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Tiririca

19/11/2012

às 20:12 \ Sanatório Geral

Neto sensato

“Fui duas vezes eleito deputado federal mais votado do Brasil. Só não fui na última, porque competi com o Tiririca. O meu neto diz: ‘Vovô, se o senhor não fosse candidato, eu votava nele’”.

Paulo Maluf, revelando que, para seu neto, o avô não passa de um Tiririca multimilionário.

 

09/11/2012

às 15:39 \ Feira Livre

Implicante: “Trivial de sexta-feira: O senador artista em dueto com o deputado palhaço (ou seria o contrário?)”

PUBLICADO NO SITE IMPLICANTE

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) e o deputado federal Tiririca (PR-SP), entre outros, foram agraciados ontem com o Prêmio Congresso em Foco. Para comemorar o reconhecimento como dois dos melhores parlamentares do ano (?!) ─ Suplicy levantou a taça de “melhor senador” ─ , ambos fizeram um belo e animado dueto, interpretando a canção Blowin’ In The Wind, de Bob Dylan, acompanhados da banda Móveis Coloniais de Acaju.

Trata-se de um belo momento da cultura nacional que felizmente foi registrado em vídeo, e temos a satisfação de trazer para apreciação de nosso seleto público:

Confira também na seção História em Imagens o Museu do Absurdo de Eduardo Suplicy.

07/06/2012

às 10:56 \ Frases

Miss simpatia

“Se fosse um concurso de beleza, acho que ele se daria mal. Mas como é eleição para prefeito…”.

Tiririca, deputado estadual pelo PR de São Paulo, sobre o candidato tucano à prefeitura paulista, José Serra,

06/06/2012

às 22:50 \ Sanatório Geral

Miss São Paulo

“Se fosse um concurso de beleza, acho que ele se daria mal. Mas como é eleição para prefeito…”

Tiririca, deputado estadual pelo PR paulista, sobre José Serra, candidato tucano à prefeitura da capital, sem revelar quem acha que seria eleita Miss São Paulo num concurso de beleza disputado por Fernando Haddad, Gabriel Chalita, Netinho de Paula e Celso Russomano.

06/06/2012

às 20:16 \ Frases

Bom argumento

“Estou fazendo uma aliança com o partido, não com pessoas”.

José Serra, candidato tucano à prefeitura de São Paulo, ao explicar a aliança entre PSDB e PR, partido do mensaleiro Valdemar Costa Neto e de Alfredo Nascimento, ex-ministro de Dilma, e Tiririca.

06/06/2012

às 18:50 \ Sanatório Geral

Melhor não contar

“Política é assim. A gente já aprendeu como funciona”.

Tiririca, feliz com o acordo entre seu PR e o PSDB de José Serra, revelando que já sabe o que faz um deputado, mas acha melhor não contar a ninguém.

05/06/2012

às 16:43 \ Direto ao Ponto

O acordo com o PR mostra que, para o PSDB paulista, a honra agora vale menos que 1 minuto e meio no horário eleitoral

O jornalista Carlos Brickmann escreveu em sua coluna a nota que se segue. Volto no fim.

COMPANHEIRO É COMPANHEIRO
Daqui a pouco vai fazer um ano: o PSDB e o DEM pediram à Procuradoria-Geral da República que investigasse denúncias de corrupção no Ministério dos Transportes, controlado pelo PR. Há a citação de alguns nomes, entre eles o deputado federal Valdemar Costa Neto e o então ministro Alfredo Nascimento.

Exatamente onze meses depois, o ex-ministro Alfredo Nascimento, em nome do PR, levou o apoio do partido a José Serra, candidato do PSDB e DEM (e vários outros partidos) à Prefeitura de São Paulo. O acordo foi articulado pelo comandante supremo e incontestável do PR em São Paulo, Valdemar Costa Neto.

O caro leitor não entendeu nada? Ainda bem.

Parafraseando Bismarck, o unificador da Alemanha, “quanto menos soubermos como são feitas a política e as salsichas, melhor dormiremos à noite”.

A coisa é um pouco pior. O PR é mais que uma quadrilha expulsa do Ministério dos Transportes graças às denúncias da imprensa independente. É o atual codinome do bando que, disfarçado de PL, ajudou a fundar o mensalão em meados de 2002, num encontro no apartamento do deputado petista Paulo Rocha em Brasília. A sigla já sob o controle de Waldemar Costa Neto foi representada pelo senador José Alencar. Em nome do PT, compareceram Lula, José Dirceu e Delúbio Soares. O contratato de aluguel estabeleceu que o PL receberia R$4,8 milhões para apoiar a dobradinha Lula-Alencar no duelo com o tucano José Serra.

