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18/10/2011

às 19:18 \ Vídeos: Entrevista

João Carlos Di Genio, diretor do Colégio Objetivo e reitor da Unip: Nada é mais importante que a capacitação do professor

Diretor do Colégio Objetivo e reitor da Unip, João Carlos Di Genio acumula mais de quarenta anos de experiências ─ todas bem sucedidas ─ à frente de instituições de ensino. Há dias, por exemplo, o Ministério da Educação revisou os resultados do Enem-2010 e informou que o Objetivo é o melhor colégio de São Paulo. Ótimo sinal, sorri o vencedor da disputa entre as mais competentes escolas privadas. “As questões do Enem também levam em conta a compreensão dos textos das perguntas”, ressalta Di Genio. Ele acredita que os resultados deveriam ser adotados como critério de seleção para o vestibular pela USP e pela Unicamp. “O Enem poderia ser transformado na primeira fase”,  sugere Di Genio, convencido de que só a adesão das duas maiores universidades do estado vai acabar com o desinteresse de muitos alunos paulistas pelo exame instituído pelo Ministério da Educação.

Na segunda parte da entrevista, Di Genio critica o peso atribuído à prova de redação no ranking do Enem. “Em nenhum lugar do mundo a redação chega a valer metade da prova”, argumenta. Sejam quais forem os critérios utilizados, contudo, ele acredita que o Objetivo estará no topo do ranking. “Nós focalizamos as competências e habilidades e temos 50 anos”, lembra.

Na terceira parte da conversa, o entrevistado comenta a superioridade do ensino particular sobre a rede pública. O que faz a diferença é a capacitação do professor, resume. No Colégio Objetivo, por exemplo, existe uma Comissão de Qualificação de Aprendizagem, encarregada de avaliar regularmente o desempenho dos professores.

Na última parte da entrevista, João Carlos Di Genio afirma que a tecnologia é uma grande aliada da educação e registra com orgulho algumas ações pioneiras. Ele foi o primeiro a instalar e utilizar computadores em salas de aula. “É um instrumento de informação”, constata. “E é importante mostrar para o professor que a tecnologia não vai substituí-lo.”

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25 Comentários

  1. gonçalves

    -

    27/07/2014 às 16:01

    bom dia,
    Estou com problema gravissimo na faculdade unip da cidade universitaria…que nao consigo resolver na unidade , e ninguem sabe o nome do reitor da universidade( que absurdo) so consegui encontrar atraves do site….Quero dizer o que esta acontecendo !!! porem nao sei se neste (canal) consigo ….Favor voces tem algum site que possa me comunicar com ele e muito importante…!!!Se tiver mande para meu e-mail Obrigado

  2. Maria Aparecida

    -

    26/06/2014 às 17:58

    Só concluindo o comentário que fiz abaixo, em momento algum me neguei a pagar a dívida no colégio , somente pedi uma maleabilidade diante de minhas dificuldades financeiras. Tenho lido que várias Universidades no intuito de não perderem alunos , facilitam o pagamento, conforme a possibilidade de cada um. O que me indignou foi que não me deram nenhuma possibilidade, dentre tantas que me propus a fazer. Tive que ouvir que eu poderia emprestar um Cartão de Crédito de alguém para saldar o débito…Nunca ouvi tamanho absurdo.

