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Archive for the ‘Jogadores’ Category

segunda-feira, 5 de julho de 2010

‘Guerreiro’, Uruguai busca outro milagre

“Eles são um time de lutadores. Eles vão para a batalha e sobrevivem.” Foi assim que o técnico da Holanda, Bert van Marwijk, definiu os integrantes da seleção do Uruguai, sua rival na semifinal de terça-feira, na Cidade do Cabo. E é justamente nesse espírito que a equipe uruguaia se prepara para encarar a primeira semi do país desde 1970 – e para se classificar para sua primeira final desde o Maracanazo de 1950. Os guerreiros uruguaios saberão nesta segunda-feira se poderão ou não contar com o “sargento” da seleção, Diego Lugano, que saiu machucado da partida de quartas-de-final contra Gana. “Não me importo de jogar com dor”, disse o zagueiro e capitão. “Mas preciso ser honesto com o time. Se não estiver bem, alguém entra no meu lugar.” Os uruguaios também chegam ao penúltimo duelo da Copa sem o atacante Suárez e o defensor Fucile, suspensos. E outro zagueiro, Godín, é dúvida, por lesão. Nada que impeça o exército celeste de sonhar com uma final e até com o tricampeonato – afinal, se um companheiro cai, há outros para assumir sua posição no campo de guerra. “A história do Uruguai exige que sejamos campeões. Estamos preparados para mais uma grande batalha”, avisa sargento Lugano.

(Por Giancarlo Lepiani, da Cidade do Cabo)

sábado, 3 de julho de 2010

Jogadores, Perfis | 15:53

Klose: um gol para alcançar Ronaldo

Miroslav Klose: 14 gols em três Copas do Mundo. Foto: AFP

Um centroavante comum, pouco badalado, mas próximo de se tornar o maior artilheiro da história da Copa do Mundo. Aos 32 anos, Miroslav Klose tem uma chance de ouro – precisa apenas marcar em mais duas oportunidades na África do Sul para superar o brasileiro Ronaldo e se tornar o maior goleador do principal evento esportivo do mundo.

Neste sábado, o polonês naturalizado alemão ajudou sua seleção a massacrar a Argentina na África do Sul e alcançou a marca de 14 gols (marcou cinco vezes em 2002 e cinco em 2006). De quebra, se iguala ao compatriota Gerd Muller. Ronaldo, com 15 gols contabilizados, é seu último adversário. De reserva de luxo em seu time, o Bayern de Munique, tornou-se, mais uma vez, peça imprescindível na seleção comandada por Joachim Löw.

Neste Mundial, terá pelo menos 180 minutos para se consagrar – independente do resultado nas semifinais, disputa a grande final ou o duelo de 3º e 4º lugar. A tarefa – antes árdua – começa a ficar mais simples.

Os maiores goleadores da história das Copas
1º – Ronaldo (BRA) – 15 gols
2º – Klose (ALE) – 14 gols
2º – Gerd Muller (ALE) – 14 gols
4º – Fontaine (FRA) – 13 gols
5º – Pelé (BRA) – 12 gols

Miroslav Klose vai superar a marca de Ronaldo em Copas do Mundo?

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Frustrações do Mundial

Quem decepcionou mais?

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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Kaká: ‘Vivo meu pior momento’

Visivelmente abatido e lágrimas nos olhos, Kaká disse que “agora é esperar mais quatro anos para a próxima Copa, aqueles que tiverem essa oportunidade”. Várias vezes durante as entrevistas o número 10 brasileiro falou que estava “no pior momento da sua carreira”.

Sobre as dores que sentia antes do começo do torneio, ele falou que lutou bastante para fazer o melhor:“Eu me esforcei bastante. Posso dizer que lutei muito para representar meu país. Eu sei o fiz para participar dessa Copa.”

Kaká também falou sobre seu futuro na seleção: “Minha ligação com a seleção é muito forte. Já passei muitos momentos difíceis, esse com certeza é o mais difícil. A Copa está longe e a derrota ainda está muito em cima. Nesse momento temos de refletir sobre tudo. No tempo em que estou na seleção nunca vi os jogadores como agora nos vestiários.”

