10/06/2009
às 21:33 \ Vídeos: EntrevistaRawan Damen (parte 1)
Em visita ao Brasil para participar do 3° Festival Imagens do Oriente, a jornalista Rawan Damen, produtora e diretora da TV Al Jazeera, fala sobre seu novo documentário, “Al Nakba (A Catástrofe)”, discorre sobre temas como guerra e paz e diz como se sente um povo que, como o palestino, tem uma nação mas não tem um país. Na primeira parte da entrevista, Rawan afirma que a história oficial é a contada por Israel. E sustenta que as informações colhidas para o premiado documentário, que revela episódios indispensáveis à compreensão do que ocorreu na Palestina entre 1799 e 1947, são suficientes para desmentir ou reescrever versões repetidas desde há muitas décadas.
Tags: documentário, Israel, Oriente Médio, Palestina, Rawan Damen










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17 Comentários
Milton Coradi
-15/04/2010 às 11:20
Vejam que artigo esclarecedor sobre o tema:
É sempre assim: toda vez que Israel reage àqueles que o atacam ou que põem em risco a sua existência como Estado; parte da mídia tende a tratá-lo como espécie de “inimigo público número um” no Oriente Médio.
Deu no programa “Milênio”, dia 05/01/2009 (época em que Israel incursionava em Gaza) e foi reprisada no dia seguinte exaustivamente pelo Canal Globonews a entrevista com o historiador revisionista judeu Ilan Pappe tomada pelo repórter da Rede Globo Silio Boccanera.
O israelense Ilan Pappe pertence à safra dos “novos historiadores”, turma que se propõe rever fatos históricos, no mais das vezes, atribuindo a tais acontecimentos a pecha de “falsos” ou “manipulados”, propondo revisionar os fatos sob a sua ótica ideológica de esquerda.
Ilan Pappe não foge à regra e segundo o seu livro “The Ethnic Cleansing of Palestine” (A Limpeza Étnica da Palestina), o povo judeu – pelo sionismo, antes mesmo da fundação do Estado de Israel em 1.948 – vem promovendo uma limpeza étnica do povo árabe na palestina, inclusive por meio de guerras.
A chamada da “Globonews” anunciava a entrevista fazendo menção à referida obra de Ilan Pappe segundo a qual “ajuda a entender os recentes acontecimentos na faixa de Gaza”.
Pois bem.
Muito conveniente essa reprise da entrevista com o marxista israelense Ilan Pappe em um momento em que Israel incursionava em Gaza – conveniente, é claro, para os padrões de um jornalismo tendente a manipular a opinião pública.
Nessa senda, irônico é o fato de Karl Marx, também de ascendência judaica, depois de defecar o comunismo, aduzir que o fez para se vingar de Deus e do seu povo (mais conhecido como povo de Israel). Com efeito, servindo ao propósito de o seu ideal, o comunismo exterminou, em todo o mundo, mais de duzentos milhões de vidas humanas! Ilan Pappe, como político do partido comunista israelense – Hadash, não conseguiu introduzir, nos anos 90, o marxismo em Israel – fato que o frustrou a ponto da psiquiatria e, agora, procura vingar-se de Israel e do seu Deus por meio de burlesca ideologia conhecida como “revisionismo” – ala excêntrica esquerdista que se propõe a “desmistificar” fatos históricos e reinventá-los, ou melhor: interpretá-los a seu bel prazer, é claro.
Ideologia esquerdista? “Sim senhore, positone”.
Eis ai o venezuelano Hugo Chaves e a revisão (reinvenção) da história da América Latina pelo tal
bolivarismo!
Mas, é tão distorcido e contraditório o revisionismo do marxista judeu Ilan Pappe que ele não foi capaz de explicar na entrevista que concedeu a Globo como é que a população ÁRABE ISRAELENSE sói cresce no estado de Israel: árabes comerciantes; árabes padeiros, árabes joalheiros, árabes donas de casa, árabes professores, árabes cientistas, árabes músicos, árabes engenheiros, árabes advogados, árabes médicos, enfim e que convivem com o cidadão israelense judeu, harmoniosamente, dentro do território de Israel!
