19/11/2009
às 8:35 \ FutebolMãos ao alto!

Os dois lendários e mais respeitados jornais de esporte da Europa publicaram nas suas primeiras páginas a história do lance vergonhoso — impedimento e toque duplo de mão do atacante e capitão do time, Thierry Henry — que classificou a França para Copa do Mundo da África do Sul. O francês L’Equipe titula: “Mão de Deus”. E faz um comedido editorial — Perfil baixo”— em cima da foto da ação. “Não há comemoração, mas alívio,” escrevem sobre o sentimento hoje entre os torcedores franceses. O italiano La Gazzeta dello Sport, é mais específico. Publica frase do treinador da Irlanda, Giovanni Trapattoni: “Che furto!” Quer dizer: “Que furto!”
Em Paris, os imigrantes e franceses de origem magrebina comemoraram a classificação da Argélia para Copa depois da vitória sobre o Egito. A maioria dos torcedores dos Bleus manifestaram desconforto e diferentes níveis de vergonha após a classificação da França. Em Zurique um porta-voz da FIFA descartou a possiblidade agurmentando que segundo as regras do futebol o arbitro do jogo tem a palavra final. Bem, segundo as regras do fubebol… toque de mão só vale para os goleiros.
Tags: Giovanni Trapattoni, Thierry Henry



Dias depois do presidente Lula da Silva contar para um amigo confidente na RedeTV! que o mensalão — o maior show de corrupção da história do Brasil onde a estrela do PT brilhou como nunca — não passou de golpe da oposição, a organização Transparência Internacional (TI) divulgou sua famosa lista anual. O Brasil continua lá, quase na zona do rebaixamento, entre os países corruptos. O país recebeu 3,7 pontos, em uma escala da prática da propina de 0 a 10. É uma nota vergonhosa para uma das maiores economias do mundo. Aliás, é uma nota vergonhosa para qualquer um. Embora tenha galgado 5 posições na percepção da TI, o país ainda navega em baixíssimo nível de honestidade. Se o Brasil fosse uma concessonária de carros usados, ele seria a 75º opção confiável para um consumidor comprar o seu veículo. No auge do mensalão, entrevistamos Peter Einger, criador da Transparência Internacional, para VEJA. A entrevista foi publicada na edição 1927, de 19 de outubro de 2005, reproduzimos abaixo para refrescar a mémoria.
A ministra Dilma Rouseff pode incluir duas novidades na sua ficha corrida de autenticidade comprovada. Ela foi o primeiro ministro brasileiro a tomar boa parte em uma entrevista a imprensa, reservada aos presidentes no Palácio do Eliseu, em Paris, ainda que sua fala tenha sido de um tédio incomum entre os melhores soníferos das farmácias francesas. Lembrou a aluna recitando o decoreba. Outra, não há registro de visitante a sede do governo francês que tenha trajado algo tão semelhante a um agasalho esportivo e uma peruca tão próxima a um capacete. Noves fora o ineditismo de Dilma, chamou a atenção a intolerância da ministra com as perguntas da imprensa francesa desavisada que madame está em campanha. Apiedo dos meus colegas jornalistas brasileiros que aguentam a conversa fiada diariamente. Brava gente, meus respeitos. Mon Dieu, não há um raciocínio concatenado. Perto de Dilma Rouseff, a candidata socialista derrotada nas presidenciais francesas, Ségolène Royal, parece uma assumidade. Que nível!

Os parlamentares franceses aprovaram a compra – 185 milhões de euros – de um Airbus A330, o mesmo do acidente com do voo AF 447, para servir, a partir do fim de 2010, como avião do presidente da França. O “Aerolula” francês já ganhou o apelido de “Air Sarko One”, em referência ao Air Force One, o Boeing 747-200B do presidente dos EUA. Estima-se em 20.000 euros a hora de voo do novo avião. Ele será equipado de sofisticadíssimo sistema de comunicações, instalações médicas, sala de reuniões, escritório, quarto com banheiro e defesa anti-missil. Está sendo examinado também um pedido de verbas para a compra de um jatinho Falcon 7x, da francesa Dassault Aviation, fabricante dos Rafale. Ele servirá para os deslocamentos curtos de Nicolas Sarkozy. Ninguém pode dizer que faltou a preferência pela identidade nacional na escolha dos aparelhos.
O presidente do Senado, José Saney, escreve hoje no jornal a Folha de São Paulo:
Código Florestal: Dilma exigirá recomposição de vegetação
AIEA descobre urânio enriquecido a mais de 20% no Irã
Sony lança tablet no Brasil
Apple vai integrar Baidu ao iOS na China









Alemanha
Espanha
França
Grã-Bretanha
Itália
Portugal
Rússia