Júlio César: ‘Temos de dar um tempo’

Júlio César deixou o vestiário bastante abatido, cabisbaixo falou sobre o sentimento da seleção: “É visivelmente triste. Nosso vestiário desabou.” O número um do Brasil ainda disse que “a Holanda não fez um grande jogo, mas soube aproveitar as chances que teve”.

Sobre sua contusão, respondeu que tinha consciência da sua forma física. “Sabia das minhas condições para jogar, não sou maluco.” E terminou a entrevista deixando seu futuro na seleção em aberto: “O futuro a Deus pertence. Claro que quero continuar na seleção. Agora precisamos de um tempo, essa derrota vai machucar bastante cada jogador.”

Jogadores | 12:53

O vilão da desclassificação

Quem é o maior responsável pela derrota?

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Cruyff, Pelé holandês – também nas gafes

Se no Brasil muita gente reclama quando Pelé vira Edson Arantes do Nascimento na hora de falar – de craque da bola passa a mestre das gafes e das frases que causam polêmica -, os holandeses têm a mesma sensação quando ouvem seu maior jogador de todos os tempos, Johann Cruyff. Quem ficou irritado com a afirmação do lendário craque da Laranja Mecânica sobre o Brasil, na quinta – disse que não pagaria ingresso para ver a seleção jogar, porque ela não costuma fazer partidas bonitas -, deve saber que falar o que vem à cabeça, sem pensar no que está dizendo, é a rotina de Cruyff. Em seu país, ele é famoso não só pelo futebol genial, que o transformou no maior jogador europeu de todos os tempos, mas também por soltar frases inusitadas, surpreendentes e, às vezes, inexplicáveis. A seguir, algumas delas:

“Toda desvantagem tem sua vantagem.”

“O futebol é simples, mas é difícil jogar de forma simples.”

“Eu nunca erro, porque preciso me esforçar muito para cometer um erro.”

“Evitar jogar mal é mais fácil do que tentar jogar bem.”

“A princípio, sou contra tudo. Até que eu mude de ideia e fique a favor de alguma coisa.”

“Quando chego em casa depois de comentar um jogo pela TV, minha mulher me pergunta: ‘Falou o que sobre a partida?’ Eu respondo que não faço a menor ideia.”

“Quando trabalhava como técnico, sempre quis ter um grupo de só 18 jogadores. Assim, a maioria ia gostar de mim, e os que não gostassem iam ser minoria. Seria mais fácil.”

Para um jornalista que não entendeu uma resposta: “Olha, se eu quisesse que você entendesse tudo, eu teria explicado melhor.”

(Por Giancarlo Lepiani, de Port Elizabeth)

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Jogadores | 22:35

Os termômetros do jogo: Kaká e Sneijder

O camisa 10 do Brasil é melhor jogador, poucos contestam. O dez da Holanda, porém, faz um Mundial mais consistente e regular, com uma boa média em suas atuações. Pelos pés deles passará a definição da partida entre brasileiros e holandeses na sexta, em Port Elizabeth. Kaká e Sneijder dão o tom e o ritmo de suas equipes, e prometem ser figuras centrais na partida que vale um lugar na semifinal da Copa. Curiosamente, Sneijder teve uma temporada melhor em seu clube, a Inter de Milão, justamente em função da contratação de Kaká pelo Real Madrid. Na Espanha, não era titular absoluto, e corria o risco de jogar pouco com a chegada do brasileiro. Transferido para a Itália, deslanchou. Enquanto isso, Kaká, prejudicado por uma incômoda e persistente lesão, pouco rendia no Real. Os clubes, é claro, não são as seleções – ou seja, esse retrospecto recente pouco importa antes de um jogo como o destas quartas-de-final. Para ambos, a partida mais importante do ano é a desta sexta. E, cada um com o seu estilo – Kaká mais incisivo, com arrancadas explosivas; Sneijder mais cerebral, com precisas trocas de passes -, vão ditar os rumos de suas seleções na competição.

