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Rio de Janeiro

10/01/2016

às 9:44 \ Opinião

“Ação, Reação, Xeque-mate” e outras cinco notas de Carlos Brickmann

Publicado na Coluna de Carlos Brickmann

O governo demorou para encontrar o caminho da reação, mas o trabalho que realiza contra a Operação Lava Jato é hoje visível: corte de verbas da Polícia Federal, intensa mobilização de jornalistas aliados, especialmente nas redes virtuais, mas não exclusivamente nela, contra delegados, promotores e o juiz Sérgio Moro (só no dia 7, esta coluna recebeu, de apenas um dos profissionais engajados, quatro ataques pesados ao juiz e à PF ─ num deles, fala-se em “quadrilha Moro”), tentativas de vitimizar os inocentes pixulequeiros presos em Curitiba.

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30/12/2015

às 7:41 \ Opinião

“Sem risco de dar certo” e outras cinco notas de Carlos Brickmann

Publicado na Coluna de Carlos Brickmann

Como na esplêndida saga de Asterix, todo o futuro político do país está sujeito às investigações da Operação Lava Jato. Todo o futuro político do país? Não: um grupo formado por irredutíveis aliados da corrupção ainda resiste aos investigadores. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

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27/12/2015

às 7:26 \ Opinião

“Os ovos que a galinha vai por” e outras seis notas de Carlos Brickmann

Publicado na Coluna de Carlos Brickmann

Há uma famosa maldição que poucas vezes deixou de realizar-se: a de que o país que encontra um tesouro se torna seu escravo e condena-se à irrelevância. A Espanha levou tanta prata da América que se transformou no país mais rico do mundo. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

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04/12/2015

às 18:50 \ Sanatório Geral

O vento virou

“O Rio de Janeiro é apenas um pouco mais grave que os outros porque o Rio de Janeiro é um país que depende um pouco de sua finança muito do petróleo”.

Lula, nesta quinta-feira, assassinando o idioma e a verdade para ordenar ao governador Luiz Fernando Pezão que esqueça os oito anos em que o palanque ambulante jurou de meia em meia hora que a Petrobras era a salvação da lavoura em geral e do Rio em particular.

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17/11/2015

às 7:11 \ Sanatório Geral

Marido amantíssimo

“Eu acho que o que você tem no caso do Pedro é um gesto de enorme coragem e proteção, desde o início, desse episódio da sua família, da sua ex-mulher, da sua filha. Ele está protegendo a família o tempo todo. E eu acho que isso mostra mais uma qualidade dele. Eu saio do ponto de vista pessoal mais bem impressionado com o Pedro, pela coragem de tratar desse assunto como ele vem tratando”.

Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, no Globo deste domingo, explicando que o sucessor que escolheu, Pedro Paulo, escondeu que espancou a mulher porque, além de muito corajoso, sempre se dedicou a proteger a família.

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10/10/2015

às 0:15 \ Sanatório Geral

Sonho revelado

“Agora queria festejar muito com Eduardo Paes e contar para vocês que Eduardo Paes tem muita sorte. Ele, segundo ele, é o prefeito da cidade mais bonita do planeta. Se fosse só do Brasil era algo trivial, mas é do planeta e ele é muito feliz por causa disso”.

Dilma Rousseff, nesta quarta-feira, confessando que, se Lula permitir, quer ser Eduardo Paes quando crescer.

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23/07/2015

às 9:12 \ Direto ao Ponto

Fábio Altman e Augusto Nunes no Aqui entre Nós: o gol que derrotou uma nação

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13/07/2015

às 18:41 \ História em Imagens

Saudação à Mandioca conquista o Troféu Mulher Sapiens, criado para premiar o pior discurso de Dilma desde janeiro de 2015

A antológica discurseira nacionalmente conhecida como Saudação à Mandioca conquistou o Troféu Mulher Sapiens, criado para premiar o pior entre os piores palavrórios improvisados por Dilma Rousseff na primeira metade de 2015. O espetacular desempenho na enquete garantiu ao besteirol vitorioso 98% dos votos. Os cinco vídeos inscritos na disputa estão reproduzidos abaixo:

A cor da bandeira mexicana

Tudo em casa

Conquista do Fogo

Saudação à mandioca

 

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09/05/2015

às 11:35 \ Feira Livre

Um tesouro preservado

Há pouco mais de um mês, a Fundação Biblioteca Nacional e o Instituto Moreira Salles (IMS) lançaram o portal Brasiliana Fotográfica, um espaço que, valendo-se de imagens, conta parte da história do Brasil. São centenas de fotografias de cidades, monumentos, celebridades e gente anônima que têm um objetivo comum: estimular debates e reflexões “sobre os acervos deste gênero documental, abordando-os enquanto fonte primária mas também enquanto patrimônio digital a ser preservado”, resume o texto de apresentação do projeto. Num país que costuma esquecer a cada 15 anos o que aconteceu nos 15 anos anteriores, é mais que um conjunto de acervos. É um tesouro.

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Panorama da cidade de Olinda, 1855 (Foto: Augusto Stahl)

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08/03/2015

às 8:08 \ Feira Livre

Contemplação da Cidade Maravilhosa

Publicado no site português Público.pt

Rio-de-Janeiro-3

GONÇALO M. TAVARES

“Minha mãe cozinhava exactamente:
Arroz, feijão-roxinho, molho de batatinhas.
Mas cantava”

Adélia Prado

1.
Medir a distância média entre duas pessoas. Não há fitas métricas assim tão invasivas, mas o olho mede, avalia, assusta-se, entusiasma-se. O olho é uma fita métrica emotiva, sim, mas ainda assim exacta.

E é isso: no Rio de Janeiro a distância média entre seres humanos é menor. E tal facto tem enormes consequências.

Quando caminho pelo Rio de Janeiro, vejo manchas humanas em movimento. É a única cidade, mesmo no Brasil, em que a cor das pessoas verdadeiramente não existe. Noutras cidades, quando um branco e um negro caminham lado a lado, mesmo em forte e excelentíssimo companheirismo, eu vejo o negro e vejo o branco. No Rio, não. No Rio, há manchas de pessoas. Passa uma mancha de dois, outra mancha de quatro, outra de seis, e só com muito esforço se conseguirá analisar as cores (como um analista amador de pintura). Aquela mancha de pessoas resulta – percebemos então só com muito esforço e quase de forma artificial – de um homem negro, de um mulato e de outro branco (por exemplo).

Distância média entre duas pessoas, portanto, com valores mínimos mundiais.

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