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Paulinho da Força

04/05/2014

às 15:32 \ Opinião

‘Acabou o teflon’, por Carlos Brickmann

Publicado na coluna de Carlos Brickmann

CARLOS BRICKMANN

O deputado federal Paulinho da Força, do Solidariedade, foi grosseiro ao se referir à presidente Dilma Rousseff. Não precisava; não devia (e avançar na tequila num ato político é claramente inconveniente). Correu o risco de abafar a mais importante constatação dos festejos de Primeiro de Maio: a de que acabou a época em que acusações a líderes petistas não aderiam a eles. Dilma, ausente, foi vaiada; vaiados foram, presentes, os ministros Gilberto Carvalho e Ricardo Berzoini, o prefeito paulistano Fernando Haddad (ficou mui-to bra-vo!), o candidato ao Governo paulista, Alexandre Padilha. Não foram vaiados só na festa da Força Sindical, que montou um palanque oposicionista; foram vaiados também — e alvejados por latas e garrafas — na festa da CUT, o braço sindical do PT.

É importante lembrar, também, que a CUT, de longe a maior central sindical do país, reuniu muito menos gente em sua festa de Primeiro de Maio do que a Força Sindical. A Força reuniu mais de cem mil pessoas (e anunciou um milhão e meio). A CUT reuniu algo como três mil (e anunciou 80 mil). Até os números inflados por ambas as centrais mostram a diferença de público entre suas festas.

Pior ainda, a CUT festejava também o discurso como eu sou boazinha da presidente Dilma Rousseff em rede nacional de TV, com farta distribuição daquilo que o pessoal do Palácio chamou de “bondades”. Não adiantou e as vaias dominaram a comemoração. A explicação oficial é que “houve infiltração”.

OK. E tudo indica que a tal infiltração cada vez será mais visível e barulhenta.

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03/05/2014

às 10:44 \ Sanatório Geral, Sem categoria

Foi plágio

“Esse deputado deve ter enchido a cara antes do ato”.

Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, sobre o discurso no Dia do Trabalho em que Paulinho da Força afirmou que Dilma Rousseff deveria estar na Papuda, acusando o orador de ter plagiado o método de aquecimento que Lula criou para comícios logo depois do almoço.

03/05/2014

às 7:35 \ Sanatório Geral

Indignação seletiva

“Isso é linguajar de quem está muito doido, fora do juízo. É preciso respeitar a chefe do Poder Executivo”.

Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, sobre o discurso de Paulinho da Força nas comemorações do Dia do Trabalho, durante o qual o deputado do Solidariedade afirmou que “Dilma deveria estar na Papuda”, sem explicar por que não ficou indignado quando seu velho amigo e parceiro André Vargas aproveitou a visita do ministro Joaquim Barbosa ao Congresso para insultar o chefe do Poder Judiciário.

29/09/2013

às 13:42 \ Feira Livre

‘Atualidades eleitorais’, por Nelson Motta

Publicado no Globo desta sexta-feira

NELSON MOTTA

É um mistério denso e insondável como a floresta amazônica: como Marina Silva pode ter 26% das intenções de votos para presidente, sem sequer ser candidata, e não conseguir para a sua Rede Sustentabilidade as 500 mil assinaturas que legalizaram partidos como o Pátria Livre, o Renovador Trabalhista Brasileiro, o da Causa Operária, ou o Ecológico Nacional? Ninguém os conhece, mas eles existem e recebem fundos partidários (o PCO levou R$ 629 mil, e o PEN, R$ 343 mil, em 2012) e valioso tempo na televisão (R$ 850 milhões, pagos pelo contribuinte e divididos entre os 32 partidos), que podem vender para quem pagar mais.

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28/09/2013

às 12:30 \ Sanatório Geral

Não confundir

“Falei isso para o Lula: ‘Não me peça para fazer nada por essa mulher que não faço’”.

Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, ex-PDT e criador do Solidariedade, sem informar se explicou a Lula que estava falando de Dilma Rousseff, não de Rosemary Noronha.

26/09/2013

às 17:20 \ Sanatório Geral

Inimigo íntimo

“Dilma virou minha inimiga dois dias depois que foi eleita”.

Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, ex-chefão do PDT e criador do Solidariedade, ao garantir que seu novo partido fará oposição a Dilma Rousseff, sem explicar porque passou quase três anos fingindo que era amigo da inimiga.

08/09/2013

às 8:10 \ Feira Livre

‘Até talvez, até quem sabe’, por Carlos Brickmann

Publicado na coluna de Carlos Brickmann

Era para ser na quinta, não deu. Ficou para sexta, para segunda? Ou, quem sabe, para terça? Não! O início da deliberação sobre os tais embargos infringentes, última etapa do julgamento do Mensalão, ficou para quarta-feira, 11. Conforme for, haverá ministros votando na quinta; e, se não der, na quarta seguinte, dia 18. Há quem diga que o Brasil tem pressa de Justiça. Mas pressa a Justiça não tem.

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10/07/2013

às 19:35 \ Feira Livre

Dia 11, dia de muitos problemas

Publicado no blog de Marco Antonio Villa

MARCO ANTONIO VILLA

Sobre as manifestações de amanhã, não está sendo dada a devida importância para o que poderá acontecer, caso se cumpra as ameaças da Força Sindical e de outros organizadores:

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10/07/2013

às 14:55 \ Feira Livre

‘A fúria das férias’, por Carlos Brickmann

Publicado na coluna de Carlos Brickmann

CARLOS BRICKMANN

Estudantes em férias, trânsito melhor, menos manifestações com menos gente. Após a tempestade vem a bonança ─ mas quem disse que a tempestade passou?

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07/05/2012

às 11:00 \ Sanatório Geral

Bordel sindical

“Como é que bota na selva amazônica centenas de homens sem mulher? Era preciso ter bordéis nos canteiros de obras”.

Paulinho da Força, deputado federal da base alugada, setor PDT, guichê de São Paulo, em 1 de abril de 2011, sobre a situação nos canteiros de obras do PAC, paralisados por greves sucessivas, durante reunião comandada por Gilberto Carvalho, revelando que a palavra-de-ordem do movimento sindical para 2011 é “Sem bordel ninguém trabalha”.

 

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