(Por Giancarlo Lepiani, de Port Elizabeth)

Jogadores | 20:35

Robinho x Robben, desafio dos ponteiros

Eles usam o mesmo número de camisa, são os melhores dribladores do jogo decisivo de sexta-feira e representam um estilo de jogo que, segundo muitos, é coisa do passado. Mas o brasileiro Robinho e o holandês Robben compartilham mais do que algumas coincidências – como o nome com sonoridade parecida e o fato de não terem emplacado no Real Madrid, por exemplo. Os jogadores são versões atualizadas de uma função muito usada no passado, mas hoje quase extinta: o ponta. Nos times de décadas atrás, eram indispensáveis, mas jogavam fixos: um em cada lado do campo, raramente abandonando aquela faixa do gramado. Hoje, tanto Robinho como Robben caem pelas duas laterais e não se prendem apenas a essas regiões. Ainda assim, preservam o que o ponteiro antigo tinha de melhor: a capacidade de furar até as mais ferrenhas defesas.

Por isso, podem ser os jogadores decisivos das quartas-de-final entre Brasil e Holanda, no estádio Nelson Mandela Bay. Na entrevista coletiva desta quinta-feira, o técnico holandês Bert van Marwijk foi questionado sobre se trocaria Sneijder e Robben por Kaká e Robinho. Respondeu que não – afinal, os dois são os grandes responsáveis pela atual boa fase da equipe, e Robben fez a equipe crescer em sua estreia no torneio como titular, nas oitavas, contra a Eslováquia. Se ouvisse a mesma pergunta, Dunga certamente responderia a mesma coisa. No caso de Robinho, não há dúvidas de sua importância para o técnico – presente em todas as convocações em que estava disponível para jogar, o atacante é peça elementar no esquema de jogo do brasileiro. Na sexta, portanto, olho nos lados do campo – ali estarão dois dos jogadores que certamente definirão o futuro da Copa.

(Por Giancarlo Lepiani, de Port Elizabeth)

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Jogadores | 11:24

Quem é o craque até agora? E a decepção?

Com oito seleções ainda no páreo e 24 em casa ou a caminho do aeroporto, surgem duas listas de jogadores: uma, das decepções, os craques que chegaram à Copa prometendo fazer sucesso e decidir as partidas para suas seleções; a outra, a dos destaques positivos, que estão mudando a história do torneio e transformando seus times em favoritos. Vote nas enquetes a seguir e dê sua opinião a respeito do desempenho deles:

O melhor jogador da Copa até agora é...

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A grande decepção da Copa até agora é...

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terça-feira, 29 de junho de 2010

Jogadores | 06:29

Um clássico ibérico recheado de craques

Os vizinhos Portugal e Espanha têm uma longeva rivalidade, até pela proximidade geográfica e pelos frequentes duelos válidos por competições europeias. Ainda assim, eles nunca travaram um confronto tão importante quanto o desta terça-feira, às 15h30 (horário de Brasília), no estádio Green Point, na Cidade do Cabo, nas oitavas-de-final da Copa do Mundo. Duas das seleções mais bem cotadas antes do torneio, a Espanha, segunda colocada no ranking da Fifa, e Portugal, terceiro lugar na lista, jogam por uma vaga entre as oito melhores equipes do planeta e por uma ótima chance de seguir adiante, rumo à semifinal (o vencedor pega quem escapar do choque entre Japão e Paraguai).

Tanto Espanha como Portugal não fizeram campanhas de impressionar durante a primeira fase – e também não mostraram o futebol de encher os olhos que muitos esperavam de ambas as equipes. A Espanha começou perdendo, 1 a 0 para a Suíça. Se recuperou só na partida contra Honduras, vitória por 2 a 0. A Fúria, atual campeã europeia, garantiu o primeiro lugar em seu grupo com um novo triunfo, por 2 a 1, contra o Chile. Os portugueses estrearam empatando sem gols com a Costa do Marfim, atropelando sem dó a Coreia do Norte por 7 a 0 – maior goleada da Copa – e segurando o Brasil em novo empate sem gols. Mas se não mostraram um futebol tão atraente, espanhóis e portugueses contam com alguns dos maiores craques desta competição.

