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quadrilha

20/11/2014

às 0:56 \ Direto ao Ponto

Para apressar o fim da era lulopetista, a oposição precisa percorrer sem medo o caminho desbravado pelo Petrolão

O que há com a oposição brasileira ressuscitada por 51 milhões de eleitores que a impede de avançar pelo caminho mais curto para o Planalto, desbravado pela Polícia Federal, balizado pelo Ministério Público e pavimentado pela Justiça Federal? O que falta para os engajados nos protestos de rua entenderem que o escândalo da Petrobras, mais que qualquer outro caso político-policial da era lulopetista, tira o sono do governo e expõe a presidente Dilma Rousseff ao enquadramento judicial que tornará inevitável o pedido de impeachment?

“Nosso foco tem que ser o Petrolão”, afirmou o senador paulista Aloysio Nunes na tarde de 15 de novembro, enquanto aguardava na Avenida Paulista o início da manifestação convocada para aquele sábado. “Precisamos exigir a apuração das denúncias que envolvem a Petrobras e a punição dos responsáveis pelo esquema de corrupção. O impeachment é questão a ser examinada quando houver provas que confirmem a participação da presidente em fatos criminosos”, resumiu o candidato a vice-presidente de Aécio Neves, um dos raros tucanos que usam frequentemente a tribuna para fustigar sem clemência o governo que pariu e amamentou o Petrolão.

Por enquanto, é diminuta a bancada de parlamentares que, como Aloysio, compreenderam que a Operação Lava Jato depositou no colo da oposição a bandeira agregadora com que sonha todo partido ou movimento político. A maioria dos congressistas contempla com placidez a procissão de ineditismos, recordes e cifras de espantar banqueiro americano. Pelo menos 10 bilhões de dólares saíram pelo ralo das propinas. A quadrilha juntou diretores da Petrobras, grandes empreiteiros, figurões do PT e de outros partidos governistas, especialistas em lavagem de dinheiro, deputados, senadores, ministros de Estado, governadores, policiais delinquentes.

As propinas eram calculadas em milhões de dólares. Um bilhão de reais virou unidade monetária. Nunca antes neste país uma empresa subordinada ao governo foi saqueada com tanta gula, por tanto tempo e com tanta desfaçatez. Nunca antes neste planeta se roubou tanto dinheiro. Sobram provas e evidências contundentes de que Lula e Dilma Rousseff sabiam do que se passava nas catacumbas da Petrobras. Tanto o padrinho quanto a afilhada ignoraram advertências do Tribunal de Contas da União e mantiveram abertas as porteiras pelas quais passaram incontáveis contratos aditivados e contas superfaturadas.

A sorte do Brasil decente é que o bando de larápios cinco estrelas topou com homens da lei decididos a impedir que, como sempre ocorre no faroeste à brasileira, a história terminasse com o triunfo do vilão. A performance dos xerifes superou em competência e audácia o desempenho da bandidagem. Nenhuma operação da PF foi tão ágil e precisa quanto a Lava Jato. Os representantes do Ministério Público fizeram as perguntas certas e extraíram dos depoentes informações que completaram o quebra-cabeças. E o juiz federal Sérgio Moro é o homem certo no lugar certo.

Desde o começo do caso, Moro tem aplicado exemplarmente o principio constitucional segundo o qual todos são iguais perante a lei. Ninguém é mais igual que os outros, acabam de aprender os quadrilheiros que tiveram a prisão temporária transformada em prisão preventiva. Confrontados com um magistrado sem medo, delinquentes de fina estampa acharam mais sensato devolver as fortunas tungadas e contar o que sabiam em troca de penas menos severas. Pela primeira vez desde o Descobrimento, ricaços inimputáveis foram transferidos sem escalas do topo da pirâmide social para uma cela em Curitiba.

Empreiteiros que vão de jatinho até ao clube ali na esquina estão dormindo na cadeia. Compreensivelmente, a fila de candidatos à delação premiada é de dar inveja ao INSS ─ e vai crescer muitos metros com a iminente entrada em cena do bloco dos políticos. Lula perdeu a voz e sumiu, como sempre faz quando sobram culpas e faltam álibis. Dilma ainda convalesce da viagem que começou na Austrália e terminou no olho do furacão. Graça Foster faz o que pode para escapar do desemprego. Advogados pagos em dólares por minuto recorrem a palavrórios de rábula para explicar o inexplicável.

