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Irã

14/02/2011

às 13:35 \ Sanatório Geral

Chanceler atômico

“Egito e Tunísia, cabe assinalar, não estavam sob sanções do Ocidente, o que mostra que a posição dos que defendem sanções contra o Irã é equivocada, pois só reforçam um regime”.

Celso Amorim, ex-chanceler de bolso, ao conceder uma entrevista em Paris, ensinando que o companheiro Mahmoud Ahmadinejad ficará mais enfraquecido se for autorizado a fabricar bombas atômicas.

09/02/2011

às 4:31 \ Sanatório Geral

Professor doidão

“No Irã a eleição muda o presidente”.

Lula, ensinando que a eleição que manteve no comando o companheiro Mahmoud Ahmadinejad é uma prova de que o Irã muda de presidente a cada eleição.

“No Egito tem eleição, mas o presidente não mudou em 32 anos”.

Lula, ensinando que o Egito é pior que o Irã porque Mubarak está no poder há muito menos tempo que os Irmãos Castro em Cuba.

07/02/2011

às 16:08 \ Sanatório Geral

Ah, bom! (33)

“É importante dizer que não houve uma preocupação do Brasil de estabelecer uma aliança privilegiada com o Irã. Nós temos relações com o Irã como nós temos com outros países do mundo”.

Marco Aurélio Garcia, assessor especial para complicações cucarachas, informando que o Brasil sempre tratou o iraniano Mahmoud Ahmadinejad com a mesma cordialidade que marcou as relações com o colombiano Alvaro Uribe ou o hondurenho Porfirio Lobo.

21/01/2011

às 23:34 \ Frases

Irã nuclear

“Nós a cada dia progredimos em nossas atividades nucleares pacíficas e eles emitem resoluções, mas embora emitam dezenas de resoluções não terão nenhuma influência porque o Irã já é nuclear”.

Mahmoud Ahmadinejad, presidente iraniano.

12/12/2010

às 5:21 \ Sanatório Geral

Falso mas verdadeiro

“Há uma falsa percepção de que o Brasil procurou ter uma relação estreita com o Irã. O que nós fizemos foi absolutamente correto. Eu faria tudo de novo”.

Celso Amorim, chanceler a 20 dias do desemprego, explicando que não é verdadeira a impressão de que o governo brasileiro virou amigo de infância do governo iraniano e admitindo que, se pudesse voltar no tempo, seria amigo de infância do companheiro Mahmoud Ahmadinejad.

06/12/2010

às 12:46 \ Sanatório Geral

Coragem & coerência

“Não concordo com o modo como o Brasil votou. Não concordo com as práticas medievais características que são aplicadas quando se trata de mulheres. Não há nuances e eu não farei nenhuma concessão com relação a isso”.

Dilma Rousseff, ao lhe perguntarem sobre a decisão do Brasil de se abster na ONU na votação que aprovou a censura ao governo iraniano por violações de direitos humanos, falando ao jornal The Washington Post o que não tem coragem de dizer para Lula.

06/12/2010

às 1:23 \ Sanatório Geral

Entre amigos

“Isso não é assunto para ser discutido em jornal”.

Jorge Félix, chefe do Gabiente de Segurança Institucional da Presidência, sobre a ligação de um grupo de 20 brasileiros com extremistas no Irã, ensinando que lambanças envolvendo os dois países amigos só podem ser discutidas nas conversas aos sussurros e sem testemunhas entre o companheiro Lula e o companheiro Mahmoud Ahmadinejad.

29/11/2010

às 9:26 \ Sanatório Geral

Cretinice internacional

“Nós não somos ‘soft’ em direitos humanos, só não condenamos porque a grande maioria dos países que condenam é de ex-potências coloniais que estão purgando os seus complexos de culpa”.

Celso Amorim, chanceler de bolso, vassalo em vários idiomas, explicando que com exceção do Brasil, que não tem complexo de culpa, os direitos humanos só são defendidos por países que têm remorso.

24/11/2010

às 12:14 \ Frases

Horror no Irã

“Quando levantei a cabeça, vi que a parede estava coberta, para que os interrogadores batessem a cabeça dos presos contra a parede. Para doer, mas não causar dano irreparável. É coberta por couro, mas dava pra ouvir os prisioneiros gritando e chorando”.

Roxana Saberi, 33, jornalista que ficou presa por cem dias no Irã, em 2009.

24/11/2010

às 7:53 \ Sanatório Geral

Pequeno canalha

“Procuramos falar com interlocutores. Isso é mais importante para a senhora ameaçada do que os países receberem aplausos de ONGs”.

Celso Amorim, chanceler de bolso, explicando que os países que votaram contra a violação de direito humanos no Irã não estão tentando salvar a vida de Sakineh Ashtiani, mas ganhar aplausos de ONGs que, também em busca de salvas de palmas, fingem que se preocupam com a “senhora ameaçada”.


 

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