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Arquivo da categoria ‘Do leitor’

De São José dos Campos, Milena Popovic

quarta-feira, 25 de novembro de 2009 | 17:41

milenapopovicAntonio,

Sou leitora fanática do seu blog. Vi o post intulado “8 em cada 10 franceses: ‘Não merecemos ir à Copa’” com a foto do quadro de Georges de La Tour e ele trouxe uma lembrança muito agradável, quando fiz esta foto no Louvre.

Isso foi na minha primeira viagem à Europa, aos 29 anos de idade (vá lá, não faz tanto tempo assim, estou com 30!). Depois de 4 anos de curso na Aliança Francesa aqui em São José dos Campos, resolvi passar 20 dias na França, com um intervalo de um final de semana em Londres para ir ver uma ópera (a Flauta Mágica”, de Mozart). Eu sonhava com essa viagem (e com as idas ao Louvre) desde os 11 anos de idade.

Bom, era só isso que eu tinha a dizer! Obrigada pelo blog, sou fã de carteirinha dele!

Milena Popovic

Por Antonio Ribeiro

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“O futebol parou no tempo”

quinta-feira, 19 de novembro de 2009 | 14:32

lancecesar

Antonio,

Amo futebol. Aprendi com o Velho Augustão, meu pai.

Aprendi a ser Botafogo nos anos 60, quando o alvinegro carioca era o melhor time do Brasil.

Nos gramados, sempre fui um jogador que beirava o patético. Mas era metido a líder, a zagueiro clássico.

E sou fã de Pelé, Jairzinho, Paulo César, Franz Beckenbauer, Carlos Alberto, Cruyff, Diego Maradona, Michel Platini, Zinedine Zidane, Zico, Roberto Rivelino, Romário, Ronaldo, Cristiano Ronaldo, Paulo Roberto Falcão, Baresi, Messi, Marco van Basten.

Mas confesso: está cada vez mais chato ver futebol.

Principalmente devido aos erros estúpidos de arbitragem.

Como me irrita ver um time perder um jogo ou um campeonato - seja ou não o Botafogo - por causa de erro de arbitragem.

Ontem foi a vez dos irlandeses. O sonho de ir à África do Sul acabou graças a mão de Henry. Em casa, com a patroa ao lado, gritei: “Caramba, isso é roubo”.

Não posso pensar em outra coisa. É má-fé, roubaram os irlandeses, para que a França não ficasse fora da Copa.

Sou árduo defensor do uso da tecnologia no futebol.

Tem dúvida, para o jogo. O quarto árbitro, com a ajuda da TV, chama o árbitro principal e juntos tomam a decisão.

Gol de mão? Anula. Gol na banheira? Anula. Falta violenta? Expulsa.

Ah, os puristas vão dizer que isso tiraria a dinâmica do jogo.

Ora bolas, o basquete é o jogo mais veloz do mundo. Tem a tecnologia como aliada. E nunca perdeu dinamismo - mesmo com o excessivo rigor na marcação das faltas.

Tênis tem tecnologia. Vôlei também. Até peteca tem.

Mas o futebol parou no tempo. Errar absurdamente ou roubar faz parte do evento. Fica divertido, faz parte do folclore, aumenta a polêmica.

Embora Nelson Rodrigues afirmasse que o videoteipe é burro, não há mais como abrir mão da tecnologia no futebol.

Do Rio, um abraço alvinegro

César Seabra

OBS - Jornalista brilhante, César Seabra é diretor da GloboNews.

Por Antonio Ribeiro

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Pitot: TAM responde ao leitor Adalberto Queiroz

sexta-feira, 9 de outubro de 2009 | 16:09

Queiroz e o Airbus A300-200 da TAM

Queiroz e o Airbus A330 da TAM: trocas de e-mails e dos Tubos Pitot

Meu caro Monsieur Ribeiro.

Para seu conhecimento e de seus leitores, anexo a correspondência da TAM Fale com o Presidente, número 20788894.

São Paulo, outubro de 2009.

Prezado Sr. Adalberto,

Tomamos conhecimento de seu e-mail enviado ao serviço Fale com o Presidente e agradecemos sua atenção em entrar em contato conosco.

Com relação ao seu questionamento, informamos que a TAM já efetuou a substituição do sensor do tubo de Pitot em toda a sua frota Airbus em operação, o que foi finalizado em 01/09/2009 seguindo a recomendação feita pela EASA (European Aviation Safety Agency) e a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).

Esperamos ter esclarecido as suas dúvidas, mas saiba que estamos à disposição para quaisquer esclarecimentos que se sejam necessários.

