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José Dirceu

23/03/2015

às 22:10 \ Direto ao Ponto

A quantia arrecadada pela ‘vaquinha’ dos Amigos do Dirceu é dinheiro de troco para o traficante de influência que conseguiu ficar ainda mais rico sem sair da cadeia

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Em 16 de novembro de 2013, dia do check-in na Papuda, José Dirceu de Oliveira confundiu portão de cadeia com palanque e, a caminho dos 68 anos, resolveu incorporar o líder estudantil de 68. Para delírio de meia dúzia de milicianos que saudavam aos gritos o “guerreiro do povo brasileiro”, hasteou o braço esquerdo com o punho cerrado e, caprichando na expressão feroz de quem vai dizimar sozinho um pelotão de fuzileiros navais americanos, berrou a informação: “Eu me considero um preso político”.

Como assim?, perguntou-se quem não perdeu de todo o juízo. Desde sempre, só se enquadra nessa categoria gente encarcerada ─ sem o devido processo legal, sem o exercício do direito de ampla defesa ─ para refletir numa cela sobre os perigos reservados a quem faz qualquer tipo de oposição a uma ditadura consolidada ou embrionária. O Brasil, convenhamos, ainda não é uma Venezuela que fala português, muito menos uma Cuba tamanho família. Mais: Dirceu sempre fez parte do grupo que desde janeiro de 2003 desgoverna o país.

Perdeu o emprego de ministro em 2005, mas não o status de figurão do PT, nem a cumplicidade mafiosa dos companheiros que alojou em cargos estratégicos enquanto chefiou a Casa Civil no primeiro mandato de Lula. E tampouco foi engaiolado arbitrariamente. No julgamento do processo do mensalão, que demorou quase sete anos para começar e outros dois para chegar ao desfecho, sobrou-lhe tempo para rebater acusações e contestar a solidez das provas acumuladas contra a estrela do bando.

Além de advogados que calculam honorários em dólares por minuto, Dirceu foi defendido por ministros do Supremo Tribunal Federal que estão lá para inocentar bandidos de estimação do Planalto. Acabou forçado a hospedar-se na Papuda não por crimes de pensamento, mas por corrupção ativa. Quem trocou a cama de casal por um catre não foi o revolucionário aposentado, ou o guerrilheiro de festim diplomado na ilha-presídio, ou o ex-presidente do PT, ou o ex-chefe da Casa Civil. Foi o chefe (ou subchefe?) da quadrilha do mensalão.

Diante de tantas e tão contundentes evidências, quantos brasileiros ─ além do próprio detento ─ ousariam enxergar um preso político num político preso por tratar o Código Penal a socos e pontapés? Quase 4 mil, informou em fevereiro de 2014 o balanço oficial da “vaquinha” online promovida para pagar a multa de R$ 971.128,92 imposta ao sentenciado pelo STF. As quantias doadas por 3.972 “amigos do Zé Dirceu” somaram R$ 920.700. A diferença foi coberta por R$ 163 mil extraídos das sobras das “vaquinhas” que haviam socorrido os mensaleiros José Genoíno e Delúbio Soares.

O ator José de Abreu, por exemplo, entrou com R$ 1 mil na operação concebida para livrar da falência “a grande vítima de um julgamento político”. Com a fisionomia sofrida de quem não conseguira uma vaga na lista de visitas íntimas, alegou que aquela fora “uma maneira de dividir a pena com ele”. Em 22 de fevereiro, a página eletrônica aberta para a coleta dos adjutórios comemorou o sucesso da mobilização: “Juntos, vencemos esta batalha. Ainda há outras por vir, certamente. E, juntos mais uma vez, estamos prontos para enfrentá-las”. Bingo. A batalha prevista há um ano está em curso desde quinta-feira passada.

