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Santo André

29/07/2015

às 17:56 \ Opinião

Editorial do Estadão: Falta de compostura

Maior responsável pela grave crise política, econômica, social e moral em que o País está mergulhado depois de mais de 12 anos de domínio petista, Luiz Inácio Lula da Silva tenta reagir à queda do pedestal em que se entronizou graças à conjugação de circunstâncias históricas alheias à sua vontade, com a habilidade e a falta de escrúpulos com que manejou um populismo irresponsável. Diante da revelação, da forma mais dolorosa possível para os brasileiros, de seu legado maldito e apavorado com a perspectiva cada vez mais próxima de ter de prestar contas à Justiça de seu envolvimento em acontecimentos que o beneficiaram e a toda sua família, Lula entrega-se ao destempero retórico.

Perdeu completamente a compostura.

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02/01/2015

às 11:03 \ Direto ao Ponto

Não perca: no vídeo, a deputada Mara Gabrilli interpela Gilberto Carvalho sobre o caso Celso Daniel e acusa ‘o homem do carro preto’ de repassar a José Dirceu o dinheiro extorquido de empresários

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PUBLICADO EM 10 DE ABRIL

“Faz muitos anos que eu queria olhar nos olhos do senhor e fazer essas perguntas”, disse a deputada Mara Gabrilli em meio à interpelação que interrompeu a procissão de platitudes que o ministro Gilberto Carvalho desfiava, no fim da tarde desta quarta-feira, durante a sessão da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Por mais de seis minutos, a parlamentar do PSDB paulista acuou o secretário-geral da Presidência com a evocação de perturbadoras agravantes que envolvem o assassinato do prefeito Celso Daniel, ocorrido em janeiro de 2002. Tentando controlar a emoção que em alguns momentos embargou a voz sempre suave, a deputada que um acidente de carro imobilizou na carreira de rodas abriu a ofensiva com a história do pai, dono de uma empresa de ônibus.

Vítima do esquema corrupto montado na prefeitura de Santo André para extorquir empresários do setor, e irrigar com boladas de bom tamanho as campanhas eleitorais do PT, ele era pressionado todos os meses “por uma gangue” ─ liderada, segundo Mara, por Klinger de Souza (subsecretário de Celso Daniel), Ronan Pinto (hoje proprietário do Diário do Grande ABC) e Sérgio Gomes da Silva, o “Sombra”, denunciado pelo Ministério Público como mandante do crime. “O senhor sempre foi conhecido como o homem do carro preto”, disse a deputada ao ministro. “Era a pessoa que realmente pegava essa coleta de dinheiro extorquido de empresários e levava para o capo, como era conhecido o José Dirceu. Isso eu não li. Isso eu vivenciei”.

Depois de invocar os testemunhos dos irmãos de Celso Daniel e o depoimento de Romeu Tuma Junior, ex-secretário nacional de Justiça, publicado no livro “Assassinato de Reputações”, a deputada seguiu alternando acusações e cobranças. Quis saber se Carvalho também acha que os fins justificam os meios e estranhou o descaso do ministro pelo esclarecimento de um episódio que comoveu e continua intrigando o país inteiro. “Por que o senhor não ajuda a apressar o julgamento do Sombra?”, perguntou, identificando pelo apelido o réu Sérgio Gomes da Silva, processado como mandante do assassinato. “O senhor não se incomoda com isso?”

Desconcertado, Carvalho reprisou o palavrório que recita há mais de dez anos. Alegou que “foi a Polícia Civil de São Paulo comandada pelo PSDB” que reduziu a crime comum uma execução encomendada. Como fez há três meses, prometeu acionar judicialmente Romeu Tuma Junior. E jurou que ninguém sofreu tanto quanto ele com a morte do “amigo e mestre” Celso Daniel. Caprichando na pose de quem acabou de chegar ao velório, declamou mais de uma vez o mantra predileto: “Isso dói”.

Certamente doeu mais a surra verbal que levou de Mara Gabrilli.

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06/11/2012

às 22:27 \ Sanatório Geral

Esse conhece

“Tem de respeitar o desespero da pessoa”.

Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, sobre as declarações de Marcos Valério, ensinando o que aprendeu como coordenador da Comissão Especial para a Transformação de Assassinatos Políticos em Crimes Comuns, criada pelo PT depois da morte do prefeito Celso Daniel.

