PATROCÍNIO

Posts Tagged ‘Argentina’

domingo, 27 de junho de 2010

Argentina em ritmo lento. México ataca

Tabela rápida começando no meio de campo, aos 14 minutos, Giovani toca para Hernandes que bate de direita para fora, pegando a defesa argentina sem grande resistência. A Argentina toca a bola com certa lentidão e o craque Messi não consegue armar muitas jogadas por enquanto.

Primeiras chances são do México

Aos 8 minutos chute de longe de Salcido da esquerda, de longe, e a bola acerta o travessão.Em seguida nova descida dos mexicanos, agoira pela esquerda e Guardado chuta com efeito. A bola sai a poucos centimetros da trave esquerda

Jogos, Seleções | 13:58

É a hora da Argentina mostrar a que veio

Um golaço de Máxi em Leipzig, na Alemanha: há quatro anos, deu Argentina (Foto: Getty)

Três vitórias em três jogos, com sete gols marcados e só um sofrido. A Argentina teve uma das melhores campanhas da primeira fase da Copa, é fato. Mas a grande dúvida em torno do time treinado por Diego Maradona persiste: a equipe é ou não confiável e sólida o bastante para levantar a taça e conquistar o tricampeonato para o país? A resposta para essa questão começa a ser respondida neste às 15h30 deste domingo (horário de Brasília), no estádio Soccer City, em Johannesburgo, na estreia da equipe na fase eliminatória do Mundial, contra o México. Nas horas que antecederam a partida, o otimismo dos argentinos era evidente ao redor do estádio – onde os torcedores da seleção sul-americana deverão ser maioria. Mas Messi ainda não brilhou como se esperava (continua sem marcar um gol sequer). E a defesa é vista como ponto vulnerável pelos adversários.

Se não chega a assustar Maradona, o México pelo menos conta com uma boa equipe, que conseguiu campanha respeitável na fase de grupos, roubando a vaga da França e da África do Sul. E também há o desejo de vingança dos mexicanos: na Copa passada, na Alemanha, o time empatou no tempo normal com os argentinos, e só caiu na prorrogação, graças a um golaço inesperado do volante Máxi Rodríguez, de voleio, no ângulo (na foto acima). É o tipo de bola que um jogador só acerta de muitos em muitos anos. O jogo deixou a sensação de que, não fosse o gol surpreendente, os mexicanos poderiam ter despachado os favoritos argentinos já nas oitavas. A seleção alviceleste, porém, só caiu diante da Alemanha, nas quartas. O México quer mudar a história e, desta vez, seguir adiante no lugar dos rivais. Para a Argentina, o desejo é de repetir 2006 e passar para as quartas contra a Alemanha – também com uma chance de dar o troco, já que os alemães tiraram os sul-americanos na disputa por pênaltis.

(Por Giancarlo Lepiani, de Johannesburgo)

terça-feira, 22 de junho de 2010

Jogos | 17:34

Coreia do Sul passa, graças à Nigéria

Se faltou técnica sobrou vontade e emprenho em busca da classificação na partida em que a Coréia empatou e passou às oitavas, muito mais graças à Nigéria do que a seus próprios méritos. Isso porque aos 21 minutos do segundo tempo Yakubu perdeu o gol mais feito da Copa, sem goleiro, a pouco centímetros da linha, impedido, mas com o bandeira dando condição. Seria o 2 a 2, e logo depois viria o pênalti, convertido pelo mesmo Yakubu.

Logo em seu primeiro ataque, aos 12 minutos, a Nigéria abriu o placar com Uche. Aos 35 minutos, o mesmo jogador acerta uma bola na trave do goleiro Enyeama. Três minutos depois, a Coreia do Sul chegou ao empate com Jung Soo, após cobrança de falta de Jung pela direita.

Logo aos 4 minutos da segundo tempo, Chuyoung cobrou uma falta sem chances de defesas para o goleiro nigeriano. A partir daí, a Nigéria começou a pressionar. Aos 25 minutos, Namil fez uma falta em Obasi e o juiz marcou o pênalti. E foi só, com muita comemoração da Coreia ao fim do jogo.

