
Tenho 28 anos, sou mãe e amo meu filho. Não tenho dúvida alguma em relação a isso. Porém, em alguns momentos, eu perco o controle e agrido o menino que só tem 1 ano e meio. Já fiz isso várias vezes. Não é algo recorrente, mas, sob forte stress, quando ele se recusa a dormir e eu estou exausta, acabo dando um beliscão ou apertando seu bracinho… Logo após a catarse, me sinto péssima. Me acho uma mãe horrível apesar de todo amor e carinho que sinto por ele. Minha mãe também perdia o controle e batia na gente… Será que sou a reprodução pura e simples dela? Quanto estou traumatizando meu filho?
Hoje, depois do súbito ataque, disse a ele: “me perdoa filho por eu sucumbir tão facilmente à raiva”. Às vezes, penso que nunca vou me libertar deste monstro que faz parte de mim. Mas como ser humano, dotado de razão e cultura judaico-cristã, que alimenta a culpa sinto vontade de desaparecer. Morrer não seria o suficiente. Será que posso ser maior do que a raiva que carrego?
Não sei por que você usa a palavra catarse, que designa o efeito salutar provocado pela lembrança de um fato traumatizante até então reprimido. A palavra é originária do grego e designava para Aristóteles o efeito moral e purificador da tragédia, cujas situações dramáticas de extrema intensidade provocam sentimentos de terror e piedade, proporcionando alívio aos espectadores. O ato de bater no seu filho não tem nada de catártico, pelo contrário, deixa você péssima.
Claro que você só faz isso porque a sua mãe perdia o controle e batia nos filhos, o comportamento foi autorizado por ela. Agora, você não é a reprodução pura e simples da sua mãe. Tem a liberdade de encontrar um caminho diferente e se tornar capaz de se conter. Tem e deve, para que o seu filho não bata no seu neto. Ou seja, para mudar o padrão de comportamento da família. Isso nunca é fácil, implica um verdadeiro empenho.
Possível que você reincida neste padrão para depois fazer o mea-culpa e confirmar o pertencimento à cultura judaico-cristã. Você tem um trabalho importante a fazer consigo mesma, por você e pelo seu filho. E, na minha opinião, este trabalho não deve ser adiado. O adiamento acabará custando muito caro. Quanto antes você parar de sucumbir à raiva e de pedir perdão, melhor.
Por Betty Milan
















Rita…seus comentários foram perfeitos.
Leitora,
Com 1 ano e meio seu bebê ainda não tem capacidade cognitiva para entender a relação causa/efeito, o q só acontece depois dos 3 anos. Além disse ele está entrando na fase das birras, que na puericultura é chamada de “Terribles Twos” e por muitos anos ele vai te desafiar, desobedecer, etc. A forma como encaramos isso faz toda a diferença. É preciso conhecer a fases dos filhos, entender o pq de seu comportamento, em q fase seu cérebro está e tbm precisamos escolher nossas batalhas, nem sempre vai dar pra ganhar sempre, por vezes é preciso ceder, muitas vezes…rsrs.
Nessa idade o negócio é repetir repetir repetir, ensinar ensinar ensinar e colher os frutos lá na frente. É a arte do exercício da paciência.
Vc pode educar seu filho, dar limites sem usar a palmada, o grito, a agressividade. Não bater não é sinônimo de não-educar.
Sim, vc pode quebrar esse ciclo da violência. Da mesma forma q gerações foram criadas apanhando, tem famílias q por gerações nunca bateram nos filhos e no entanto se criaram direitinho. Se essa turma conseguiu, vc tbm consegue.
Se puder, procure ajuda psicológica para vc aprender a canalizar melhor essa raiva, se conhecer, talvez tratar algumas mazelas emocionais do passado.
Na comunidade no orkut, PEDIATRIA RADICAL cuja plataforma é ser contra a palmada e contra a violência infantil, tem bastante textos com alternativas para se educar sem recorrer a palmada.
Vamos, lá, respire fundo, peça ajuda, mude esse quadro. Bater não educa, bater machuca, é covardia!
É exatamente isso, Rita! É por isso que sustento que não é todo mundo que pode ser mãe (ou pai). A tarefa é muito difícil e exige muita paciência. Mas, uma vez que a criança já está no mundo, cabe aos pais, mesmo e especialmente os mais problemáticos, buscar ajuda e melhorar. Desejo que a consulente consiga isso o quanto antes!
As leitoras Rita e Leila deram conselhos ponderados e muito aplicáveis ao caso. Muitos dos outros comentários nem se aplicam ao fato exposto pela leitora, pois a colocam na situação de uma pessoa extremamente agressiva. Fico me perguntando se leram a mesma “consulta” que eu?!
A pobre mãe apenas deu um beliscão e segurou o bracinho com força. Quantas vezes já fiz isso!!!
