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palanque

16/07/2011

às 0:21 \ Sanatório Geral

Terror dos estudantes

“Precisou de muito trabalho do ministro Fernando Haddad para garantir que o pobre chegasse à universidade”.

Lula, na discurseira no piquenique da UNE em Goiânia, informando que foi para garantir que todo pobre seja doutor que o ministro Fernando Haddad fez o que pôde para acabar com o Enem.

21/09/2010

às 13:23 \ História em Imagens

Os roedores da bandeira estão no poder

Enquanto a campanha presidencial de 2002 não começava, o PT tratou de reforçar a falácia que o promovia a detentor do monopólio da ética com um comercial produzido pelo marqueteiro Duda Mendonça. Veiculado insistentemente na TV, o vídeo em que ratos roem a bandeira brasileira foi considerado um exemplo de propaganda eleitoral eficaz. Depois do mensalão, transformou-se num caso exemplar de propaganda enganosa e em outra prova material do estelionato político consumado há oito anos.

Depois de Erenice Guerra, a oposição deveria divulgar a peça publicitária no horário eleitoral sem mencionar o nome de quem a encomendou. O Brasil inteiro vai saber associar os bichos às pessoas, Lula vai berrar no palanque que, com inveja do sucesso do metalúrgico que virou presidente sem estudar,  FHC resolveu compará-lo a um roedor. Dilma Rousseff vai gaguejar que o adversário agora usa factoides para baixar o nível da campanha. O PT vai pedir ao Tribunal Superior Eleitoral que proíba a exibição da ignomínia. E Duda Mendonça vai ficar com fama de vidente: em 2002, adivinhou como estaria o Brasil no fim de 2010.

13/07/2010

às 6:57 \ Direto ao Ponto

Visita ao palanque que lembra um filme de terror termina no Pavilhão Internacional

Por exigência dos leitores, a visita guiada ao palanque que lembra um filme de terror foi estendida ao Pavilhão Internacional. Já na entrada, foi exibido o vídeo de 53 segundos que levou Hugo Chávez a ser escolhido, por unanimidade, orador da turma. Confira a lista de atrações estrangeiras e veja a declaração de apoio a Dilma Rousseff declamada pelo companheiro bolivariano.

Hugo Chávez (Venezuela), Mahmoud Ahmadinejad (Irã), Fernando Lugo (Paraguai), Casal Kirchner (Argentina), Evo Morales (Bolívia), Omar al-Bashir (Sudão), Muammar Khadafi (Líbia), Kim Jong-Il (Coreia do Norte), Manuel Zelaya (sem residência fixa), Rafael Correa (Equador), Oliverio Medina (FARC), Daniel Ortega (Nicarágua), Obiang Nguema Mbasogo (Guiné Equatorial), Cesare Battisti (União Internacional dos Terroristas), Irmãos Castro (Cuba), Roberto Mangabeira Unger (Massachusetts), Robert Mugabe (Zimbábue) e Nicolas Sarkozy (sem a Carla Bruni) representando não a França, mas a fábrica dos Raffale.

11/07/2010

às 15:00 \ Direto ao Ponto

O que existe de mais assustador na fauna da Amazônia está exposto no Pavilhão Norte

Composto por representantes do Amazonas, do Pará, de Roraima, do Amapá, de Rondônia, do Acre e do Tocantins, o Pavilhão Norte é o de mais baixa densidade demográfica entre os que formam o palanque de Dilma Rousseff, aquele que lembra um elenco de filme de terror. Mas as sete alas exibem o que há de mais perigoso na fauna política da Amazônia. Confira. Se faltar alguém, mande o nome Há vagas para todos:

ALA AMAZONENSE
Alfredo Nascimento, Serafim Corrêa, Amazonino Mendes, Omar Aziz, Eduardo Braga, João Pedro e Vanessa Grazziotin.

ALA PARAENSE
Ana Júlia Carepa, Jáder Barbalho, Elcione Barbalho, Paulo Rocha, Duciomar Costa, Fernando Yamada,  José Nazareno Sanches da Silva, Beto da Fetagri, Domingos Juvenil, José Priante, Gerson Peres e Bernadete ten Caten.