Jogos, Seleções | 17:22

Argentina se poupa, mas ganha a terceira

Demichelis comemora o primeiro gol da Argentina: três jogos, três vitórias (Foto: Getty)

Numa Copa do Mundo, jogadores, treinadores, torcedores e comentaristas não gostam de perder um só jogo das seleções favoritas ao título. Num torneio tão curto, em que uma equipe disputa no máximo sete jogos, é importante observar todos os momentos das participantes mais bem cotadas. Nesta terça-feira, porém, acompanhar a partida da Argentina contra a Grécia, em Polokwane, não rendeu grandes conclusões. Os argentinos venceram, 2 a 0, gols do zagueiro Demichelis e do atacante Palermo, no fim do segundo tempo, mas não se apresentaram com força máxima: sete jogadores foram trocados na comparação com o time que goleou a Coreia do Sul na rodada passada. Não se pode, porém, chamá-la de seleção reserva, pois o time tinha Messi, Verón, Demichelis e o goleiro Romero – e entre os suplentes que ganharam uma chance estavam jogadores como Maxi Rodríguez, Milito e Agüero.

O time de Maradona, além de desfigurado, pareceu ter jogado com o freio de mão puxado. De qualquer forma, somou sua terceira vitória em três jogos, com sete gols marcados e só um sofrido. Podiam ter batido os gregos com maior facilidade, não fossem as defesas miraculosas do goleiro Tzorvas e o azar de Messi, que segue sem marcar nenhum gol na Copa – faltando apenas cinco minutos, o camisa 10 fez tudo certo, invadiu a área, disparou uma bomba e viu seu chute explodir na trave. Aos 45, soltou uma nova bomba, mas esbarrou no goleiro outra vez. No rebote, Palermo marcou. A próxima chance de Messi desencantar já tem dia e hora para acontecer. Nas oitavas-de-final, os bicampeões mundiais enfrentarão o México, uma reedição do primeiro jogo da segunda fase na Copa passada, na Alemanha. Na ocasião, os argentinos despacharam os mexicanos só na prorrogação. O próximo duelo está marcado para domingo, no estádio Soccer City, em Johannesburgo.

(Por Giancarlo Lepiani, de Bloemfontein)

Cenas do 12º dia

Nesta terça-feira,  quatro jogos completam a tabela: México e Uruguai, França e África do Sul, Nigéria e Coreia do Sul e, para finalizar o dia, Grécia e Argentina. Confira as melhores imagens das partidas.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Campeonato bom, seleção nem tanto

O lugar-comum: As seleções dos países com os melhores campeonatos do mundo, como o inglês, o espanhol e o italiano, estão sempre entre as mais fortes de uma Copa – afinal, misturam os melhores craques estrangeiros com todos os grandes jogadores do próprio país.

O que mostra a Copa de 2010: Ter uma liga nacional forte não garante nada. Nos dez primeiros dias de torneio, a Inglaterra, o país da liga mais forte e disputada do planeta, só conseguiu dois empates. A Espanha, atual dona do campeonato com os maiores craques do mundo, perdeu da Suíça na estreia. A Itália, cuja liga anda em fase de vaca magras mas sempre teve grande brilho, só tem dois pontos, conquistados em empates com o Paraguai e a zebra Nova Zelândia. As melhores campanhas até agora foram de equipes cujas ligas são enfraquecidas pelo poderio econômico incomparável dos grandes campeonatos europeus. Na Argentina e no Brasil, os jogadores são vendidos ao exterior logo que começam a se destacar. A Holanda, apesar de ser um país europeu, sofre com o mesmo problema. As ligas mais fortes importam, de fato, o melhor do futebol internacional. Os jogadores ingleses, espanhóis e italianos dificilmente saem para outras ligas. Ainda assim, não conseguem assimilar tudo o que os estrangeiros mostram – e formam seleções nacionais que nem sempre emplacam.