  3. Maria Aparecidfa

    -

    26/06/2014 às 11:15

    Sr.Diretor do Colégio Objetivo.
    Venho através deste, lhe colocar a par de um fato que não quiseram que chegasse até o sr, pois é segundo seus funcionário um ser inatíngivel com quem não se pode falar, Eles o tem como um Deus todo poderoso, mas para mim o sr. é uma pessoa como como eu, por isso o trato de igual para igual.
    No dia 25/06, estive no Objetivo Guarujá, para falar com a Coordenadora Luiza para fazer um apelo. O caso é o seguinte: Minha filha de 13 anos SOFIA PALLAROLS estudou o ano passado nessa unidade, mas foi impossibilitada de matricular-se no ano seguinte, porque estava em debito com o colegio. Eu lhe explico o porque dessa inadimplencia. Sou separada do pai de minha filha e este foi sentenciado a pagar as despesas escolares o que o mesmo não honrou e a tirou do colegio levando-a para São Paulo e a matriculou em uma escola publica contra a vontade dela. Acontece que esse fato adoeceu essa menina de apenas treze anos que foi arrancada do convivio de seus amigos e do colégio que ela tanto gostava e não esperava ter que abandonar. Bem, eu como mãe fiquei desesperada ao ver minha filha adoecer e se deprimir por conta disso e fui disposta a negociar a divida para matricula-la novamente. Só que deixei bem claro que gostaria de fazer uma negociação que coubesse em meu orçamento, pois como se trata de uma empresa que tem milhares de alunos, eu estava esperançosa de que algo fosse feito a meu favor. Fui muito bem tratada pela coordenadora e com sorrisos de orelha a orelha e ficaram de me dar uma resposta…Hoje recebi um telefonema de uma funcionária do colégio, apenas me dizendo o que eu já sabia …que eu só poderei matricular minha filha novamente se eu quitar a divida, assim friamente. Conclusão eu passei por idiota e fui tratada como tal, pois não consideraram o caso nem se sensibilizaram com os sentimentos que envolvem uma menina de treze anos que tem tantos sonhos,simplesmente consideram cada aluno como uma $ ,ou seja, pagou ta dentro, não pagou, cai fora. Que lamentável episódio, meu sr. Espero que essa minha triste história chegue ao seu conhecimento e que o sr. possa fazer algo pela minha filha .Obrigada.

  4. Beatriz

    -

    04/09/2013 às 23:23

    Eu me formei no colégio objetivo Em 1976 foram os melhores anos da minha vida. E uma pena, que nao há fotos e nem filmes desta Época nossa formatura foi no clube Palmeiras. Nossos professores eram os melhores acho até , eles fora os melhores de todos os tempos, alguns ainda hoje Sao notáveis e insubstituíveis. Parabéns .

  5. Suzana

    -

    16/07/2012 às 13:49

    A visão simples e direta de um gênio da educação, concordo inteiramente com o Sr. Professor! Parabéns Augusto pela excelente entrevista!

  6. Malena

    -

    12/06/2012 às 14:29

    o Colégio Objetivo de Salvador ,Costa Azul está precisando urgente de um diretor competente , foi enviado boletim de 1 unidade só com as médias,sem notas de teste ,prova,trabalho e qualitativo,e quando é questionado diz que vai agendar uma reunião que nunca acontece ,isso é um absurdo…Sem contar outros acontecimentos…é uma pena isso esteja acontecendo…

  7. Augustus Mathy

    -

    17/05/2012 às 19:38

    Gostaria de dizer como ex – aluno da UNIP que vi no ensino Objetivo/”UNIP” uma experiência mais que interessante em minnha vida.

    Fui ex – aluno de ambas inetituições de ensino e na primeira cheguei a passar em faculdade federa , porém , por força do acaso acabei não indo fazer matrícula!

    Já na segunda instituição “ME LIBERTERTEI” na forma mais ampla que o ensino poderia mostrar!

    Já formado , fui passear por várias outras instituições de renome e de longe não vi nada que chegasse aos pés da UNIP!

    Laboratórios de primeira linha para década de 90!
    Professores fantásticos que sabem ensinar na exata medida do “ruído” necessário ao aluno.

    Nenhum dia no decurso de meu estudo a faculdade me faltou.

    Única coisa … será que existem políticos aí no meio?Se sim … grande pena!

  8. Prof. Lucio

    -

    29/02/2012 às 12:41

    Sou professor a 18 anos e lecionei na UNIP e em outras entidades. Apesar do tamanho do corpo disciente e corpo docente nunca tive oportunidade de cumprimentar pessoalmente o Caro Prof Di Genio. Mesmo assim estou muito satisfeito e orgulhoso por fazer parte desta entidade. Afinal todos os dias nós professores lutamos de modo altruístico para construir mentes ou formar profissionais dignos e competentes para o nosso país. Parabéns pela entrevista e a todo corpo diretivo desta magnifica casa.

