03/02/2012
às 8:52 \ FrasesEstá decidido
“O Fernando Henrique falou o que o partido pensa. O nosso candidato é o Aécio Neves.”
Sérgio Guerra, presidente do PSDB.
Tags: Aécio Neves, Fernando Henrique, PSDB, Sérgio Guerra
03/02/2012
às 8:52 \ FrasesSérgio Guerra, presidente do PSDB.
Tags: Aécio Neves, Fernando Henrique, PSDB, Sérgio Guerra
17/01/2012
às 19:36 \ Feira LivreARQTIGO PUBLICADO NO ESTADÃO DESTA TERÇA-FEIRA
Dora Kramer
A falta de unidade no PSDB não é apenas de ação como maior partido de oposição e único concorrente em condições mais ou menos competitivas para enfrentar o PT e área de influência numa eleição.
A divergência é, sobretudo, de pensamento: dependendo da perspectiva do olhar, os tucanos usam punhos de aço ou de renda na análise sobre o que foi até agora o governo de Dilma Rousseff.
Tanto que o balanço sobre o primeiro ano tem duas versões. A original, encomendada pelo presidente do PSDB, Sérgio Guerra, ao ex-vice de José Serra no governo de São Paulo – depois governador durante a campanha – Alberto Goldman, chegou a ser divulgada, mas foi recolhida e substituída por um texto mais ameno assinado pela Executiva, mas não submetido ao exame do colegiado.
As diferenças começam pelos títulos. A versão mais dura chama-se Dilma Rousseff 2011, um governo medíocre. A mais branda ganhou o nome de 2011: um balanço crítico.
O primeiro documento tem oito páginas e o segundo duas a menos. Reduziu-se a introdução e boa parte dos textos em que o governo é analisado ponto a ponto, mostrando as discrepâncias entre o discurso oficial e a realidade da economia, saúde, educação, investimentos etc.
Mas é na apresentação que a diferença de concepção sobre o conceito da maneira de fazer oposição fica patente.
Vamos a alguns trechos do texto original:
“O primeiro ano caracterizou-se pelo desperdício do capital político obtido por ela com a vitória de 2010: foi amorfo e insípido. A presidente não parece alimentar ilusões sobre a dimensão de seu mandato. Não tem direção definida. Comporta-se como aquilo que é: uma atriz coadjuvante escalada, não para ofuscar, mas para refletir o brilho do ator principal e diretor do enredo.
“Dilma foi eleita presidente e se contenta com o papel de síndica do condomínio político constituído por Lula. Este não dá sinal de que pense em transferir o poder efetivo. Os condôminos, a começar pelas múltiplas facções do PT, não admitem abrir mão dos cargos e verbas federais cujo rateio é a razão de ser de sua participação no governo.
“Mais do que o desempenho de sua criatura e curadora (de Lula), é o sistema que deve ser avaliado. O balanço é negativo e preocupante para o País.
“Outros presidentes, no passado, recorreram ao loteamento político da máquina estatal. Nenhum na extensão nem com a desfaçatez de Lula. O efeito mais visível do fisiologismo turbinado por ele foi a sucessão de escândalos no primeiro ano de Dilma.
“O espetáculo de corrupção impune enoja a opinião pública, desmoraliza as instituições, paralisa a administração pública, desvia recursos necessários às demandas da sociedade e desafia as pretensas intenções moralizadoras da própria presidente que troca de ministros quando não pode mais segurá-los, mas não muda a regra do rateio dos ministérios.”
Essa introdução foi substituída por outra em que não há referências críticas diretas a Dilma ou a Lula. Segue abaixo a escolhida pela direção do PSDB para divulgação:
“Em um contexto de fortes turbulências econômicas internacionais, se exige do Brasil, assim como do resto do mundo, a adoção de medidas de austeridades e eficiência.
“Não há austeridade nem eficiências possíveis quando pedaços do Estado são entregues a partidos e facções políticas para serem usados como agências arrecadadoras. As contas e indicadores de desempenho da máquina federal, registram o avanço dessa forma perversa de privatização do patrimônio público nesses nove anos.