(Por Giancarlo Lepiani, de Johannesburgo)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Replay | 16:29

Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três

HOJE… O atacante argentino Gonzalo Higuaín, de 22 anos, do Real Madrid, fez nesta quinta-feira, 17, o chamado “hat-trick” – marcou três vezes numa única partida. Ele saiu de campo depois da vitória contra a Coreia do Sul, por 4 a 1, no Soccer City, como o óbvio melhor jogador da gelada tarde de Jo’burg. Uma trinca de gols nos mesmos 90 minutos é raro: em mais de 700 partidas e 19 edições de Copa do Mundo, só aconteceu 49 vezes, incluindo esta de Higuaín.

ONTEM… Argentinos gostam de “hat-trick”. O primeiro foi Guillermo Stábile, no longínquo ano de 1930, na vitória por 6 a 3 contra o México. Espetacular mesmo foi Gabriel Batistuta, que cravou o trio de gols em duas Copas sucessivas: no 4 a 0 contra a Grécia, em 1994, e no 5 a 0 contra a Jamaica, em 1998. Para não perdermos a necessária dose de torcida verde-e-amarela: três brasileiros mandaram ver no “hat-trick” – Leônidas da Silva ( Brasil 6 x 5 Polônia, em 1938), Ademir ( Brasil 7 x 1 Suécia, em 1950) e Pelé ( Brasil 5 x 2 França, 1958). Houve contudo um trágico “hat-trick” às avessas: o de Paolo Rossi, na tragédia do Sarriá, em 1982, quanto a Itália fez 3 e o Brasil apenas 2.

(Por Fábio Altman, de Johannesburgo)

Cenas do sétimo dia

Nesta quinta-feira, três jogos completaram a tabela: Argentina e Coreia do Sul, Grécia e Nigéria, e, para finalizar o dia, França e México. Confira as melhores imagens das partidas.

Jogos, Seleções | 12:58

Grécia embola classificação no grupo B

Jogadores gregos comemoram gol (Foto: AFP)

A partida de encerramento da segunda rodada no grupo B, da Argentina, serviu apenas para dar alguma emoção para saber quem será o segundo, pois com a vitória dos sul-americanos sobre a Coreia do Sul por 4 a 1, o time de Maradona se garantiu em primeiro. E 45 minutos depois da goleada, Grécia e Nigéria entraram em campo e embolaram a briga pela vice-liderança. A tradicional ex-retrancada Grécia venceu por 2 a 1, atacou muito, praticamente tirou a Nigéria da Copa – que perdeu por 1 a 0 da Argentina – e vai disputar a vaga para as oitavas contra a Argentina, enquanto a Coreia pega os africanos, todos os jogos na terça-feira.

A Nigéria começou a partida parecendo que iria impor seu jogo com um pouco mais de poder de ataque. Aos 16 minutos, Uche marcou de falta: a bola cruzou toda a área e entrou direto, colocando os africanos em vantagem. Os gregos tentaram buscar o empate, que conseguiram já no finalzinho do primeiro tempo, em jogada dentro da área, em que Salpingidis chutou de frente para o gol e a bola desviou – tudo isso ajudados sobretudo pela expulsão tola de Kaita que, numa disputa de bola, já fora de campo, tentou acertar a perna de Torosidis aos 33 minutos. Foi o bastante para encher a Grécia de força e tirar confiança dos africanos.

No segundo tempo, em meio a ataques desorganizados de ambas equipes, surgiram algumas chances, até que a Grécia surpreende: Torosidis pega uma rebatida do bom goleiro Enyeama e marca. Apear da vantagem , a Grécia continuou atacando e fez Enyeama trabalhar muito, em jogada saídas dos pés principalmente de Torosidis, Salpingidis e Samaras.

Jogos, Seleções | 10:22

Eficiente, Argentina de Maradona goleia

Messi, sempre bem marcado: só um lance perigoso em cada etapa (Foto: Getty)

Eles têm o melhor jogador do presente e são treinados pelo segundo melhor do passado. Mas os argentinos jogaram de forma tão prática e direta quanto quase todas as seleções desta Copa do Mundo em sua vitória por 4 a 1 sobre a Coreia do Sul, nesta quinta-feira, em Johannesburgo – a diferença é que arranjaram mais gols. Quem foi ao estádio Soccer City para ver a criatividade de Messi teve de se contentar só com alguns lampejos do camisa 10. Melhor mesmo foi Tevez, com seu futebol sem firulas, Higuaín, oportunista e decisivo, e Dí María, rápido e jogando sempre em direção ao gol. O jovem Dí María, aliás, surge como uma nova estrela da Argentina. Horas antes do jogo, a imprensa espanhola noticiava a sua provável transferência do Benfica para o Real Madrid, por 25 milhoes de euros.

