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quadrilha

21/01/2013

às 14:40 \ Feira Livre

Reynaldo-BH: A tentativa de fraudar a votação do Algemas de Ouro mostra que a bandidagem está disposta a tudo

REYNALDO ROCHA

Dois fatos causam estranheza na eleição do Algemas de Ouro-2012. A baixa votação do ganhador (somente 66%), acostumado a índices acima de 100% em mais uma inovação “jabuticabiana” do Brasil de fantasia, e a exposição clara e transparente da prática adotada por esta corja que pretende alterar até o passado.

Não bastasse a tentativa de alteração da história, os métodos de intimidação das oposições oficiais, a mentira repetida como um mantra, a corrupção como critério para a ocupação de cargos públicos e a censura que se tenta ─ sempre! ─ implantar para controlar o incontrolável, temos a prova (para quem precisava dela) da existência de uma tropa de suínos oficiais decididos a deturpar o nosso território livre da internet.

Jogada audaciosa, covarde e típica da bandidagem. Quem ousa tentar alterar uma pesquisa WEB pode ─ e deseja ─ alterar resultados de eleições que utilizam urnas eletrônicas.

Pouco importa o meio. O objetivo final é a continuidade do país de faz-de-conta.

A eles basta ter um engine para ter um argumento: passam a reivindicar como verdadeiro o resultado falso, fraudado.

Do mesmo modo que insistem em ignorar (e desprezar) a condenação do STF.

São faces da mesma moeda. Ambas graves. Uma tenta destruir a credibilidade do Poder Judiciário. A outra, nossas opiniões.

A mesma práxis: se o fato não está de acordo com os delírios dos bonapartes milicianos, que se tenha uma versão. Por mais ridícula que seja.

Alterar o resultado de uma pesquisa livre da WEB ─ ou tentar modificá-lo ─ equivale a desrespeitar TODOS os internautas (Olá, internautas!”).

Os idiotas que se julgam ocultos e sem rastros não sabem que ─ assim como os porcos ─ basta seguir o fedor que exalam para descobrir a pocilga que habitam.

O espaço da WEB é mais resistente que as frágeis tentativas de manipulação que nascem do desejo espúrio, da opção pela canalhice. A patrulha é amadorística, despreparada, venal, incompetente e burra. Ou seja: é formada por petistas.

De todo modo, é importante que estejamos atentos a esta invasão por parte de quem jamais admitirá o confronto de ideias. Se já chegaram a este ponto, certamente estão tentando reincidir no crime em outros espaços na WEB.

Não se trata mais de um caso a resolver com surras de rabo de tatu. Merece cadeia, mesmo! É tão grave quanto o envio de cartas anônimas ou bilhetes com ameaças.

Como colaboração deste espaço (NOSSO, DESINFETADO e IMUNE a ratos!) podemos afiançar que, para cada covarde escondido que venha a se juntar aos chefes da quadrilha em alguma cadeia, podemos ofertar um jegue de presente.

Só precisamos averiguar se não se trata de maus tratos a animais. Os jegues, evidentemente.

07/01/2013

às 6:00 \ Sanatório Geral

Servidora da pátria

PUBLICADO EM 25 DE NOVEMBRO

“Há indícios de que, pelo menos, no período entre 2009 e 2012, Rosemary Nóvoa Noronha solicitou e recebeu, direta ou indiretamente, diversas vantagens para si, para amigos, familiares, tais como: viagem de navio, emprego para terceiros, serviços para terceiros, ajuda jurídica pessoal, pagamento de boletos”.

Trecho do relatório da Polícia Federal, descrevendo algumas atividades de Rosemary Nóvoa de Noronha (“Rose”, para os íntimos e os integrantes da quadrilha), nomeada por Lula (e mantida por Dilma Rousseff) para servir aos interesses da pátria na chefia do escritório da Presidência da República em São Paulo.

06/01/2013

às 6:00 \ Sanatório Geral

Coisa de ditadura

PUBLICADO EM 3 DE NOVEMBRO

“O Supremo ameaça a democracia ao me punir”.

José Dirceu, nesta segunda-feira, ensinando que achar que a lei vale para todos é coisa de ditadura.

09/12/2012

às 19:16 \ Direto ao Ponto

Documentos obtidos por VEJA detalham o funcionamento da quadrilha administrada por Rosemary e seus bebês larápios

Reportagem de VEJA mostra como agiam os corruptos infiltrados no escritório da Presidência da República em São Paulo, em agências reguladoras e na Advocacia Geral da União. Confira na seção O País quer Saber.

