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Arquivo da categoria Arquivo

15/05/2009

às 11:16 \ Arquivo

Queda histórica no desempenho das principais empresas: – 9%


As principais empresas francesas que compõe o índice
CAC 40 encolheram 9% no primeiro trimestre de 2009 em relação ao
mesmo período em 2008. Veja o quadro. A primeira coluna corresponde aos
resultados de 2008 e outra à direita, a percentagem do recuo ou da evolução de janeiro a março de 2009. Devido a crise que começou em julho de 2007, a maioria das empresas
engajaram-se em drásticos programas de contenção de despesas, mas o custo de reestruturação
tem sido elevado.

Por Antonio Ribeiro

24/04/2009

às 11:23 \ Arquivo

Ave Augusto


Caríssimos leitores.

É um prazer saudar a chegada do
brilhante jornalista Augusto Nunes à Veja.com. Redator-Chefe de VEJA em 1984,
quando tive o prazer de ser convidado a trabalhar para revista, o “Nunes”, como
era carinhosamente chamado na redação, foi refêrencia para os
jornalistas da minha geração e desde sempre, fonte inspiradora. Bem-vindo, Augusto.

 De Paris, um abraço

 Antonio Ribeiro

Por Antonio Ribeiro

24/04/2009

às 9:30 \ Arquivo

O enigma do mais famoso casal de amantes da história

A arqueologia chegou ao Egito com as tropas de Napoleão. Desde então, não há região do planeta onde o estudo das culturas e os modos de vida do passado a partir da análise de vestígios materiais é tão emblemática. Isso deve-se, basicamente, a dois fatores: a história da civilização à margem do Nilo e a areia, o oceano mineral que cobre, conserva e deixa penetrar com mais facilidade. Mas há outro ponto relevante: se não houvesse a curiosidade, o conhecimento científico e o espírito aventureiro dos arqueólogos, o Egito Antigo ainda estaria encoberto pelo mistério.

Faz parte deste grupo uma figura especial, o todo-poderoso secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades, Zahi Hawass. “Muita gente me diz que nosso ofício não é tão excitante quanto aparece nos filmes de Indiana Jones, eu digo que é sim”. Debaixo do chapéu de lona surrada, idêntico ao do personagem cinematográfico, Hawass clama ter achado o túmulo de Cleópatra e de Marco Antonio. A eventual descoberta seria, enquanto não se sabe o paradeiro de Alexandre, o Grande, o maior achado arqueológico desde 1923, quando foi encontrada a múmia do Faraó Tutancamon com seus 3.500 pertences intactos.

Cleópatra morreu há 2.039 anos. A última rainha do Egito foi mãe do filho único do homem mais poderoso do seu tempo, Júlio César. Depois do assassinato do imperador, ela teve mais três herdeiros com seu protegido, Marco Antonio. A maternidade assegurou a Cleópatra o trono de um reino decadente e através dela, perseverou a seca, fome, pragas até a Batalha de Ácio — vitória naval definitiva da guerra civil romana, de Otávio, mais tarde César Augusto, contra Marco Antonio, a passagem da República ao Império. Mas a fama de Cleópatra perdura os tempos por atributos distintos aos que fazem grandes, os personagens históricos. Dizem que ela era bela e sedutora. Há provas, ela era mesmo. Nem tanto quanto Elizabeth Taylor, a sua encarnação mais bem encontrada depois das peças de Shakespeare, Dryden ou Shaw (veja a foto que ilustra este post).

A literatura — incluso os escritos do historiador grego Plutarco — dá conta que ao saber de Marco Antonio trespassado pelo próprio gládio, Cleópatra induziu uma serpente venenosa morder-lhe o seio. Se as escavações no Templo de Taporisis Magna, 50 quilômetros a oeste de Alexandria, encontrarem uma câmara mortuária em bom estado de conservação, poderá ser revelado o mistério do fim do casal mais famoso da história. Cleópatra suicidou-se ou feita prisioneira das tropas romanas, foi assassinada por ordem de Otávio? Já foram encontrado com a ajuda de uma equipe de arqueólogos dominiquenhos, um busto da rainha, esculpido em alabastro, 20 moedas com seu perfil, fragmento da mascara mortuária de Marco Antonio (ou de sósia de Richard Burton) e 20 múmias. Os 27 túmulos do templo sagrado de Íris, 20,7 metros debaixo da terra natal de Cleópatra e onde mitologia egípcia diz estar enterrada a deusa Íris, estão selados desde o ano 30 AC.