Atenciosamente,

Equipe Fale com o Presidente
TAM Linhas Aéreas

Por Antonio Ribeiro

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Teve mais público que Roberto Carlos

quarta-feira, 26 de agosto de 2009 | 18:39

paulocoelho01

Leitor do blog DE PARIS na Veja.com, o escritor Paulo Coelho que até junho de 2009 vendeu 135 milhões de livros em 155 países e foi traduzido em 69 idiomas, afirma e propõe provar que o título de autor mais vendido no Brasil é dele. O escritor desafia cavalheirescamente Augusto Cury provar o contrário.

Paulo Coelho, em seu refúgio nos Pireneus, escreveu o seguinte ao blog DE PARIS:

Caro Antonio,

É ótimo servir de referencial do mercado, fico lisonjeado quando dizem que vendem mais que o Paulo Coelho.

Me lembro das comparações dos shows de Roberto Carlos no Canecão: quando um artista se apresentava lá, diziam: “teve mais público que Roberto Carlos!”. Alguns meses depois, outro artista subia ao palco, não se referiam ao anterior, e de novo diziam “teve mais público que Roberto Carlos!” A história de “teve mais público que Roberto Carlos” continuou por anos a fio.

Desde que estou no meio literário, outros escritores tiveram títulos que venderam mais que o que eu estava lançando naquele ano. Lembro de dois: Lya Luft e Luis Fernando Veríssimo, escritores de merecido sucesso. Mas continuo, com muita alegria, sendo o referencial de vendagem.

O mercado de livros é assim, as vezes o livro emplaca, outras vezes não. O meu livro “O Vencedor está só”, por exemplo, não emplacou no ano passado. Embora eu tenha colocado amor no trabalho e minha editora tenha feito uma promoção impecável.

Fiquei surpreso com a declaração de um colega autor, Augusto Cury. Ele afirma ter vendido “quase dez milhões de livros”, segundo reportagem da Veja.com. Fiquei curioso para saber como ele chegou a esse numero que lembra o “teve mais público que Roberto Carlos!”.  Ele não forneceu os comprovantes.

A credibilidade de um escritor não está apenas no que escreve, mas também em tudo que diz. Acho bem pouco provável que o Augusto Cury tenha vendido “quase” dez milhões de livros em dez anos. Mas posso estar enganado. Eu e todo o mercado livreiro, que está rindo dos números fornecidos.

“Quase” dez milhões de livros significa “quase” um milhão de livros por ano, durante dez anos, o que já teria feito de Cury um sucesso em 1999.  Temos pelo menos uma editora em comum e, pelo que apurei, ele terá que ter vendido muitíssimo em outras editoras para chegar a este número.

Fica aqui um desafio cavalheiresco: eu me proponho a solicitar a meus editores todas as notas fiscais durante estes dez anos. Chegaremos a 9,2 milhões de exemplares vendidos. Ponho minha mão no fogo.

Augusto Cury, autor que merece credibilidade até prova ao contrário, fará o mesmo para provar?

De Saint Martin, um abraço.

Paulo Coelho

Por Antonio Ribeiro

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De Nova York, César Seabra

terça-feira, 12 de maio de 2009 | 15:58

Antonio,

Mestre,

Aquilo ali foi roubo mesmo. Para evitar uma nova final inglesa na Liga dos Campeões. O soprador-de apito meteu a mão no Chelsea. Até entendo um árbitro errar em um lance, não marcar um pênalti… O juiz tem o direito da dúvida, do erro… Ele não tem o recurso da TV. Mas errar três, quatro pênaltis num jogo só. Não consigo acreditar em erro. Mas não paro de pensar em má-fé, armação. O futebol precisa se modernizar. A arbitragem tem que usar a tecnologia, para não cometer esses absurdos. Os puristas dirão: “Ah, mas isso tira a dinâmica do jogo”. Pode ser. Mas evita erros, como esse contado por você. O cara roubou o mafioso do Chelsea… Dizem que ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão. Se fosse contra o Botafogo, eu começaria uma guerra-santa contra esse juiz da Noruega.

Abraços,

Cesão

OBS - César Seabra é o chefe do escritório da TV Globo em Nova York, o mais prolífico da TV brasileira. Depois, de brilhante passagem pelo jornal O Globo, o meu amigo botafoguense ajudou criar o diário esportivo Lance!. Sabe tudo de bola - e de Paris e de rock - e não é prosa. Ave César.