“Ninguém entregou mais o Estado brasileiro ao apetite desmedido de sua base do que o atual governo.
“A perversão não se limita à máquina estatal. Escândalos recentes puseram em evidência o aparelhamento de entidades da sociedade civil como comitês eleitorais e canais de desvio público por grupos instalados nos ministérios.”
A partir daí o textos seguem mais ou menos semelhantes, voltando a discrepar na frase final da introdução.
Na concepção original, o balanço “registra uma constrangedora sucessão de fracassos”. Na versão amenizada, o primeiro ano foi marcado por “alguns sérios problemas em diversas áreas”.
Tags: Alberto Goldman, corrupção, Dilma Rousseff, José Serra, Lula, PSDB, Sérgio Guerra
14/01/2012
às 3:39 \ Direto ao PontoNo comentário de 1 minuto para o site de VEJA, registrei nesta sexta-feira que, pelo teor do “balanço crítico sobre o primeiro ano do governo Dilma Rousseff, o PSDB vai acabar inventando a oposição a favor. Só depois de gravado o programa recebi, por e-mail, o seguinte recado do ex-governador Alberto Goldman:
“O texto publicado no site do PSDB, diferente do texto que eu havia produzido, seria discutido na Executiva do Partido. Porém ela não teve conhecimento do texto proposto, portanto não o discutiu, muito menos o aprovou. Não consegui, até agora, saber quem o modificou, nem quem o colocou no site do Partido como texto aprovado. Observação importante: o texto foi coordenado e produzido por mim ( com uma equipe, é claro ) a pedido do próprio presidente Sergio Guerra”.
As informações reafirmam a seriedade e a coerência de Goldman. E mostram do que são capazes os oposicionistas mais governistas da história, que aprovaram arbitrariamente o “balanço crítico” sem paternidade definida. “Esse documento mostra para a sociedade que o PSDB segue cumprindo seu papel de oposição responsável”, recitou Sergio Guerra. “Responsável”, na novíngua tucana, quer dizer capitulacionista. O monumento à tibieza não inclui o nome do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Nem as expressões “mensalão”, “inflação”, “Lei de Responsabilidade Fiscal” ou “Plano Real”. Certas manifestações de covardia, decididamente, exigem muito mais coragem que atos de bravura em combate.
As omissões são tão desastrosas quanto a última frase do palavrório: “Mais uma herança maldita”, informa o fecho do capítulo que trata amavelmente da Copa da Roubalheira. Releiam: “mais uma”. Como se a inventada por Lula não fosse apenas outro embuste do farsante que, beneficiado pelo esplêndido legado de FHC, agora se beneficia (e com ele Dilma Rousseff) pela rendição sem luta dos poltrões que controlam a Executiva do PSDB.
Tags: Alberto Goldman, balanço crítico, PSDB, Sérgio Guerra
07/01/2012
às 14:47 \ Sanatório GeralSérgio Guerra, presidente do PSDB, explicando que, como não pode culpar só o ministro Fernando Bezerra Coelho pelo naufrágio dos programas de prevenção de enchentes, a oposição resolveu não culpar ninguém.
30/10/2011
às 21:19 \ FrasesSérgio Guerra, presidente Nacional do PSDB.
Tags: PCdoB, Sérgio Guerra
27/10/2011
às 22:11 \ Sanatório GeralEduardo Campos, governador de Pernambuco e presidente do PSB, no primeiro encontro nacional do PSD de Gilberto Kassab.
Rui Falcão, deputado estadual em São Paulo e presidente nacional do PT, no encontro do PSD.
Sérgio Guerra, deputado federal e presidente nacional do PSDB, confirmando no mesmo encontro que o partido que não é de esquerda, nem de centro e nem de direita pode ficar com qualquer um, por cima ou por baixo.
Tags: Eduardo Campos, PSB, PSD, PSDB, PT, Rui Falcão, Sérgio Guerra
22/09/2011
às 23:23 \ FrasesSérgio Guerra, presidente nacional do PSDB.
