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Romero Jucá

12/03/2012

às 16:03 \ Sanatório Geral

Dupla da pesada

“Quando ele for presidente, ele escolhe o líder de governo dele”.

Romero Jucá, líder do governo no Senado, sobre o colega Lindbergh Farias, confirmando que, até na Casa do Espanto, o que está péssimo sempre pode piorar.

12/03/2012

às 14:56 \ Sanatório Geral

Gêmeos em guerra

“Se eu fosse ele, pedia pra sair”.

Lindbergh Farias, senador, referindo-se a Romero Jucá, líder do governo no Senado, que, se fosse Lindberg Farias, também seria aconselhado por Romero Jucá a pedir para sair.

08/03/2012

às 22:30 \ Sanatório Geral

Detalhe e$$encial

“Foi um po$icionamento político de pe$$oa$ in$ati$feita$. O governo vai avaliar o que fazer. Exi$tem in$ati$façõe$ em vário$ partido$ que foram manife$tada$ no voto $ecreto. A gente tem que entender o recado”.

Romero Jucá, líder do governo no $enado, $em e$clarecer $e o Planalto pretende re$ponder ao recado da turma da Ca$a do E$panto à vi$ta ou a prazo.

08/03/2012

às 3:08 \ Sanatório Geral

A Rebelião do Cifrão

 “O$ $enadore$ e$tão de$go$to$o$ por diver$o$ motivo$: o mini$tro que não atendeu, a indicação que não $aiu, a emenda que não foi liberada…”

Romero Jucá, líder do governo no $enado, explicando que a ba$e alugada e$tá in$ati$feita com o Planalto por motivo$ exclu$ivamente político$ e ideológico$.

08/02/2012

às 6:33 \ Sanatório Geral

Pastelão reprisado

“O ministro já deu as explicações necessárias”.

Romero Jucá, líder do governo no Senado, sobre a história muito mal contada envolvendo Guido Mantega, a Casa da Moeda e o PTB, rpetindo a frase que recitou quando apareceram maracutaias protagonizadas por Antonio Palocci, Alfredo Nascimento, Wagner Rossi, Pedro Novais, Orlando Silva, Carlos Lupi e Mário Negromonte.

14/12/2011

às 18:08 \ Direto ao Ponto

Um juiz, três prontuários e uma capivara

Nos países em que a lei vale para todos, um juiz de Direito e três prontuários só são vistos juntos no tribunal ─ o magistrado no centro da mesa e a trinca no banco dos réus. No Brasil, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso, foi ao encontro dos senadores Renan Calheiros, Romero Jucá e Valdir Raupp com a placidez sem remorso de quem vai a uma festa de formatura. Tampouco pareceu incomodá-lo a chegada de um quarto bucaneiro do PMDB: Henrique Eduardo Alves, líder da bancada na Câmara dos Deputados. Nem se permitiu ficar ruborizado com o tema a ser discutido: Jader Barbalho.

Eleito senador pelo Pará em outubro de 2010, Barbalho coleciona delinquências há tanto tempo e com tamanha intensidade que a capivara que carrega conseguiu enredar-se nas malhas da Lei da Ficha Suja, esgarçadas pela passagem de delinquentes de grosso calibre. Mais de um ano depois de devolvido ao Congresso pelas urnas, ainda não havia conseguido instalar-se no novo esconderijo na Casa do Espanto. Nesta quarta-feira, depois da conversa com os candidatos permanentes a uma temporada na cadeia, Peluso desempatou em favor de Barbalho a votação no ST. Por seis togas a cinco, o velho caso de polícia  foi autorizado a voltar ao Senado.

Como demonstra meu amigo Reinaldo Azevedo, o voto de Peluso é perfeitamente justificável do ponto de vista jurídico. Mais um motivo para que se dispensasse dessas cenas de promiscuidade explícita, que decididamente não rimam com a independência dos três Poderes. O presidente do Supremo não pode trocar ideias com gente que só merece ouvir de homens da lei a voz de prisão e, de um juiz, a leitura da sentença condenatória.

01/12/2011

às 10:44 \ Sanatório Geral

Grosso calibre

Alguns acharam que era melhor que eu tivesse saído. Para me tirar, só abatido à bala. Tem de ser uma bala pesada, porque sou pesadão.”

Carlos Lupi, em 8 de novembro, revelando o que seria preciso para despejá-lo do Ministério do Trabalho.

“Não deixa de ser um tiro no ministro. É uma bala que é lançada no ministro”.

Romero Jucá, líder do governo no Senado, sobre a decisão da Comissão de Ética Pública da Presidência da República de recomendar à presidente Dilma Rousseff, por unanimidade, a exoneração do ministro, informando que a exigência apresentada por Lupi foi atendida.

18/10/2011

às 18:39 \ Sanatório Geral

Deve e teme

“Transformar o Senado em delegacia de polícia, não.”

Romero Jucá, líder do governo no Senado, sobre a insistência da oposição em convocar os  envolvidos no escândalo do Ministério do Esporte, tentando disfarçar a voz de passageiro de camburão e a cara de caso de polícia.

05/10/2011

às 19:29 \ Direto ao Ponto

Dirceu mostra a Delúbio como se escapa de outro processo por formação de quadrilha

Quem for enquadrado no artigo 288 do Código Penal ─ Associarem-se mais de 3 pessoas, em quadrilha ou bando, para fim de cometer crimes ─ está sujeito à pena de 1 a 3 anos de reclusão. Os companheiros José Dirceu e Delúbio Soares sabem disso: envolvidos até o pescoço nas bandalheiras do mensalão, serão julgados pelo Supremo Tribunal Federal também por formação de quadrilha. Mas só Dirceu parece adotar precauções para não ampliar o prontuário, informam as fotos abaixo.

Nesta terça-feira, o grão-mensaleiro Delúbio Soares aproveitou uma reunião da CUT em Guarulhos para distribuir um CD-ROM interativo e um livreto com o texto da defesa que encaminhou ao STF. Escaldado, o ex-tesoureiro do PT pediu aos companheiros sindicalistas que impedissem a presença de jornalistas. Mas a animação provocada pelos numerosos pedidos de autógrafo induziu Delúbio a esquecer o artigo 288 e permitir a formação de rodinhas que poderão transformá-lo em reincidente.

No dia 28 de setembro, José Dirceu distribuiu num restaurante em Brasília dezenas de exemplares autografados do seu livro “Tempos de Planície”. Prudentemente, tratou de cumprimentar os presentes um a um para evitar a formação de grupos com mais de três pessoas. Na foto acima, por exemplo, só aparecem o autor e o senador Renan Calheiros. Se a câmera capturasse Romero Jucá e Valdir Raupp, enfileirados atrás do líder da bancada do cangaço, qualquer autoridade policial poderia indiciar o quarteto.

28/09/2011

às 2:20 \ Sanatório Geral

Lista de prioridades

“Em tese, todo mundo é favorável à destinação de mais recursos para a saúde pública. O problema central é discutir a viabilidade. A emenda em questão é inexequível.”

Romero Jucá, líder do governo do Senado, sobre os 53 colegas que se declaram favoráveis ao projeto que vincula à saúde 10% da receita da União, com cara de quem acha que primeiro é preciso garantir dinheiro para a mensalidade dos alugados, as emendas ao Orçamento,  o salário do irmão, as comissões de 10% a 15% e o aumento da verba parlamentar, fora o resto.


 

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