Agora candidato à prefeitura paulistana, Serra entendeu que, por 1 minuto e meio a mais no horário eleitoral gratuito, valeria a pena considerar prescrito o acordo criminoso celebrado há dez anos ─ e fazer de conta que o PR não foi varrido do primeiro escalão por assalto aos cofres públicos. “Estou fazendo uma aliança com o partido, não com pessoas”, desconversou. Como se fosse possível juntar-se ao PT e manter distância de Lula. Como se fosse possível uma aliança com o Comando Vermelho sem o aval de Fernandinho Beira-Mar.

Em troca de 1 minuto e meio na TV, o PSDB vai andar de mãos dadas com o senador Alfredo Nascimento, despejado do Ministério dos Transportes por corrupção, fingir que o deputado Tiririca é intelectual desde bebê e, pior, amancebar-se com Valdemar Costa Neto, vulgo Boy. Hoje deputado federal e secretário-geral do PR, Boy é um prontuário ambulante de alta periculosidade.

Foi ele quem teve a ideia de chamar a modelo Lilian Ramos para fazer companhia ao então presidente Itamar Franco no camarote na Sapucaí. A bela jovem sem calcinha virou primeira-dama por uma noite. Um dos fundadores do mensalão, Boy tornou-se em 2005 o primeiro parlamentar a renunciar ao mandato para escapar da cassação inevitável. Recuperou o gabinete na Câmara na eleição seguinte e nunca perdeu o acesso direto aos cofres do Ministério dos Transportes.

Em julho de 2011, quando foi descoberta a mais recente safra de escândalos, achou prudente afastar-se das cenas do crime espalhadas por Brasília. Terá tempo e espaço de sobra para agir em São Paulo. Os 90 segundos na TV vão garantir-lhe o direito de infiltrar comparsas na prefeitura da capital e e no governo estadual. Geraldo Alckmin também prometeu apoio aos candidatos do PR na região de Mogi das Cruzes, berço e bunker do notório vigarista.

“Se for proibido fazer coligações com partidos que têm pessoas que estão no processo, o PT não poderia nem disputar a eleição, porque foi ele quem coordenou e comandou a organização desse chamado mensalão”, tentou sair da areia movediça José Serra. Afundou mais um centímetro ao ressaltar as semelhanças entre o PSDB e o PT num momento que recomenda aos berros que aprofunde as diferenças entre um partido e uma organização fora-da-lei.

Afundou mais dois centímetros ao referir-se à maior roubalheira da história republicano como “esse chamado mensalão”. Como o julgamento da quadrilha chefiada por José Dirceu deverá começar em agosto, a dois meses da eleição, é possível que Serra esteja ensaiando a retificação do discurso de campanha. Costa estará no banco dos réus, e não convém melindrar um parceiro de palanque. Por 1 minuto e meio no horário eleitoral,  os tucanos paulistas se proibiram de transformar em trunfo político o mais vistoso desfile de larápios já transmitido ao vivo pela TV.

O acordo com o PR escancara, mais uma vez, o abismo que separa a oposição oficial da oposição real, formada por brasileiros que respeitam a lei, os valores morais e as normas éticas, não cedem à tentação de justificar o injustificável, não fazem concessões ao farisaísmo, à hipocrisia e à pouca vergonha, não aceitam a tese de que, em política, só é feio perder a eleição. A oposição oficial teima em ignorar que a oposição real não tem bandidos de estimação. O eleitorado  honesto está farto de votar ´por exclusão e escolher o mal menor.

O país que presta insiste em ver as coisas como as coisas são. E o que vê informa que, para o PSDB paulista, a honra agora vale menos que 90 segundos na TV.

29/02/2012

às 21:09 \ Sanatório Geral

Ofício novo

“Já estamos analisando a candidatura de Tiririca. É um nome com muita força eleitoral”.

Lincoln Portela, líder do PR na Câmara dos Deputados e forte candidato a ajudante de palhaço.

08/11/2011

às 14:19 \ Sanatório Geral

Circo montado

“Eu era conhecido na minha rua como ‘rasga mãe’. Minha mulher é conhecida como perna de jogador. Não porque é grossa, mas por ser cabeluda. Fiz esse pequeno ‘pocket show’ para dar um descontraída.”

Tiririca, deputado do PR de São Paulo, em seu discurso de estreia como deputado ao presidir uma audiência pública em São Paulo sobre circos (de lona).

“As pessoas não esperavam o que você fez aqui. Você é o cara.”

Netinho de Paula, espancador de mulheres, vereador do PCdoB e candidato a prefeito de São Paulo, já pensando em trocar discursos e programas de governo pela letra de “Tanajura”, seu maior sucesso musical.

08/10/2011

às 17:55 \ Sanatório Geral

Sucursal do Circo

“Estou aí para brigar, sou de família circense, nasci e fui criado dentro de uma barraca de circo. Estou entrando nessa briga para revolucionar”.

Tirulipa, filho de Tiririca e candidato a vereador de Fortaleza pelo PSB, em entrevista ao site de VEJA, confessando que pretende tornar a Câmara Municipal ainda mais parecida com o Congresso.

 

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