Ora, para quem (Israel) quer fazer e “sempre fez” “uma limpeza étnica” (da população árabe)
segundo o revisionismo de Ilan Peppe, muito estranho não é mesmo?
Aliás, reflexo dessa crendice absurda e risível do revisionismo foi visto no “Manhattan Connection” (GNT da rede Globo), ocasião em que o jornalista Lucas Mendes chegou ao cúmulo de ponderar se os mísseis qassam não seriam preparados e disparados pelo próprio mossad (serviço secreto israelense) contra o próprio territorio de Israel a fim de justificar o ataque na faixa de Gaza por motivos eleitoreiros… Tal disposição de torcer os fatos foi de pronto rechaçada pelos outros comentaristas, ainda bem para a história!
Só faltava essa!
Mas o revisionismo é isso aí, tão aberrante quanto à ideologia que o sustenta. Tendente a acreditar em papai Noel.
É preciso ser honesto e deixar de transferir a Israel uma responsabilidade que não é sua! O povo árabe palestino foi quem conduziu o Hamas ao governo de Gaza! Escolha do povo palestino! Ele próprio o fez! Se os palestinos desejam de verdade a paz, já passou da hora de promovê-la, não acha Willian Waack?
Este jornalista propôs-se a responder a questão do “o quê”, afinal, seria agir de forma proporcional por parte de Israel, já que a pregação da imprensa era a de que a IDF – Israel Defense Force estava usando força desproporcional em Gaza.
Pois bem. Se a saída em relação ao Hamas (que tem como fundamento de governo a extinção de Israel) não é a militar e sim a política, você não acha Willian, que o povo palestino, ele próprio, precisa lançar mão dela (política) diante do seu governo, o Hamas? É que transferir para Israel tal tarefa é mesmo muita leviandade.
Lamento a perda de vidas, inclusive de crianças palestinas. A cena daquelas cinco irmãs mortas é mesmo de fazer chorar e é, de fato, uma perda terrível e muito preocupante. Agora, o governo palestino do Hamas deveria prezar pela vida dos seus concidadãos e estes, por sua vez, verificarem que governo almejam.
Por outro lado, impensável minimizar os efeitos dos mísseis qassam sobre os israelenses!
Mas, retornando diretamente a Ilan Pappe, outra frente distorcida do revisionismo é o pacifismo.
Eu disse pacifismo e não o exercício da paz!
O exercício da paz e o pacifismo são coisas antagônicas.
O pacifismo propõe o automartírio de uma nação pelo fato de ser mais forte do que a outra que lhe ataca! Coloca de joelhos o mais forte diante do mais fraco em nome de uma paz alijada, capenga.
Excêntrico e confuso, mas é isso mesmo que o pacifismo é!
Israel possui um povo organizado que ama estudar, que ama a liberdade, que trabalha e desenvolve tecnologia de ponta, e que por amar a paz desenvolveu poderosa tecnologia militar. Um povo que combate de verdade a corrupção.
Já o “fatah” palestino, corrupto, desvia as milionárias “ajudas” estrangeiras para o seu deleite pessoal, cujos membros residem em mansões, viajam para o exterior, mantém vultosas contas bancárias lá, desfilam em limusines em detrimento do seu povo que vive em estado de miserabilidade.
O Hamas, por sua vez, arma-se até os dentes, pouco se lixando para o pescoço de suas crianças e suas mulheres. Aliás, o seu líder morto pela aviação de guerra israelense, à época do conflito, Nizar Rayyan, confirma esse fato ao gerar filhos para incitá-los, covardemente (ele mesmo não ousou fazê-lo), a explodirem-se em meio a civis israelenses como homens bombas, caso que ocorreu com um dos seus filhos.
Mas eu não vejo a globonews trazer “especialistas” para falar dessa ideologia Hamas que é o considerado o “fraquinho” no conflito. Também nada diz a respeito dos “casamentos” entre marmanjos árabe-palestinos e menininhas de seis anos de idade e assim vai…
Então, Israel deveria ter sido colocado de joelhos por ser o mais forte e suportar os mísseis atirados contra si, afinal, como bem lembrado por Lucas Mendes tais mísseis acertam as pessoas só de vez em quando!
