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Operação Lava Jato

26/11/2014

às 15:10 \ Opinião

Seis notas de Carlos Brickmann

Publicado na coluna de CARLOS BRICKMANN

Os Dez Mandamentos da Lei de Deus são severos, rígidos; e nem eles proíbem a mentira. O estadista britânico Winston Churchill dizia que a verdade é tão preciosa que precisa ser protegida por uma muralha de mentiras. A mentira, vemos, tem muitas vantagens; mas tem o poder de destruir quem acredita nela.

Todos assistimos à campanha eleitoral, todos assistimos hoje à desconstrução, pela presidente Dilma, daquilo que a candidata Dilma afirmava. Não tem grande importância: o importante é que a presidente tenha reconhecido, ao escolher sua equipe econômica, a necessidade de gastar menos do que o Governo arrecada, de evitar manobras criativas com a aritmética, de fingir que a inflação e as contas externas estão sob controle, que tudo vai bem e no melhor dos mundos.

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24/11/2014

às 20:51 \ Direto ao Ponto

Na TVEJA, Joice Hasselmann e Augusto Nunes comentam a mais recente novidade do Petrolão: propina com recibo

23/11/2014

às 20:02 \ Opinião

Modesto Carvalhosa: ‘A Lei Anticorrupção aqui e agora’

Publicado no Estadão

Extraordinário é o momento histórico que estamos vivendo com o implacável desenrolar da Operação Lava Jato, que tem exibido a fratura exposta da corrupção no seio do poder público em concurso com empreiteiras e fornecedoras, por meio da mãe de todas as virtudes – a Petrobrás. Essas medidas muito se assemelham às da Operação Mãos Limpas, realizada na Itália nos anos 90 do século passado, que dizimou, mediante o instrumento da delação premiada, núcleos seculares da máfia incrustados no governo, no Legislativo e no Judiciário, a ponto do seu primeiro-ministro, muito prestigiado na Europa, Giulio Andreotti – até ele – ter-se envolvido por décadas com a Cosa Nostra.

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21/11/2014

às 19:43 \ Direto ao Ponto

1 Minuto com Augusto Nunes: Lula sugere aos jornalistas que procurem na Polícia Federal as informações que ele esconde

16/11/2014

às 16:53 \ Opinião

‘Uma política em decomposição’, de Rolf Kuntz

Publicado no Estadão
Flores, muitas flores bonitas e perfumadas por toda parte, para disfarçar e tornar o ambiente mais tolerável? Nesta altura, seria inútil. A sexta-feira começou com novas prisões da Operação Lava Jato, a investigação policial sobre as bandalheiras na Petrobrás. Bem cedo a imprensa havia noticiado: a maior estatal e maior empresa brasileira, com ações no País e no exterior, precisou adiar a publicação do balanço. Falta o aval da firma de auditoria, a PricewaterhouseCoopers (PwC). Os auditores poderão encrencar-se nos Estados Unidos se assinarem as demonstrações de um cliente envolvido em histórias de corrupção. Para eles, o mais seguro é esperar.

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15/11/2014

às 23:35 \ Sanatório Geral

Porquinho gabola

“As investigações vão até o fim, doa a quem doer”.

José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça segundo a placa na porta do gabinete, sobre a Operação Lava-Jato, fazendo de conta que o único dos três porquinhos da Dilma que continua no governo resolveu limpar o chiqueiro do Planalto.

28/10/2014

às 20:32 \ Direto ao Ponto

Documentos apreendidos pela Polícia Federal mostram a anotação do doleiro Youssef: ‘Leonardo Attuch 6×40.000,00′

“No monitor de uma das meses (sic) havia um post it com a anotação ‘Leonardo Attuch 11-950206533 6×40.000.00 24/02/2014′”, informa o trecho do relatório em que a delegada Paula Ortega Cibulski resume o que foi encontrado, num dos imóveis utilizados pela quadrilha de Alberto Youssef, por agentes da Polícia Federal incumbidos de cumprir o mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça. No fim do texto reproduzido abaixo, datado de 17 de março de 2014, a delegada acrescenta que anexou ao relatório um registro fotográfico do documento que vincula o alvo principal da Operação Lava Jato ao blogueiro Leonardo Attuch, proprietário do site Brasil 247.

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As letras e os algarismos que constam do anexo 3, confrontados com outras peças da montanha de documentos capturados pela Polícia Federal, revelaram que o próprio Youssef fez as anotações manuscritas que incorporam Attuch ao bando de políticos, governantes, empresários, funcionários públicos, além de indivíduos, que se apresentam como “jornalistas” envolvidos de alguma forma com um dos comandantes do mais portentoso propinoduto montado no Brasil desde o Descobrimento.

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São tantos os integrantes do esquema forjado para saquear a Petrobras que, como faz a CBF com os times de futebol, os responsáveis pelo esclarecimento dos crimes dividiram informalmente os investigados em duas categorias. Na série A figuram presidentes da República (embolados no G4), ministros de Estado, governadores, figurões do Congresso, megaempreiteiros, diretores da Petrobras e gatunos de alta patente. Na série B aglomeram-se empreiteiros e fornecedores menos graúdos, parlamentares do baixo clero, funcionários do segundo escalão e jornalistas estatizados ou arrendados pela organização criminosa.

Compreensivelmente, a série A tem monopolizado tanto as investigações de campo quanto os interrogatórios de Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa, que toparam contar o que muito que fizeram ou sabem em troca dos benefícios da chamada delação premiada. Sorte de Attuch: a Polícia Federal, o Ministério Público e a Justiça Federal ainda não encontraram tempo para devassar as catacumbas da classe B. Mas chegará o dia em que as suspeitíssimas anotações manuscritas terão de ser elucidadas.

O blogueiro costuma desperdiçar seu tempo com a edição de textos abjetos sobre jornalistas independentes, aos quais se seguem “comentários” que difamam, caluniam e afrontam a honra de quem ousa criticar o governo lulopetista. A prudência recomenda que suspenda o serviço sujo e procure a ajuda de um advogado especialmente imaginoso. Vai precisar de um álibi e tanto para escapar do enquadramento no Código Penal.

21/05/2014

às 12:24 \ Sanatório Geral

Presos em liberdade

“Não quero tomar decisões precipitadas”.

Teori Zavascki, ministro do STF, ao resolver manter presos os envolvidos na Operação Lava Jato que mandou soltar um dia antes, sem especificar a qual das duas decisões estava se referindo.

27/04/2014

às 12:49 \ Sanatório Geral

Namoro ou amizade?

Argôlo: Bom dia.

Youssef: Bom dia.

Argôlo: Você sabe que tenho um carinho por vc e é muito especial.

Youssef: Eu idem.

Argôlo: Queria ter falado isso ontem. Acabei não falando. Te amo.

Youssef: Eu amo você também. Muitoooooooooo<3

Argôlo: Sinto isso. E aí já melhorou?? Melhorou???

Argôlo: Por favor me diga alguma coisa.

Trecho do relatório da Operação Lava Jato, executada pela Polícia Federal, que transcreve uma troca de mensagens entre o doleiro Alberto Youssef e o deputado federal baiano, do partido Solidariedade.

27/04/2014

às 10:55 \ Opinião

‘A grande família petista’, editorial do Estadão

Publicado no Estadão deste sábado

Nem é preciso fazer escavações profundas. Arranhe-se apenas a superfície do sistema petista de poder e, certo como a noite que se segue ao dia, se encontrará um escândalo, uma maracutaia, uma armação, uma negociata, um vexame, um ato mal explicado ou inexplicável à luz da ética pública. E não se diga que é intriga da oposição em ano eleitoral.

Para ficar apenas na safra da semana, ora é uma auditoria da Petrobrás que afirma que em 5 de fevereiro de 2010 alguém foi autorizado verbalmente a sacar US$ 10 milhões de uma conta da Refinaria de Pasadena, na qual a empresa ainda tinha como sócia a Astra Oil. A revelação foi publicada pelo Globo. Quem autorizou, quem sacou, o porquê do saque e o que foi feito com a bolada, isso a Petrobrás não conta. Diz, burocraticamente, que o procedimento seria “uma atividade usual de trading” e nele “não foram constatadas quaisquer irregularidades”.

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