A seleção lusa conta com o jogador mais caro da história, Cristiano Ronaldo, que marcou contra a Coreia mas passou em branco contra marfinenses e brasileiros, os rivais mais difíceis. Os espanhóis têm o artilheiro David Villa, que já conta três gols no torneio, e o meia Xavi, cérebro do time, além de Iniesta, Xabi Alonso e Fernando Torres. Pelo retrospecto, os portugueses são fregueses dos vizinhos: em 32 jogos, foram quinze vitórias espanholas, cinco portuguesas e doze empates. Como o confronto é inédito em Copas e ambos os times têm grandes talentos, a história do duelo não conta muito. É, portanto, um jogaço sem favorito – e um belo clássico para fechar as oitavas.

(Por Giancarlo Lepiani, de Johannesburgo)

Jogadores | 06:28

Clubes vão às compras no meio da Copa

O goleiro Casillas, da Espanha e do Real Madrid: de mudança para Manchester? (Foto: Getty)

Os grandes clubes do futebol europeu parecem estar pouco preocupados com os resultados das partidas na fase eliminatória da Copa do Mundo da África do Sul. O que eles querem mesmo é ver quem está jogando bem e pode reforçar suas equipes na temporada que começa no segundo semestre – e quem terá um tempinho para, entre um jogo de oitavas e outro de quartas-de-final, discutir uma transferência e preparar um contrato. Os jogadores sempre adotam o inevitável discurso do “estou pensando só na seleção”. Mas é claro que alguns deles acabam tendo que reservar alguns momentos do dia para pensar numa possível mudança de ares – é o futuro deles, afinal, que está em jogo. A seguir, uma breve lista de negociações que movimentam o mercado da bola europeu:

O Real Madrid confirmou na segunda-feira a contratação do argentino Angel Di Maria, meia-atacante titular da equipe de Diego Maradona. O contrato é de seis anos, e a transação ficou próxima dos 25 milhões de euros.

Com três gols na Copa até agora, Luís Fabiano deverá ser alvo de clubes tradicionais da Europa na virada de temporada. Antes da Copa, ele indicou que gostaria de trocar o Sevilla por um clube que dispute mais títulos. Não devem faltar candidatos.

Também no Real, a próxima meta é fechar negócio com o lateral-direito brasileiro Maicon, que foi treinado pelo português José Mourinho na Inter de Milão. O técnico assumiu a equipe espanhola e quer Maicon na sua equipe.

O capitão argentino Javier Mascherano é um dos sonhos da Inter de Milão, mas deverá sofrer a concorrência forte do Barcelona, que já contratou David Villa antes mesmo do início do Mundial. O Liverpool, atual time do argentino, não quer vendê-lo.

Sabendo que será difícil contratar Mascherano, o presidente da Inter, Massimo Moratti, afirmou há alguns dias que o time pode voltar suas atenções para Felipe Melo, volante do Brasil, atualmente jogador da Juventus.

Emprestado ao Santos, o atacante Robinho deverá receber uma proposta multimilionária do Besiktas, da Turquia. Na entrevista coletiva concedida no domingo, porém, o craque avisou: “Respeito o clube, mas não tenho interesse de ir para lá”.

O goleiro titular da Espanha, Iker Casillas, um dos grandes ídolos do Real Madrid, pode abandonar o clube com a chegada de Mourinho. O português quer outro goleiro. Casillas tem propostas dos dois rivais de Manchester: o United e o City.

(Por Giancarlo Lepiani, de Johannesburgo)

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Jogadores | 18:52

Kaká, o nosso bom ‘bad boy’

Kaká e o juiz inglês Howard Webb, na partida contra o Chile, em que recebeu cartão amarelo

Quem é o jogador mais calmo da seleção? Kaká. E o mais educado? Kaká. O mais disciplinado? Kaká. Pelo menos era…

Kaká voltou ao time titular do Brasil. Começou a partida contra o Chile correndo, se deslocando, pedindo a bola, brigando por ela. Aos 30 minutos, jogo truncado, fez uma falta, recebeu cartão amarelo e reclamou bastante. Depois, em pelo menos três jogadas, pediu a bola, não recebeu e ficou muito irritado, abanou os braços, gritou, falou palavrões.