  9. Kitty

    -

    20/12/2011 às 2:28

    Meu querido Augusto!,
    Mais duas entrevistas de qualidade!! Educação é sempre um tema de extrema relevância, porque a evolução de um país depende da qualidade do ensino fundamental, médio e superior. Sem nenhuma dúvida, a educação deveria ser considerada uma prioridade para o governo. Infelizmente, nós sabemos que não é bem assim. No Congresso Nacional está em pauta a verba que deveria ser gasta para a educação 10% do orçamento. O Executivo questionou esta percentagem porque seria impossível reservar esta quantia para ser investida no melhoramento da educação.
    Num excelente artigo de Veja li que a Coréia do Sul, hoje no topo da excelência educacional, gasta quase o dobro do que isso.
    Sendo o Brasil uma das maiores economias do mundo, com forte crescimento e redução da desigualdade social, que começou na era Fernando H. Cardoso, não há dúvidas que o desafio maior será investir em educação, precisa-se garantir o direito ao conhecimento.
    Portanto, não poderíamos falar em educação sem falar dos profissionais da Educação Básica: os mestres e professores que em sua maioria são mal remunerados e trabalham sem condições, sem mencionar a formação inicial insatisfatória nas disciplinas que lecionam.
    Portanto, sempre quando o tema educação entra em pauta é a Meritocracia que deve prevalecer. Sem o estímulo de superação pelo mérito e a consideração pelo esforço, que passa por salários justos e valorização pelo esforço realizado em se superar cada vez mais nas suas áreas.
    Por outro lado, não devemos esquecer que o mercado exige qualificação e para ter chance na disputa por uma vaga é preciso capacitação continuada como forma de encarar e vencer a concorrência cada vez mais acirrada. Por isso que, o Brasil, que ainda detenta um número importante de analfabetos, tem que avançar a passos agigantados para se igualar às economias mais competitivas. Pasme caro Augusto são quase 14 milhões de brasileiros que não sabem ler nem escrever. É muita luta pela frente e as autoridades que cuidam da Educação terão que focar com seriedade e investimentos maciços no Ensino em forma geral. O futuro do Brasil depende da EDUCAÇAO.
    Uma última consideração, caro amigo, não podia, embora que atrasada, deixar de comentar as duas excelentes entrevistas, e nem poderia deixar de aproveitar este espaço, para lhe desejar nestas Festas de Natal e Ano Novo muitíssimas felicidades e que todos os seus sonhos se tornem realidade; muita saúde e disposição para continuar desde esta tribuna, a luta contra a corrupção e a impunidade que denigre a Administração Pública. Posso dizer que foi uma ótima parceria tanto aqui na sua prestigiada coluna, como no Facebook.!
    Carinhosamente, Kitty

  10. Rodrigo

    -

    02/12/2011 às 18:27

    Augusto foi uma otima entrevista,mas pergunte para o Sr.Di Genio se ele tem um minimo de respeito
    com seus funcionarios,e se ele ja ouviu falar de ética profissional…

  11. Indignada!

    -

    29/10/2011 às 12:59

    Augusto, sei que estou meio atrasada neste comentário, a entrevista já foi faz tempo, mas só agora eu a vi, pois confesso que não nutro muita simpatia pelo entrevistado… mas a história do ranking que ele conta não é bem assim não; tb não posso afirmar com certeza, mas me foi passada uma outra versão, por um pessoal de Campinas, concorrentes diretos dele, que ele abriu uma escola, com poucos alunos e muitíssimo bem selecionados, apenas para “rankear” – neologismo de professores – no Enem. Tem mais coisa aí do que a cara de bonachão dele faz transparecer…mas não publique este post por favor, só queria falar isto pra vc, embora tenha aqui um pressentimento que vc já sabia…aliás, do que vcs não sabem???…rs…de qq maneira, aproveito para dizer que sou uma admiradora entusiasmada de sua coluna, do seu trabalho e da maneira ética e polida com que vc lida com as notícias! Ah, nosso ex-presidente está doente. A “Lei” – e não falo a dos homens – é justa! E na laringe…que ironia não?!

  12. Mariazinha

    -

    28/10/2011 às 21:46

    Será que o DiGênio conhece o Projeto de Lei 220/2010, de autoria do senador Álvaro Dias?
    Aliás, será que o senador assistiu essa entrevista?

  13. Marco Nunes

    -

    28/10/2011 às 14:44

    SIMPLES – CAPACITAÇÃO DO PROFESSOR! Não são necessárias fórmulas mirabolantes ou a lâmpada mágina para conseguir ensino de qualidade.
    Excelente a entrevista!!

  14. Paulo

    -

    23/10/2011 às 10:54

    Num país onde a população sequer consegue ler bilhete de ônibus ou avião para encontrar o número do assento, pessoas com o Di Genio são cada vez mais raras. Parabéns pela entrevista.

  15. Sul Mineiro

    -

    22/10/2011 às 22:33

    O importante é a capacitação do Professor. Isso todos nós sabemos e todo mundo fala. Favor verificar se nas Universidades deste homem di genio empreendedor existem políticas, investimentos e incentivo a capacitação docente (apoio financeiro aos docentes para fazerem seus mestrados e doutorados, redução de carga horária semanal para que estes docentes façam seus mestrados e doutorados, plano de carreira que estimula tempo de dedicação ao ensino e pesquisa e remuneração de acordo com a titulação e produção científica do docente, incentivo ao desenvolvimento de pesquisas e apoio a participação de docentes e alunos em congressos e simpósios, bom número de docentes com dedicação integral, pequeno número de horistas, bom número de Doutores e Mestres)… Se este senhor di genio empreendedor faz isto … Parabéns, não é só mais um discurso politicamente correto. Precisamos ouvir as pessoas que realmente fazem aquilo que dizem … Mais ação e menos discurso é disso que a Educação do Brasil precisa.

  16. Sul Mineiro

    -

    22/10/2011 às 22:18

    O importante é a capacitação do Professor. Isso todos nós sabemos e todo mundo fala. Favor verificar se nas Universidades deste homem di genio existem políticas, investimentos e incentivo a capacitação docente (apoio financeiro aos docentes para fazerem seus mestrados e doutorados, redução de carga horária semanal para que estes docentes façam seus mestrados e doutorados, plano de carreira que estimula tempo de dedicação ao ensino e pesquisa e remuneração de acordo com a titulação e produção científica do docente, incentivo ao desenvolvimento de pesquisas e apoio a participação de docentes e alunos em congressos e simpósios, bom número de docentes com dedicação integral, pequeno número de horistas, bom número de Doutores e Mestres)… Se este senhor di genio faz isto … Parabéns, não é só mais um discurso politicamente correto … Precisamos ouvir as pessoas que realmente fazem aquilo que dizem … Mais ação e menos discurso é disso que a Educação do Brasil precisa.

  17. *Mari Labbate* EMAS44

    -

    22/10/2011 às 14:50

    Estudei no Cursinho Objetivo, na época da ditadura militar! Foi excelente, apesar das agressões direitistas e esquerdistas. Eu lecionava durante o dia e estudava à noite. Atualmente, ninguém deseja mais fazer sacrifício algum e reverter, sadiamente, para a Humanidade. Realmente deve-se investir na capacitação intelectual do professor e em sua digna remuneração. Considero que o computador deva ser utilizado fora do horário normal de aula, visto que a interação professor/aluno é insubstituível! Reitero a noção de que a prática de esportes não contribui para o desenvolvimento intelectual do Ser Humano, que necessita ser estimulado mentalmente em exercícios adequados para a conquista do Raciocínio Lógico. Se esses soberbos comunistas governistas tivessem frequentado excelentes escolas não estariam cometendo esses gravíssimos erros, que atentam contra a sanidade dos cidadãos mais evoluídos, espiritualmente.

  18. O Filtro

    -

    22/10/2011 às 14:08

    A opinião dele vai de encontro ( não confundir com ao encontro ) a opinião do jornalista especializado? em educação Gustavo Ischope.
    É sempre bom ver diversas opiniões sobre esse assunto

  19. Maria Martins

    -

    21/10/2011 às 23:12

    A entrevista mereceria mais quatro partes. Parabéns.

  20. Dexter

    -

    20/10/2011 às 7:51

    Não sobre o post em questão mas sobre educação.
    Já foi dada a largada para mais um fiasco no ENEM.
    ( cartões chegam aos estudantes com endereço de prova errado)
    E o pretencioso Gugu-Dadá quer ser prefeito de SP.
    Não se depender de mim.

  21. Prof. Yuri Brandão (Maceió)

    -

    20/10/2011 às 4:37

    Caro NUNES:

    Quanto tempo!

    Muito boa a entrevista.

    O professor Di Genio é, no que faz, um gênio.

    Minha mãe estudou no Objetivo aqui de Maceió, no início da década de 70, e muitos anos depois, quando essa escola já não era tão forte nem em Alagoas nem em outros estados do Brasil e quando eu já estava no começo do ensino médio (antigo científico), tive a feliz oportunidade de, querendo superar as limitações do já ótimo colégio Santíssimo Sacramento, debruçar-me sobre os módulos do Objetivo até então pertencentes apenas à minha sagrada genitora.