Estou certa? Com certeza, NÃO. Mas minha reação se enquadra dentro da maioria. Nunca dei palmada em meus filhos (nem na mãozinha), mas já segurei o braço com força para levá-lo para um castigo. Já dei beliscões (bem de leve, mas o que importa, para a criança é um beliscão). Nunca bati, mas só o fato de ameaçar bater se ele fizer deve ser considerada uma agressão.
Sra. consulente, pelo que você descreve, não acho que fez nada demais.
Você teve a melhor reação que se espera de uma boa mãe (ou de um ser humano racional e amoroso): se questionar diante de uma reação sua, procurar melhorar e aprender a partir de seu erro.
Se você for assinante de canais de assinatura, assista no People and Arts (às 6as. feiras) os programas Supernanny e outros com outras babás. São ótimos. Mostram que os filhos realmente são reflexo do comportamento de seus pais. Mostram, ainda, que os pais podem melhorar (como pais e seres humanos). E ensinam várias técnicas que facilitam as tarefas de cuidar das crianças.
Não se culpe, mas tente melhorar.
Ann, concordo com várias coisas que você disse. Realmente, muitas pessoas não tem o devido preparo para ter filhos, e hoje em dia há pais que não sabem exercer a sua autoridade.
Mas mesmo para aqueles que tem preparo e que tentam impor disciplina, ainda assim a tarefa de educar um filho não é fácil. Você pode seguir a rotina mais fixa do mundo, colocar seu filho para dormir cedo toda noite no mesmo horário, tudo de acordo com o que os livros de educação recomendam. Mas um belo dia, seu filho fica doente e você tem que deixar a rotina de lado por 1 ou 2 semanas. Seu filho sara, você tenta voltar à rotina e o que acontece? Seu filho se recusa a aceitar, chora e grita. Você pode dar ordem de forma coerente e enérgica, mas ainda assim seu filho resiste, e daí você passa dias e mais dias tentando re-estabelecer a rotina. Quando você consegue e as coisas estão normais novamente, o que acontece? Se filho fica doente de novo e lá vão vocês enfrentar um novo ciclo… Olha, ser mãe é um exercício constante de paciência.
Por isso, de certa forma entendo a situação da leitora. Não acho certo o que ela faz (agredir a criança), mas não vou logo ficar criticando-a, pois como você disse, não sabemos as dificuldades que ela enfrenta no lar ou com o marido. De qualquer forma, ela precisa de ajuda, para o bem dela e do filho. Abraços.
Pronto: basta você dizer que ama seu filho e que pretende não usar de força física contra ele pra ser vista como “dissimulada”. Este mundo tá perdido mesmo…
Eu não neguei em nenhum momento que a maternidade é às vezes difícil - difícil demais. Mas há que se saber lidar com toda a frustração que ela (também) traz. Espero que a consulente ache a ajuda que precisa, pois é evidente que ela ama o filho - ou nem teria escrito, ia se contentar em ser apenas mais uma mãe ruim.
Rita, entendo as suas colocações, mas continuo acreditando que muitas pessoas têm filhos sem ter as condições para encarar esta enorme empreitada. A inexperiência com o primeiro filho e os apuros decorrentes disso são perfeitamente normais, mas o que coloquei no post anterior é algo de outra ordem. Muitas pessoas ainda são vítimas da crença de que nenhuma mulher é mulher de verdade, completa, se não for mãe. Some-se a isso o fato de que muitos ainda acham que um relacionamento não se completa se não há filhos e está feita a desgraça. A pobre Isabella Nardoni ganhou notoriedade por ter sido atirada pela janela, mas quantas outras Isabellas não nascem de ambientes péssimos, de casais completamente sem condições de criar um outro ser humano? Vejo muitas mulheres tendo filhos antes da hora (ou tarde demais), sem dinheiro, sem saúde, sem estrutura emocional, à revelia dos homens, enfim, a lista é longa.
Não tenho como saber se a consulente tinha realmente condições de ter esta criança, mas parece claro que está lhe faltando equilíbrio emocional. Talvez a rotina dela não esteja sendo bem administrada, talvez ela esteja trabalhando demais, talvez o marido não a ajude em nada e ela esteja sobrecarregada, não temos como saber. Mas esta criança está aí. É preciso que a mãe procure ajuda, faça tudo o que for possível para se organizar e se acalme. Pelo bem de ambos.
Tenho 26 anos e ainda não fui mãe, mas não acho que seja preciso ter parido dez crianças para poder dar palpite no assunto. Já vi mãe que acorda o filho pequeno às 11h, o manda para a escolinha de tarde, o coloca para dormir às 18h, o acorda às 20h para pular bastante, pela casa inteira (em cima da cabeça dos vizinhos) e depois reclama que já é madrugada e a criança não dorme. O bom senso não existe na abundância que imaginamos. Crianças não são robôs e é bom que seja assim, mas em muitas famílias falta rotina, disciplina e autoridade. A relação entre pais e filhos não é uma democracia. Os pais precisam mandar, mas muitos têm medo disso. E, quando uma ordem é dada de forma clara, coerente e enérgica, eu duvido que um bebê não entenda. Não podemos jamais subestimar a inteligência de uma criança, sob pena de criarmos filhos burros. Criança doente ou com dente nascendo é uma coisa, é claro que quando essas coisas ocorrem a noite é ruim. Mas filhos que dão trabalho para dormir todas as noites ou quase isso são sinal de problema.
