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Rio de Janeiro

23/07/2015

às 9:12 \ Direto ao Ponto

Fábio Altman e Augusto Nunes no Aqui entre Nós: o gol que derrotou uma nação

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13/07/2015

às 18:41 \ História em Imagens

Saudação à Mandioca conquista o Troféu Mulher Sapiens, criado para premiar o pior discurso de Dilma desde janeiro de 2015

A antológica discurseira nacionalmente conhecida como Saudação à Mandioca conquistou o Troféu Mulher Sapiens, criado para premiar o pior entre os piores palavrórios improvisados por Dilma Rousseff na primeira metade de 2015. O espetacular desempenho na enquete garantiu ao besteirol vitorioso 98% dos votos. Os cinco vídeos inscritos na disputa estão reproduzidos abaixo:

A cor da bandeira mexicana

Tudo em casa

Conquista do Fogo

Saudação à mandioca

 

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09/05/2015

às 11:35 \ Feira Livre

Um tesouro preservado

Há pouco mais de um mês, a Fundação Biblioteca Nacional e o Instituto Moreira Salles (IMS) lançaram o portal Brasiliana Fotográfica, um espaço que, valendo-se de imagens, conta parte da história do Brasil. São centenas de fotografias de cidades, monumentos, celebridades e gente anônima que têm um objetivo comum: estimular debates e reflexões “sobre os acervos deste gênero documental, abordando-os enquanto fonte primária mas também enquanto patrimônio digital a ser preservado”, resume o texto de apresentação do projeto. Num país que costuma esquecer a cada 15 anos o que aconteceu nos 15 anos anteriores, é mais que um conjunto de acervos. É um tesouro.

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Panorama da cidade de Olinda, 1855 (Foto: Augusto Stahl)

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08/03/2015

às 8:08 \ Feira Livre

Contemplação da Cidade Maravilhosa

Publicado no site português Público.pt

Rio-de-Janeiro-3

GONÇALO M. TAVARES

“Minha mãe cozinhava exactamente:
Arroz, feijão-roxinho, molho de batatinhas.
Mas cantava”

Adélia Prado

1.
Medir a distância média entre duas pessoas. Não há fitas métricas assim tão invasivas, mas o olho mede, avalia, assusta-se, entusiasma-se. O olho é uma fita métrica emotiva, sim, mas ainda assim exacta.

E é isso: no Rio de Janeiro a distância média entre seres humanos é menor. E tal facto tem enormes consequências.

Quando caminho pelo Rio de Janeiro, vejo manchas humanas em movimento. É a única cidade, mesmo no Brasil, em que a cor das pessoas verdadeiramente não existe. Noutras cidades, quando um branco e um negro caminham lado a lado, mesmo em forte e excelentíssimo companheirismo, eu vejo o negro e vejo o branco. No Rio, não. No Rio, há manchas de pessoas. Passa uma mancha de dois, outra mancha de quatro, outra de seis, e só com muito esforço se conseguirá analisar as cores (como um analista amador de pintura). Aquela mancha de pessoas resulta – percebemos então só com muito esforço e quase de forma artificial – de um homem negro, de um mulato e de outro branco (por exemplo).

Distância média entre duas pessoas, portanto, com valores mínimos mundiais.

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07/03/2015

às 14:01 \ Opinião

Nelson Motta: ‘A fome de Dilma’

Publicado no Globo

NELSON MOTTA

Na mentira, o que mais ofende e enfurece é o mentiroso achar que somos idiotas para acreditar nela. E quando a maioria da população acredita que a presidente é mentirosa, não há campanha publicitária que restaure a confiança perdida.

Mas omissões podem ser piores do que mentiras, quando reveladas. Quem pode acreditar que a presidente do conselho que mandou na Petrobras durante tanto tempo nunca desconfiou de nada errado?

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07/03/2015

às 7:58 \ Feira Livre

O fascínio dos detalhes

Na semana em que será celebrado o Dia Internacional da Mulher e o Rio de Janeiro comemorou o 450º aniversário, a coluna brinda os leitores com uma amostra do trabalho de Isabel Becker, fotógrafa que retrata como poucos a beleza desses dois universos. Autora do recém-lançado Isabel Becker Fotografias (Editora Outras Letras, 150 páginas, R$ 110), ela é pioneira na arte de registrar com um olhar nada convencional o making off de casamentos. Com enquadramentos especialmente inventivos, Isabel também mergulhou no universo familiar, captando com admirável naturalidade a intimidade do cotidiano.

MULHER

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06/03/2015

às 10:06 \ Sanatório Geral

Neurônio em mau estado

“Porque eu não sou aqui do Rio. Eu não sou que nem o Pezão, que sou carioca, descobri que o Pezão é carioca hoje, para mim ele era da República do Piraí, mas eu venho de um estado que sempre olha, de um estado onde eu nasci e de outro que me adotou, que sempre esses dois estados olham para o Rio como uma referência. Um deles é Minas Gerais, o outro é o Rio Grande do Sul”.

Dilma Rousseff, capturada por Celso Arnaldo no já histórico discurso pelos 450 anos do Rio de Janeiro, esforçando-se para demonstrar que na verdade não nasceu em lugar nenhum, porque simplesmente não existe.

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03/03/2015

às 20:53 \ Sanatório Geral

Neurônio na estratosfera

“Comprimentar os prefeitos, ex-prefeitos, tanto o prefeito Israel Cabrim, como meu amigo Saturnino Braga”.

Dilma Rousseff, capturada por Celso Arnaldo no já antológico discurso pelos 450 anos da galáxia chamada Rio de Janeiro, conforme a transcrição abalizada do Portal do Planalto, acariocando a secular família Klabin.

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03/03/2015

às 18:42 \ Sanatório Geral

Neurônio bossa-nova

“Então, o centro histórico do Rio, além da beleza arquitetônica, de tudo o que ele tem, porque como dizia a música ‘Ele desdobra para dentro do mar’ e, portanto, o centro do Rio está na beira do mar, o centro do Rio se conjuga com o mar”.

Dilma Rousseff, capturada por Celso Arnaldo no pior discurso de aniversário do Rio de Janeiro desde a primeira continência de Estácio de Sá, lançando um desafio aos musicólogos brasileiros: quem é o misterioso compositor de “Ele desdobra para dentro do mar”?

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03/03/2015

às 16:31 \ Sanatório Geral

Neurônio maravilhoso

“Eu, sempre que passava do túnel, ao chegar ali, eu sempre pensei nisso também, deve ter sido uma quantidade de araras, uma quantidade de pássaros, deve ter sido um festival de cor. O Rio de Janeiro, mesmo que não tenha mais tantas araras, ele mantém a imensa da beleza natural que nunca será tirada dessa cidade. Mas não basta ela não ser tirada e ela ser natural. E aí entra toda, também, a nossa história, que é refletida aqui”.

Dilma Rousseff, capturada por Celso Arnaldo ao reforçar a sensação de que a história do Rio de Janeiro agora se divide em duas eras: ADD e DDD – Antes do Discurso de Dilma e Depois do Discurso de Dilma.

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