30/04/2010
às 20:36 \ Vídeos: EntrevistaSatyaprem
Quem é você? É com essa interrogação que Satyaprem começa suas palestras – chamadas satsangs – que faz pelo Brasil e por outros países para levar à meditação quem busca um pouco mais de consciêcia. Um dos mestres mais respeitados do mundo, Satyaprem nasceu no Rio Grande do Sul e trabalhou como jornalista e fotógrafo até ser obrigado a deixar o país por pressão da ditadura militar. Na Índia, conheceu o mestre Osho. De volta a Porto Alegre, criou um centro que recebe centenas de visitantes todos os anos. Nesta entrevista, Satyaprem fala sobre o que é meditação.
Parte 1






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21 Comentários
Pedro Julio Cardenas Arauna
-19/04/2012 às 20:53
SOMOS SOLAMENTE SUPUESTOS
Kenia
-21/05/2010 às 21:26
Olá Augusto!
Sou fã de seu blog, sempre muito coerente na convicções politicas.
Achei legal você abrir espaço para outros assuntos também.
Em meio a tantos dessabores que temos na politica,as vezes é bom praticar um pouco de desapego e saber que somos muito mais que tudo isso.
Sou praticante de yoga ha algun tempo e tudo que ele disse já me é muito familiar. A ideia de meditar é justamente estar presente, estabilizar as ondas mentais e o fluxo do pensamento, o que pode te levar a um estado de hiper lucidez e se pode ver tudo com muita clareza.
Mas tudo passa na vida. Até a corja vai passar…rs.. e enquanto isso muita meditação para suportar tudo isso.
Namastê!
Kenia
Grato, cara Kenia.
Namastê!
Augusto
Varna
-04/05/2010 às 13:05
Gostei muito da entrevista com Satyaprem. Parabéns por possibilitar um tema novo neste seu canal de entrevistas.
Os mestres orientais antigos reconhecidos, Buda, Jesus, os reconhecidos por poucos, Osho e os atuais, Satyaprem, Eckart Tolle, Gangaji, Ramesh, Dolano e tantos outros a citar, falam todos sobre a verdade, sempre a mesma verdade. Quem ousar ouvir, verá.
Parabéns Augusto!
Sahar - DF
-04/05/2010 às 9:05
Parabenizo pela entrevista Augusto.
Já conheço o trabalho do Satyaprem e fico feliz que este esteja sendo cada vez mais difundido em todos os meios de comunicação.
Quem esteja pronto e receptivo que ACORDE, aos outros, bons sonhos no berço da ignorancia humana!!!
Muito grato Augusto e Satyaprem sempre
namastê
Claudio A. Raposo
-03/05/2010 às 19:05
Meu comentário inicial é:
FANTÁSTICO!!!
Minha razão é:
Nunca ouvi e vi uma explicação tão didática, simples e categórica, sobre a situação em que nós, os Humanos, nos encontramos, e onde está a “porta de saída”, para usar uma metáfora.
E a porta não é uma porta, é uma ilusão mental poderosíssima: o processo de nos identificarmos, enquanto Consciência, com a atividade mental. Entendi claramente que quando nos “damos conta” desta “identificação”, toda a confusão simplesmente desaparece.
E também compreendi que “meditar” é olhar esta confusão mental que se identifica com ela mesma e não mais se envolver com ela, apenas ficar ali, olhando, aceitando que é assim mesmo.
NAMASTÊ! Satyaprem, e que sempre possamos ouvi-lo para nosso prazer e deleite!
Mangla
-03/05/2010 às 18:45
Já aguardava esta entrevista há algum tempo. Cheguei hoje de viagem e acabei de assisti-la. Como sou fã do entrevistador e do entrevistado, tomei o cuidado de ouvir tudo da forma mais imparcial possível. Achei o Satya mais uma vez brilhante por ter conseguido falar com clareza, num tempo tão restrito, de algo tão extraordinariamente simples e complexo. E achei você, Augusto, mais uma vez brilhante por saber ouvir e pelo respeito que demonstra sempre por seus convidados.
Namastê aos dois.
Um beijo muito especial, Mangla. Namastê.
