Diretor da Cáritas Arquidiocesana de São Paulo desde 1987, o padre Ubaldo Steri conhece como poucos o cotidiano de quem fugiu do país de origem em busca da paz possível. A instituição que dirige, responsável pelos 4.300 refugiados que vivem no Brasil, garante proteção, assistência e documentação àqueles que se sentem perseguidos política, social, religiosa ou ideologicamente. Na entrevista, Ubaldo informa que, há 5 anos, existiam no Brasil refugiados de 40 países. Hoje são 76 nacionalidades diferentes: “Isso comprova que há mais guerras do que a gente imagina, pensa, ou fica sabendo”, lamenta. A Colômbia, acossada pelas Farc e dezenas de grupos paramilitares, é o país vizinho que mais exporta esse tipo de imigrante. Integrante do Conselho Nacional para Refugiados (Conare), Ubaldo afirma que Cesare Battisti não preenche nenhum dos requisitos necessários para a concessão do refúgio e que, por isso, deveria ser extraditado.
Parte 1
Parte 2






É bom ver que ainda existem padres que ainda se baseiam nos atos das pessoas para julga-las e não na ideologia dessas, resumind.
Augusto, Batistti não tem tenhum requisito para a “justiça brasileira” detê-lo, mas me pergunto: que justiça? A de Brasília? Ela não existe.
TVEJA, aí vamos nós.
Prezado AN,
Excelente a entrevista! Algumas são ótimas pelas informações passadas. Outras, são ótimas pois além das informações acabam por ser documentos históricos. Ressalto dois pontos: o ABSOLUTO respeito às leis (como DEVE ser em um estado de direito) do padre Steri quando analisa o caso Cesare Battisti! Uma lição a Tarsos e Lulas! Sem nenhuma avaliação ideológica ou de conceitos. Somente : “não há nada na LEGISLAÇÃO brasileira que justifique a não extradição.” (interpretação livre). Segundo, as FARC: o que dizer do apoio DECLARADO (”não são terroristas e sim “grupo insurgente”!) do Nanico Moral, Celso Amorim e do Top-Top Alucinado? (Sem contar com o apoio às ações do Chapolim Colorado, sempre presentes). Ou seja, uma lição de civismo, respeito à democracia e trabalho de apoio permanente aos (são tantos!) perseguidos políticos ainda existentes no mundo!
Por fim, me permito uma “loucura”! Existe uma certeza na área de tecnologia. O fenômeno da convergência! O que quer dizer somente que os meios de difusão de conhecimento (ou informação) estarão cada vez mais indissociáveis e debaixo de um mesmo “guarda-chuva”. Isso é fácil de se observar quando vemos uma “tv Veja” na WEB, acessível pelo Blackberry ou I-Phone e com a TV Digital, por exemplo. O que será cada vez mais importante é o CONTEÚDO e não o meio!
Sendo assim, haveria uma visão na VEJA para que buscasse na TV (por assinatura, por exemplo, ou mesmo nas abertas - via locação de espaço!) um espaço para exibição destas entrevistas ou mesmo um “Espaço Veja” onde você, Reinaldo, Mainardi, e tantos outros pudessem interagir para além da WEB e das edições impressas? SEI, obviamente, que a Editora Abril tem um excelente departamento de marketing e não seria difícil acertar um acordo com uma Globo News, Band News, etc ou mesmo a locação de horário (seja qual for) em rede de TV´s abertas. Seria excelente para a marca VEJA e mais ainda para todos nós,que teríamos a possibilidade de ter, na TV, comentários/entrevistas do team Veja.Neste ano de eleição, seria um pesadelo para alguns…
Desculpe a intromissão, e imagino que possa haver algum tipo de avaliação diversa que não conheço e não posso, assim, pesar prós e contras. Para mim, por isso, só tenho prós..
Abraços.
Achei a ideia ótima, Reynaldo. Vou conversar na segunda com a direção da Veja, que tem grandes projetos para este ano. abração, Augusto