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Guido Mantega

09/02/2012

às 4:11 \ Sanatório Geral

Dupla de patriotas

“Estou muito satisfeito porque, além de tudo, a Casa da Moeda está dando lucro”.

Guido Mantega, ministro da Fazenda, durante uma cerimônia na Casa da Moeda em agosto de 2010, festejando o lucrativo desempenho na presidência da instituição do companheiro Luiz Antonio Denucci, que agora jura ter conhecido só de vista.

08/02/2012

às 6:33 \ Sanatório Geral

Pastelão reprisado

“O ministro já deu as explicações necessárias”.

Romero Jucá, líder do governo no Senado, sobre a história muito mal contada envolvendo Guido Mantega, a Casa da Moeda e o PTB, rpetindo a frase que recitou quando apareceram maracutaias protagonizadas por Antonio Palocci, Alfredo Nascimento, Wagner Rossi, Pedro Novais, Orlando Silva, Carlos Lupi e Mário Negromonte.

07/02/2012

às 5:11 \ Sanatório Geral

Critério técnico (3)

“As acusações não eram sólidas. Mas ele estava sendo pressionado”.

Guido Mantega, ministro da Fazenda, explicando que Luiz Felipe Denucci foi demitido da presidência da Casa da Moeda por falta de provas e excesso de pressões.

07/02/2012

às 2:18 \ Sanatório Geral

Dupla do barulho

“Vocês vejam só o que eu virei: agora sou assessora econômica do Mantega!”.

Dilma Rousseff, na reunião ministerial realizada em 23 de janeiro, reforçando a suspeita de que os dois decidem juntos quem deve ser presidente da Casa da Moeda.

05/02/2012

às 14:47 \ Sanatório Geral

Critério técnico (2)

“Eu nunca o tinha visto, não o conhecia”.

Guido Mantega, sobre Luiz Felipe Denucci, demitido por suspeita de envolvimento em maracutaias, explicando que escolheu o presidente da Casa da Moeda porque o sobrenome, como o do ministro, é de origem italiana.

04/02/2012

às 20:16 \ Sanatório Geral

Critério técnico

“Costumamos trocar os funcionários que cumprem sua missão”.

Guido Mantega, ministro da Fazenda, ao tentar explicar a demissão do presidente da Casa da Moeda, revelando que está há mais de nove anos no governo por não ter cumprido missão nenhuma.

08/01/2012

às 15:38 \ Feira Livre

Os parceiros inescrupulosos encenam a farsa da 6ª riqueza mais pobre do mundo

Mauro Pereira

Encerradas as comemorações de fim de ano, sobrou a sensação de que 2011, no coletivo, não deixará saudade: ficará marcado como um dos mais medíocres anos políticos, caracterizado por crises sucessivas envolvendo os três Poderes da República. Não sei qual deles mais assombra os meus medos, mas sei que todos eles exacerbam minha mais profunda desconfiança.

Como tem acontecido nos últimos anos, o governo federal manteve sua aposta no turbilhão publicitário para amenizar o desmoronamento moral que o acompanha desde 2003. A propaganda oficial se destacou pelo conteúdo distorcido, mais preocupado em promover a logomarca do governo, e pelo indisfarçável viés eleitoreiro. Exibindo uma desfaçatez muito bem articulada, Lula e Dilma foram os principais protagonistas dos comerciais que vendem a imagem falsificada do Brasil.

Ambos também tiveram desempenho notável na manifestação mais sórdida de desrespeito à inteligência dos brasileiros, concebida para fazer de conta que tanto o escândalo do mensalão quanto os quinze ministros exonerados por envolvimento em casos de corrupção, se existiram, não foram produzidos por suas administrações. Tripudiaram sobre a parte da sociedade abandonada por uma oposição omissa,  que se escondeu atrás de uma pretensa preservação da ordem institucional e, como tributo à covardia, se qualificou como a principal avalista do clima de desordem que hoje ameaça as instituições. Medrosa, traiu a confiança dos eleitores com as mesuras exageradas de seus governadores e contentou-se em ser espectadora privilegiada da farra bilionária proporcionada por ministros corruptos indicados por Lula e nomeados pela presidente Dilma Rousseff.

Ao entrarmos no décimo ano do governo petista, pouco há a ser comemorado. Os telejornais se engalanaram para encenar mais um ato de bajulação explícita ao governo federal, festejando com estardalhaço o ingresso do Brasil no grupo das cinco maiores economias do planeta. Pirotecnia demais e informação de menos, pois em momento algum registraram que o país figura entre as sete economias mais desenvolvidas desde o tempo da ditadura militar. A manobra inescrupulosa minimiza a verdade crua: um enorme vazio separa dezenas de milhões de brasileiros desse suposto avanço.

