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11/07/2010

às 14:48 \ África do Sul

No adeus, festa com luzes, música e dança

A África do Sul começou a se despedir da Copa do Mundo com um belo espetáculo neste domingo, no estádio Soccer City. O show de encerramento do Mundial foi empolgante, colorido e criativo. Não houve cenários suntuosos nem números ensaiados demais – o espetáculo teve a cara da África do Sul, com música, dança e muita espontaneidade. O país mostrou o que dele se espera, com referências à natureza e às tradições africanas, mas sempre com um sabor contemporâneo, tentando fugir do óbvio. O primeiro número músical foi o de Shakira, com a música-tema da Copa, Waka Waka (na foto abaixo). O ponto alto do show foi sem dúvida a iluminação que transformou o estádio Soccer City num grande telão – o gramado projetou imagens diversas, desde lances do torneio até todas as bandeiras dos países participantes. O melhor momento foi a apresentação do grupo vocal sul-africano Ladysmith Black Mambazo, com a música Rain, acompanhada da entrada de alegorias representando elefantes, que caminhavam ao redor de uma lagoa projetada no centro do gramado. Foi um show na medida certa: zero de ostentação, muita inventividade e belas cenas para entreter uma plateia que, pouco mais de uma hora depois, passaria momentos de nervosismo extremo torcendo por suas seleções.

(Por Giancarlo Lepiani, de Johannesburgo)

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3 Comentários

  1. fabio

    -

    24/10/2010 às 14:58

    os cenarios da copa ficaram muito lindo,esta de parabens africa do sul

  2. cristina

    -

    06/10/2010 às 20:26

    O Polvo não diz se prefere brasil ou argentina…
    http://mapadafortuna.blogspot.com/

  3. Jefferson

    -

    13/07/2010 às 12:59

    A copa do mundo de 2010 me surpreendeu de uma maneira positiva, a forma como os africanos torceram, a sua empolgação, alegria e suas danças engraçadas e contagiantes com suas vuvuzelas, foram um “show a parte”.
    Agora a “bolinha” apresentada nesta copa, não a “bola” oficial, que também foi outra que causou polêmica, mas voltando, foi o futebol apresentando, que negativamente me surpreendeu deixando-me preocupado com o futuro do futebol arte. Já o nível da copa pode-se dizer que foi equilibrado, já não se vê mais a superioridade inquestionável das ditas “favoritas”, que ganhavam com o “peso” histórico da camisa. O que foi visto na maioria das partidas, foram confrontos que não empolgaram muito, assiste a jogos que davam sono, de tão chato de se ver, um futebol muito burocrático e pouco criativo. Acredito, analisando friamente o que foi visto, que as apresentações dos jogos deixaram muito a desejar, prova disso é que é a segunda copa apresentada com menor índice de gols já realizada, perdendo apenas para a copa da Itália em 1990.
    O futebol arte perdeu espaço para o objetivo do resultado, foi terrível assistir aos jogos da seleção suíça, por exemplo…!! Os treinadores pressionados a vencer, fazem muitas estratégias, preocupando-se em não perder, esquecendo que a qualidade ofensiva em busca da vitória é que é o brilho do futebol.
    Será que o futebol arte realmente perdeu espaço nas disputas dos jogos, principalmente em copas do mundo?
    Esperamos, ou melhor, imploramos para o bem do futebol, que os “entendidos” consigam conciliar o futebol de resultados com qualidade ofensiva em busca da vitória. Quero ter o prazer em assistir aos jogos, como as pessoas que viveram na época de glórias dos anos 60 e 70, quando viram Pelé, Garrincha, Rivelino, Cruyff e muitos outros mostrarem o futebol arte. Assim, nossa alegria e o prazer em assistir aos jogos possam voltar.

 

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