É método do mediático Zahi Hawass apresentar suas descobertas de maneira espetacular. Ao longo dos anos, sua atitude teatral,  jogou os holofotes para as antiguidades egípcias, atraiu recursos e promoveu a criação de 19 museus dedicados a objetos encontrados no seu país pobre. Mas não só. Os anúncios de Hawass quase sempre provocam suspeita e controvérsia. “Eu não vejo argumento convincente para explicar porque Cleópatra e Marco Antonio estariam enterrados neste templo” , diz Reynee Dreyfuss, curador de arte Antiga no Museu M.H, de Yang Memorial, em São Francisco, Califórnia. Dreyfuss acha reverencia demasiada permitir a  uma prisioneira e a um rival derrotado por Otávio serem enterrados no mais prestigioso templo do reino ocupado, na época, pelo Império Romano. “Quero ver se eles acham canela no suposto tumulo de Cleópatra.” desafia o curador. Além dos tesouros, a especiaria exótica teria acompanhado a rainha na sua viagem para o além. Contudo, como explicar a presença de tantos objetos da mais poderosa mulher da história no mesmo lugar?

O grego Eurípides (480 AC – 406 AC) sustentava que as mulheres inteligentes são perigosas. Cleópatra foi criada para governar, serviu-se da promiscuidade e virilidade na intersecção entre dois mundos. Ela conseguiu, tal qual a cidade Córdoba, reconciliar culturas distintas. A rainha morreu como a Julieta de Romeu, motivada pelo mais admirável sentimento feminino, o amor. Tragédias da paixão acompanharam, inspiraram a humanidade. Cleópatra, ao que tudo indica, foi protagonista de uma das mais famosas. Agora cabe à arqueologia tarefa similar à dos detetives particulares, fornecer provas para transformar o rumor, a lenda, em realidade. Caso não consiga, e até aparecer ilusão melhor, Elizabeth Taylor está de bom tamanho.

Por Antonio Ribeiro

18/04/2009

às 9:03 \ Arquivo

Já tinha acontecido com Bush, mas sem fotografia.


Hugo Chávez a Barack Obama: "Con esta misma mano hace ocho años yo saludé a Bush. Quiero ser tu amigo."

Por Antonio Ribeiro

04/03/2009

às 15:38 \ Arquivo

O suspeito foi denunciado pela ex-mulher


Suspeito de enviar uma cartas com ameaças de morte
e balas calibre 9 mm e 38 especiais (mais longas), é um militar da reserva e informático, de 47 anos de idade.
Ele foi denunciado pela sua ex-mulher porque utilizou vocabulário na carta
próximo à ameaças feitas a ela anteriormente. A policia prendeu o suspeito no seu
domicilio na cidade de Montpellier, no sul da França. Ele ficará detido para
interrogatório durante 96 horas. Caso seja condenado, corre o risco de uma pena
de 3 anos e multa que pode chegar a 45.000 euros.

Por Antonio Ribeiro

04/03/2009

às 10:09 \ Arquivo

A polícia prendre um suspeito


Um
homem de 42 anos de idade anos foi preso em s
ua casa, na cidade de Montpellier,
no sul da França. Ele é suspeito de enviar cartas com ameaças de morte e balas
dos calibres 9 mm e 38 especial (mais longas) a Sarkozy, ministros e parlamentares da União por um Movimento Popular (UMP), partido do
presidente da França. O autor da carta escreveu:
 "Ministros,
deputados, senadores, criadores de leis libertinas e fascistas, vocês são cadáveres
em potencial" Rachida Dati, ministra da Justiça, também foi ameaçada:
"É sério, você e o húngaro sujo [Sarkozy] vão receber uma bala na testa."
O palácio do Eliseu, sede do governo francês, recebe todo mês entre 50.000 e
70.000 cartas para o presidente da República. Ameaças de morte são raras. A polícia
privilegia a pista de um desequilibrado mental como autor das ameaças. Isto não é
uma questão menor, uma vez que os assassinos de personalidades, historicamente,
não fazem parte de indivíduos equilibrados. "Um desequilibrado mental,
solitário e imprevisível é infinitamente mais perigoso para um alvo em
potencial do que um grupo terrorista conhecido, muito mais difícil seguir seus
passos para evitar o crime", afirma Daniel Rémy que dirige o grupo de
seguranças francêses responsável pela proteção de altas autoridades.