Começou com a ruidosa chegada de José Dirceu ao front do Petrolão e ninguém sabe quando vai terminar. Mas é improvável que haja outra “vaquinha”. Os desdobramentos da Operação Lava Jato revelaram que o dono da J. D. Assessoria e Consultoria embolsou nos últimos nove anos cachês de matar de inveja canastrões de novela. Nesse período, agindo como facilitador de negócios, vários deles cobiçados por participantes do assalto à Petrobras, o consultor embolsou R$ 29 milhões. Para quem junta tal fortuna em tão pouco tempo, a multa imposta pelo Supremo é dinheiro de troco.

Os zés-de-abreu acabam de saber que, comovidos com um preso político, dispensaram do castigo financeiro o multimilionário que conseguiu uma proeza até então só alcançada por chefões do PCC: ficou mais rico sem sair de uma cela de cadeia. Entre novembro de 2013 e novembro passado, enquanto cumpria pena, JD faturou pelo menos R$ 1,2 milhão. A gigante da indústria farmacêutica EMS tornou  R$ 700 mil mais obesa a receita da consultoria. Outros R$ 500 mil vieram da construtora Consilux.

Até agora, nem os doadores tapeados pediram o dinheiro de volta nem o beneficiário do conto da vaquinha parece disposto a devolvê-lo. A façanha desempatou em favor do maior traficante de influência o duríssimo duelo com o maior traficante de drogas. Dirceu é mais que um Marcola do PT. O concorrente do guerrilheiro de festim nunca foi homenageado pela soldadesca com uma “vaquinha”. Só depois de preenchida a lacuna Marcola poderá reivindicar o título de Dirceu do PCC.

19/03/2015

às 20:44 \ O País quer Saber

Depois de debochar das manifestações de 15 de março, Marcelo Heitor, sobrinho do Zeca do PT, deveria aceitar o convite de uma conterrânea: Vem pra rua!

BRANCA NUNES

Sobrinho do deputado federal Zeca do PT, ex-governador de Mato Grosso do Sul, Marcelo Heitor Miranda dos Santos decidiu revelar ao país o que pensa das manifestações que, em 15 de março, levaram às ruas mais de 2 milhões de brasileiros. Óculos escuros de piloto do próprio jatinho, camisa pólo cor de rosa, sotaque de quem morou no Rio em vidas passadas, o filho do prefeito de Porto Murtinho (MS) usou o celular para filmar-se a bordo do seu carrão esporte com teto solar: “Bom dia Campo Grande, Capital Morena! Bom dia Brasil!”, capricha no sorriso cínico que sublinha a saudação inicial. “Deu não, né? Dilminha tá lá, né? Como é que faz? Muito bom, é delicioso ganhar da direitinha. São quatro anos saboreando a vitória, o desespero, o mimimi, o chororô eterno, tipo aquela criancinha mimada que perde o doce, sabe?”

Entre risadinhas e fungadas, o playboy esquerdista pisa no acelerador: “Não deu, né? Mas valeu a caminhada, perdeu um pouquinho de caloria, tipo caminhada da saúde, né?”, desdenha. “Mas olha, não cansa não. Vamos continuar fazendo manifestaçõezinhas dessas daí política, né? Não tem essa de apolítica, né? Manifestação política de quem não votou na Dilma, está com dorzinha de cotovelo, doído pela derrota, mas Lulinha vem aí em 2018 e aí é ferro de novo e mais quatro anos de chororô e mimimi. Mas que é bom é, é muito bom ganhar de vocês. Um beijinho gente, até a próxima, tchau!”

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Marcelo Heitor, em sua página do Facebook

Aos 33 anos, torcedor do Botafogo carioca e apreciador de duplas sertanejas, Marcelo Heitor percebeu tarde demais que se tornara protagonista de um sucesso de público devastado pelo fracasso de crítica. Assustado com o tsunami de insultos, provocações e deboches de grosso calibre, tentou refugiar-se num boletim de ocorrência por “injúria”. O pai, Heitor Miranda dos Santos, correu em socorro do filhão com a alegação de que não houve maldade alguma no vídeo. “Eu já vi montagens muito piores contra a presidenta Dilma e nada foi comentado”, garantiu ao site Campo Grande News. “Há dois pesos e duas medidas, de um lado pode-se tudo em nome da liberdade de expressão, mas do lado de cá, quando alguém se manifesta, recebe essa avalanche de críticas”.