Órfãos de Verón, machucado, os argentinos começaram a partida sem ninguém para controlar o jogo no meio-campo. Diante de uma Coreia bem postada na defesa, a seleção de Diego Maradona não conseguia produzir jogadas criativas. À moda de todas as outras seleções do Mundial deste ano, restou à Argentina apelar ao pragmatismo e explorar o ponto mais frágil dos adversários. Essa aposta foi na bola parada e nos cruzamentos altos sobre a área. Para conseguir abrir o placar, os argentinos contaram com uma gol contra – e de canela – do camisa 10 sul-coreano, Park Chi-young, aos 17 minutos. E foi em outra jogada aérea, depois de cruzamento de Maxi Rodríguez e escorada de Burdisso, que Higuaín ampliou, de cabeça, aos 33.

Os outros lances de perigo da Argentina no primeiro tempo seguiram a mesma receita: uma bomba de Tevez numa falta frontal ao gol passou por cima e outro canhão de Dí María numa sobra de bola após um cruzamento, defendido pelo goleiro Jung Sung-ryong. Aos 43, a única faísca de genialidade de Messi na primeira etapa: enfileirou três zagueiros e quase marcou num toque sutil. No resto do tempo, o craque da equipe ficou encaixotado na marcação. Apesar de buscar fazer um jogo seguro, a Argentina foi ao vestiário antes do segundo tempo com um placar mais apertado: numa distração inexplicável de Martín Demichelis, Lee Chung-yong roubou a bola na entrada da grande área e marcou com facilidade na saída do goleiro Romero, até então um mero espectador da partida.

Alarmada com o gol dos sul-coreanos, a Argentina começou o segundo tempo acelerando o ritmo. Numa das poucas jogadas bem tramadas de seu ataque, quase ampliou, com Higuaín, concluindo uma boa tabela, aos 7 minutos. Aos 9, foi a vez de Tevez fazer o goleiro trabalhar, com um tiro perigoso da entrada da área. Mas a Coreia não se acovardou: nos cinco minutos seguintes, foi para o ataque e criou boas chances. Na melhor delas, Khun ficou a centímetros de empatar. Por volta dos 20 minutos do segundo tempo, o jogo ficou bem mais franco, com a Coreia perseguindo o empate e a Argentina aproveitando o fato de enfim ter espaço para se movimentar. A surpresa era que os coreanos conseguiam assustar mais que os favoritos.

Temeroso com o crescimento da Coreia, Maradona colocou em campo Agüero no lugar de Tevez, e a substituição funcionou logo em seguida: aos 31, o atacante que acabara de entrar, genro de Maradona, mostrou que era o parceiro de quem Messi precisava. Fez uma tabela envolvente com o camisa 10, e Messi invadiu a área para chutar. O goleiro rebateu, Messi tentou de novo, a bola triscou na trave e Higuaín completou, quase embaixo das traves. Aos 35, com a Coreia claramente desesperada, virou goleada: Higuaín completou um cruzamento pelo alto e só completou de cabeça, marcando seu terceiro gol na Copa e assumindo a artilharia do torneio. Nos minutos finais, a Argentina só segurou a bola, já pensando no que vem pela frente – mais que o jogo final do grupo, quando cumpre tabela contra a Grécia, a segunda fase, que é o que realmente importa.

