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História em Imagens

26/06/2013

às 17:05 \ Direto ao Ponto

Banda da Polícia Militar anima a manifestação de protesto em Teófilo Otoni

Neste 19 de junho, centenas de manifestantes protestaram nas ruas de Teófilo Otoni, em Minas Gerais, ao som de Aquarela do Brasil. Detalhe: a música de Ari Barroso foi tocada pela banda da Polícia Militar. Confira na seção História em Imagens.

18/06/2013

às 21:50 \ Direto ao Ponto

Veja a seleção dos cartazes mais criativos da segunda-feira e escolha o seu preferido

11/06/2013

às 21:08 \ Direto ao Ponto

O prefeito Haddad já desceu do ônibus pilotado perlo candidato Haddad

05/06/2013

às 18:36 \ Direto ao Ponto

O vídeo revela as origens da boataria que inquietou os fregueses do Bolsa Família

Confira na seção História em Imagens o vídeo de 57 segundos.

30/05/2013

às 16:51 \ Direto ao Ponto

Depois do ‘entrace’ na saída da Fonte Nova, prefeitura do Rio enriquece o inglês de Copa do Mundo com a invenção do ‘aiport’

Sempre que inaugura um estádio que não está pronto, Dilma Rousseff fica grávida de patriotismo mequetrefe ─ e recita o que o mestre lhe ensinou: só duvidam do governo (e seus comparsas) os eternos pessimistas, os céticos profissionais, os que torcem o tempo todo contra o progresso da nação reinventada pela seita lulopetista. Foi assim em 21 de dezembro de 2012, quando a presidente baixou em Belo Horizonte para dar por concluído o Mineirão ainda em obras.

“Nós, do Brasil, estamos dando uma demonstração para o mundo”, caprichou no dilmês de boleiro. “De que nós somos bons dentro do campo, mas somos bons fora do campo também”. Dilma tem tanta familiaridade com o que ocorre dentro do campo quanto Lula com o uso do plural. Para a Primeira Torcedora, trivela é o ministro da Pesca com erro de revisão. Se sabe o que anda acontecendo fora do campo, logo vai descobrir que ninguém perde tempo torcendo contra os organizadores da Copa. Time que só faz gol contra nem precisa de inimigos.

Confira o texto de Júlia Rodrigues na seção História em Imagens.  Depois do “entrace” na saída da Fonte Nova, a prefeitura do Rio enriqueceu o inglês de Copa do Mundo com a invenção do “aiport”. Os turistas vão sofrer para encontrar o Maracanã. Se chegarem lá, podem colidir com portões fechados: no fim da tarde desta quinta-feira, a Justiça atendeu ao pedido do Ministério Público estadual e suspendeu a realização do jogo entre Brasil e Inglaterra, marcado para domingo.

Antes que o dia terminasse, previsivelmente, governantes e cartolas conseguiram contornar a interdição. Mas a pedra no caminho continua do mesmo tamanho. A decisão judicial amparou-se nas evidências de que o Maracanã não está pronto para acomodar sem riscos as multidões com que sonham os vigaristas insaciáveis. Para esse bando, a Copa de 2014 é mais que um grande negócio. É um mundaréu de negociatas.

11/03/2013

às 17:28 \ Direto ao Ponto

Se houvesse mais Andreinas por aqui, o órfão brasileiro de Chávez não estaria há 108 dias sem dar um pio sobre o caso Rose

A jornalista venezuelana Andreina Flores precisou de 1 minuto e 39 segundos para levar às cordas o presidente Hugo Chávez. Se o governo vencera as eleições legislativas por uma diferença ligeiramente superior a 100 mil votos, quis saber a repórter da Rádio França Internacional, como conseguira instalar uma bancada parlamentar com 37 integrantes a mais que o bloco oposicionista? Nos 7min58 segundos restantes do vídeo reproduzido na seção História em Imagens, o caudilho em apuros faz o que pode para retomar a ofensiva. Parece mais grogue a cada segundo.

