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Tiririca

08/11/2014

às 17:40 \ Opinião

‘Consciência em paz’, de J.R. Guzzo

Publicado na edição impressa de VEJA

J.R. GUZZO

O lado ruim da vitória de Dilma Rousseff nestas eleições, para não ficar gastando latim depois da missa, é que Dilma Rousseff ganhou. O lado bom é que agora está garantido, sem margem de erro, que ela ficará no cargo só mais quatro anos; no dia 1º de janeiro de 2019 terá de ir embora. É um alívio. Desde o seu primeiro dia na Presidência sempre houve a possibilidade angustiante de que continuasse lá para um segundo mandato. Agora não há mais essa aflição. Ao contrário, cada dia de seu governo, a partir de janeiro próximo, será um dia a menos. Não se trata de ver a vida em cor-de-rosa; todo otimismo, quando se pensa um pouco, é uma forma de impostura, pois faz promessas sem garantia de entrega. Mas, no caso, o segundo mandato de Dilma será realmente o último – não é promessa, é o que manda a lei. Eis aí uma das vantagens da certeza: acaba com as esperanças, é verdade, mas também acaba com as dúvidas. Desde o último domingo, foi-se a esperança de que Dilma devolvesse já agora a cadeira de presidente. Em compensação, foi-se a dúvida sobre o montante ainda a saldar. Tudo considerado, a conta provavelmente está de bom tamanho – ou, numa adaptação livre da filosofia política do deputado Tiririca, muito melhor não fica.

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28/09/2014

às 18:47 \ Opinião

‘O pragmático e a iluminada’, de Almir Pazzianotto Pinto

Publicado no Estadão

Enfadonhos pedidos de voto, pelo rádio e pela televisão, refletem a decadência em que nos encontramos, pelo excesso de legendas, ausência de partidos, falência de lideranças. Políticos reconhecidos pela seriedade se confundem com a escória da vida pública. Corruptos, demagogos, insanos e analfabetos desfilam entre pessoas de bem para deixar o eleitor confuso e incapaz de distinguir uns dos outros. Nessa ópera-bufa a que foi rebaixada a eleição, Tiririca e o renitente bordão que utiliza sintetizam o ambiente em que ocorrem as disputas que determinarão os rumos do Poder Legislativo nos críticos anos que se aproximam

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13/11/2013

às 7:11 \ Opinião

‘As portas do futuro’, de Carlos Brickmann

Publicado na coluna de Carlos Brickmann

O PT elegeu sua nova, e reformulada, direção. Nomes controvertidos ficaram de fora. José Dirceu, por exemplo. Mas seu filho, Zeca Dirceu, está no comando, ao lado de Mônica Valente, esposa de Delúbio Soares. Nomes consagrados perderam a disputa. A deputada, ex-senadora e ex-ministra Benedita da Silva, por exemplo, mesmo com apoio de Lula e José Dirceu, não alcançou a presidência do PT fluminense. Quem ganhou foi Washington Quaquá, prefeito de Maricá. Grande personagem, o Quaquá: nomeou 132 funcionários sem concurso, todos petistas, muitos vivendo em outros Estados. Deu R$ 3 milhões à Escola de Samba Grande Rio para que o desfile homenageasse Maricá (e pode oferecer mais um milhão). Tantas fez o Quaquá que a Justiça o tornou inelegível por oito anos.

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10/11/2013

às 22:43 \ Sanatório Geral

Tiririca II

“A mídia acabou me colocando em destaque e o efeito esperado foi o contrário: acharam que eu iria morrer politicamente, mas agora eu venho com força total”.

Marco Feliciano, deputado da base alugada, setor PSC, guichê de São Paulo, feliz com a descoberta de que, graças à notoriedade obtida com a eleição para a presidência da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara, acaba de ganhar o posto de Tiririca do partido.

10/11/2013

às 7:20 \ Opinião

‘Este Brasil lindo e trigueiro’, por Carlos Brickmann

Publicado na coluna de Carlos Brickmann

Faz 110 anos que nasceu o grande Ary Barroso, retratista do Brasil brasileiro, terra do samba e do pandeiro, do coqueiro que dá coco e de fontes murmurantes. Algumas homenagens de agora do nosso Brasil que dá o nome à sua Aquarela:

1 ─ Tiririca, que tinha prometido desistir da política, resolveu se candidatar à reeleição. Seus votos ajudam a eleger outros políticos do PR, do mensaleiro Valdemar Costa Neto, e rendem ao partido, cada um, R$ 3,75, de dinheiro público. Seu slogan é “Sem Tiririca, Brasília mica”. Tiririca, na última eleição, disse que não sabia o que um deputado federal faz. Hoje ele sabe. Parece que gostou.

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08/11/2013

às 18:52 \ Sanatório Geral

Bordão revogado

“Parô, quase que não alcanço vocês. Abestado. Tiririca quer falar. Eu quero dizer para vocês que continuo na política. Vocês têm que me aguentar, galera. Têm que me aguentar porque sem Tiririca, Brasília não mica”.

Tiririca, deputado federal, durante o programa nacional do PR, provando que, ao contrário do que dizia seu bordão eleitoral, a Câmara conseguiu piorar mais um pouco depois da chegada de quem passou a campanha jurando que pior do que estava não ficaria.

30/05/2013

às 1:24 \ Sanatório Geral

A serviço da nação

“Deputado trabalha muito e produz pouco”.

Tiririca, deputado federal pelo PR de São Paulo, ainda sem coragem para detalhar, como prometeu durante a campanha, o tipo de trabalho que faz um inquilino da Casa dos Horrores.

29/05/2013

às 16:57 \ Sanatório Geral

Nada a declarar

“Quando tiver alguma coisa para falar, eu falo”.

Tiririca, candidato mais votado nas eleições de 2010 por ter prometido contar o que faz um deputado, insinuando que, dois anos e meio da chegada à Câmara, nunca fez um discurso por achar melhor não contar o que faz um deputado.

 

19/11/2012

às 20:12 \ Sanatório Geral

Neto sensato

“Fui duas vezes eleito deputado federal mais votado do Brasil. Só não fui na última, porque competi com o Tiririca. O meu neto diz: ‘Vovô, se o senhor não fosse candidato, eu votava nele’”.

Paulo Maluf, revelando que, para seu neto, o avô não passa de um Tiririca multimilionário.

 

09/11/2012

às 15:39 \ Feira Livre

Implicante: “Trivial de sexta-feira: O senador artista em dueto com o deputado palhaço (ou seria o contrário?)”

PUBLICADO NO SITE IMPLICANTE

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) e o deputado federal Tiririca (PR-SP), entre outros, foram agraciados ontem com o Prêmio Congresso em Foco. Para comemorar o reconhecimento como dois dos melhores parlamentares do ano (?!) ─ Suplicy levantou a taça de “melhor senador” ─ , ambos fizeram um belo e animado dueto, interpretando a canção Blowin’ In The Wind, de Bob Dylan, acompanhados da banda Móveis Coloniais de Acaju.

Trata-se de um belo momento da cultura nacional que felizmente foi registrado em vídeo, e temos a satisfação de trazer para apreciação de nosso seleto público:

Confira também na seção História em Imagens o Museu do Absurdo de Eduardo Suplicy.

 

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