(Por Giancarlo Lepiani, de Johannesburgo)

Higuaín, três gols no jogo: disparando na artilharia (Foto: Getty)

Seleções | 04:50

Argentina: expectativa de bom futebol

A seleção comandada por Diego Maradona joga nesta quinta-feira por mais que uma simples vitória e pela liderança isolada no grupo B. Esperança de bom futebol num Mundial que até agora foi escasso em belas jogadas, a Argentina pega a Coreia do Sul – rápida, disciplinada e eficaz – no estádio Soccer City, em Johannesburgo, com a chance de se credenciar ao status de grande seleção da Copa. Tirando a Alemanha, ninguém jogou muito melhor que os argentinos na primeira rodada. O jogo desta quinta, contra uma equipe média, é a chance de Messi e seus companheiros aparecerem como sérios candidatos ao título.

Maradona, que mostrou bom humor nos últimos dias, enfrentou um problema para escalar os titulares: o veterano meia Verón, com uma contusão muscular, teve de ser poupado da partida. Verón é o representante do técnico em campo, comandando e organizando a equipe – tanto que, quando o jogo parava na partida de estreia, contra a Nigéria, o meia corria para a lateral para falar com Maradona. Em seu lugar entra Maxi Rodríguez, do Liverpool, jogador voluntarioso, mas sem nem metade da categoria de Verón. O quarteto ofensivo formado por Messi, Higuaín, Tevez e Dí Maria deverá sentir falta dos lançamentos em profundidade e passes certeiros do “vovô” da equipe.

(Por Giancarlo Lepiani, de Johannesburgo)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Dunga cresce contra os gigantes

O histórico da seleção de Dunga é um alento para quem ficou decepcionado com a estreia do Brasil na Copa, na terça-feira, em Johannesburgo. O 2 a 1 monótono e sem brilho contra a Coreia do Norte não destoa do que a equipe vem apresentando nos últimos anos contra seleções mais fracas, que jogam fechadas na defesa. Do outro lado da moeda, o treinador ostenta um histórico de fazer inveja nos confrontos com seleções fortes e tradicionais. Sob o comando de Dunga, Argentina e Itália, por exemplo, viraram freguesas. A disparidade entre o desempenho brilhante nos desafios mais duros e o futebol de dar sono nos jogos contra seleções medíocres não é difícil de explicar. Além da óbvia diferença de motivação dos jogadores, que gostam mesmo é de impressionar quando o jogo é grande, há a característica tática do time de Dunga. A atual seleção brasileira marca forte, rouba a bola no meio e parte em rápidos contra-ataques com Kaká e Robinho. Foi assim que o Brasil derrotou algumas das melhores seleções do planeta nos últimos anos. A seguir, uma lista dos tropeços contra as “nanicas” – e dos triunfos contra as equipes de primeiro escalão:

A seleção contra os pequenos

Brasil 3 x 2 Canadá, 31/5/2008, em Seattle
Brasil 0 x 2 Venezuela, 6/6/2008, em Boston
Brasil 0 x 0 Bolívia, 10/9/2008, no Rio de Janeiro
Brasil 0 X 0 Colômbia, 15/10/2008, no Rio de Janeiro
Brasil 0 x 0 Venezuela, 14-10-2009, em Campo Grande
Brasil 1 x 0 Estônia, 12/8/2009, em Tallinn

A seleção contra os grandes

Brasil 3 x 0 Argentina, 3/9/2006, em Londres
Brasil 3 x 0 Argentina, 15/7/2007, em Maracaibo
Brasil 6 x 2 Portugal, 19/11/2008, no Gama
Brasil 2 x 0 Itália, 10/2/2009, em Londres
Brasil 3 x 0 Itália, 21/6/2009, em Pretória
Brasil 3 x 1 Argentina, 5/9/2009, em Rosário

(Por Giancarlo Lepiani, de Johannesburgo)

domingo, 13 de junho de 2010

Imagens: Maradona e o terno

Neste sábado, na partida entre Argentina e Nigéria, o técnico e ex-jogador Diego Maradona foi um show à parte: brincou com a bola e fez embaixadas. Veja os melhores momentos e expressões do craque.

sábado, 12 de junho de 2010

Imagens do segundo dia

Neste sábado, seis seleções entraram em campo para disputar o mundial: a Coreia do Sul venceu a Grécia por 1 a 0, a Argentina ganhou da Nigéria pelo mesmo placar e Inglaterra e Estados Unidos empatam por 1 a 1. Confira os lances.


Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados