Blogs e Colunistas

Marco Antonio Villa

16/03/2015

às 17:12 \ Direto ao Ponto

Parte 2: Na TVEJA, Sílvio Navarro, Ricardo Setti, Marco Antonio Villa e Augusto Nunes comentam o histórico 15 de março

03/03/2015

às 19:21 \ Opinião

Marco Antonio Villa: ‘O Brasil não tem medo do PT’

MARCO ANTONIO VILLA

Em 2015, em meio a muita tensão política, a Constituição de 1988 terá sua prova de fogo. Não há qualquer paralelo com o episódio do impeachment de Fernando Collor. Este já tinha percorrido mais de dois anos de mandato quando foi apeado do poder. E o momento mais agônico da crise foi resolvido em quatro meses — entre julho e outubro de 1992. Também deve ser recordado que o então presidente tinha um arremedo de partido político, sua conexão com a sociedade civil era frágil — e quase nula com os setores organizados ─, a relação com o Congresso Nacional era ruim, e com medidas heterodoxas descontentou amplos setores, do empresariado ao funcionalismo público. Sem contar que, em 1990, o país passou por uma severa recessão (-4,3%) e tudo indicava — como efetivamente ocorreu — que, em 1992, haveria uma nova recessão.

» Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

06/02/2015

às 6:26 \ Direto ao Ponto

Marco Antonio Villa no ‘Aqui entre Nós’ com Augusto Nunes: ‘Lula é um tigre de papel’

No programa da TVEJA, o historiador Marco Antonio Villa critica duramente o silêncio de Lula sobre o escândalo do Petrolão e acusa o ex-presidente de ter chefiado o que qualifica de maior e mais ousado esquema corrupto de todos os tempos. Entre outros assuntos, Villa analisa sem rodeios a fragilidade política e a incompetência administrativa de Dilma Rousseff, a intensificação da onda antipetista, as consequências da vitória do PMDB nas eleições na Câmara e o papel decisivo atribuído pelas circunstâncias históricas ao procurador-geral Rodrigo Janot. Segundo Villa, a República poderá enfim ser proclamada se Janot incluir na denúncia todos os envolvidos na trama planejada por marginais do poder.

03/02/2015

às 13:39 \ Opinião

Marco Antonio Villa: ‘Dilma, a breve?’

Publicado no Globo desta terça-feira

MARCO ANTONIO VILLA

O governo Dilma acabou. É caso único na história republicana brasileira. Vitorioso nas urnas, duas semanas depois do pleito já dava sinais de exaustão. De um lado, a forma como obteve a vitória (usando da calúnia e da difamação) enfraqueceu a petista; de outro, o péssimo cenário econômico e as gravíssimas acusações de corrupção emparedaram o governo. Esperava-se que Dilma aproveitasse os louros da vitória para recompor a base política e organizasse um ministério sintonizado com o que tinha prometido na campanha eleitoral. Não foi o que aconteceu. Acabou se sujeitando ao fisiologismo descarado e montou um ministério medíocre, entre os piores já vistos em Pindorama.

» Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

09/12/2014

às 16:49 \ Opinião

Marco Antonio Villa: ‘Lula, Dilma e o petrolão’

Publicado no Globo desta terça-feira

Não há na história da República brasileira um escândalo da magnitude do petrolão. Mais ainda: não há na história mundial nenhuma empresa pública que tenha sofrido uma sangria de tal ordem. Ficamos cada dia mais estarrecidos com a amplitude do projeto criminoso de poder que controla o país desde 2003. Bilhões de reais foram desviados da Petrobras. Agora as investigações devem também alcançar o setor elétrico, as obras do PAC e aquelas vinculadas à Copa do Mundo. Ou seja, se já estamos enojados — aproveitando a expressão utilizada por Paulo Roberto Costa na acareação na CPMI da Petrobras, na semana passada — com o que foi revelado, o que nos aguarda? E quando soubermos da lista de parlamentares e ministros envolvidos?

» Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

22/11/2014

às 19:05 \ Direto ao Ponto

No ‘Aqui entre Nós”, Joice Hasselmann, Marco Antonio Villa e Augusto Nunes comentam os sete pecados capitais do PT

09/10/2014

às 15:01 \ Opinião

‘Basta de PT’, por Marco Antonio Villa

PUBLICADO NO JORNAL O GLOBO 

MARCO ANTONIO VILLA

Estamos vivendo um momento histórico. A eleição presidencial de 2014 decidirá a sorte do Brasil por 12 anos. Como é sabido, o projeto petista é se perpetuar no poder. Segundo imaginam os marginais do poder — feliz expressão cunhada pelo ministro Celso de Mello quando do julgamento do mensalão —, a vitória de Dilma Rousseff abrirá caminho para que Lula volte em 2018 e, claro, com a perspectiva de permanecer por mais 8 anos no poder. Em um eventual segundo governo Dilma, o presidente de fato será Lula. Esperto como é, o nosso Pedro Malasartes da política vai preparar o terreno para voltar, como um Dom Sebastião do século XXI, mesmo que parecendo mais um personagem de samba-enredo ao estilo daquele imortalizado por Sérgio Porto.

Diferentemente de 2006 e 2010, o PT está fragilizado. Dilma é a candidata que segue para tentar a reeleição com a menor votação obtida no primeiro turno desde a eleição de 1994. Seu criador foi derrotado fragorosamente em São Paulo, principal colégio eleitoral do país. Imaginou que elegeria mais um poste. Não só o eleitorado disse não como não reelegeu o performático e inepto senador Eduardo Suplicy, e a bancada petista perdeu oito deputados na Assembleia Legislativa e seis na Câmara dos Deputados.

» Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

08/09/2014

às 16:46 \ Direto ao Ponto

Marco Antonio Villa conversa com Joice Hasselmann no Aqui entre Nós, da TVeja: ‘Marginais do PT saquearam a Petrobras’

13/08/2014

às 18:15 \ Opinião

‘Os jihadistas tupiniquins’, de Marco Antonio Villa

Publicado no Globo desta terça-feira

Estamos a menos de dois meses das eleições. Mas não parece. Há um clima de desânimo, de desinteresse, de enfado. Acreditava-se que, após o fim da Copa do Mundo, as atenções estivessem concentradas no processo eleitoral. Ledo engano. A pasmaceira continua a mesma. Agora, o divisor de águas é o horário gratuito que começa dia 19. Para o PT, este é o clima ideal para a eleição presidencial. Quanto menor o interesse popular, maior a chance de permanecer mais um quadriênio no poder. O partido tem, inclusive, estimulado discretamente campanha pelo voto nulo ou branco. Sabe que muitos eleitores estão desanimados com a política, justamente com as mazelas produzidas pelo próprio petismo.

A desmoralização das instituições foi sistematicamente praticada pelo partido. A compra de maioria na Câmara dos Deputados, que deu origem ao processo do mensalão, foi apenas o primeiro passo. Tivemos a transformação do STF em um puxadinho do Palácio do Planalto. O Executivo virou um grande balcão de negócios e passou a ter controle dos outros dois poderes. Tudo isso foi realizado às claras, sem nenhum pudor.

» Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

21/07/2014

às 14:05 \ Opinião

Pena que João Ubaldo não tenha vivido para ver a derrocada do Império da Safadeza

Em 1° de outubro de 2012, o escritor João Ubaldo Ribeiro publicou no jornal O Globo uma crônica que retratou com perturbadora nitidez o desprezo de Lula por códigos éticos e a decomposição moral do PT. Pena que o grande romancista não tenha vivido para ver o desmoronamento do Império da Safadeza, anunciado pelas rachaduras no trono ainda ocupado por Dilma Rousseff.

Com dois anos de atraso, as pesquisas eleitorais vão desenhando o desfecho previsto no texto abaixo reproduzido. Confira. (AN)

A HORA DA SAIDEIRA
João Ubaldo Ribeiro

Na semana passada, li um artigo do professor Marco Antonio Villa, que não conheço pessoalmente, mostrando, em última análise, como a era Lula está passando, ou até já passou quase inteiramente, o que talvez venha a ser sublinhado pelos resultados das eleições. Achei-o muito oportuno e necessário, porque mostra algo que muita gente, inclusive os políticos não comprometidos diretamente com o ex-presidente, já está observando há algum tempo, mas ainda não juntou todos os indícios, nem traçou o panorama completo.

O PT que nós conhecíamos, de princípios bem definidos e inabaláveis e de uma postura ética quase santimonial, constituindo uma identidade clara, acabou de desaparecer depois da primeira posse do ex-presidente. Hoje sua identidade é a mesma de qualquer dos outros partidos brasileiros, todos peças da mesma máquina pervertida, sem perfil ideológico ou programático, declamando objetivos vagos e fáceis, tais como “vamos cuidar da população carente”, “investiremos em saneamento básico e saúde”, “levaremos educação a todos os brasileiros” e outras banalidades genéricas, com as quais todo mundo concorda sem nem pensar.

» Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados