17/12/2009
às 21:13 \ História em ImagensO mais obsceno top-top-top da História sempre vale replay
Em 19 de julho de 2007, numa sala do Palácio do Planalto, Marco Aurélio Garcia assistia ao Jornal Nacional em companhia de um assessor sem saber que uma câmera de TV vigiava suas reações. Perto das 20h30, o apresentador informou que a tragédia com o avião da TAM em Congonhas, ocorrida dias antes, fora provavelmente provocado por falhas mecânicas, não pelo péssimo estado da pista.
Quer dizer que o governo não tem culpa?, animou-se o conselheiro presidencial para assuntos cucarachas. Feliz, esqueceu os mortos, a compostura, a sensatez, a compaixão. Só pensou na imprensa golpista, que incluíra, entre as causas possíveis, a comprovada incompetência do governo para lidar com a aviação civil em geral e, em particular, com os aeroportos. E revidou com um gesto assombroso, secundado pela movimentação repulsiva do assessor.
Foi o mais obsceno top-top-top da história. Vale replay.
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