Os balidos do rebanho sem pastores repetem que a corrupção nasceu já no Dia da Criação. Fingem ignorar que foi elevada à categoria de arte pelo PT, e com tamanho atrevimento que até o Departamento de Justiça dos EUA e o governo holandês resolveram entrar no saloon dominado pelos pistoleiros. Os vencedores da eleição estão nas cordas ─ e grogues. Antes que tentem debitar também o Petrolão na conta de FHC, os oposicionistas têm o dever de lutar pela punição dos autores do crime.

A decomposição financeira e moral da Petrobras é a mais recente e repulsiva obra da seita cujo primeiro mandamento ensina que os fins justificam os meios. O aparelhamento amoral, a revogação da meritocracia, a remoção da fronteira que separa o público e o privado, a subordinação dos interesses nacionais a afinidades ideológicas, o assassinato da ética, a compulsão liberticida, a corrupção institucionalizada, a inépcia paralisante ─ todos os tumores que infestam o PT desde o nascimento se conjugaram para levar ao estado de coma o que já foi uma potência mundialmente respeitada.

O Petrolão avisa aos berros que chegou a hora de forçar o recuo dos celebrantes de missa negra. Para tanto, a oposição democrática só precisa avançar sem hesitação pelo caminho que devassa as catacumbas da Petrobras antes de chegar à Praça dos Três Poderes.

01/08/2014

às 6:47 \ Opinião

José Nêumanne Pinto: o PT expulsa Luiz Moura sem estender a punição ao irmão que também presta serviços ao PCC

Em sua coluna Direto ao Assunto, veiculada pela Rádio Jovem Pan, o jornalista José Nêumanne Pinto lembra que o PT resolveu expulsar o deputado estadual Luiz Moura sem estender a punição ao irmão do parlamentar castigado. O vereador Senival Moura, o Vavá, é investigado por lavagem de dinheiro em parceria com a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Mas continua candidato a deputado federal.

27/06/2014

às 18:00 \ Feira Livre

Ouça a homenagem de Luiz Trevisani ao Dia Nacional do Quadrilheiro

11/03/2014

às 18:11 \ Homem sem Visão

Rui Falcão não enxerga os quadrilheiros do mensalão, Marco Aurélio Garcia manda um toptoptop para a oposição venezuelana e Luís Roberto Barroso já marcou hora no salão de beleza para o dia da vitória

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“O chefe deixou muito claro que os companheiros não podem ser chamados de quadrilheiros, só de corruptos, ladrões, gatunos, larápios e outros pecados veniais”, revelou um militante fantasiado de Che Guevara durante o lançamento da candidatura de Rui Falcão ao título de Homem sem Visão de Março. O presidente do Partido dos Trabalhadores, que foge de qualquer tipo de emprego regular há mais de 30 anos, entrou na briga por não conseguir enxergar uma quadrilha na quadrilha do mensalão.

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22/02/2014

às 7:14 \ Sanatório Geral

Raciocínio lógico

“Dizer que no núcleo de poder havia uma quadrilha é um escancarado absurdo e o povo brasileiro já refutou isso. Aliás, pesquisa dá como certa a reeleição da presidente Dilma no primeiro turno”.

Luiz Fernando Pacheco, advogado de José Genoíno, durante o julgamento dos embargos infringentes pelo STF, garantindo que apoiar Dilma Rousseff é a mesma coisa que votar nos quadrilheiros engaiolados na Papuda.

21/01/2013

às 14:40 \ Feira Livre

Reynaldo-BH: A tentativa de fraudar a votação do Algemas de Ouro mostra que a bandidagem está disposta a tudo

REYNALDO ROCHA

Dois fatos causam estranheza na eleição do Algemas de Ouro-2012. A baixa votação do ganhador (somente 66%), acostumado a índices acima de 100% em mais uma inovação “jabuticabiana” do Brasil de fantasia, e a exposição clara e transparente da prática adotada por esta corja que pretende alterar até o passado.