Por Antonio Ribeiro

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De Paris, Daniella Ortiz

domingo, 15 de março de 2009 | 18:03

Prezado Antonio Ribeiro

Em primeiro lugar gostaria de agradece-lo pelas dicas gastronômicas. Tanto o Joe’s quanto o Imperial Choisy atenderam a expectativa passada pelo seu blog.

Eu e meu marido ficamos em Paris em 2005 até 2007 e voltamos para Paris em setembro do ano passado, quando passamos a ler o seu blog. A cada texto, nosso gosto pela leitura aumenta. Meu marido sempre pergunta: “O Ribeiro (desculpe a intimidade) já escreveu?”

Continue a nos presentear com seus textos e dicas deliciosas.

Grata

Daniella Ortiz

REPOSTA:

Cara Daniella,

Muito obrigado pela leitura e envio do comentário.

Estamos pensando em criar um espaço aqui onde colocaremos todas as dicas sobre Paris. Sugestões não só minhas, mas dos
leitores e também dos parisienses.

Estou pensando em um titulo simpático. Que tal, Paris: minha, sua, deles?

Aproveito para convidar os leitores a enviar sugestões, em um primeiro instante, para o titulo e depois, dicas de endereços que gostam em Paris

De Paris, um abraço para o casal.

Antonio Ribeiro

Por Antonio Ribeiro

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De Zurique, Sergio Salis

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009 | 21:51

Bom dia senhor Ribeiro,

Sou suíço de Zurique com relações desde anos com amigos pesquisadores e artistas no Brasil. Leitor
durante anos do VEJA, fiquei triste com a imprensa em geral. Manifestação contemporânea de falta de cuidado com as informações? Hannah Arendt comentou a “banalidade do mal”, aonde fica a cultura? A nossa única solução permanece a cultura.

Envio-lhe respeitáveis saudações

Sergio

RESPOSTA:

Caro Sergio,

Muito obrigado pela leitura e envio do comentário.

De Paris, um abraço

Antonio Ribeiro

Por Antonio Ribeiro

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De São Paulo, Nadia Oliveira

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009 | 11:56

Caro Antonio Ribeiro,

O título do seu exelente post (Precisão Suíça), não saiu da minha cabeça desde quando o li atentivamente. Parece que está aí o X da questão. Como mulher que gosta de se maquiar, tenho a maior dificuldade em pintar meus olhos simetricamente. Por exemplo, passo o lápis preto no olho direito e nunca consegui repetir o mesmo gesto, no olho esquerdo. Sai sempre desigual. Como é que uma mulher, supostamente perturbada, consegue fazer estes cortes superficiais, vistos nas fotos, com precisão suiça? Ela não é cirugiã, mas advogada. Haja sangue frio! E mais: onde está o namorado suíço que escafedeu-se na hora em que o circo começou a pegar fogo? Mais comum do que o “golpe da barriga”, é homem covarde fugir da paternidade.

RESPOSTA:

Cara Nadia,

Muito obrigado pela leitura e envio do comentário

De Paris, um abraço

Antonio Ribeiro

Por Antonio Ribeiro

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De Montreal, Bruno Hildebrando

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009 | 5:12

Antonio,

Eu moro em Montreal há 3 anos e estive em Paris por alguns dias, um pouco antes da Copa do Mundo de Rugby, setembro de 2007.

Fiquei hospedado em Clichy e caminhei bastante no centro de Paris. Eu vi tanto a Paris para encantar o turista e também um pouco da Paris de verdade. Eu vi a cidade como ela é: cheia de história, uma arquitetura incrível, o trânsito pesado, uma economia rica, populosa e com as consequencias decorrentes disso, como o metrô sempre cheio, as ruas movimentadas mesmo em bairros afastados.

Até nos países escandinavos há problemas, por que não os haveria em Paris? Em Montreal, há também problemas como excesso de veículos, sinalização confusa, transporte público insuficiente, buraco nas ruas e estradas, pedintes procurando abrigo nas estações de metrô - o frio aqui chega a 40 negativos. Muitas vezes, a remoção da neve atrasa ou é feita em horário de rush. Vá para Toronto e dê uma caminhada na Younge Street domingo a tarde. Observe a quantidade de gente com copo vazio estendido pedindo esmola.

San Francisco tem problema de assalto, mesmo durante o dia. Barcelona tem um trânsito infernal. Curitiba está violenta e o trânsito está cada vez pior devido à quantidade de veículos e do nível de agressividade dos motoristas. Se os franceses gostam de ver as coisas ao seu modo, o que fazer? Eles sabem que perderam todas as guerras modernas em que se envolveram. Agora, que nós não fiquemos presos a estereótipos de outras culturas, seja por bajulação ou por rejeição. Porque não precisamos copiar-los em tudo, certo?