No dia 22 de janeiro, Zéphir Brassart, de 67 anos de idade, foi detido durante 7 horas para interrogatório na Brigada Criminal parisiense. Seu nome figurava como remetente em uma carta com ameaças e insultos a Sarkozy. Mais tarde, descobriu-se que a indentidade do suspeito tinha sido usurpada.

Por Antonio Ribeiro

19/02/2009

às 15:06 \ Arquivo

Polícia de Zurique: a íntegra do comunicado sobre a confissão

A tradução do alemão para o português é de
autoria da Polícia de Zurique.

O presumível incidente na estação ferroviária
de Stettbach: Foram reconhecidas as declarações como falsas.

A mulher que alegou ter sido agredida,
reconheceu diante da polícia ter feito declarações falsas. O decorrer exato e
os motivos de tais declarações falsas constituem objeto de uma investigação
penal. Por via de um procedimento separado, será investigada a maneira como alguns
elementos do interrogatório desta mulher chegaram ao conhecimento público. Em
complemento do comunicado da Promotoria de Zurique-Sihl, de 18 de fevereiro de
2009, a mesma divulga, em colaboração com a Promotoria I do Cantão de Zurique,
o seguinte comunicado: A cidadã brasileira de 26 anos de idade, que tinha
alegado ter sido agredida no dia 9 de fevereiro de 2009 na estação ferroviária
de Stettbach em Zurique, revocou suas declarações diante da polícia. No dia 13
de fevereiro de 2009, declarou que não aconteceu nenhum ato de agressão, e que
ela tinha aplicado as feridas de corte nela por si própria. Quando confrontada
com o resultado dos exames ginecológicos, ela confirmou que não se tinha
encontrado em estado de gravidez. Em consideração destas declarações, foram
encaminhadas imediatamente ulteriores investigações. A Promotoria de
Zurique-Sihl, em colaboração com a Policia Municipal de Zurique, investiga
particularmente os motivos de tal atuação desta mulher, como também a questão
se, e em qual medida, houve planejamento e se houve participação de outras
pessoas. Estas investigações são conduzidas sob o titulo penal de indução ao
erro da autoridade de justiça. Já no dia 9 de fevereiro de 2009, numerosos
meios de prova foram abrigados pela Policia. A avaliação de técnica criminalística
dos mesmos continua pendente. Da mesma forma, a investigação baseada na Denuncia
apresentada originalmente, continua pendente. As declarações feitas em 13 de
fevereiro de 2009 ainda não foram confirmadas no âmbito de um interrogatório
formal conduzido pela Promotoria. Em consideração do caráter contraditório das declarações
desta mulher, as suas afirmações terão que ser conciliadas com os resultados de
técnica de vestígios e dos exames de medicina legal. Por este motivo, a Policia
e a Promotoria de Zurique resolveram não divulgar o conteúdo de tais declarações
de 13 de fevereiro de 2009. Entretanto, nos meios de comunicação já foram
divulgadas as presumíveis declarações desta mulher. Os tais relatórios jornalísticos
coincidem parcialmente com os fatos. Sobre os pormenores das citadas declarações,
a Promotoria de Zurique-Sihl e a Policia Municipal de Zurique não se pronunciam
por em quanto, em consideração da proteção à personalidade das pessoas
envolvidas. Por via de um procedimento separado, está sendo investigada a questão
da maneira em que alguns conteúdos do interrogatório policial chegaram ao
conhecimento publico. Aos 19 de fevereiro de 2009, a Promotoria I do Cantão de
Zurique abriu um procedimento de instrução penal com o foco, entre outros, na questão
se houve Ruptura do segredo de oficio, sendo que ainda não foi esclarecida se
um tal ato de ruptura foi cometido. A Promotoria de Zurich-Sihl e a Promotoria
I pretendem informar os meios de comunicação
 novamente de forma ativa em tempo oportuno.