Você falou a verdade, Carolina. As mães que se dizem perfeitas são as mais dissimuladas. Elas também perdem a paciência, mas fingem que não. Não apertam o braço do filho, mas em compensação gritam, xingam, falam um monte de besteira para o coitado. Agressão verbal também é uma forma de violência e igualmente traumatiza.
Ann, não quero criticar o que você disse, mas o seu comentário parece típico de quem não tem filho. Vamos lá:
1) “Se esta mãe não consegue colocar uma criança de um ano pra dormir, é porque não tem autoridade nenhuma sobre ela”
Autoridade? Com uma criança de 1 ano de idade? Criança nessa idade não entende as coisas direito.
2) “Nem autoridade e disciplina para imprimir uma ordem, uma rotina rígida ao dia-a-dia do menino.”
Ter rotina realmente ajuda muito. Mas não pode ser rígida, porque criança não é um robô que vai sempre exibir o mesmo comportamento. Crianças às vezes são impredizíveis. Na verdade, a mãe tem que ter certa flexibilidade para lidar com várias situações - por exemplo, quando a criança fica doente, quando está irritada por causa da dentição, etc.
3) “Por quê tantas pessoas sem condições, sem paciência e tão desiquilibradas insistem em ter filhos?”
Eu acredito que as pessoas tem condições sim, mas ninguém nasce sabendo tudo. Tem certas coisas que você só aprende na prática. É aquela velha coisa: na teoria as coisas soam fáceis, mas na prática nem sempre é assim. Com o primeiro filho você passa por mais dificuldades, com o segundo já está mais experiente e sabe lidar melhor. É uma questão de experiência mesmo.
Quanto a perder paciência… Estou vendo muita gente aqui “jogando pedra” na leitora. Vários dos comentários são de pessoas sem filhos (dizer que tem sobrinho não adianta, porque sobrinho não é o mesmo que filho, não). E vários comentários são agressivos… daí fica a pergunta: será que é só a leitora que tem problemas de raiva?!
O que a leitora precisa não é de críticas, é de ajuda. Ela precisa de orientação, para aprender a lidar com o seu problema e ter uma relação melhor com o filho. Concordo com a Carolina: ao invés de ficar fazendo pose de “mãe perfeita” (o que é muito fácil), a leitora teve a coragem de admitir que tem um problema e que deseja se livrar dele. Isso é um primeiro passo. Agora ela tem que ir em frente e procurar ajuda profissional. Achei o conselho da Betty sensato: é preciso mudar o padrão de comportamento da família, para não passar isso para as próximas gerações. Concordo plenamente.
Até entendo os leitores que chamaram a atenção para uma possível doença por parte da consulente - doença esta que poderia ser até genética, o que seria a desculpa dos sonhos. Mas doença nenhuma, nem uma depressão profunda, serve de justificativa para se maltratar uma criança completamente indefesa.
A consulente está estressada, está cansada? Mas ela esperava o quê da maternidade? Um passeio pela Disneylândia? O simples fato de as coisas estarem sendo tão difíceis para ela já mostram o quanto a violência é inócua na criação dos filhos. Se esta mãe não consegue colocar uma criança de um ano pra dormir, é porque não tem autoridade nenhuma sobre ela. Nem autoridade e disciplina para imprimir uma ordem, uma rotina rígida ao dia-a-dia do menino. A rotina é obrigatória para o crescimento saudável de qualquer criança, mas está em desuso nestes tempos de frouxidão parental completa.
A humanidade não está em extinção. Não precisamos de mais pessoas no mundo. Acredito que criar filhos é uma empreitada que exige vários tipos de competências emocionais complexas, e também uma série de condições (dinheiro, tempo, saúde). É impossível para mim não formular a incômoda questão: por quê tantas pessoas sem condições, sem paciência e tão desiquilibradas insistem em ter filhos?
Para as mães perfeitas de plantão:
Eu acho que bater em crianças não é legal, mas não venha com esse papo de santidade e de tratar a mulher como se fosse uma desequilibrada.
Até parece que nínguem nunca sentiu os sentimentos e reações que ela teve. E se não teve, pode estar certa, um dia terá. Talvez seja muito forte e consiga se controlar. Talvez não. Então não tratem a mulher como se vocês estivessem no pedestal da santidade. Mãe que se diz perfeita, com os sentimentos e atitudes mais sublimes, são as mais dissimuladas.
A consulente que se confessou, no balanço geral, após a chegada dos filhos a vida adulta, com certeza estará mais feliz que as perfeitas.
