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Marco Antonio Villa

05/05/2015

às 16:48 \ Opinião

Marco Antonio Villa: O PT e seu projeto de poder

Publicado no Globo

MARCO ANTONIO VILLA

Na política é indispensável, ao enfrentar um adversário, conhecê-lo. O petismo, nos últimos tempos, foi transformado em algo que nunca foi. Ora é bolivariano, ora comunista, ora populista, ora — para os mais exaltados e néscios — bolivariano-comunista-populista. Puras e cristalinas bobagens.

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13/04/2015

às 0:37 \ Direto ao Ponto

Joice Hasselmann, Carlos Graieb, Marco Antonio Villa, Ricardo Setti e Augusto Nunes debatem as manifestações deste domingo

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07/04/2015

às 14:22 \ Opinião

Marco Antonio Villa: O Brasil nos tempos da cólera

Publicado no Globo

MARCO ANTONIO VILLA

Nunca na história recente do Brasil o interesse por política foi tão grande como agora. Fala-se de política em qualquer lugar e a qualquer hora. O chato é, neste momento, o brasileiro que não está nem aí para os rumos do nosso país. Esta sensação perpassa as classes sociais, as faixas etárias e as diversas regiões do país. É um sentimento nacional de ódio aos corruptos, ao seu partido e a suas lideranças, especialmente aquela que se apresentou durante anos como salvadora da pátria e, hoje, não tem coragem de caminhar, sem segurança, por uma simples rua de alguma cidade. Transformou-se em um espantalho. Só assusta — se assusta — algum passarinho desavisado.

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16/03/2015

às 17:12 \ Direto ao Ponto

Parte 2: Na TVEJA, Sílvio Navarro, Ricardo Setti, Marco Antonio Villa e Augusto Nunes comentam o histórico 15 de março

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03/03/2015

às 19:21 \ Opinião

Marco Antonio Villa: ‘O Brasil não tem medo do PT’

MARCO ANTONIO VILLA

Em 2015, em meio a muita tensão política, a Constituição de 1988 terá sua prova de fogo. Não há qualquer paralelo com o episódio do impeachment de Fernando Collor. Este já tinha percorrido mais de dois anos de mandato quando foi apeado do poder. E o momento mais agônico da crise foi resolvido em quatro meses — entre julho e outubro de 1992. Também deve ser recordado que o então presidente tinha um arremedo de partido político, sua conexão com a sociedade civil era frágil — e quase nula com os setores organizados ─, a relação com o Congresso Nacional era ruim, e com medidas heterodoxas descontentou amplos setores, do empresariado ao funcionalismo público. Sem contar que, em 1990, o país passou por uma severa recessão (-4,3%) e tudo indicava — como efetivamente ocorreu — que, em 1992, haveria uma nova recessão.

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06/02/2015

às 6:26 \ Direto ao Ponto

Marco Antonio Villa no ‘Aqui entre Nós’ com Augusto Nunes: ‘Lula é um tigre de papel’

No programa da TVEJA, o historiador Marco Antonio Villa critica duramente o silêncio de Lula sobre o escândalo do Petrolão e acusa o ex-presidente de ter chefiado o que qualifica de maior e mais ousado esquema corrupto de todos os tempos. Entre outros assuntos, Villa analisa sem rodeios a fragilidade política e a incompetência administrativa de Dilma Rousseff, a intensificação da onda antipetista, as consequências da vitória do PMDB nas eleições na Câmara e o papel decisivo atribuído pelas circunstâncias históricas ao procurador-geral Rodrigo Janot. Segundo Villa, a República poderá enfim ser proclamada se Janot incluir na denúncia todos os envolvidos na trama planejada por marginais do poder.

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03/02/2015

às 13:39 \ Opinião

Marco Antonio Villa: ‘Dilma, a breve?’

Publicado no Globo desta terça-feira

MARCO ANTONIO VILLA

O governo Dilma acabou. É caso único na história republicana brasileira. Vitorioso nas urnas, duas semanas depois do pleito já dava sinais de exaustão. De um lado, a forma como obteve a vitória (usando da calúnia e da difamação) enfraqueceu a petista; de outro, o péssimo cenário econômico e as gravíssimas acusações de corrupção emparedaram o governo. Esperava-se que Dilma aproveitasse os louros da vitória para recompor a base política e organizasse um ministério sintonizado com o que tinha prometido na campanha eleitoral. Não foi o que aconteceu. Acabou se sujeitando ao fisiologismo descarado e montou um ministério medíocre, entre os piores já vistos em Pindorama.

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09/12/2014

às 16:49 \ Opinião

Marco Antonio Villa: ‘Lula, Dilma e o petrolão’

Publicado no Globo desta terça-feira

Não há na história da República brasileira um escândalo da magnitude do petrolão. Mais ainda: não há na história mundial nenhuma empresa pública que tenha sofrido uma sangria de tal ordem. Ficamos cada dia mais estarrecidos com a amplitude do projeto criminoso de poder que controla o país desde 2003. Bilhões de reais foram desviados da Petrobras. Agora as investigações devem também alcançar o setor elétrico, as obras do PAC e aquelas vinculadas à Copa do Mundo. Ou seja, se já estamos enojados — aproveitando a expressão utilizada por Paulo Roberto Costa na acareação na CPMI da Petrobras, na semana passada — com o que foi revelado, o que nos aguarda? E quando soubermos da lista de parlamentares e ministros envolvidos?

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22/11/2014

às 19:05 \ Direto ao Ponto

No ‘Aqui entre Nós”, Joice Hasselmann, Marco Antonio Villa e Augusto Nunes comentam os sete pecados capitais do PT

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09/10/2014

às 15:01 \ Opinião

‘Basta de PT’, por Marco Antonio Villa

PUBLICADO NO JORNAL O GLOBO 

MARCO ANTONIO VILLA

Estamos vivendo um momento histórico. A eleição presidencial de 2014 decidirá a sorte do Brasil por 12 anos. Como é sabido, o projeto petista é se perpetuar no poder. Segundo imaginam os marginais do poder — feliz expressão cunhada pelo ministro Celso de Mello quando do julgamento do mensalão —, a vitória de Dilma Rousseff abrirá caminho para que Lula volte em 2018 e, claro, com a perspectiva de permanecer por mais 8 anos no poder. Em um eventual segundo governo Dilma, o presidente de fato será Lula. Esperto como é, o nosso Pedro Malasartes da política vai preparar o terreno para voltar, como um Dom Sebastião do século XXI, mesmo que parecendo mais um personagem de samba-enredo ao estilo daquele imortalizado por Sérgio Porto.

Diferentemente de 2006 e 2010, o PT está fragilizado. Dilma é a candidata que segue para tentar a reeleição com a menor votação obtida no primeiro turno desde a eleição de 1994. Seu criador foi derrotado fragorosamente em São Paulo, principal colégio eleitoral do país. Imaginou que elegeria mais um poste. Não só o eleitorado disse não como não reelegeu o performático e inepto senador Eduardo Suplicy, e a bancada petista perdeu oito deputados na Assembleia Legislativa e seis na Câmara dos Deputados.

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