Stadtpolizei Zürich
Policia Municipal de Zurique

Por Antonio Ribeiro

19/02/2009

às 12:48 \ Arquivo

Oficial: Paula Oliveira confessou ter mentido para polícia


A Promotoria Pública da Zurique acaba de emitir um
comunicado confirmando que a advogada pernambucana Paula Oliveira, de 26 anos, admitiu, no dia 13 de fevereiro, ter mentido para polícia:

“A brasileira de 26 anos, que tinha dito que foi atacada no
dia 9 de fevereiro de 2009 na estação de trem de Stettbach, em Zurique, voltou
atrás em suas afirmações à polícia.”

Segundo a promotoria, Paula confessou que não houve agressão e que ela mesma se mutilou. 

O comunicado informa também que a Procuradoria esta abrindo um processo contra a revista suíça Die Weltwoche por quebra de sigilo (leia a nota abaixo). Pelas leis suíças é considerado crime tornar público peças do processo penal durante a investigação policial. A Corte de Justiça da Europa já absolveu vários jornalistas suíços em casos semelhantes.

Por Antonio Ribeiro

18/02/2009

às 22:25 \ Arquivo

Partido do Povo Suíço nega ser a origem do indiciamento

Alain
Hauert, porta voz do Partido do Povo Suiço negou, categoricamente, a
Veja.com
que tenha sido iniciativa do partido indiciar a
advogada pernambucana Paula Oliveira, de 26 anos. Segundo Hauber, o procedimento é uma consequência natural do sistema judiciário suíço.  O Consulado do Brasil em Zurique confirma. O Ministério Público suíço suspeita que Paula Oliveira tentou induzir as autoridades ao erro. 

“Quem tornou a questão policial em
fato político foi o presidente do Brasil, Lula da Silva", disse Hauber.

O
advogado de Paula Oliveira, Roger Müller, por sua vez, só irá debruçar para valer na defesa de
sua cliente a partir da próxima quarta-feira, dia 25 de fevereiro. No entanto, adiantou que o fato de Paula Oliveira sofrer de lupus, doença que provoca também distúrbios psicológicos será elemento atenuante no processo contra ela. 

Por Antonio Ribeiro

18/02/2009

às 14:58 \ Arquivo

Comunicado da Procuradoria Pública de Zurique – Sihl

Caso na estação de trem de Stettbach de 9 de fevereiro de
2009: orientação

Em prosseguimento ao comunicado de imprensa da Polícia de
Zurique de 12 de fevereiro de 2009 e 13 de fevereiro de 2009, o Ministério
Público de Zurique-Sihl comunica:

A Procuradoria Pública de Zurique-Sihl decidiu em 17 de
fevereiro de 2009 indiciar a brasileira de 26 anos por suspeita de falso
testemunho no sentido do Artigo 304 do Código Penal Suíço.

Ao mesmo tempo, a Procuradoria Pública de Zurique-Sihl
decreta contra a mulher, no sentido do parágrafo 72, inciso 1 do Procedimento
Processual Penal de Zurique, o bloqueio do passaporte e dos papéis, como é
comum nestes casos,

Essa medida garante que a mulher permanecerá na Suíça o
tempo que for necessário para a conclusão do processo criminal e das
investigações.

O Tribunal de Zurique indicou ontem à mulher um defensor
público.

O inquérito aberto em 12 de fevereiro de 2009 relativo à
denúncia de uma agressão cometida por desconhecidos continua em andamento.

Outras informações só serão fornecidas quando a posição das
investigações o permitir.

Procuradoria Pública de Zurique – Sihl

Leia sobre o caso de Rebecca K., no post abaixo.

Por Antonio Ribeiro

 

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