BEM, TANTAS COISAS FORAM DITAS AQUI. MUITAS SENSATAS, OUTRAS NAO, MAS DE QUALQUER FORMA QUERO TE DIZER QUE TER UM FILHO E RECEBER DE DEUS O PRESENTE MAIOR. NADA NESSA VIDA TEM UM VALOR MAIOR. VC PRECISA DE AJUDA. PROCURE FAZER TERRAPIA, E DESCOBRIR PORQUE VC SENTE RAIVA E E TAO EGOISTA AO ACHAR QUE AS SUAS NECESSIDADES SAO MAIS IMPORTANTES DOQUE AS DO SEU FILHO DE 1 ANO. ELE NAO TEM ESCOLHA, VC TEM.
Leitora, entendo sua situação, pois já passei pelo mesmo - também tenho filhos pequenos e sei o quanto é difícil cuidar de criança. O que fiz foi procurar ajuda e aprender a lidar melhor com o sentimento da raiva.
Você não pode deixar a raiva se acumular. Quando você sente que está ficando muito irritada, que vai acabar “explodindo” e perdendo o controle, é nessa hora que você tem que parar. Você tem que parar ANTES de “explodir”. Por exemplo, se seu filho está fazendo algo que está te deixando muito irritada, pare, coloque seu filho em um lugar seguro, sai um pouco de perto dele (se for o caso, sai do quarto por alguns minutos) e respire fundo, bem fundo, até você ir se acalmando. Quando você estiver mais calma, você volta e lida com ele. Fazendo assim, você consegue manter melhor o seu controle e não bate na criança.
Outra coisa que ajuda: colocar de castigo. Quando seu filho está fazendo alguma coisa errada (por exemplo, chutando bola dentro da sala e quebrando as coisas), ao invés de já sair gritando e batendo nele, respire fundo, pegue seu filho pelo braço e coloque-o de castigo em um lugar quieto. Deixe que ele fique sentado lá por alguns minutos e ao sair ele deve pedir desculpas pelo comportamento errado dele. Castigo funciona bem com crianças maiores.
Isso são estratégias que me ensinaram e me ajudaram muito. Espero que te ajude também. Agora, isso é como um exercício, você tem que estar sempre tentando fazer. Não adianta manter a calma hoje e perder o controle amanhã… Você tem que procurar sempre manter sua calma. Da mesma forma que você faz exercício com o seu corpo, você tem que exercitar a sua mente. Tente fazer isso, espero que te ajude.
Edilberto, eu sou mãe acidental, mas nunca levantei a mão para o meu bebê de 1 ano e 3 meses. E pretendo jamais fazê-lo. Brinco com ele, abraço-o, encho-o de beijinhos, ele é minha vida, meu lindo, meu grande amor. Mas, sim, às vezes eu me canso, oras! Sou humana, sabe? O pai dele cansa por BEM menos dedicação que a minha. E sua visão da maternidade é pobre. Uma mãe tem direito, sim, de se sentir cansada. Aliás, tem direito, não. Ela sente. Às vezes o cansaço desaba e a falta de liberdade desespera. Técnicos em engenharia de produção já concluíram que o trabalho de uma mãe, em um dia, equivale a uma jornada de trabalho puxado de 16 horas, meu caro. A maternidade é tão importante quanto menosprezada e mal entendida.
A maternidade dá tudo para uma mulher: alegria, amor, felicidade profunda. Bem como cansaço, desgosto. É o pacote todo e é isso que nos esquecem de dizer, a nós mulheres.
Mas bem, dito isso: é evidente que a consulente precisa de ajuda. Nós, mães, nos sentimos cansadas e sem liberdade às vezes, mas não temos o direito de descontar em nossos filhos esses sentimentos. É a pior covardia, pois estou cada vez mais certa de que ninguém machuca outro ser humano tão profundamente como a mãe a seu filho…
Cara consulente, como escreveu outra mãe aí: ame seu filho, respire fundo, e procure ajuda para lidar com sua raiva. Às vezes é difícil, sim, a maternidade. Mas agindo assim nessas horas difíceis (que não são as preponderantes, se você estiver sendo uma boa mãe), você sabe que está destruindo seu filho. Está perdendo a chance de fazer um amigo no futuro… não perca. Procure ajuda. Faça isso por você e pelo amigo que ele pode vir a ser.
Tenho filhos adultos,já perdi a paciência com eles um trilhão de vezes…como também já perdi a paciência com o motorista do carro do lado,com o cachorro do vizinho que late a noite toda e teima em fazer cocô no meu jardim,com o carteiro que enfia a minha Veja no buraco de correspondência sem cuidado me obrigando,muitas vêzes,a tirar a revista aos pedaços de dentro da caixa….surpreendentemente,nunca belisquei,nem sacudi,nem apertei o ‘bracinho’ de nenhum deles!Só se faz isso com uma criança de um ano porque ela é indefesa e covardia tá sobrandose ! Tá estressada? Experimente apertar o bracinho de uma criança duns 90 kilos com 1,90m prá ver! Não devia nem reponder prá gente que acha que o stress justifica mau caratismo,e que vem aqui prá angariar perdão por uma coisa que é imperdoável.Bater em criança de um ano…vá se catar!