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Zeca do PT, José Dirceu, Heitor Miranda dos Santos e Marcelo Heitor (da esquerda para a direita)

Não foi a primeira vez que Marcelo apareceu numa delegacia. Primo do deputado federal Vander Loubet, um dos 49 políticos denunciados na Operação Lava Jato por envolvimento no escândalo do Petrolão, ele responde a um processo por improbidade administrativa na 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande. Coerentemente, protagoniza o caso de polícia em companhia de parentes.

Segundo o jornal Correio do Estado, Marcelo, Loubet, seu tio Ozório Miranda dos Santos e o pai prefeito são acusados de irregularidades na concessão do terminal portuário de Porto Murtinho. Na ação civil pública, o Ministério Público Estadual acusa a família Miranda dos Santos de ferir o princípio da impessoalidade na concessão para exploração do terminal já que, na época, o Estado era governado por Zeca do PT e Loubet comandava a secretaria de Infraestrutura.

Já que esbanja confiança na popularidade de Dilma, de Lula e do PT, Marcelo deveria retribuir “o chororô e o mimimi” da “direitinha” com a aceitação da proposta apresentada por uma moradora de Porto Murtinho, reproduzida no vídeo abaixo. Depois de relatar alguns desmandos do pai e denunciar o estado degradante de escolas e prédios públicos, a conterrânea faz a exortação ao filho do prefeito: “Vem pra rua!”.

A coluna espera que Marcelo tope o convite. E lhe deseja boa sorte.

18/03/2015

às 15:20 \ Direto ao Ponto

A plateia do Petrolão saúda a chegada de Dirceu e exige a entrada em cena da dupla que modernizou o faroeste à brasileira

Atualizado às 15h20

Arte: Tiago Maricate

Arte: Tiago Maricate

Em meados do século 20, auge do faroeste americano, nunca faltaram serviço e dinheiro a atores que, embora esbanjassem talento em qualquer papel, pareciam ter acabado de chegar de um círculo de carroções sitiado por índios, de uma perseguição a cavalo nas pradarias do Wyoming, de um tiroteio no saloon de Abilene ou de um assalto ao banco de Kansas City. Como em obras de ficção ninguém morre ou continua na cadeia, faziam um filme atrás do outro.

Todo clássico do gênero inclui no elenco integrantes dessa tropa de elite. Em Sete Homens e um Destino (The Magnificent Seven, 1960), por exemplo, lá estão Steven McQueen, James Coburn, Charles Bronson e Eli Wallach. Hoje é impossível imaginá-los fora da história. Sem o quarteto, pareceriam desfalcados tanto o grupo de pistoleiros que se juntam para livrar do inferno um vilarejo mexicano quanto o bando de vilões que o inferniza.

Neste início de século, auge do faroeste à brasileira, sobram serviço e dinheiro a personagens nascidos e criados para o papel de bandido na vida real. Esses meliantes vocacionais atuam com o desembaraço de quem começou roubando chupetas no berçário, atravessou a adolescência esvaziando o cofrinho da avó e virou PhD em assalto a cofres públicos com vinte e poucos anos. Para os delinquentes de estimação do governo lulopetista, é tão longa a vida quanto curto o castigo ─ quando acontece.

É compreensível que a elite desse clube dos cafajestes protagonize uma safadeza atrás da outra ─ e  que os donos dos prontuários mais notáveis apareçam num escândalo como o Petrolão, que transformou a maior estatal do país na mais produtiva usina de maracutaias do mundo. Até esta terça-feira, faltava no elenco do grande momento do faroeste à brasileira o imprescindível José Dirceu. A ilustração inspirada no inesquecível faroeste americano atesta que o destino enfim completou o grupo de sete pecadores envolvidos na maior ladroagem desde o Descobrimento.