Matheus Cunha
-03/05/2010 às 18:22
É não somente impressionante como muito bem vindo que esse assunto esteja sendo veiculado em tal meio. Particularmente, espero que venha a ser, inclusive, um marco. O Brasil ainda não teve acesso à essência milenar e cada vez mais científica do que de fato seja ESPIRITUALIDADE. Numa sociedade ainda ocupada com a sobrevivência, partimos de uma religiosidade imatura, cheia de crenças e badulaques. E a “Nova Era”, com tremenda banalização da real proposta, conseguiu fazer-nos saltar das crendices para a total descrença. Perdemos uma chance e agora se faz perfeita a proposta de uma investigação inata e revolucionária, sem mais a necessidade de velhos padrões ou modelos (longínquos). Sim! Nos pede um certo “trabalho” – o da investigação. Mas não impede absolutamente que seja apreciado e vivenciado por todos os níveis e classes, de uma maneira mais interiorizada. Afinal, não haviam doutores seguindo Jesus, não é mesmo? O Ponto Zero, já desvendado pela Ciência, pode e merece a nossa atenção. Parabéns, Augusto! – pela escolha maestral de presença marcante e transcendental – realmente, cabe a ressalva: “Verão aqueles que tiverem olhos para ver”. Agradecimentos sinceros à Veja, pela abertura! Vamos em frente… Afinal, permanecer apenas com “o conhecido” não nos tem levado a lugar algum.
Atito
-03/05/2010 às 14:28
Muito boa a entrevista com o Satyaprem! Parabenizo toda a equipe do Veja.com por abir espaço para um tema tão importante. Entrevistas como esta são realmente um diferencial. Continuem assim.
Super obrigada pelo presente!
Um grande abraço!
Atito
NandoEsposito-SP
-03/05/2010 às 1:02
ops, foi um talento a mais na ultima frase.
Troca-se o primeiro talento então por it, charme, $$$, …, ???, ou qualquer coisa que o valha, já que isso é o que menos interessa..
NandoEsposito-SP
-03/05/2010 às 0:53
Entendo perfeitamente as justificativas de Carlo Germani.
Sejamos puramente racionais e nos afastemos dessa megalomania esoterica que nos assola. Justiça Eleitoral existe. O resto, eu confesso que to mais pra satyaprem.
Apenas discordo de Carlo quando diz que satyaprem “faz da sua convicção um negócio”, em tom depreciativo. Talvez ele não tenha o talento de outros que assim o fizeram com mais talento, como Lula ou Edir Macedo.
NandoEsposito-SP
anônima-RJ
-03/05/2010 às 0:26
Não consegui ter um ponto de contato com o entrevistado, nem através de você, Augusto!
Fico com a “loucura” de Tim Maia: “tudo é nada e nada é tudo”.
Vai ver que o meu guarda-chuva é de chumbo!
Carlo Germani
-02/05/2010 às 23:54
Caro Augusto,
Certamente o diálogo entre Neo e Morpheus em Matrix,revela uma clareza
séria e verdadeira sobre as ilusões humanas, do que “Satyaprem”.
É impressionante a capacidade deste “ator esotérico”,Satyaprem (que deleta a sua verdadeira biografia), em transmitir mensagens de total niilismo.
Algumas convicções (?) que sustenta:
“Não há busca,não há caminho,não há método.A iluminação,é aqui e agora.Nada é tudo o que você tem a fazer.Renda-se!”
“A priori sou a favor de tudo. A favor do aborto,da eutanásia,das drogas..
.”
” A vida é uma brincadeira divina, onde tudo pode e nada deve ser levado a sério”.
(…)
Isso são definições de um Iluminado? Na verdade é a apologia de um irresponsável.Para ele a vida é inútil e sem sentido.
Nada existe tudo é pura ilusão.Mas como explicar tamanha incoerência, onde esquece a pseudo-iluminação e pratica o lado mais tipico do ser humano: …É namorador (é contra o casamento),bom garfo,apreciador de noitadas em boates,faz da sua “convicção” um negócio, (…)
Quanto a Osho, é outra fraude. Como explicar um mestre Iluminado que
defendeu a apologia da riqueza material (tinha 96 Rolls-Royce),inumeras
empresas em vários os ramos de atividade (escusas por sinal),colecionador de processos judiciais …
É certo que a humanidade segue um processo mental-emocional condicionado por um sistema oculto mundial, onde quase tudo é uma ilusão,não há dúvida. Mas, chegar um aventureiro esotérico e propagar que
tudo é nada, já é demais.
PS: Augusto: De acordo com o “mestre” encerre tudo. Afinal,tudo é ilusão e irrealidade.Renda-se!
Pano rápido!