Essa mãe precisa é de ajuda especializada, ela está doente e Betty você não aponta nenhum caminho, estou perplexa parece que você achou normal ! Sou mãe de 3 filhos e é claro que por muitas vezes senti uma enorme vontade de bater por motivos diversos mas nunca o fiz porque entre o desejo e a ação houve um tempo pra reprimir a raiva e cair em si, somos seres humanos afinal…Você não ajudou essa mulher em absolutamente nada…
Concordo com o Marcelo : é muito bom ler um pouco de verdade nesse país de mentiras.
Você mostrou que é uma pessoa sincera e transparente, qualidades que farão seu filho se orgulhar de você. Como as agressões não são recorrentes, só acontecem nos dias de forte stress, tente fazer com que outra pessoa cuide do menino nessas ocasiões. E depois, não se culpe por não ser a mãe perfeita…
cara Elisa: existem infinitas formas de demonstrar amor, respeito, disciplina e educação. Violência é violência. Violência gera violência. Lembe-se: o mundo no qual vivemos hoje é fruto de gerações de crianças “educadas” na base da violência.
Bem, tantos comentarios bons, e tantos ruins… Ame seu filho! Nao bata! Seja severa! Haja continuadamente com coerencia, sinceridade e honestidade! Nao tenho filhos… Crio duas sobrinhas de 14 e 16. Nao e mais facil nem mais dificil do que para ti…. ‘E o normal par quem decide cuidar de outras vidas que nao sejam as tuas …Ame… E a melhor solucao
O ATO DE CORRIGIR EDUCAR IMPOR LIMITES NAO TEM QUE SER NECESSARIAMENTE ACOMPANHADO DE DOR E CASTIGOS AS PALAVRAS USADA NAS HORAS CERTAS FAZEM MAIS
EFEITOS QUE MUITAS PANGADAS PORQUE TODA CRIANCA VIRA UM ADULTO QUE TERA A MESMA
FORCA E VIGOR SE IGUAL OU ATE MAIS QUE NOS TEMOS HOJE E AI SERA QUE DA PRA DAR BELISCOES TAPAS APERTOS NO BRACO DE UM MOLEGUE DE UM METRO E OITENTA E OITENTA E
CINCO KILOS COMO E O CASO DO MEU FILHO QUE TEM SO DEZENOVE ANOS ,O IMPORTANTE E CATIVAR O RESPEITO E OAMOR DE NOSSOS FILHOS QUEM PLANTA VENTO COLHE TEMPESTADE
MEU PAI SEMPRE ME DISSE ESTA FRASE,INSITIR SEMPRE NOS DIALOGOS E VENCER A CRIANCA
PELA INSISTENCIA DA MUITO MAIS CERTO E ELES VAO SE ACOSTUMANDO COM AS ROTINAS E
HORARIOS
Gente… coitada da moça. Ela deu um beliscão no menino, só isso!! Perdeu o controle, é humana.
Concordo um pouco com a Elisa, ninguém fica com traumas por umas poucas palmadas. Pais inseguros, cheios de culpa, confusos e que internamente se odeiam causam muito mais estragos.
Se tenho alguma mágoa da minha mãe, não é por uma ou outra palmada. O que me fazia sofrer era quando elas e minhas tias ficavam debatendo a criação dos filhos (!) na nossa frente (!!!). Teorizavam uma coisa, faziam o contrário, se lamentavam. Eu me sentia uma cobaia!!!
Essa moça precisa é SE tratar com carinho. O amor é uma coisa que primeiro nos enche e só então transborda para os outros. Se perdoe, menina, procure fazer melhor, cuide-se e boa sorte!
Tenho um bebê de dois anos e isso já aconteceu comigo, em situações de cansaço e estresse perdi a paciência e dei uma tapinha no bumbum, fiquei muito triste, não consegui nem dormir no dia. Hoje estou fazendo terapia uma vez por semana e me sinto bem melhor, as vezes ainda perco a paciência e grito com meu filho, mas quando isso acontece, eu sempre vou falando para ele que mãe também perde a paciência e vou explicando que estou cansada e que eu o amo muito…Espero melhorar mais para que ele seja uma criança cada vez mais saudável.