ALA RORAIMENSE
Romero Jucá, Tereza Jucá e Flamarion Portela.

ALA AMAPAENSE
José Sarney, Camilo Capiberibe, João Capiberibe, Marcos Roberto e Gilvam Borges.

ALA RONDONIANA
Valdir Raupp, Eduardo Valverde, Cleiton Roque, Confúcio Moura, Acir Gurgacz, Fátima Cleide, Ivo Cassol e João da Muleta.

ALA ACREANA
Tião Viana, Sibá Machado, Jorge Viana, Orleir Cameli, Edvaldo Magalhães, Aníbal Diniz, Binho Marques, Moisés Diniz, Narciso Mendes, José Bestene, João Tota, Ronivon Santiago e Nilson Mourão.

ALA TOCANTINENSE
Marcelo Miranda, Raul Filho, Carlos Gaguim, Rocha Miranda, Paulo Mourão, Wanderley Luxemburgo e João Ribeiro.

(*) Com direito a vaga em mais de um pavilhão.

(Segunda-feira, dia 12: encerramento da visita guiada com a contemplação do perturbador Pavilhão Nordeste)

06/07/2010

às 15:59 \ Direto ao Ponto

A visita guiada ao palanque que lembra um filme de terror começa pelo Pavilhão Sul

A turma no palanque de Dilma Rousseff lembra o elenco de um filme de terror, constatou a coluna no começo do ano. E merece ser dividida não por regiões brasileiras, mas por pavilhões, sugere o quadro desenhado pelo fim do prazo para a indicação de candidatos a cargos majoritários. Por solicitação dos leitores, que desejam contemplar sem pressa a paisagem perturbadora, a visita guiada ao palanque dos horrores começa pelo Pavilhão Sul.

A soma das alas do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná confirma que estão representados os tipos que frequentam com mais assiduidade o noticiário político-policial: esquerdistas psicóticos, gatunos irrecuperáveis, doidos de pedra, fanáticos incuráveis, cretinos fundamentais, oportunistas de nascença, stalinistas farofeiros, trombadinhas aprendizes, corruptos internacionais, assaltantes veteranos ─ todos aparecem nesta procissão de espantos. Confira:

ALA GAÚCHA
Dilma Rousseff, Tarso Genro, Marco Aurélio Garcia, Guilherme Cassel, João Pedro Stedile, Marcelo Branco, Maria do Rosário, Diógenes de Oliveira, Fernando Marroni, Elizeu Padilha, Olívio Dutra, Henrique Fontana, Paulo Pimenta, Sérgio Moraes, Paulo Paim, Miguel Rossetto, Manuela d´Ávila, Alceu Collares, Neuza Canabarro, David Stival, Ralf Hackbart, Rejane Oliveira, Raul Pont, Dionilso Marcon e Ivar Pavan.

ALA CATARINENSE
Ideli Salvatti , Altemir Gregolin, João Pizzolatti, Jorge Lorenzetti, Décio Lima, Ana Paula Lima, José Fritsch, Paulo Afonso Vieira, Luci Choinaski, Eurides Mescolotto, Marcelo Sato, Djalma Berger,  Lurian Cordeiro Lula da Silva, Carlito Merss, Manoel Dias, Décio Góes, João Matos, Volnei Morastoni, Dario Berger, Cláudio Vignatti e Nelson Goetten de Lima.

ALA PARANAENSE
Paulo Bernardo, Osmar Dias, Gleisi Hoffman, Antonio Bellinati, José Janene, Dr. Rosinha, Roberto Requião, Família Requião, Orlando Pessutti,  André Vargas, Zeca Dirceu, Ângelo Vanhoni, Nedson Micheletti, Florisvaldo Souza, Rafael Greca e Jorge Samek.

Falta alguém no Pavilhão Sul? Mande o nome. Há espaço para todos.

(Amanhã: visita ao apavorante Pavilhão Sudeste)

29/06/2010

às 16:01 \ Sanatório Geral

Cadeia e palanque

“Temos que construir mais presídios de alta periculosidade “.

Dilma Rousseff, no Roda Viva, que teve a ideia de construir a novidade depois de dois anos de convívio com a turma do palanque de altíssima periculosidade que Lula montou.

11/06/2010

às 22:58 \ Sanatório Geral

Amigos de infância

“A estratégia foi pela aliança. O melhor para Dilma é estar neste palanque, mas nós respeitamos as diferenças”.

José Eduardo Dutra, presidente do PT, depois de ser chamado de “Hitler” por petistas inconformados com a decisão de apoiar Roseana Sarney, sugerindo que, desde o Mensalão, não existem diferenças visíveis entre um José Sarney e um Lula.

29/04/2010

às 19:54 \ Direto ao Ponto

O palanque que parece um filme de terror já reúne 264 espantos

O elenco de filme de terror aglomerado no palanque de Dilma Rousseff reúne até o momento 264 espantos. Estão representados todos os Estados brasileiros e algumas entidades estrangeiras. Se quiser ler em voz alta, tire as crianças da sala.

Rio Grande do Sul: Tarso Genro, Marco Aurélio Garcia, Guilherme Cassel, João Pedro Stedile, Marcelo Branco, Maria do Rosário, Diógenes de Oliveira, Fernando Marroni, Elizeu Padilha, Olívio Dutra, Henrique Fontana, Paulo Pimenta, Sérgio Moraes, Paulo Paim, Miguel Rossetto, Manuela d´Ávila, Alceu Collares, David Stival, Ralf Hackbart e Raul Pont.

Santa Catarina: Ideli Salvatti , Altemir Gregolin, João Pizzolatti, Jorge Lorenzetti, Décio Lima, Ana Paula Lima, José Fritsch, Paulo Afonso Vieira, Luci Choinaski, Eurides Mercolotto, Marcelo Sato, Djalma Berger e Lurian Cordeiro Lula da Silva.

Paraná: Paulo Bernardo, Gleisi Hoffman, Antonio Bellinati, José Janene, Dr. Rosinha, Roberto Requião e André Vargas.

São Paulo: José Dirceu, José Genoíno, José Rainha, José Mentor, Antônio Palocci, Aloízio Mercadante, Paulo Maluf, Ricardo Berzoini, Luiz Gushiken, Eduardo Suplicy, Marta Suplicy, Paulinho da Força, João Paulo Cunha, Fernando Haddad, Luiz Marinho, Michel  Temer, Matilde Ribeiro, Paulo Vannuchi, Aldo Rebelo, Márcio Thomaz Bastos, Marisa Letícia Lula da Silva, Guido Mantega, Professor Luizinho,  Luiz Eduardo Greenhalgh, Cândido Vaccarezza, Gabriel Chalita, Celso Amorim, Celso Russomano, João Vaccari Neto, Clara Ant, Netinho de Paula, Bebel Noronha, Rui Falcão, Emídio de Souza, Gilberto Carvalho, Orlando Silva , Frank Aguiar, Agnaldo Timóteo, Ângela Guadagnin, José Eduardo Cardozo, Arlindo Chinaglia, Vicentinho do PT, Waldemar Costa Neto, Dr. Hélio, Irmãos Tatto, Devanir Ribeiro, Freud Godoy, Sivinho Pereira e Paulo Okamotto.

Rio de Janeiro: Anthony Garotinho, Rosinha Garotinho, Sérgio Cabral, Paulo Duque, Carlos Lupi, Eduardo Cunha, Marcelo Crivella, Benedita da Silva, Lindberg Farias, Eduardo Paes, Wladimir Palmeira, Carlos Alberto Muniz, Juca Ferreira, Márcio Fortes de Almeida, Jandira Feghali, Carlos Minc, Família Babu, Franklin Martins, Luiz Sérgio, Jorge Roberto da Silveira, José Gomes Temporão e Jorge Picciani.

Minas Gerais: Wellington Salgado, Hélio Costa, Newton Cardoso, Marcos Valério, Clésio Andrade, Virgílio Guimarães, Luiz Dulci, Frei Betto, Anderson Adauto, Fernando Pimentel, José Alencar, Edmar Moreira, Jô Moraes, Nilmário Miranda, Sandra Starling, Patrus Ananias, Marília Campos, Saraiva Felipe, Walfrido Mares Guia, João Magno, Chico Ferramenta, Maria Teresa Lara, Roberto Carvalho, Durval Ângelo, Rogério Correa, João Magalhães e Cabo Júlio.

Espírito Santo: Renato Casagrande e Paulo Hartung.

Mato Grosso: Blairo Maggi, Serys Slhessarenko, Carlos Abicalil, Pedro Henry e Silval  Barbosa.

Mato Grosso do Sul: Zeca do PT e Delcídio Amaral.

Goiás: Delúbio Soares, Iris Rezende e Sandro Mabel.

Tocantins: Marcelo Miranda, Raul Filho, Carlos Gaguim, Rocha Miranda, Paulo Mourão e Wanderley Luxemburgo.

Sergipe: José Eduardo Dutra, Almeida Lima e Marcelo Deda.

Alagoas: Fernando Collor, Ronaldo Lessa e Renan Calheiros.

Paraíba: José Maranhão,e Roberto Cavalcante, Marcondes Gadelha, Ney Suassuna, Vital do Rego e Veneziano Vital.

Pernambuco: Severino Cavalcanti, Humberto Costa, Maurício Rands, José Múcio Monteiro, João Paulo, Carlos Eduardo Cadoca, Renildo Calheiros, Inocêncio Oliveira, Eduardo Campos, Fernando Ferro, Sílvio Costa, Sílvio Costa Filho, Dilson Peixoto e Bruno Maranhão.

Bahia: José Sérgio Gabrielli, Geddel Vieira Lima, Jacques Wagner, João Henrique, Haroldo Lima, João Leão, Valdir Pires, Nelson Pellegrino, Jorge Hage e Mário Negromonte.

Rio Grande do Norte: Henrique Eduardo Alves, Garibaldi Alves, Iberê Ferreira, Fátima Bezerra, Wilma de Faria, Carlos Eduardo Alves, Agnelo Alves, João Maia e Sandra Rosado.

Ceará: Inácio Arruda, José Nobre Guimarães, Eunício de Oliveira, José Pimentel e Luizianne Lins.

Piauí: Wellington Dias e Wilson Martins.

Amazonas: Alfredo Nascimento, Amazonino Mendes, Omar Azis, João Pedro e Vanessa Grazziotin.

Roraima: Romero Jucá e Flamarion Portela.

Rondônia: Valdir Raupp, Eduardo Valverde, Confúcio Moura, Acir Gurgacz, Fátima Cleide, Ivo Cassol e João da Muleta.

Acre: Tião Viana, Sibá Machado, Jorge Viana, Orleir Cameli, Edvaldo Magalhães, Aníbal Diniz, Binho Marques, Moisés Diniz, Narciso Mendes, José Bestene, João tota, Ronivon Santiago e Nilson Mourão.

Amapá: José Sarney e Gilvam Borges.

Distrito Federal: Erenice Guerra, Gim Argello, Valdomiro Diniz, Tadeu Felipelli,  Agnelo Queiroz e Geraldo Magella.

Pará: Ana Júlia Carepa, Jáder Barbalho, Alcione Barbalho, Paulo Rocha e Duciomar Costa.

Maranhão: José Sarney, Roseana Sarney, Fernando Sarney, Sarney Filho, Ricardo Murad, Jorge Murad, Edison Lobão, Edison Lobinho,  Flávio Dino e Epitácio Cafeteira.