No Sudão vimos os pacifistas agitarem bandeiras brancas e o povo de Darfur dizimado cruelmente e ainda estão sendo. A imprensa? Que nada! Bandeiras brancas bem hasteadas!
Em 1993, na Somália, enquanto agitavam os pacifistas as suas bandeiras brancas, Mohamed Farrah Aidid ria e massacrava o povo com a sua milícia. Quando Clinton, enfim, resolveu agir militarmente, os pacifistas bradaram e hastearam as suas bandeiras brancas pedindo “um cessar fogo imediato” das tropas americanas…
Pera ai. Deixa-me entender: contra a agressão armada bandeiras brancas, é isso? As tropas americanas, melhores armadas, jamais poderiam insurgir-se contra a maltrapilha milícia de Aidid e o melhor a fazer seria acenar bandeiras brancas para ela não é; mantendo-se o estado caótico de coisas criado pela milícia?
Agora sim dá para entender o seqüestro da menina Eloá no Brasil: eliminar Lindemberg, como por diversas vezes teve a chance a polícia militar seria atentar contra o pacifismo; logo, o melhor mesmo foi deixar a garota morrer nas mãos do facínora, seu algoz, mantendo-se o estado caótico de coisas criado por ele mesmo.
Ah! E o sequestro daquele ônibus no Rio de Janeiro em que o bandido matou a refém – tem até filme brasileiro a respeito – exterminá-lo seria uma tremenda desumanidade, o certo mesmo foi manter o estado caótico de coisas criado pelo próprio marginal e a vítima seqüestrada pagou o pato, Certo? Certíssimo na visão do pacifismo!
Mas não é só.
Outro ponto de vista revisionista, bem atual, é o de atribuir à ofensiva israelense no sul do Líbano em 2006, como sendo “um fracasso total” a fim de desacreditar a operação militar em “Strip Gaza”. Contudo, depois do término da ofensiva contra o Hezbollah nunca mais ele lançou um misseozinho sequer no território israelense como vinha fazendo antes da ofensiva de 2006!
Pretender “revisionar” um passado distante vá lá, mas os fatos ocorridos no ano de 2006 são muito recentes para iniciar uma distorção!
Portanto, senhores da imprensa, não dá mesmo para induzir toda e qualquer opinião. Vão devagar. É horrível a guerra? Sim, é. A paz deve triunfar? Imediatamente.
Agora, tentar incutir a idéia de que os judeus querem proceder a uma limpeza étnica na palestina com base no revisionismo ressentido de Pappe é mesmo demais.
Eli-Ezer Emess
http://eli-ezer-emess.blogspot.com/2009/09/globonews-o-revisonismo-de-ilan-pappe-e.html
Bernardete Baronti
-25/07/2009 às 0:04
Ainda não tive o prazer de assistir ao filme dessa magnífica cineasta, diretora e produtora RAWAN DAMEN.
Parabéns a ela pela iniciativa de esclarecer ao Mundo, especialmente o Ocidente, sobre fatos de extrema importância.
Até o presente, a História estava sendo contada APENAS por um dos lados, o lado de ISRAEL. Agora, podemos ter e ver O OUTRO LADO DA HISTÓRIA.
O Povo Palestino tem sofrido nas mãos dos sionistas com essa idéia de um lugar SOMENTE para judeus nas terras Palestinas.
Assisti uma entrevista de Silio Boccanera, com o Professor Pappe na Globo News e o relato dele é absolutamente estarrecedor.
Pappe desafia a Versão Sionista dos eventos acontecidos na Palestina desde 1948.
Entre inúmeras passagens inacreditáveis ele fala do “Projeto” iniciado por Ben Gurion e a seguir por Itzhac Rabbin e o Partido Trabalhista de extermínio do povo palestino, confiscando suas terras, estuprando suas mulheres e matando impiedosamente desde 1948 e intensificado a partir de 1950 com a retirada dos Ingleses do Estado de Israel.
O próprio Pappe se emociona quando fala dizendo nunca poder imaginar que os judeus fossem capazes de fazer o mesmo que os alemães acabavam de ter feito.