Graças à devassa da movimentação financeira das empreiteiras do petrolão e da JD Assessoria e Consultoria, controlada pelo ex-chefe da Casa Civil, Dirceu entrou no script encarnando um consultor especializado em negociatas bilionárias. Entre 2006, já despejado do Planalto, e 2013, quando passou a hospedar-se na Papuda por decisão do STF, o ex-capitão do time do Lula faturou 29,2 milhões de reais. A Justiça e o Ministério Público Federal descobriram que boa parte dessa bolada lhe foi repassada pelos saqueadores da Petrobras.

Em 2012, já acossado pelo julgamento do Mensalão, o consultor embolsou 7 milhões de reais. Em 2013, condenado por corrupção a sete anos e onze meses de prisão, amealhou outros 4,159 milhões de reais sem sair da cela. Não é pouca coisa. Mas a façanha não surpreendeu quem acompanha de perto a carreira do artista. À promissora estreia no cult que revelou Carlinhos Cachoeira e Valdomiro Diniz seguiu-se a extraordinária performance como chefe da quadrilha de mensaleiros. Dirceu vai brilhar no Petrolão. E tem tudo para encarnar mais de um personagem relevante.

Como tudo no moderno faroeste à brasileira, o Petrolão é coisa de Lula e Dilma Rousseff. Produtor, roteirista e diretor, o ex-presidente faz de conta que também desta vez não sabe de nada. Melhor perguntar a Dilma, sugere. A assistente de produção finge que a obra lhe caiu no colo pronta e acabada ─ e jura que não tem nada de extraordinário. A plateia discorda. Neste domingo, quase 2 milhões de brasileiros gritaram nas ruas os nomes dos dois realizadores que insistem em manter distância dos holofotes.

Logo o país inteiro saberá que o mais repulsivo dos escândalos não teria existido sem Lula e Dilma. Os espectadores saudarão a entrada em cena da dupla com uma vaia do tamanho do Petrolão.       .

07/03/2015

às 18:02 \ Opinião

Miguel Reale Júnior: ‘Renúncia já’

Publicado no Estadão

MIGUEL REALE JUNIOR

A indignação em vista do descalabro moral e gerencial do governo veio à tona com a elevada rejeição da presidente. Fala-se cada vez mais em impeachment, cassação do seu mandato pelas vias legais.

Em entrevista concedida por José Dirceu em junho de 1992 ao programa Roda Viva, disse o então deputado: “Não se faz impeachment na Câmara e no Senado, ele acontece na sociedade; eu disse e quero repetir que o impeachment não se resolve no Congresso Nacional, se resolve nas ruas e se resolve com uma coalizão político-partidária”.

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06/03/2015

às 0:11 \ Direto ao Ponto

O Supremo não será ultrajado pela troca de ministros septuagenários por cinquentões que imploram por bengaladas no lombo

Konrad Adenauer tinha 73 anos em 1949, quando assumiu a chefia do governo da Alemanha Ocidental, e 87 ao deixar o cargo em 1963. Entre a posse e a renúncia, reconstruiu o país devastado pela Segunda Guerra Mundial. Nelson Mandela tinha 76 anos em 1994, quando assumiu a presidência da África do Sul, e 81 ao deixá-la em 1999. Nesse curto período, transformou a terra dividida e dilacerada pelo apartheid numa nação democrática.

Se tivessem nascido por aqui, os dois admiráveis setentões até poderiam tentar enfeitar o peito com a faixa presidencial. Como Tancredo Neves, que tinha 73 anos em 1984, quando aceitou a missão de disputar a sucessão de João Figueiredo, primeira etapa do processo de restauração democrática. Ao morrer em abril de 1985, a era dos generais-presidentes havia chegado ao fim.

Em menos de um ano, Tancredo juntou oposicionistas e governistas dissidentes numa frente política tão heterogênea quanto poderosa, transformou-se no candidato dos milhões de brasileiros sem acesso às urnas, nocauteou Paulo Maluf no Colégio Eleitoral e montou o ministério que não pôde presidir. Até ontem, Adenauer, Mandela e Tancredo estariam proibidos de sonhar com a toga de ministro do Supremo Tribunal Federal.