Mundo: Hugo Chávez (Venezuela), Mahmoud Ahmadinejad (Irã), Fernando Lugo (Paraguai), Casal Kirchner (Argentina), Evo Morales (Bolívia), Omar al-Bashir (Sudão), Muammar Khadaffi (Líbia), Kim Jong-Il (Coreia do Norte), Manuel Zelaya (sem residência fixa), Rafael Correa (Equador), Oliverio Medina (FARC), Daniel Ortega (Nicarágua), Cesare Battisti (cadeia da Polícia Federal), Irmãos Castro (Cuba) e Roberto Mangabeira Unger (Massachusetts).

O produtor é Lula. A principal personagem feminina é Dilma Rousseff. No momento, a coisa parece sem direção.

22/04/2010

às 20:48 \ Direto ao Ponto

Se a lei valesse para todos os brasileiros, Lula seria demitido por abandono de emprego

“Enquanto eu estiver trabalhando, das oito da manhã às dez da noite, não terei candidato, mas depois do expediente vou para o palanque”, disse duas vezes neste mês o presidente que nunca trabalhou das oito da manhã às dez da noite, aparece no local do emprego só de vez em quando, passa a maior parte do tempo fora de Brasília, ficou longe do gabinete no Planalto mais de um ano dos quase oito de governo, não desce do palanque desde o dia da posse, tem candidata desde 2007, faz um comício por dia há dois anos e agora se dedica em tempo integral à campanha de Dilma Rousseff.

Deveria ter evitado a reprise da fantasia, soube no fim de semana. Intrigado com a dupla menção a esse misterioso “expediente”, o deputado Paulo Bornhausen, líder do DEM na Câmara, resolveu desvendar o enigma com um pedido de informações encaminhado no último sábado à chefia da Casa Civil. O parlamentar quer saber da ministra Erenice Guerra quantos dias por semana, e quantas horas por dia, o chefe de governo dedica ao serviço da nação.

“É preciso que o Palácio do Planalto esclareça qual é o expediente do presidente Lula, para que a própria Justiça tenha um parâmetro para verificar se ele faz campanha em horário de trabalho”, lembra Bornhausen, interessado em conhecer sobretudo “os horários de início e término da jornada de trabalho?”. Melhor amiga de Dilma Rousseff, Erenice é bastante inventiva. Inventou, por exemplo, um dossiê destinado a transformar Fernando Henrique e Ruth Cardoso em campeões da gastança. Também  inventou álibis para que Dilma pudesse jurar que jamais conversou com Lina Vieira. Vai tentar agora inventar o expediente que não há.

Lula acha que existe, e que pode fazer o que quiser depois de cumpri-lo. Já no crepúsculo do segundo mandato, ele nunca entendeu que o chefe do Poder Executivo ─ diferentemente de um torneiro-mecânico ─ não obedece a turnos, não trabalha em meio período, nem é liberado no fim da tarde para brincar de cabo eleitoral. Nunca entendeu que o presidente, do momento da posse à hora do adeus, encarna todo o tempo uma instituição. E é tarde para compreender que continua a ser presidente mesmo quando entrega o cargo ao vice para sair de férias, para sair pelo mundo ou para sair por aí com um isopor na cabeça.

Acreditar que só se é presidente durante parte do dia é um equívoco de bom tamanho. Insistir na crendice depois de consumado o sumiço do expediente é uma agressão à sensatez ─ e uma afronta à lei. Já faz muito tempo que Lula não despacha com ministros, não consegue lembrar o nome de muitos deles, não examina  documentos, estudos ou relatórios, não lê a papelada que assina, não consulta quem entende do assunto para tomar qualquer decisão, não se interessa por questões administrativas.

Se a legislação em vigor valesse para todos os brasileiros, o presidente da República não escaparia da demissão por abandono de emprego.

23/03/2010

às 2:45 \ Sanatório Geral

Aniversário no palanque

“Março está abrindo um ano de muito boa luta, travada em um patamar que permite testemunhar o que fizemos para mudar este país”.

Dilma Rousseff, durante a comemoração do aniversário de Tarso Genro, fazendo de conta que não está em campanha desde 2007.


 

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