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06/11/2012

às 6:01 \ Sanatório Geral

Santa inocência

“Nunca vi Marcos Valério, nunca falei com ele, nem por e-mail, nem por nada. Eu nunca soube dessa história de chantagem em Santo André. Mas tem que respeitar o desespero dessa pessoa”.

Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, pronto para dizer que também não conhece Lula, nunca apareceu em Santo André nem ouviu falar em Celso Daniel.

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26/09/2012

às 23:07 \ Sanatório Geral

Pode crer

“Nesta cidade, os conservadores chegaram ao absurdo de achar que o PT tinha coisa a ver com a morte do Celso Daniel”.

Lula, durante a discurseira no comício em Santo André, informando que, da mesma forma que o mensalão, Gilberto Carvalho, Luiz Eduardo Greenhalgh, Sombra, Miriam Belchior e, talvez, o próprio Celso Daniel nunca existiram.

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24/09/2012

às 14:42 \ Sanatório Geral

Todo santo dia

“Quando eu ia discursar na porta da fábrica, eu tomava era uma caninha de manhã. Agora tenho que tomar uma aguinha”.

Lula, na escala do palanque ambulante em Santo André, revelando que, nos últimos 35 anos, não ficou um só dia sem discursar na porta da fábrica.

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12/03/2012

às 20:37 \ Direto ao Ponto

Bruno Daniel, irmão de Celso Daniel, conta tudo o que pensa e sabe do caso do prefeito assassinado em janeiro de 2002

Pela primeira vez desde o assassinato do prefeito Celso Daniel, um de seus irmãos teve tempo e tranquilidade para tratar do caso numa gravação em vídeo. Na entrevista ao site de VEJA, dividida em cinco partes, Bruno Daniel disse tudo o que pensa e sabe do crime consumado em janeiro de 2002, que encerrou brutalmente a carreira do político já escolhido para coordenar a campanha eleitoral que transformaria Lula em presidente da República.

Engenheiro e professor de economia, Bruno recorda as estranhas circunstâncias que envolveram o sequestro e a morte precedida de torturas, comenta o esforço dos dirigentes do PT para sepultar as investigações, destaca o papel de Gilberto Carvalho na trama forjada para impedir o esclarecimento da história, revela a sequência de ameaças que o forçaram a exilar-se na França durante cinco anos e promete  continuar lutando pela condenação dos culpados. Ele ainda acredita no triunfo da verdade.

Vejam os vídeos na seção Entrevista.

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12/03/2012

às 20:35 \ Vídeos: Entrevista

Bruno Daniel, irmão de Celso Daniel, conta tudo o que pensa e sabe do caso do prefeito de Santo André assassinado há dez anos

PARTE 1

Na primeira parte da conversa, o irmão de Celso Daniel reconstitui o assassinato do prefeito de Santo André e fala sobre a motivação do crime consumado em janeiro de 2002.

 

PARTE 2

Bruno Daniel comenta as investigações sobre o crime, diz que houve mais de um mandante e informa que continua intrigado com tantas mortes vinculadas ao episódio.

 

PARTE 3

Bruno lamenta a fragilidade das instituições brasileiras e descreve o esforço feito por dirigentes do PT para impedir o esclarecimento da execução de Celso Daniel.

 

PARTE 4

O irmão do prefeito assassinado anos destaca o papel de Gilberto Carvalho, hoje secretário-geral da Presidência, na trama montada para forjr a tese do “crime comum”.

 

PARTE 5

No último bloco, Bruno Daniel fala das ameaças que o forçaram a exilar-se na França durante cinco anos e diz o que acha do tratamento dispensado ao caso pela imprensa.

 

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17/02/2012

às 16:51 \ O País quer Saber

Reportagem da Record confirma que, dez anos depois da morte, Celso Daniel continua assombrando Gilberto Carvalho

Nesta quinta-feira, o Jornal da Record apresentou uma reportagem de bom tamanho, para os padrões da TV, sobre o assassinato de Celso Daniel. Veja o vídeo de 4 minutos. Dez anos depois da morte, o prefeito de Santo André continua assombrando o bando, chefiado por Gilberto Carvalho, que tentou impedir o esclarecimento do caso. A emissora só recuperou a memória depois dos ataques aos evangélicos feitos pelo secretário-geral da Presidência da República. É outra história sem heróis.

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13/02/2012

às 11:39 \ Frases

Rapaz trabalhador

“Ele é um bom rapaz, trabalhador, tinha dois empregos”.

Ana Lucia Assad, advogada de Lindemberg Alves dos Santos, acusado de matar a ex-namorada Eloá Pimentel em 2008.

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