Vestido de bandeira venezuelana, como registra o texto publicado em 29 de setembro de 2010, Chávez enfileira piadas infames, provocações grosseiras, frases desconexas, bravatas, insinuações preconceituosas, ameaças veladas ou ostensivas ─ tudo, menos argumentos consistentes. Sem arrogância e sem medo, Andreina limita-se a esperar na primeira fileira as respostas que não virão.

O rei Juan Carlos desmoralizou o bufão bolivariano com a célebre ordem para calar-se. A jornalista venezuelana desmoralizou-o ao exigir que falasse. Se houvesse mais Andreinas por aqui, Lula não estaria há 108 dias sem dar um pio sobre o caso de polícia em que se meteu ao lado de Rose Noronha, a Primeiríssima Amiga

 

19/02/2013

às 18:39 \ Direto ao Ponto

As imagens repulsivas do vídeo gravado há 13 anos comprovam que a intolerância é uma das marcas de nascença do PT

A tentativa de silenciar pela força a blogueira cubana Yoani Sánchez escancarou uma das marcas de nascença do PT: a intolerância. Confira a agressão sofrida por Mário Covas em maio de 2000. O vídeo é uma prova contundente de que a seita lulopetista é incapaz de praticar o convívio dos contrários.

04/02/2013

às 19:24 \ Direto ao Ponto

A Mônica de Lula e a Rose de Renan

Mônica Veloso

Além das escancaradas pelo confronto estético, há três diferenças essenciais entre Mônica Veloso e Rosemary Noronha. A primeira é a origem do patrocínio: se a Rose de Renan Calheiros teve as despesas bancadas por uma empreiteira, a Mônica de Lula ganhou um empregão federal. A segunda reside nos desdobramentos das relações com gente poderosa: só uma se valeu da influência do parceiro para enriquecer como quadrilheira. A terceira, como ressalta o texto publicado na seção História em Imagens, está no tratamento dispensado pela imprensa às duas mulheres. Mônica foi apresentada ao país como amante do presidente do Senado. Rose é apenas “amiga” do ex-presidente da República.

O livro em que Mônica Veloso contou o pouco que sabia do que se passava fora da alcova nada acrescentou ao prontuário de Renan. Se Rosemary Noronha resolver contar à polícia o muito que sabe, Lula terá de interromper o silêncio que já passou de 70 dias para passar outros tantos tentando explicar-se. E não conseguirá.

18/01/2013

às 19:23 \ Direto ao Ponto

O vídeo prova que no peito de um caso de polícia também bate um coração

De saída do comando da Casa do Espanto, José Sarney vem saboreando desde o começo do ano uma calorosa cerimônia do adeus. Mostras, exposições, livros, almoços, jantares, sessões solenes ─ não falta quase nada no balaio de homenagens ao pai-da-pátria que micróbios do Hospital de Base de Brasília transformaram em presidente da República e Lula promoveu a Homem Incomum.

Comovidos, os amigos da coluna decidiram animar a quermesse em louvor de Madre Superiora com a republicação,  na seção História em Imagens, de um vídeo que prova, com uma sequência de imagens valorizadas pela trilha sonora, que no peito de um caso de polícia também bate um coração. Veja como é bonita a relação afetiva entre comparsas. E não se acanhe se bater a tentação de chamar o camburão.

04/12/2012

às 18:22 \ Direto ao Ponto

Ideli é a Marilyn do Kennedy de Garanhuns

“Lula não é John Kennedy e Rosemary nem em sonho é Marilyn Monroe”, constata o título do artigo de Ucho Haddad. Cada um tem a Marilyn que merece, avisou em outubro de 2010 o vídeo exibido na seção História em Imagens. Reveja a deusa do cinema cantando Happy Birthday para John Kennedy. E compare a performance histórica com o berreiro de Ideli Salvatti no Parabéns em homenagem ao companheiro aniversariante.

 

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