 

09/12/2012

às 19:01 \ Sanatório Geral

Não pode parar

“É importante a gente salvar o projeto, tocar para a frente e passar o bastão para os outros companheiros”.

João Paulo Cunha, mensaleiro condenado pelo STF em trânsito do Congresso para a cadeia, num encontro do PT em Embu das Artes, lembrando que, como a São Paulo dos anos 50, a quadrilha não pode parar.

25/10/2012

às 11:53 \ Feira Livre

‘Urna não é lavanderia’, por Dora Kramer

PUBLICADO NO ESTADÃO DESTA QUARTA-FEIRA


DORA KRAMER

A última sessão de votação sobre o mérito da denúncia do mensalão proporcionou um desfecho de precisão magistral contida na constatação do ministro Celso de Mello: “Estamos a condenar não atores ou agentes políticos, mas agentes de crimes”.

Não foi um mero resultado de 6 a 4 pela condenação dos réus nem só a confirmação de que uma quadrilha tomou de assalto o aparelho de Estado atuando por dois anos e meio sob as vistas do então presidente Luiz Inácio da Silva.

Foi bem mais que isso: deu-se a indispensável separação entre a atividade política e o exercício da ilegalidade continuada. Por ora uma dissociação teórica, mas que servirá à melhoria das práticas pelo que encerra de exemplar.

O decano da Corte expressou-se mais uma vez didático. Deu às coisas os nomes que elas realmente têm. O processo que agora se encerra tratou de delinquência pura e simples, não julgou o exercício da política.

Se esta foi contaminada por aquela, mais que depressa é preciso sanear o ambiente. Em primeiro lugar não confundindo as duas, muito menos se justificando uma (a política) com a outra (a ilegalidade) como se houvesse aí uma relação de indissociável dependência.

Em outras palavras, não precisa ser assim, não deve ser assim e, se houver quem ainda insista que assim seja está consignado pelo Supremo Tribunal Federal: seus autores não esperem ser tratados como políticos, pois serão vistos como os meliantes que efetivamente são.

Criminosos comuns, passíveis de cumprir pena de prisão, comparados a mafiosos e a bandidos de facções que infestam as grandes cidades.

Pessoas que, daqui em diante, não terão como recorrer ao discurso de que as urnas os absolvem, pois, como disse o ministro Celso de Mello, “votações expressivas, embora significativas, não constituem causas para a extinção da punibilidade”.

Na sessão do “fecho” do processo, destacaram-se também os ministros Luiz Fux, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello e Ayres Britto na exposição detalhada do caráter social e legalmente pernicioso da atuação desse tipo de quadrilha.

Celso de Mello, porém, foi ao ponto que ainda não havia sido esmiuçado ao dizer que urna não é lavanderia de ilícitos, voto não é indulto e eleição não torna ninguém imune às exigências do devido processo legal.

Prestação de contas
Sem pretender discutir o mérito da convicção de cada um, é de se registrar uma acentuada diferença entre os votos que absolveram e os que condenaram os réus por formação de quadrilha.

As absolvições foram rápidas ─ à velocidade de um relâmpago no caso do ministro Dias Toffoli ─ sem grandes argumentações, enquanto as condenações se escoraram em longas fundamentações doutrinárias, jurídicas, sociais e morais.

Tiveram, assim, maior peso no tocante à explicação ao público sobre os motivos que levaram à formação do voto.

Nem me fale
O ministro Marco Aurélio Mello contou no voto final do processo um “bastidor” de 2006, quando avisou ao presidente do Senado que seria melhor o presidente Lula não ir à posse dele na presidência do Tribunal Superior Eleitoral porque no discurso daria um forte “recado”.

A mensagem ficou inscrita entre peças memoráveis e falava da “rotina de desfaçatez” que havia tomado conta da República. Marco Aurélio dava ali a indicação de que o clima preponderante no STF era de tolerância zero e pela primeira vez desmascarava as entranhas do escândalo.

Pois bem. Mesmo sem saber do conteúdo do discurso, Lula ─ que voltava de uma viagem ao Chile e já havia posto a posse de Marco Aurélio na agenda ─ achou melhor não ouvir e desistiu de ir.

08/09/2012

às 3:05 \ Sanatório Geral

Correção errada

“Enquanto vocês aproveitam o desfile na Esplanada, assistem às acrobacias da ‘Quadrilha da Fumaça’ ou celebram a ocasião em uma das inúmeras outras festas pelo Brasil, saibam que os Estados Unidos são um parceiro e um amigo”.