Conta que em 1950, por exemplo os israelenses decididos a expandirem seu território a despeito do que foi determinado pela ONU saíram tomando as terras dos colonos palestinos chegando a determinar que estes tinham uma hora para se retirarem levando o que podiam. Davam tiros para o alto e matavam quem se lhes opunha. Mas é muito pior que isso.
Ilan Pappe (http://ilanpappe.com) é judeu, perdeu toda a família sob o jugo alemão na 2ª Guerra e é Historiador, ativista de Direitos Humanos, Professor e Chair no Departmento de História da University of Exeter e co-diretor do Exeter Center for Ethno-Political Studies.
Os Palestinos clamam ao mundo para não serem sumariamente exterminados porque Israel já decidiu, há muito tempo, que ficará com suas terras.
Visitem o site de Ilan Pappe e entenderão o que realmente se passa no Oriente Médio.
João
-20/06/2009 às 8:15
Para quem se interessa pela verdade, sugiro a leitura de ” The ethnic cleansing of Palestine” do professor Ilan Pappe. Trata-se de um professor da Universidade de Haifa, portanto de um judeu.
Após a publicação do livro que é produto de pesquisas nos documentos oficiais do governo de Israel, o professor teve de se exilar em Londres, para não ser morto.
Portanto, parece-me que o documentário da jornalista está muito mais perto da verdade do que tentam desmerecer alguns leitores.
Jose Rocco
-18/06/2009 às 16:51
Uma mera guerra de propaganda. Essa senhora afirma na entrevista que em 1967 os árabes não invadiram Israel… Imaginem as “verdades” que constarão do documentário.
Rafaela Marques
-17/06/2009 às 11:48
Sua coluna tem me dado muitas informações e prazer, principalmente com os vídeos, que adoro.
Estava passeando no Recife e lá vi um documentário que gostei muito, chamado Sociedade do Automóvel, feito por Branca Nunes. Agora, essa excelente entrevista com Rawan Damen, também realizado por Branca Nunes. Será a mesma pessoa? E é sua parente? Se for, parabéns duas vezes.
Marcia
-16/06/2009 às 21:39
Quem quiser, pode assisir a um trecho do filme no Youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=WuBKtzi2Cos&feature=PlayList&p=F2CFE852567D9182&index=0
Abraços,
Marcia.
Augusto Nunes
-15/06/2009 às 16:08
Lucas: as partes 2 e 3 entram na coluna amanhã, terça.
Lucas
-15/06/2009 às 11:36
Existem outras partes da entrevista? cade?
Esse circo pega fogo mesmo!
Parabens!
Berto
-13/06/2009 às 12:51
Creio, Henrique, que não exista mais história escrita por vencedores, apenas a versão da mídia.
Você acha que a Al Jazeera está lá para revelar a verdade ou dar a sua versão dos fatos?
Hoje, mais do que dantes, a mentira – ou a inverdade, como preferem eufemizar os políticos – tem pernas curtas. Versão oficial ou oficiosa que desconsiderar o factual, o rato há de comer. Palavra de mr. Google!
Portanto, Robert, o maniqueísmo do branco e do preto não se sustenta mais diante de uma simples clicada.
“… Ter oportunidade de conhecer o “outro lado” apresentado em primeira-mão, sem intermediários…” não garante confiabilidade à fonte e nem fidedignidade à informação.
Afinal, cada um continuará a ter as suas verdades, não apenas como resultado da sua própria experiência de vida, mas como política de vida.
O “assim é, se lhe parece” de Mrs. Damen que o diga!
Marcia
-13/06/2009 às 12:08
O filme da Rawan é uma verdadeira aula de história, devereia ser obrigatório no currículo das escolas e universidades. É sério e comeptente, pois basea-se em documentos, filmes e imagens fotográficas da época. Ou seja, nada ali é inventado ou distorcido, pelo contrário. Só não enxerga quem não quer ver. Aliás, quando a realidade dos fatos é muito violenta e destrói preconceitos e construções históricas cristalizadas no imaginário pela mídia, muita gente se sente intimidada e acaba mudando de canal ou desistindo de ver o vídeo até o fim. Aliás, ela é uma documentarista experiente e premiada no mundo inteiro e, por isso mesmo, mais do que indicada para revelar este pedaço da nossa história recente. Parabéns pelo vídeo, agora precisamos todos assistir ao filme!