Caíque
-01/05/2010 às 17:03
Augusto,
Como sempre, na vida, não existem coincidências. Eu recomendo a você (se me permite a ousadia) dois livros que li recentemente. Um me foi recomendado por um amigo assumidamente agnóstico devido à minha difícil situação de vida neste momento. O outro caiu no meu colo numa busca num site pela internet pelo qual eu já havia passado 500 vezes. O mais engraçado e estranho é que os dois parecem falar exatamente sobre o mesmo tema, sob perspectivas totalmente distintas e, se não fosse a sucessão de sincronismos pela qual estou passando, acho que nunca me ocorreria ligar um ao outro. Mas, se quiser tentar, recomendo a experiência. Lá vai:
1 – O Poder do Agora (Título Original: The Power of Now, Eckart Tolle). É um cidadão que teve uma iluminação depois de um período depressivo particularmente difícil. O interessante no livro é que é em formato de perguntas e respostas, bastante didático. O conceito do “eu, consciência” independente do intelecto fica muito claro.
2 – A Mulher que Curou Seu Cérebro (Título Original: My Stroke of Insight, Jill Bolte Taylor). Essa senhora é uma neuroanatomista que teve um AVC comprometendo o lado esquerdo do cérebro. Parece que não tem nada a ver com nada, mas o caso é que ela perdeu a parte do cérebro que entende o mundo como uma sequência de eventos, ou seja, o tempo. Para ela, só havia o “agora”, a “atenção”. Muito interessante.
Saudações trabalhísticas.
Grato pelo toque, grande Caíque. Confesso que sei muito pouco sobre o assunto. abração
Matheus
-01/05/2010 às 15:14
Augusto, muito interessante essa entrevista.
No meio dessa pauleira toda de ano eleitoral, uma conversa como essa nos dá um pouco mais de equilíbrio e tranquilidade.
Grande abraço!
NandoEsposito-SP
-01/05/2010 às 4:48
ops, não falando de intelecto no sentido literal mas de pre-disposição imaginativa, se é essa a palavra..enfim..
nandoesposito
NandoEsposito-SP
-01/05/2010 às 4:45
Desculpe, Augusto, so ~ uma ressalva se não me fiz entender, falo da estória da empregada que simplesmente olha para um ponto e teve a tal percepção..hum acho que …nem se nesse ponto cego estivesse uma placa: srta.cozinheira, ganhaste na sena.
Digo, que o processo é fantástico, mas a sensibilidade intelecto-sensorial terá que ser estimulada a priori.
nandoesposito
Perfeito, Nando. abração
NandoEsposito-SP
-01/05/2010 às 3:01
O argumento é fantástico, apenas discordo quando ele advoga a tese do deslocamento obedecendo critérios não refinados de psico-analise
Pra que não sejamos forçados ao entendimento pelo vazio do conhecimento da propria força da consciencia. Ele proprio afirma que nós devemos ser guiados por ela. Esse refinamento é inerente ao processo. Pra que evitamos a propria banalidade do processo.
exemplo..Não medito ou medito pouco..Talvez precise meditar mais, ou talvez medite errado. Talvez nunca o tenha feito. Com certeza, nunca fiz. O que é a meditação? Se eu não sei, logo. Não medito..
Voltamos a estaca zero.
enfim, o assunto é longo, refinado obviamente e a entrevista foi fantástica.
Parabens!!
nandoesposito35anosaopaulosp
Abração, grande Nando.
f tavares - 45 !
-30/04/2010 às 23:11
satyaprem, esse sim, é o cara… passei mais de cinquenta anos sendo taxado de irreverente, gozador, pra compreender que o meu é o melhor estilo de vida, não sou nada disso, sou simplesmente feliz… e cá pra nós, vou continuar fazendo tudo pra ele ter razão…
Sandra
-30/04/2010 às 22:34
Augusto,
Satyaprem é novidade para mim e gostei muito da entrevista.
Você está de parabéns pela escolha do tema e do entrevistado.
E digo, consciência é percepção de cada parte de nós.
Namaskar
Joyce b.
-30/04/2010 às 21:12
Ainda não conhecia esse mestre. Achei muito interessante.
Você é ótimo nas entrevistas, mesmo as que não são políticas. Tem o dom de deixar o entrevistado falar… raro.
Cleide
-30/04/2010 às 21:10
Augusto,
Simplesmente amei a entrevista. Consegui desligar do mundo por alguns minutos.
Parabéns