No Brasil, leis e decretos decidiram que a juventude acaba só aos 29 anos, a velhice começa já aos 60 e os magistrados têm de cair fora dos tribunais aos 70. Esta terceira restrição imbecil  começou a morrer nesta quarta-feira. Uma proposta de emenda constitucional (PEC) que adia por cinco anos a despedida obrigatória foi aprovada pela Câmara dos Deputados. Basta mais uma votação para sepultar-se de vez a limitação injustificável.

O documento que homenageia a sabedoria, a experiência e a sensatez merecia ser batizada de PEC da Maturidade. A imprensa optou pelo apelido pejorativo: PEC da Bengala. Faz sentido: os redatores do noticiário sobre o Petrolão insistem em rebaixar a “delatores” todos os depoentes que, por ajudarem a esclarecer as bandalheiras em que se meteram, são qualificados de “colaboradores da Justiça” por jornalistas de países civilizados.

Além de prolongar a permanência no STF de septuagenários com reputação ilibada e notável saber jurídico, como exige a Constituição, a decisão da Câmara vai impedir que Dilma Rousseff amplie a bancada dos ministros da defesa de culpados com a nomeação de bacharéis cinquentões que tratam a pontapés a lei, a ética e a verdade. Luiz Inácio Adams e José Eduardo Cardozo, por exemplo.

O advogado-geral da União (50) e o ministro da Justiça (55) estão longe da bengala. Mas nunca estiveram tão perto de uma velha e boa bengalada no lombo. Como aprendeu José Dirceu, não há corretivo mais pedagógico para gente que perdeu a vergonha.

 

02/03/2015

às 10:19 \ Opinião

Ricardo Noblat: ‘Lula, de esperança a forte ameaça à democracia’

Publicado no Blog do Noblat

RICARDO NOBLAT

O que leva Dilma, aos 67 anos de idade, a ser tão rude com seus subordinados? A pedido de quem me contou, não revelarei a fonte da história que segue. No ano passado, ao ouvir do presidente de uma entidade financeira estatal algo que a contrariou, Dilma elevou o tom da voz e disse:

— Cale a boca. Cale a boca agora. Você tem 50 milhões de votos? Eu tenho. Quando você tiver poderá ocupar o meu lugar.

Dilma goza da fama de mal educada. Lula, da fama de amoroso. Não é bem assim. Lula é tão grosseiro quanto ela. Tão arrogante quanto. Eleito presidente pela primeira vez, reunido em um hotel de São Paulo com os futuros ministros José Dirceu, Gilberto Carvalho e Luís Gushiken, entre outros, Lula os advertiu:

— Só quem teve voto aqui fui eu e José Alencar, meu vice. Não se esqueçam disso.

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02/01/2015

às 13:54 \ Sanatório Geral

Bandido irrecuperável

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PUBLICADO EM 17 DE JANEIRO

“Para nós, da Ação Penal 470, eu, José Dirceu, José Genoino e o companheiro Delúbio Soares, é fundamental ganhar a eleição porque queremos mostrar que toda essa armação em torno da nossa ação penal é política”.

João Paulo Cunha, deputado federal condenado a nove anos e quatro meses de cadeia por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro, explicando que, se Dilma Rousseff for reeleita, estará provado que o STF é um partido de oposição.

09/12/2014

às 20:55 \ Direto ao Ponto

1 Minuto com Augusto Nunes: Parceria entre empreiteira e José Dirceu transformou um intermediário de negociatas em ‘analista de aspectos sociológicos e políticos do Brasil’

05/11/2014

às 16:18 \ Direto ao Ponto

A metamorfose visual de Lula e José Dirceu é uma prova contundente de que vadiagem envelhece. Em liberdade ou na cadeia

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fhc e lula

04/08/2014

às 21:59 \ Sanatório Geral

Reivindicação justa

“A situação do Dirceu é de maior injustiça ainda. Contra ele nem viagem de jatinho tem. Nem telefonema ou troca de mensagens”.

André Vargas, deputado federal e amigo do doleiro Alberto Youssef, reivindicando uma vaga na cela S13 da Papuda por considerar-se menos inocente que José Dirceu.

 

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