até as montanhas. Passávamos a noite acampando sobre a neve no pé da montanha e, de manhã, começávamos a escalar. Daí para frente, eram dois dias enfrentando tempestades de neve, tentando andar com esquis, cavando cavernas para passar a noite, tentando colocar em prática no meio das adversidades os conhecimentos aprendidos na teoria.

Mas o que eu quero contar para vocês não é sobre as paisagens incríveis ou o barulho dos animais ou o perigo de congelamento ou o prazer de desbravar. É sobre um detalhe menos glamouroso: o shit kit. Ou kit do cocô.

O shit kit era um saquinho plástico tipo zip cheio de areia. Acho que vou poupar você de uma descrição mais detalhada de como ele deve ser usado. Basta dizer que o objetivo é levar de volta para a civilização os traços da nossa presença no mundo selvagem. Sim, sim, você entendeu certo. Tínhamos que embalar nossos “detritos”, colocá-los na mochila junto com nossas roupas e com a comida e levá-los de volta para a civilização.

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Por Denis Russo Burgierman

06/05/2009

às 18:54 \ Consumo

Qual embalagem?

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O site americano Chow, especializado na arte de comer, beber e se divertir, trouxe uma matéria útil ajudando a gente a escolher a melhor embalagem para levar comida para casa. Eles deram nota de 1 a 5 para cada opção, considerando o impacto ambiental de cada uma. Resumindo:

NOTA 1

Isopor, como aquele para manter café quente. Esse material simplesmente torna-se uma parte permanente do meio ambiente: ficará lá para sempre entulhando o mundo. Cidades americanas estão começando a proibir essas embalagens.

NOTA 2

Caixas de plástico, como aquelas muito empregadas em saladas ou frutas no supermercado. Além de serem feitas de petróleo, que está em falta e cuja exploração causa vários danos ambientais, tem substâncias potencialmente nocivas que podem contaminar a comida.

NOTA 3

Sacos plásticos ou de papel, como os de supermercado. É difícil determinar qual dos dois é menos pior – depende das taxas de reciclagem de cada material em sua cidade. A decisão é entre derrubar árvores ou colocar material não biodegradável no mundo. O ideal é escolher pensando em qual dos dois você tem alguma chance de reutilizar.

NOTA 4

Papel alumínio. Alumínio é abundante (embora não infinito) e pode ser reciclado quantas vezes for necessário (o que é ótimo, mas consome energia).

Papel reciclado. Que também não é perfeito, porque sua produção gasta energia. Além disso, geralmente não há garantia de que o papel seja 100% reciclado – e, se não é, árvores morrerão.

NOTA 5

Embalagem comestível. Cones de sorvete, pão recheado de sopa… Ou folhas de banana enroladas, que não são comestíveis, mas não poluem. Mas não adianta nada se você se melecar todo e precisar de 20 guardanapos de papel para se limpar.

Sua própria embalagem. Tenho uma, dobrável, que cabe no bolso e mora na bolsinha da minha bicicleta!

Por Denis Russo Burgierman


 

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