Acho que é importante ter equilíbrio pra tudo. Sou mãe de 3 filhos. Eu já perdi o controle,perdi a paciência, já gritei com eles, coloquei de castigo, dei umas palmadas (nunca machucaram, na verdade, me doía mais a mão do que neles). Isso faz parte de ser uma pessoa humana. Quem disser que nunca perdeu a paciência com filho é porque não os tem. Ou eles são santos, ou é uma grande mentira. Mas por outro lado: isso é uma pequena parte do meu relacionamento com eles. Já apliquei palmadas por eles estarem incontroláveis, mas nunca disse a eles que eles eram incorrigíveis, que eram burros, que nunca iam ser nada. Eu sempre os estimulei, sempre os ajudei. Sempre que perdia a paciência, depois que eu acalmava, conversava com eles, e sempre deixei claro que os adorava. Resultado: eles são ótimas pessoas hoje. Não tem nenhum trauma, são equilibrados e tranquilos, não bebem, não fumam, não são de sair e chegar tarde. Claro que tem defeitos, mas são ótimas pessoas. Sobre minha infância: eu era uma menina tranquila, não precisei apanhar muito. Mas já levei muita bronca e tive castigos, devo ter levado uns tapinhas quando bem nova, mas nem me lembro. Sobre essa mulher que escreveu: eu não a defendo, acho que ela tem mesmo que melhorar o modo de lidar com o filho. Mas sem exagero, ela não é um monstro! Todos nós um dia perdemos a paciência, estamos estressados, com problemas, e estamos sujeitos a descontar em alguém. Importante é não deixar isso acontecer sempre, tentar se acalmar, tentar ter mais controle, mesmo que seja preciso buscar ajuda na terapia, o que eu acho que ela precisa urgentemente. As crianças não podem ser saco de pancadas. Mas também, crucificar quem dá uma palmada que dói um pouco na hora, mas não deixa marcas, dada depois de uma pirraça de criança, acho um exagero. Uma palmada é muito diferente de uma surra. Sabe que mais? “vou te dar uma palmada” virou uma brincadeira que faço com meus filhos desde que eles tinham uns dez anos. Eu até hoje, que eles são adolescentes, eu digo rindo que vou dar uma palmada neles, dou uma palmadinha de leve, e eles morrem de rir. Eles me respeitam, pedem minha opinião, conversam comigo, mas também, às vezes estão de mau humor e não querem conversa, e eu respeito. Às vezes a gente se desentende, mas sempre ficamos bem depois. O IMPORTANTE É TER AMOR, CARINHO E EQUILÍBRIO.
Entendo o que vc passa…eu cresci com uma mãe extremamente complicada, que nos agredia física e verbalmente.
Mesmo depois de adultos ela ainda nos agride verbalmente.
Às vezes me vejo repetindo suas atitudes com minha filha e me sinto horrível.
Esse ano no colégio a professora me chamou para conversar e tbm a psicóloga, foi quando vi o quanto ela me temia…e não é isso que quero para ela e para mim.
Não a quero cheia de ressentimentos como eu.
Decidi perdoar minha mãe e simplesmente esquecer tudo, pois não acredito que ela mude.
E decidi que minha história com minha filha será diferente, desde então, nosso relacionamento mudou muito.
É difícil tomar consciência das coisas, e a ajuda de um profissional faz toda diferença.
Procure um bom terapeuta o quantpo antes.
O que que ela tenha passado, por pior que seja, seu pequeno filho não tem culpa. Acho necessário ajuda médica nesse caso, pois a falta de controle pode levar à danos muito mais sérios à criança indefesa, os quais podem ser irrecuperáveis. O bom senso indica não planejar outro filho enquanto não superar essa falta de equilíbrio com a criança.Todos, uns mais outros menos, sofremos de estresse, o que não é desculpa alguma para maltratar ninguém, principalmente um filho. Lembrando que , maus tratos à indefesos , dependendo das circunstância, é caso de polícia.
A mãe disse: “sob forte stress, quando ele se recusa a dormir e eu estou exausta”; acho esse trecho fundamental. Eu não apanhei na infância, mas em situações como a dela, não belisquei nem apertei o braço, mas segurei meu filho com força na cama para não levantar e gritei - foi um excesso. Isso aconteceu algumas vezes. Até que uma vez ele falou coisas que me fizeram perceber que sentia medo de mim. Foi o que me fez me controlar daí em diante, nessas situações.
E vamos parar de por a culpa da culpa na cultura “judaico-cristã”. Acho que sente culpa toda pessoa de mente sã que faz algo errado. É claro que a consciência excessivamente escrupulosa é ruim. Mas cometer violências injustas e não sentir culpa… isso é que seria ruim, não?
Não concordo com nada do que está escrito aqui.
É uma análise simplória e muito pouco profunda da relação de mães e filhos. Não sou psicóloga, mas sou mãe de dois adolescentes.
Há 20 anos atrás, quando fiz meu curso de noivos na igreja católica, eu ouvi de um casal mais velho que dar palmadas nos filhos mostra a eles que existe um limite e eles estão ultrapassando.
Portanto, existe uma diferença entre a covardia do mais forte com o mais fraco, e aí falo de espancamento, beliscões de deixar roxo, apertar o braço e deixar uma marca, isso é covardia e é passível de julgamento criminal por abuso infantil.
