09/09/2010
às 19:47 \ FrançaFrança ignora Parlamento da União Europeia
O ministro francês da Imigração, Eric Besson, em visita a Bucareste, declarou: “Pas question!” Está fora de questão que a França suspenda as deportações dos ciganos como pede a resolução votada pelo Parlamento europeu (leia o post abaixo). “Evidente que não vamos nos submeter a um diktat político”, completou.
A resolução do parlamento europeu soma-se à recomendação do comitê para eliminação da discriminação racial da ONU que, em agosto, exortou o governo de Nicolas Sarkozy a evitar as deportações coletivas e os discursos políticos discriminatórios. O papa Bento XVI exprimiu também sua desaprovação sobre o assunto, convocando o governo francês “a saber acolher as legítimas diversidades humanas.”
A política de deportações de Nicolas Sarkozy tem causado divisões até entre seus aliados. Em entrevista ao vespertino francês Le Monde, o ministro do Exterior, Bernard Kouchner, revelou ter cogitado a demissão em função das medidas do governo. O primeiro-ministro François Fillon, do mesmo partido do presidente Sarkozy, tomou distância, jamais se engajou na defesa das expulsões coletivas.
Tags: Bento XVI, Bernard Kouchner, ciganos, Eric Besson, François Fillon, imigração, Nicolas Sarkozy, ONU, União Européia





A imprensa brasileira – e no caso, também a do mundo todo – está sob acusação de sonegar informação aos seus leitores. Pecado mortal, ao que parece. Não bastou publicar uma formidável lista de especialistas afirmando que o uso dos preservativos contribuem para luta contra a AIDS e que eles não aumentam sua incidência.

Um “best of” do obscurantismo francês, o combustível que justifica a existência dos radicais de esquerda e de direita do país, assustou quem saia da tradicional missa dominical na Catedral de Notre Dame, em Paris. Vinte e poucos militantes de extrema-direita, segundo os policiais, aos gritos, “Não toquem no meu papa”, tentaram acabar com uma manifestação de simpatizantes da ONG Sida Act-Up que protestavam, deitados no chão da praça João PaulI I, segurando cartazes com a menção “Bento XVI assassino”.


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