Hillary Clinton, na primeira versão da mensagem de cumprimentos pelo 7 de Setembro, depois retocada com uma mudança equivocada: em vez de substituir “Quadrilha” por “Esquadrilha”, a secretária de Estado dos EUA deveria trocar “da Fumaça” por “do Mensalão”, para identificar com clareza o bando fora-da-lei que anda divertindo o Brasil decente com as acrobacias executadas para escapar da cadeia.

08/08/2012

às 7:30 \ Sanatório Geral

Quadrilha

”É uma quadrilha entre os quadrilheiros que não se conhecem, nunca se reuniram, jamais se juntaram para decidir algo como ‘o que vamos fazer para praticar os crimes?”.

José Carlos Dias, advogado de Kátia Rabello, nesta terça-feira, durante a sessão do STF, garantindo que sua cliente, embora tenha revelado em 2005 que o então chefe da Casa Civil agia como “facilitador de negócios”, não conhece José Dirceu, que nunca foi apresentado a Delúbio Soares, que jamais conversou com José Genoíno, que não faz ideia de quem é Marcos Valério, que nunca ouviu falar em Lula, que nem imagina quem é Kátia Rabello, que conhece José Carlos Dias só de vista.

09/07/2012

às 17:56 \ Direto ao Ponto

Delúbio é o Macarrão dos mensaleiros

Na reportagem sobre o assassinato de Eliza Samudio, ocorrido em 2010, VEJA divulgou neste fim de semana uma carta endereçada pelo ex-goleiro Bruno a Luiz Henrique Romão, o amigo com quem tramou a execução da ex-namorada e mãe de seu filho. No manuscrito, Bruno propõe a “Maka” o que chama de Plano B, concebido em parceria com o advogado: para inocentar o remetente, o destinatário deveria esquecer o que já disse e afirmar que fez tudo sozinho, à revelia do atleta engaiolado.

Há duas semanas, uma reportagem do Estadão revelou que, com a colaboração dos clientes, os advogados de José Dirceu e José Genoíno arquitetaram uma jogada parecida com a sugerida na carta do algoz de Eliza Samudio. Nesse plano B dos mensaleiros, o papel de Macarrão caberia a Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT e da quadrilha que executou a grande roubalheira descoberta há sete anos. Caso sustente que fez tudo sozinho, acreditam os pais da ideia, Delúbio poderá salvar a pele dos demais quadrilheiros.

Se a carta de Bruno tivesse chegado às mãos do parceiro, a proposta dificilmente seria recusada. Os dois são ligados por laços que ultrapassam a solidariedade entre cúmplices, informa a tatuagem que enfeita as costas de Macarrão desde o dia em que, a pedido do amigo, sequestrou a condenada à morte: “Bruno e Maka. A amizade nem mesmo a força do tempo irá destruir. Amor verdadeiro”.

Sempre disposto a curvar-se ao partido, especialmente aos apelos formulados pelos cardeais da seita lulopetista, também Delúbio não se furtará a mais um sacrifício. Ele já salvou a pele dos companheiros recorrendo ao silêncio: sabe tudo, mas jamais contou a verdade. Por que não manter a turma longe da cadeia usando a voz para contar mentiras? O tempo de gaiola não serã tão longo. E vai ficar mais curto o atalho que leva ao mundo dos ricaços.

Falta saber quem terá o nome tatuado nas costas de Delúbio. Dirceu? Genoíno? Lula? Os três? Para evitar a propagação de boatos constrangedores até para meliantes irrecuperáveis, é melhor que a declaração de amor verdadeiro do Maka do mensalão seja destinada não a um dos integrantes da trinca, mas a todos os militantes do PT.

02/04/2012

às 21:00 \ Sanatório Geral

Queixa justa

“É gritante a disparidade de tratamento e apuração de escândalos por parte da imprensa e das autoridades responsáveis pelas investigações quando se trata de governos e políticos da oposição. Este é um vício perigoso e que deve ser combatido, na busca de um tratamento isonômico dos escândalos”.

José Dirceu, guerrilheiro de festim e chefe da quadrilha do mensalão, convencido de que a mídia golpista anda dando tanto espaço a Demóstenes Torres para esconder as proezas aquáticas da frota de lanchas de Ideli Salvatti e seus pescadores de propinas.

 

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