De Montreal, um abraço,

Bruno Hildebrando

RESPOSTA:

Certo, meu caro Hildebrando.

Muito obrigado pela leitura e envio do comentário. Faça-me saber da sua opinião sempre que julgar oportuno.

De Paris, um abraço

Antonio Ribeiro

Por Antonio Ribeiro

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Odílio Lopes, de Paris

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009 | 17:43


Senhor Antonio Ribeiro,

Cada vez que leio as suas reportagens de França na Veja.com são sempre coisas boas, bonitas. É tudo agradável, extraordinário. Fico pensativo: os brasileiros devem ficar maravilhados com a França e com sua capital.

Sabe qual é a diferença entre um jornalista brasileiro (certamente de origem portuguesa) e um jornalista francês? Sem ser ofensivo, vou explicar.

Um jornalista brasileiro em França vai tentar encontrar tudo o que existe de bom. Fazer reportagens positivas para os leitores brasileiros ficarem de boca aberta. Dizerem: que bonito país, que gente culta, que prazer viver em Paris! O jornalista francês no Brasil nunca vai falar o que de bom existe lá. Vai sempre tentar rebaixar o brasileiro, mostrar aos compatriotas que o Brasil é terceiro mundo. Para eles, as brasileiras são todas prostitutas, todos são pobres, não há cultura. Vai fazer reportagem sobre as favelas de São Paulo e Rio de Janeiro. Dizer: ainda bem que os franceses ensinaram os brasileiros a apreciar vinhos e comer bem. Em São Paulo, por
exemplo, há restaurantes franceses em todas as ruas.

Os brasileiros já falam mais francês do que português. Os brasileiros dizem, por exemplo, bistrot, reveillon, Papai Noel, dossier, enquête, lingerie, buffet. Assim dizem porque gostam de ser como os franceses. “Não conseguem porque nós somos os maiores”, pensam os franceses. Resultado: hoje os brasileiros tem um complexo de inferioridade tão grande para com os franceses que já nem no futebol lhes ganham. Jornalistas brasileiros para se valorizarem utilizam palavras francesas pois dá-lhes um ar de sábio e de importância. Na culinária não dizem um escansão, mas sommelier; filet mignon em vez de lombo. Valorizam o que é francês como se os outros não tivessem produtos iguais ou melhores. Valorizam a cultura francesa como se não houvesse cultura nos outros países.

O resultado está à vista: um povo com superioridade e arrogante e outro, com complexos de inferioridade.

Se o senhor, não digo criticar, mas procedesse como os franceses, as suas reportagens só falariam de coisas ruins. Por exemplo: das pessoas que dormem na rua em Paris (e são muitas), dos pedintes que há em todo o lado, da miséria que há neste pais, dos 15 milhões de analfabetos, dos problemas de imigração, dos salários que não dão para comer, dos distúrbios provocados pelos os jovens nos fins de semana em sítios turísticos, da falta de instrução da maioria dos franceses. Pergunte ao francês qual a população do Brasil? Qual língua se fala por lá? Geralmente, respondem que os brasileiros falam espanhol e que no Brasil devem viver uns 20 ou 30 milhões de pessoas. Pergunte aos franceses o nome de um ou dois autores brasileiros. No melhor dos casos, conhecem o Paulo Coelho porque ele vive em França e porque gosta de falar francês.

O senhor devia fazer reportagens sobre o que esta na moda em França. Nenhum jornalista brasileiro escreve sobre as agressões aos automobilistas nos semáforos — dizem que foi importado do Brasil. Deveria fazer reportagens sobre a nojeira da maioria dos restaurantes parisienses; da sujeira nas ruas (só o centro está limpo); da má educação das pessoas; da maneira como lidam com os turistas; da tristeza genetica da maioria dos franceses… O francês em geral é um povo com pouco asseio. Traja mal, mas consegue transmitir a idéia de que é limpo e elegante.

É verdade que é mais fácil falar do Louvre e de alguns restaurantes de luxo. Só que não transmite a realidade francesa aos brasileiros. Não estou a dizer que só deve falar de o que é mau, mas simplesmente mostrar a realidade.

Com os meus comprimentos, de Paris.

Odílio Lopes

RESPOSTA:

Caro Odílio,

Muito obrigado pela leitura e envio do comentário.

Seu recado está dado, pá.

De Paris, um abraço

Antonio Ribeiro

Por Antonio Ribeiro

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