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Mário Covas

31/10/2011

às 17:51 \ Direto ao Ponto

A tropa que agrediu Mário Covas não tem nada a ensinar sobre política e câncer

Em junho de 2000, professores em greve seguiram a ordem de José Dirceu e agrediram fisicamente o governador Mário Covas. Veja na seção História em Imagens o vídeo e o texto que documentam a infame selvageria. O ataque a um democrata exemplar debilitado pelo câncer desqualifica a tropa do PT para gaguejar lições sobre política e doença. Não se pode fazer com ninguém, sobretudo com adversários políticos enfermos, o que os milicianos de Lula fizeram com Mário Covas.

Numa análise irretocável, o jornalista Reinaldo Azevedo liquidou a falsa questão criada pelo câncer de Lula. Não se deve festejar o sofrimento alheio, nem usá-lo para decretar canonizações malandras. Nenhuma doença é capaz de transformar em estadista um campeão do oportunismo. A verdade jamais estará subordinada ao conteúdo de um boletim médico ou a entrevistas de porta de hospital.

O resto é conversa fiada.

31/10/2011

às 17:42 \ História em Imagens

A agressão sofrida por Mário Covas

Em maio de 2000, o deputado federal José Dirceu, presidente nacional do PT, decidiu que as imunidades parlamentares se estendiam ao Código Penal ─ e fuzilou com o ímpeto que faltou ao guerrilheiro de araque o artigo 286: “Incitar, publicamente, a prática de crime”. Foi o que fez ao afirmar que os adversários tucanos “têm de apanhar nas ruas e nas urnas”.

Dias depois, o governador Mário Covas foi acuado e agredido por professores grevistas acampados na Praça da República, em São Paulo. O vídeo abaixo mostra o que aconteceu a Covas. No dia em que foi agredido, o governador lutava contra um câncer e fazia tratamento quimioterápico.

28/07/2011

às 15:47 \ Direto ao Ponto

A falta que faz um Mário Covas

Em pouco mais de 10 minutos, o vídeo que ilumina a seção História em Imagens resume a trajetória política de um grande brasileiro. Veja a falta que faz um Mario Covas.

28/07/2011

às 15:42 \ História em Imagens

Tributo a Mário Covas

A exposição batizada de “A Ação conforme a pregação – uma revolução ética em São Paulo”, promovida pela Fundação Mario Covas em 2003, incluiu o minidocumentário “O Exemplo”, que resume em pouco mais de 10 minutos a luminosa trajetória do político morto em 6 de março de 2001. Vale a pena rever Mário Covas em ação.

07/04/2011

às 13:26 \ Feira Livre

Punhos de renda, um artigo de Dora Kramer

TEXTO PUBLICADO NO ESTADÃO DESTA QUINTA-FEIRA

O senador Aécio Neves mostrou prestígio ao levar políticos em profusão para ouvi-lo no plenário do Senado, mas não conseguiu produzir o impacto nem o despertar da oposição que a tropa governista parecia esperar, muito menos deu razões ao governo para perder um segundo de seu sereno sono.

Tépido na forma e repetitivo no conteúdo, passando ao largo de questões essenciais para o exercício da oposição como a independência do Legislativo em relação ao Executivo, o discurso acabou proporcionando aos senadores aliados ao Palácio do Planalto uma oportunidade excelente de mostrar vigor e afinação.

Muito diferente das legislaturas anteriores quando, principalmente no primeiro mandato do ex-presidente Lula, a oposição fazia do Senado sua cidadela, ocupando a tribuna tardes a fio em ataques sem que aparecesse um senador para defender o governo.

Ontem à tarde o batalhão estava afiadíssimo: Aécio mal tinha subido à tribuna e a senadora Gleisi Hoffmann, do PT, pediu um aparte, concedido ao final assim como aos demais.

Concluída a fala em que Aécio pontuou sua disposição de se opor sem se confrontar com os adversários, os governistas apresentaram suas armas de defesa dos governos Lula e Dilma Rousseff sem o menor constrangimento de fazer isso em clima de franca confrontação.

Em meio a elogios à “elegância” e ao “equilíbrio” do discurso e sem disfarçar o alívio pela tepidez do opositor, a tropa governista atacou as privatizações, ironizou a tibieza do PSDB em defender o governo FH, acusou várias vezes Aécio de ter sido injusto com a gestão de Lula e, pela voz do senador Jorge Viana, ainda afirmou que o orador simbolizava a oposição que todo governo gostaria de ter.

Da parte dos oposicionistas, exaltações algo exageradas ao “brilhantismo” do pronunciamento “de estadista” e uma evidente avidez por alguém que os represente. E assim, independentemente de Aécio Neves reunir ou não os atributos necessários por avaliação exigente, o senador se apresentou e dessa forma foi recebido por governistas e oposicionistas.

Poucos, entre eles Pedro Taques, Marinor Brito e Demóstenes Torres, consideraram que a confrontação não é necessariamente um mal. Antes pode ser essencial à condução dos trabalhos de questionamentos doutrinários, programáticos, bastante mais inquietantes que a redução de alíquotas de impostos, transferência de gestão de estradas, revisão da Lei das Micro e Pequenas Empresas etc.

Temas importantes, mas nas circunstâncias em que a oposição precisa de mobilização política, liderança vigorosa, energia para recuperar o tempo perdido, encontrar o rumo para poder seguir adiante, o desempenho de Aécio deixou no ar um aroma de anticlímax.

Não por defeito, mas por ausência de um atributo pessoal que poderia ser chamado de borogodó de tribuna. Aécio não tem. Mário Covas tinha.

As saudações superlativas soaram artificiais, traduziram a avidez por um porto seguro onde os oposicionistas possam se agarrar, além de revelarem a amplitude amazônica do deserto de homens e ideias reinante na política nacional.

Grand finale. Os oito anos de submissão do Itamaraty ao personalismo de Lula não renderam ao Brasil apenas derrotas políticas e comerciais no plano externo.

Internamente o resultado da gestão Celso Amorim produziu a trapalhada final, a dois dias do fim do mandato de Lula, da concessão de passaportes diplomáticos aos herdeiros da Silva agora obrigados a devolvê-los por ordem do Ministério Público.

Tivesse o agora ex-chanceler contido seu afã de adular o chefe, teria sido um vexame a menos.

Tacanha. O mais esquisito é que tem gente que ainda considera que foi Roger Agnelli quem errou por não ter dado satisfação de seus atos como presidente da Vale ao então presidente Lula.

É típico da mentalidade jeca que assola o entorno do poder considerar “erro político” tudo o que desagrada ao Planalto.

08/03/2011

às 14:26 \ Direto ao Ponto

Mário Covas faz muita falta

Mário Covas morreu em 6 de março de 2001. Passados 10 anos, faz mais falta do que nunca. Em nome dos democratas brasileiros, a coluna homenageia o grande líder político com a republicação do post no Vale Reprise.

07/03/2011

às 11:00 \ Frases

Momento histórico

“Vi o monitor do computador, que mostra pressão, pulsação, de repente fazer piiiii… Eu falei para o médico: ‘Doutor, é um momento histórico’. Ele respondeu: ‘Realmente’. Até me arrepio”.

José Roberto Rodrigues de Oliveira, policial militar e ex-segurança de Mário Covas, contando como presenciou a morte do ex-governador.

06/03/2011

às 19:33 \ História em Imagens

Os melhores jingles da política brasileira

As marchinhas de carnaval são tão antigas quanto os jingles que animam campanhas eleitorais. E há um evidente parentesco entre as duas manifestações musicais: alguns jingles fizeram bastante sucesso nos salões e muitas marchinhas acabaram transformadas pelos candidatos em trilha sonora da campanha. Confira, em imagens e áudios dispostos em ordem cronológica, a seleção dos mais populares jingles políticos da história da República.

Getúlio Vargas, candidato à Presidência em 1950:

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Juscelino Kubitschek, candidato à Presidência em 1955:

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Jânio Quadros, candidato à Presidência em 1960:

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Propaganda eleitoral durante a ditadura militar:

Jânio Quadros, candidato à prefeitura de São Paulo em 1985:



Fernando Henrique Cardoso, candidato à prefeitura de São Paulo em em 1985:



Dante de Oliveira, candidato à prefeitura de Cuiabá em 1985:



Lula, candidato à Presidência em 1989:

Leonel Brizola, candidato à Presidência em 1989:

Ulysses Guimarães, candidato à Presidência em 1989:

Mário Covas, candidato à Presidência em 1989:

José Maria Eymael, candidato à Presidência em 1989:



Fernando Henrique, candidato à Presidência em 1994:

Paulo Maluf, candidato ao governo de São Paulo em 1994:



Henrique Meirelles, candidato a deputado federal por Goiás em 2002:



Lula, candidato à presidência em 2002:



José Serra, candidato à Presidência em 2002:



Jingle da oposição nas eleições de 2006:



25/11/2010

às 19:53 \ Vídeos: Entrevista

Terceira e última parte da entrevista com Bruno Covas, neto de Mario Covas e deputado estadual pelo PSDB de São Paulo

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso comandou “um governo que plantou”, constata Bruno Covas na terceira e última parte desta entrevista. Reeleito deputado estadual com a maior votação em São Paulo, Bruno avisa que, depois de oito anos de  Lula, o país precisará de administradores que planejem melhor o futuro. O deputado comenta a insatisfação de eleitores com a campanha conduzida pelo PSDB neste ano, exorta os descontentes a filiar-se ao partido e traça o perfil das administrações lideradas por tucanos. Também revela o que espera de Dilma Rousseff na Presidência da República e, sobretudo, da oposição ao governo que se inicia em 1º de janeiro de 2011. “A oposição foi eleita para fazer oposição, não foi eleita para passar a mão na cabeça do governo”, resume.


22/11/2010

às 22:02 \ Vídeos: Entrevista

Segunda parte da entrevista com Bruno Covas, neto de Mario Covas e deputado estadual pelo PSDB de São Paulo

Convidado a contar um episódio que resumisse a cabeça do avô, o deputado estadual Bruno Covas lembrou-se da madrugada fria em que, de volta de uma festa, encontrou o governador Mário Covas ainda acordado. Ao perguntar-lhe por que ainda não fora para a cama, ouviu a frase que permanece na memória: “Como você consegue dormir sabendo que existem pessoas lá fora que não têm onde morar?”. Nesta segunda parte da entrevista, além de recordar momentos que dividiu com o avô, com quem morou por seis anos, Bruno Covas comenta a campanha eleitoral de 2010. “Se você não faz o embate político, a população não faz a distinção entre os candidatos”, diz. Para o deputado, Lula venceu em 2003 por ser diferente dos outros políticos, mas reelegeu-se por ter se tornado igual. “Está tudo nivelado por baixo”, lamenta.



 

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