
Carlos Villanova, o secretário adjunto de comunicação da Presidência da República, fez o que pôde e o que não pôde para saber com os jornalistas brasileiros quais perguntas eles iriam fazer a Lula. Não se pode negar que falta ao diplomata vocação para emissário em territórios que não se deve visitar. Para usar um eufemismo, o rapaz é desinibido.
(Colaborou Isadora Pamplona, repórter de VEJA.com)




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