Alet
-12/06/2009 às 13:12
Mais uma distorcendo os fatos. Tanta besteira que nao consegui assistir o video na integra.
Ja no comeco ela omite um fato importante: os arabes recusaram a particao da Palestina. Os arabes invadiram Israel com a intencao de destruir o novato pais, nao para assegurar parte da terra aos palestinos. Se esta fosse a intencao eles deveriam simplesmente ter aceitado a particao da Palestina.
Nao entendo porque as pessoas, para legitimizar a causa dos palestinos sempre distorcem fatos historicos.
Uma observacao: os palestinos nao sao descendentes dos Filisteus.
Robert
-11/06/2009 às 15:38
Pois é, Berto.
Há alguns anos li um livro sobre psicanálise no qual o autor fazia uma afirmação bombástica: na mais tenra idade somos levados a tomar a única decisão da nossa vida, a de não decidir, a de seguir o rebanho.
Não apenas concordo, como acrescento que vejo no Brasil o crescimento de uma mentalidade de fanáticos. Ovelhas fanáticas são dificeis de aturar. Vivem uma realidade virtual, ignorância voluntária e fé cega seja no que for: politicos, religiosos, time de futebol, imprensa, história reescrita. É uma massa anestesiada, subserviente, dócil, dizendo amém, repetindo o que ouviu sem maiores considerações ou reflexões. Estamos com falta de espirito critico.
Dessa forma, acho muito positivo ter oportunidade de conhecer o “outro lado” apresentado em primeira-mão, sem intermediários. Não quer dizer que eu simpatize com um lado ou outro, e muito menos vá concordar com idiotices recentemente pronunciadas em discurso “histórico” do atual presidente americano. Acredito apenas que temos que quebrar essa situação de opinião digital, 0 ou 1, preto ou branco.
Cada um tem as suas verdades, resultado da sua própria experiência de vida.
Henrique Santos
-11/06/2009 às 13:02
A história sempre foi escrita pelos vencedores.
Então, não me venham dizer que a história do Oriente Médio não precisa ser reescrita.
Uma jornalista da TV Al Jazeera com certeza já viveu na pele coisas que jamais imaginaremos.
Janaina
-11/06/2009 às 12:58
Não concordo com a opinião da entrevistada. A Terra Santa sempre pertenceu ao povo judaico e hoje se vive o estado de direito. A Terra nas mãos dos seus verdadeiros filhos.
Berto
-11/06/2009 às 11:56
Filisteus e hebreus se estranham desde os tempos da peregrinação pelo deserto.
Hoje, apenas os filisteus ainda insistem na velha rixa.
Parece que eles ainda não engoliram a pedrada de Davi na testa de Golias.
Alegam ter sido uso desproporcional da força.
Uma jornalista funcionária de uma rede de TV árabe talvez não seja a pessoa mais isenta e indicada para “reecrever” a história da querela judaico-palestina.
Robert
-11/06/2009 às 1:16
Pois é. Por coincidência, hoje eu estava participando de uma discussão de um forum técnico mas que debatia um assunto politico, quando tomei conhecimento de um ataque terrorista ocorrido em 1946 ao King David Hotel, em Jerusalem, de autoria de extremistas israelenses, que causou a morte de 91 pessoas e ferimentos em 46.
A critica levantada é que em julho de 2006, israelenses, incluindo o ex-Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu and ex-membros do grupo terrorista, compareceram à celebração do 60o. aniversário do atentado, festividade organizada pelo Menachem Begin Centre. O embaixador inglês em Tel Aviv e o consul-geral em Jerusalem protestaram: “Não acreditamos que é correto um ato terrorista, que levou a perda de muitas vidas, ser comemorado”.
Carlos Augusto Garcia
-10/06/2009 às 23:58
Interessantíssimo!
Fiquei com vontade de assitir ao filme. Me interesso muito por história e a dessa parte do mundo ainda é muito mal contada.
Parabéns pela coragem de levantar um assunto tão polêmico.
Um abraço
Carlos Garcia