Outra coisa é, que atire a primeira pedra quem nunca gritou com um filho que estava abusando da sua paciência, quem nunca puxou um pelo braço e disse senta aí!
Toda criança/adolescente (e olha, eles são BEM espertos) testam os nossos limites, e eles vão abusando mais e mais até que a gente diga chega! Tem pai que tem um limite maior.
Sinceramente acredito que éramos muito mais educados, respeitadores de hierarquia (na escola, no trabalho e na família) quando éramos educados com limites menos frouxos.
A sociedade moderna trouxe muita informação e as crianças, cada vez mais crianças, se julgam capazes de saber o que é certo e o que é errado.
Então, precisamos saber, qual das duas coisas essa mãe está falando.
Eu apanhei muito na minha infância, pouco tenho de lembrança, e as que me lembro, meus pais tinham TODA a razão. E olha, tenho certeza de que se não tivesse levado uns tapas na bunda, eu teria demorado mais para amadurecer e encarar o mundo sozinha.
Essa postura condescendente da sociedade pseudo-liberal está tirando de si, a responsabilidade de criar os seus filhos, e dando ao mundo essa responsabilidade. Isso é errado.
Tenho muito mais o que escrever, enfim, o post não é meu, mas tá errado quem diz que o pai e a mãe devem engulir toda mal-criação dos filhos, ou ainda que o filho de um pai ou uma mãe que saiu o dia inteiro de casa, trabalhou pra por comida no prato e dar educação não lhe deve respeito e obediência.
Simplesmente tá errado e é uma inversão de valores.
Sua culpa sim, sua maxima culpa!
Como pode uma pessoa descarregar a raiva, a frustração, o descontrole, o despreparo em uma criança de 1 ano? Se batesse em um adulto seria no minimo processada por lesão corporal!
Sua incapacidade de agir como um ser racional deve ser resolvida de outra forma. Vire sparring de um boxeador para extravasar seus sentimentos torpes.
É claro que vc cria uma pessoa traumatizada! Ou vingativa. Voce vai achar normal ele resolver as pendencias dele no tapa? Voce acha que poderá continuar batendo nele SÓ por ser mãe dele? Ele cresce e pode querer revidar. Ele não estará batendo na mãe, ele estará se defendendo!
Fico impressionado, ao ler os relatos claros de doença psiquiátrica grave nesta coluna, sem a indicação de um tratamento efetivo para o caso. Irribatilidade, baixo limiar de frustração, agressividade, pensamentos de suicídio (”sinto vontade de desaparecer. Morrer não seria o suficiente. “), são sintomas de alguma doença do humor. Poderia ser depressão ou trastorno bipolar. Se essa mãe fosse uma sádica, não estaria reclamando que espanca o filho. Nem estaria reclamando, já que o sádico gosta de infligir dor e sofrimento.
As doenças psiquiátricas são GENÉTICAS. Passam de geração para geração. Uma mãe deprimida, abusadora dos filhos, gerará algum filho (a) deprimida e abusador (a) do filho.
Reforço a pergunta: por que não há a recomendação de avaliação médica para esta pessoa que pede ajuda?
Minha filha tinha a idade do seu…Meu marido era violento, batia nela nesses arroubos de impaciência…Deixei ele por isso, nunca acreditei na violencia….Minha mãe sempre usou em todos os 10 filhos…Hoje ela tem 16 e percebo que todo o meu amor e carinho (especiais), nem a minha compreensão, a ajudaram a superar “uma coisa” que tem dentro de sí, de raiva, de não se sentir amada, enfim, ela tem problemas em função dessa nojeira que é a violência.
Lute com voce mesma, bata em sí, mas no bêbe não!
Se vire! faça o impossível! se contenha, seja a que preço for, ele “JÁ” está marcado pra sempre, sua tarefa agora é consertar essa m…toda!
Boa sorte!
O VERDADEIRO ARREPENDIMENTO CONSISTE EM NÃO COMETER OS MESMOS ERROS MAIS ,O QUE ACONTECE COM VC É REMORSO AO COMETER SEMPRE AS MESMAS COISAS.
Olá,
Em minha infância também passei por este trauma, ate hoje vem tudo em minha memória, não procurei ajuda para tirar de mim este rancor que sinto, hoje sou casada, tenho um filho lindo, pois também já dei umas palmadas nele mais nas mãos claro e leve. Estou grávida em minha segunda gravidez me sinto triste, pois todo meu passado retorna aos meus pensamentos todo que deu era do em minha vida, peso tanto para deus que arranque este sentimento de mim, culpo meus pais por isso, mais tenho certeza que deus vai me ajudar.
Vá para uma igreja, para praia ouça uma musica leve imagine seus filhos no futuro, tenho certeza que se você fizer tudo por eles, dando carinho e amor você recebera muito mais no futuro.