Não bastasse a tentativa de alteração da história, os métodos de intimidação das oposições oficiais, a mentira repetida como um mantra, a corrupção como critério para a ocupação de cargos públicos e a censura que se tenta ─ sempre! ─ implantar para controlar o incontrolável, temos a prova (para quem precisava dela) da existência de uma tropa de suínos oficiais decididos a deturpar o nosso território livre da internet.

Jogada audaciosa, covarde e típica da bandidagem. Quem ousa tentar alterar uma pesquisa WEB pode ─ e deseja ─ alterar resultados de eleições que utilizam urnas eletrônicas.

Pouco importa o meio. O objetivo final é a continuidade do país de faz-de-conta.

A eles basta ter um engine para ter um argumento: passam a reivindicar como verdadeiro o resultado falso, fraudado.

Do mesmo modo que insistem em ignorar (e desprezar) a condenação do STF.

São faces da mesma moeda. Ambas graves. Uma tenta destruir a credibilidade do Poder Judiciário. A outra, nossas opiniões.

A mesma práxis: se o fato não está de acordo com os delírios dos bonapartes milicianos, que se tenha uma versão. Por mais ridícula que seja.

Alterar o resultado de uma pesquisa livre da WEB ─ ou tentar modificá-lo ─ equivale a desrespeitar TODOS os internautas (Olá, internautas!”).

Os idiotas que se julgam ocultos e sem rastros não sabem que ─ assim como os porcos ─ basta seguir o fedor que exalam para descobrir a pocilga que habitam.

O espaço da WEB é mais resistente que as frágeis tentativas de manipulação que nascem do desejo espúrio, da opção pela canalhice. A patrulha é amadorística, despreparada, venal, incompetente e burra. Ou seja: é formada por petistas.

De todo modo, é importante que estejamos atentos a esta invasão por parte de quem jamais admitirá o confronto de ideias. Se já chegaram a este ponto, certamente estão tentando reincidir no crime em outros espaços na WEB.

Não se trata mais de um caso a resolver com surras de rabo de tatu. Merece cadeia, mesmo! É tão grave quanto o envio de cartas anônimas ou bilhetes com ameaças.

Como colaboração deste espaço (NOSSO, DESINFETADO e IMUNE a ratos!) podemos afiançar que, para cada covarde escondido que venha a se juntar aos chefes da quadrilha em alguma cadeia, podemos ofertar um jegue de presente.

Só precisamos averiguar se não se trata de maus tratos a animais. Os jegues, evidentemente.

07/01/2013

às 6:00 \ Sanatório Geral

Servidora da pátria

PUBLICADO EM 25 DE NOVEMBRO

“Há indícios de que, pelo menos, no período entre 2009 e 2012, Rosemary Nóvoa Noronha solicitou e recebeu, direta ou indiretamente, diversas vantagens para si, para amigos, familiares, tais como: viagem de navio, emprego para terceiros, serviços para terceiros, ajuda jurídica pessoal, pagamento de boletos”.

Trecho do relatório da Polícia Federal, descrevendo algumas atividades de Rosemary Nóvoa de Noronha (“Rose”, para os íntimos e os integrantes da quadrilha), nomeada por Lula (e mantida por Dilma Rousseff) para servir aos interesses da pátria na chefia do escritório da Presidência da República em São Paulo.

06/01/2013

às 6:00 \ Sanatório Geral

Coisa de ditadura

PUBLICADO EM 3 DE NOVEMBRO

“O Supremo ameaça a democracia ao me punir”.

José Dirceu, nesta segunda-feira, ensinando que achar que a lei vale para todos é coisa de ditadura.

09/12/2012

às 19:16 \ Direto ao Ponto

Documentos obtidos por VEJA detalham o funcionamento da quadrilha administrada por Rosemary e seus bebês larápios

Reportagem de VEJA mostra como agiam os corruptos infiltrados no escritório da Presidência da República em São Paulo, em agências reguladoras e na Advocacia Geral da União. Confira na seção O País quer Saber.

 

09/12/2012

às 19:01 \ Sanatório Geral

Não pode parar

“É importante a gente salvar o projeto, tocar para a frente e passar o bastão para os outros companheiros”.

João Paulo Cunha, mensaleiro condenado pelo STF em trânsito do Congresso para a cadeia, num encontro do PT em Embu das Artes, lembrando que, como a São Paulo dos anos 50, a quadrilha não pode parar.

 

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