Tags: PSDB, PT, Sérgio Guerra
05/08/2011
às 22:00 \ Sanatório GeralSérgio Guerra, deputado federal e presidente do PSDB, informando que, quando se trata de Nelson Jobim, pode acontecer qualquer coisa, inclusive nada.
Tags: ex-ministro da Defesa, Nelson Jobim, PSDB, Sérgio Guerra
21/07/2011
às 13:43 \ Sanatório GeralPaulo Teixeira, líder do PT na Câmara dos Deputados, ao criticar o encontro do presidente do PSDB, Sérgio Guerra, com a ministra das Relações Institucionais Ideli Salvatti, explicando que, em vez de ir atrás de emenda, a oposição deveria ir atrás de dinheiro, empregos e licitações , como faz a base governista, cujo projeto para o país é garantir a prosperidade da família e uma vida mansa para amigos e agregados.
Tags: Ideli Salvatti, Paulo Teixeira, PSDB, PT, Sérgio Guerra
18/12/2010
às 20:08 \ Direto ao PontoA falta que faz um Mário Covas, lamenta a oposição real sempre que a oposição oficial tira o governo para dançar. Nesse minueto à brasileira, repetido há oito anos, apenas um dos parceiros se curva diante do outro, que retribui as reverências com manifestações de arrogância e para a música para berrar insultos quando lhe dá na telha. Desde a ascensão de Lula ao poder, cabe ao PSDB o papel subalterno e ao PT o comando dos movimentos na pista. Assim será pelos próximos anos, avisou nesta semana a Carta de Maceió, redigida pelos oito governadores tucanos eleitos ou reeleitos em outubro.
Nessa versão 2010 do espetáculo da covardia, como observou Reinaldo Azevedo, não há um único parágrafo, uma só sílaba, sequer uma vírgula que impeça um Tarso Genro de subscrevê-lo. O palavrório nem procura camuflar a rendição sem luta, a traição aos eleitores que souberam só agora que a relação com o governo de Dilma Rousseff, se depender dos tucanos, será regida pelo signo do servilismo. “Um Estado como Alagoas, que concentra os piores indicadores sociais do país, não pode se dar ao luxo de brigar com o governo federal”, subordinou-se o anfitrião Teotônio Vilela Filho. “Nós dependemos, e muito, dos repasses de verbas e programas federais”.
Os convivas do sarau em Alagoas ainda não aprenderam que, segundo a Constituição, o Brasil é uma república federativa. Um governador não precisa prestar vassalagem ao poder central para receber o que lhe é devido, nem pode ser discriminado por critérios partidários. Um presidente da República que trata igualmente aliados e adversários não faz mais que a obrigação.
“Devemos buscar sempre o entendimento e a cooperação, na relação tanto com o governo federal como com os governos municipais”, recitaram em coro ─ e em nome de todos ─ o paulista Geraldo Alckmin e o paranaense Beto Richa. Previsivelmente, foram abençoados por outra frase equivocada do presidente do PSDB, Sérgio Guerra: “Fazer oposição não é papel dos governadores”.
Claro que é. Mais que isso: é um dever. Os eleitores que garantiram a vitória de cada um dos oito signatários da Carta de Maceió não escolheram um gerente regional, mas políticos incumbidos de administrar com altivez Estados cuja população é majoritariamente oposicionista. Se dessem maior importância à afinação com o Planalto, teriam optado por candidatos do PT. O convívio entre governantes filiados a partidos diferentes é regulamentado por normas constitucionais, regras protocolares e manuais de boas maneiras. Isso basta.
É natural que governantes de distintos partidos colaborem na lida com problemas comuns. Outra coisa é a capitulação antecipada e desonrosa. Quem se elege pela oposição e se oferece ao inimigo como colaborador voluntário é apenas colaboracionista. Os franceses sabem o que é isso desde a Segunda Guerra Mundial. Os governadores tucanos que já se ajoelham diante de Dilma Rousseff logo saberão.
Tags: Beto Richa, Carta de Maceió, colaboracionista, Fernando Henrique Cardoso, Geraldo Alckmin, José Serra, oposição, PT, Sérgio Guerra, Tarso Genro