Somente as mães acidentais, sem o desejo de gerar, tratam os filhos assim. Na verdade, ela está ‘’se vingando” do filho por roubar o tempo que é dela e que poderia ser destinado à realização de outras atividades. É puro egoísmo. Além da covardia!
Betty, essa mãe precisa de muita ajuda, antes que faça mais bobagem do que já tem feito…
Bem, a procura por ajuda confidencial por e-mail já é um primeiro passo.
Mas, mudando de pau pra cavaco, um jovem de classe média esquizofrenico e usuario de drogas segundo a familia foi executado com 12 tiros (em legitima defesa segundo a PM) dentro de casa, a pedido do pai em Belo Horizonte.
Veja como a imprensa mineira é “cuidadosa” ao falar da PM na primeira edição - MGTV - que vai ao ar na hora do almoço - note que a palavra esquizofrenico não foi sequer citada.
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1166139-7823-JOVEM+E+MORTO+POR+PM+DENTRO+DE+CASA,00.html
e Veja como muda um pouco no Jornal nacional, quando alguns familiares falam que o jovem de classe média era esquizofrenico e usuario de drogas e a policia havia executado o rapaz com 12 tiros em ‘legitima defesa”. Lamentável… O pai, em situação de desespero chamou a policia, tentando o melhor para o filho, mas o fim foi trágico. Veja o vídeo e tire suas conclusoes.
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1166495-7823-JOVEM+DEPENDENTE+QUIMICO+E+MORTO+DENTRO+DE+CASA+PELA+POLICIA+EM+MG,00.html
E a polícia no inicio negando o uso de 12 tiros… (precisa negar isso?.. ou algum ser humano, policial ou não agiria em legitima defesa, (sob “forte emoção” quando um jovem psicotico em surto e usando drogas tentou matá-lo)? - no desespero….o guarda deveria estar apavorado…, como o rapaz psicotico.
André, não é bem asim. Meu pai me bateu violentamente na infância. Eu já tive muita raiva dele, mas hoje eu entendo que o que ele queria me dizer é: eu não sei o que fazer. E não existem “punições”. Exitem “perdas”. O pai/mãe que bate perde a vivência do amor. Eu amo meu pai, mas não vivo esse amor porque até hoje, aos 37 anos, ainda tenho medo dele.
Como é bom ouvir depoimentos de gente sincera e corajosa como você. Neste país de mentira, de presidente analfabeto, em que jornalistas dão notícias de futebol sorrindo, como se todo mundo gostasse deste esporte, é reconfortante ler um pouco de verdade. Quem disse que mãe é a perfeita? Não é não, elas sentem raiva, odeiam os filhos, brigam e gritam como todo ser humano.
Sou de uma geração que apanhou muito. Aliás, digamos espancada. Como minha mãe dizia, ela sucumbia ao estresse do dia a dia e relaxava batendo nos filhos. Se isso mexe com a gente no futuro? Claro! Sabe o que é sentimento de culpa? Funciona assim: vc bate e diz pra criança que ela foi má, fez uma coisa errada. Então, para não apanhar, ela tenta sempre fazer a certa e se pune se fizer a errada. Ou seja, ela só terá amor se fizer tudo certo na vida. E assim, se prende ao mecanismo da culpa, igual vc quando bate e depois se arrepende. Eu não tenho filhos, tenho sobrinhos e afilhados. Muitas evzes me deixaram com raiva, e eu me segurei, tive vontade de dar uns tapinhas. Mas aí, pensei no meu trauma e só gritei impropérios. Faça isso, relaxe rindo, grite besteiras e ria, pode ter certeza, quando vc olhar nos olhinhos de uma criançaque nem sabe o que está acontecendo, vc vai levar sua mão na consciência e parar com tais atitudes.
Falta firmeza na mulher brasileira, principalmente na função de mãe.
aposto que ela é uma bruxa…
Pessoas, parem de opinar e ajudá-la como se o que ela está fazendo é aceitável, perdoável. Não é. A punição será um filho que a odeia.
Pedir perdão ao filho depois de bater não vai deixa-lo ainda mais confuso?
Ele não vai ficar inseguro achando que a mãe não tem a menor noção do que está fazendo?
Praticamente toda uma geração, sofreu esse tipo de castigo que voce relata, mas nem por isso estamos hoje espancando nossos filhos.
É possível dominar a raiva? sim é, voce não bate no seu marido quando está estressada, pois ele reagiria, não? então bate no filho que é pequeno, e só pode chorar, e ficar com uma raiva horrível de voce, mãe, já passou pela sua cabeça, contar estórias, cantar pra ele dormir?, garanto que vai pegar no sono rapidinho, e vai sentir todo o amor que voce sente por ele, demonstre isso.
Faça o execicio do perdão no espelho, olhe-se no espelho, bem dentro de voce e peça perdão, como se fosse um mantra, repita muitas vezes, deixe a culpa sair toda de dentro de voce, e depois respire bem fundo, e sinta o amor crescer dentro de voce.
Um abraço e boa sorte!