É desumano o júbilo que reveste a 5ª riqueza mais pobre do mundo. Não pode haver alegria quando os números do Brasil real apontam para um cenário desolador, que mostra mais de 19 milhões de filhos bastardos da opulência petista, que sobrevivem abaixo da linha da miséria. É imoral justificar qualquer presunção de sucesso econômico quando mais da metade da população não tem acesso ao esgoto tratado e à água potável, enquanto outra parcela considerável desfila pela avenida da submissão o estandarte da pobreza remunerada. Da mesma forma, é inadmissível vangloriar-se de uma fortuna que, se abarrota os cofres do governo, não chega até aos adolescentes que, desassistidos, perambulam entre os 40% de miseráveis e os 20% de analfabetos, realidade assustadora que coloca em xeque o futuro da nação e destrói no nascedouro o sentimento de nacionalidade.

Eleita com os votos da maioria esmagadora desses humilhados pelo esquecimento, a presidente Dilma Rousseff deixou escapar uma oportunidade única de reconciliar-se com o seu mandato ao esquivar-se da responsabilidade de comunicar à nação o sucesso da economia brasileira e, por conta disso, manifestar seu pesar pela incompetência na gestão dos recursos financeiros disponíveis ─ e, solidária aos miseráveis, expressar sua vergonha pelo acinte do trem-bala, pela ação criminosa de ONGs companheiras, pelo desvio de dinheiro público que passou de bilhão praticado por seis de seus ministros, pelo seu reveillon constrangedor que custou ao erário mais de meio milhão. Para concluir o ritual de reconciliação, deveria pedir perdão por todas as promessas que ficaram perdidas em algum lugar da campanha.

Tal postura seria menos comprometedora do que isolar-se numa base militar e transferir ao pior ministro da Fazenda da história republicana a tarefa de explicar que se os mensaleiros forem condenados e presos, se os ministros deixarem de assaltar os cofres públicos e se não houver superfaturamento nas obras da Copa do Mundo, daqui a vinte anos o governo do PT estará preparado para resgatar esses cidadãos da condição de sub-brasileiros.

Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Guido Mantega são a confirmação inequívoca de que, em se tratando de desenvolvimento humano, a sexta economia mais poderosa do planeta ainda continua com um dos seus tentáculos firmemente atolado nas cercanias da idade da pedra.

24/11/2011

às 22:48 \ Sanatório Geral

Doutor em fraude

“O Panamericano era auditado por vários anos, é que a fraude era de nível internacional, escapou a todos. Acho difícil que o BC soubesse. Caso contrário, teria cometido uma infração, mas quem deve responder a isso é o BC.”

Guido Mantega, ministro da Fazenda, ensinando que há dois tipos de fraude: a de nível internacional, que o governo não consegue enxergar, e a de nível  nacional, que o governo finge que não vê.

14/11/2011

às 23:44 \ Sanatório Geral

Faz sentido

“Ô, Ideli, você, o Gilberto e a Gleisi não podem falar sobre economia. Vocês estão me entendendo? Aqui no palácio ninguém fala de economia! Sobre esse assunto, só fala o Mantega!”

Dilma Rousseff, comunicando aos três ministros acampados no Palácio do Planalto que, já que ninguém no governo entende de economia, resolveu deixar Guido Mantega falando  bobagens sozinho.

19/10/2011

às 21:05 \ Homem sem Visão

Orlando Silva e Sepúlveda Pertence entram na jaula que agora abriga seis feras

“O chefe voltou correndo de Guadalajara porque acha que o troféu de HSV vale mais que dez medalhas de ouro no Pan”, confidenciou um dos 817 assessores de Orlando Silva no lançamento da candidatura do ainda ministro do Esporte ao título de  Homem sem Visão de Outubro. Silva entrou no páreo por não enxergar nada de errado no programa Segundo Tempo, por ter demorado três anos para descobrir que um companheiro de lutas é bandido e por não saber a diferença entre milhões e bilhões. Segundo a mesma fonte, o campeão só aceitará escrever uma carta de demissão endereçada a Dilma Rousseff se for nomeado tesoureiro da Copa de 2014 e diretor-financeiro da Olimpíada de 2016.

Também nesta quarta-feira, a comissão organizadora do HSV recebeu a inscrição de Sepúlveda Pertence, presidente da Comissão de Ética Pública do Palácio do Planalto. O veterano craque aproveitou o barulho feito por Orlando Silva para candidatar-se ao título de HSV pelo segundo mês consecutivo. “O chefe disse que não podia perder a chance de não enxergar os pecados do Orlandinho”, revelou um dos 429 assessores do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal. Pertence, que não viu nenhuma “denúncia madura” contra o ministro do Esporte, prometeu jogar pesado durante a campanha. “Em vez de esperar a próxima denúncia, ele vai declarar que todos os que sobraram no primeiro escalão são inocentes”, contou a fonte.

Com a entrada de Orlando Silva e Pertence na disputa que já incluía Guido Mantega, Roque Barbiere, Iriny Lopes e Gilberto Kassab, agora são seis feras numa única jaula! E a coisa vai ficar ainda mais feia, leitores-eleitores! Mais campeões estão no aquecimento! Não deixe de participar da única eleição que permite votar sem remorso em candidatos que ninguém merece! Como sempre, que vença o pior!


 

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