    Talvez por isso — e o digo sem autoelogio, mas como constatação — eu tenha me destacado um pouco mais nos estudos do colégio: a união do que eu tinha no Sacramento com o material do Objetivo e com outros que busquei por meio de colegas no Farias Brito, em Fortaleza, proporcionou-me, creio eu, subsídio mais que suficiente para as metas e finalidades de antanho. Nesse sentido, o Objetivo foi importante em minha formação, mesmo eu nunca tendo sido aluno direto dele. Com os vídeos acima, agradáveis memórias vieram à mente. Obrigado, meu caro!

    Quanto ao conteúdo da entrevista, confesso que senti falta de uma intervenção sua mais firme no sentido de apontar as diversas falhas do Enem (inclusive, mas não somente, envolvendo elaboração de questões) e de toda aquela lambança há muito já denunciada por esta coluna e por Veja.

    Ademais, discordo do professor Di Genio quando ele afirma que, antes, as provas continham quesitos com enunciados de duas ou três linhas, de interpretação aparentemente fácil, e agora apresentam grau de dificuldade bem maior.

    Um dado, nesse contexto, que contraria tal afirmação, ou pelo menos lança sobre ela alguma dúvida, está na constatação de que USP e Unicamp se valem de outro método de ingresso, sem daí decorrer que tenham provas com baixo grau de dificuldade. Ao contrário: em geral, o nível do exame dessas duas universidades é muito bom — e há bastante tempo!

    Não bastasse, uma análise de provas antigas da FGV, do ITA, do IME, da UnB, da UFPE, de algumas PUCs etc. pode atestar que a diferença de nível não chega a ser tão substancial, se tivermos como referência o Enem de hoje. Muitos ótimos profissionais que já existiram ou que até hoje atuam competentemente no mercado, inclusive o próprio mestre João Carlos Di Genio, foram formados — veja só! — segundo um padrão do qual demasiadamente se reclama.

    É claro que não há nada tão bom que não possa ser melhorado; não me oponho a uma unificação das qualidades do sistema antigo com as virtudes do novo, mas vejo com reservas esse excesso de entusiasmo em torno do Enem, pois é em torno também dele que cresce aquele discurso segundo o qual o aluno precisa menos de Português, Matemática e Literatura e mais de Filosofia, Sociologia e “Interpretação”, esta quase sempre, sobretudo nos dias que correm, carregada de militância e proselitismo.

    Os Bagnos da vida estão aí e, se não chegam ao orgasmo com um Enem, certamente encontram mais facilidade para obtê-lo sem os antigos (ultrapassados?) métodos.

    Exceções sempre existirão.

    Eis — sincera, modesta e bem resumidamente — o que penso, Nunes.

    Por ora é isso. Abração do Yuri

    Obrigado pelo comentário, caro Yuri. abração

  22. Paulo Bomfim

    -

    19/10/2011 às 11:43

    Muito obrigado, Augusto. Aguardo a mensagem.

    Mando ainda hoje, meu parceiro. abração

  23. Regina

    -

    18/10/2011 às 21:36

    Parabéns pela entrevista.

  24. Oliver

    -

    18/10/2011 às 20:35

    GRANDE AUGUSTO NUNES
    Já lhe confidenciei o privilégio que tive de conhecer grandes mestres na vida. Alguns realmente fizeram a diferença neste meu humilde transitar pela existência. Pois eu esqueci deste. Gênio até no nome, o nobre entrevistado foi o primeiro a investir na minha carreira e acreditar no meu talento, ao me permitir publicar uma revista de quadrinhos nos moldes da revista Heavy Metal americana, que foi marco de sua época, em pleno curso de engenharia. Uma revista que tirava um sarro considerável dos próprios professores do IEEP, em suas aventuras intergaláticas. Em plena ditadura. Assumindo todos os riscos de colocar seu parque gráfico à disposição de um humorista, por conta de revelar seus dotes artísticos. Um visionário. Não é à tôa que sua estrutura educacional é a melhor do país. Dois grandes mestres juntos é pedido de gincana !!!
    Parabéns Augusto, pela entrevista e pela lambrança, de um homem que fez e faz a diferença.
    Di Genio também é o cara !!!!

    Abração, grande Oliver.

  25. Paulo Bomfim

    -

    18/10/2011 às 20:11

    Vou te passar por email o que sei da história, grande Paulo Bomfim. Pelo que ouvi, é uma tremenda bola dividida. Depois de ler a mensagem, mande o comentário que quiser. Publico sem ressalvas. abração

 

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