Ele é a mola-mestra da seleção de Dunga, está na sua terceira Copa, e foi expulso contra a Costa do Marfim aceitando as provocações dos africanos. Foi a terceira expulsão na vida – as outras duas quando jogava pelo São Paulo. Cenas comuns a um jogador de futebol com quase duas décadas de experiência mas não comuns a Kaká, jogador disciplinado e avesso a confusões em campo.

Talvez a série de contusões que o fez parar por várias semanas e até colocar em dúvida sua participação em 100% de suas condições na Copa tenha influência direta nesse comportamento mais veemente de Kaká. Ele quer jogar, quer marcar, quer arrancar, porque este é o futebol dele, para a frente, sempre em busca do gol, o mais rápido possível. Mas não pode perder a paciência. Logo depois do jogo contra o Chile sabia que não poderia exceder-se: “Não achei que a falta foi para cartão e não aceitaria ser expulso de novo. Vou ter de me policiar muito contra a Holanda.”

(Por Silvio Nascimento)

sábado, 26 de junho de 2010

Jogadores | 07:58

Os craques (e caneludos) da primeira fase

Oezil, o principal nome da Alemanha na Copa: jovem destaque da etapa inicial (Foto: Getty)

De alguns já se esperava muito; de outros, quase nada. Mas a fase de grupos do Mundial terminou na sexta-feira com alguns bons destaques individuais – ainda que, por enquanto, não tenha surgido um candidato indiscutível a grande astro da Copa. É impossível fugir do nome de Messi quando se pensa no favorito a esse título. Mas o baixinho argentino ainda não marcou um gol sequer e não repetiu o futebol esplendoroso que costuma exibir no Barcelona. Ele é um dos onze titulares de uma possível seleção de melhores da fase inicial:

Goleiro: Tim Howard (Estados Unidos)

Zagueiros: Lúcio (Brasil) e Lugano (Uruguai)

Laterais: Maicon (Brasil) e Ashley Cole (Inglaterra)

Meias: Xavi (Espanha), Oezil (Alemanha), Sneidjer (Holanda) e Donovan (Estados Unidos)

Atacantes: Messi (Argentina) e David Villa (Espanha)

Entre os muitos jogadores que já arrumaram as malas e foram embora – metade do total inscrito para o torneio -, há numerosas decepções e fiascos. Seja por má forma física, seja por má fase técnica, eles formam um time de atletas renomados que não emplacaram no Mundial – e agora amargam férias antecipadas. A seleção dos que saíram pela porta dos fundos do Mundial é, claro, dominada por franceses e italianos, finalistas em 2006 e eliminados em 2010:

Goleiro: Marchetti (Itália)

Zagueiros: Agger (Dinamarca) e Cannavaro (Itália)

Laterais: Zambrotta (Itália) e Evra (França)

Meias: Yaya Toure (Costa do Marfim), De Rossi (Itália), Ribéry (França) e Pienaar (África do Sul)

Atacantes: Anelka (França) e Eto’o (Camarões)

(Por Giancarlo Lepiani, de Johannesburgo)

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Jogadores | 15:29

De um lado, Boateng. Do outro… Boateng

O árbitro brasileiro Carlos Eugênio Simon acaba de apitar o início da partida entre Alemanha e Gana, no estádio Soccer City, em Johannesburgo, colocando a família Boateng na história – pela primeira vez numa partida internacional oficial, dois irmãos se enfrentam defendendo seleções adversárias. Jerome, zagueiro, joga pela Alemanha; Kevin-Prince, atacante, por Gana. Os dois estão brigados, e colocarão à prova sua rixa familiar na partida que vale a classificação à segunda fase.

(Por Giancarlo Lepiani, de Johannesburgo)


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