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Sanatório

16/05/2012

às 12:12 \ Direto ao Ponto

A caminho da primeira vaia, a presidente sem rumo tropeça em Celso Arnaldo e faz duas escalas no Sanatório Geral

Ao longo da discurseira no encontro de prefeitos que acabaria desembocando na dolorosa, mas sempre pedagógica experiência da primeira vaia, Dilma Rousseff foi capturada duas vezes pelo jornalista Celso Arnaldo Araújo ─ e duas vezes remetida ao Sanatório Geral. Em homenagem aos incontáveis leitores saudosos do grande caçador de cretinices, a coluna juntou num mesmo post, acompanhados pelas justificativas de Celso Arnaldo, os falatórios que melhoraram o recorde de internações estabelecido pela freguesa mais assídua da instituição psiquiátrica ─ que já se transformou, aliás, numa espécie de Sírio Libanês dos vigaristas de nascença, dos cretinos fundamentais, dos desprovidos de neurônios , dos muito espertos e dos muito doidos.

Confira. Se não acreditar, consulte o vídeo. (AN)  

1. “Nós sabemos que tem várias coisas que o governo federal tem o poder de fazer no plano federal”

Dilma Rousseff, aos 9:52 do histórico discurso feito na XV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, tentando mostrar que, aos 16 meses de governo, já descobriu para que serve uma presidente da República.

“É uma questão de um compromisso de estado do meu governo com as crianças de 0 a 6 anos desse país, principalmente as de 0 a 3, porque as de 4 a 5 é obrigação a universalização. Onde qui não é obrigação? Não é obrigação as de 6 a 3”

Dilma Rousseff, antes da primeira vaia, aos 17:48 do mesmo discurso, buscando aplausos ao tentar descrever as crianças etéreas, de idades indefinidas, que frequentarão as creches por enquanto fantasmas de seu governo.

20/02/2010

às 15:48 \ Sanatório Geral

Virou freguês

“Tivemos um período muito duro na história recente, o de 2005. Um ano em que profetas do apocalipse apareciam nas previsões, chegaram a profetizar o fim da nossa raça. Eles não conseguiram acabar com a nossa raça, porque a nossa raça foi formada na luta dos trabalhadores. Não conseguiram acabar com a nossa raça porque foi formada com o suor de milhões de trabalhadores do Brasil.”

José Eduardo Dutra, decidido a virar freguês da ala dos napoleões de hospício, capturado no congresso do PT pelo comentarista Fernando e remetido ao Sanatório com a seguinte observação: “Os culpados pelo mensalão agora são os profetas do apocalipse. Ok…”

 

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